E aí, galera! A história da minha cunhada rendeu bons comentários, muita energia positiva no privado e, principalmente, uma conversa bem suculenta com a Isabel. Uma usuária que, ao conversar comigo, me lembrou de algumas coisas que fiz quando era mais novo e me deu vontade de contar. Espero que vocês curtam e, principalmente, que você goste, Isabel... lá vamos nós.
A primeira que me veio à mente foi a de uma colega da escola que eu adorava, estava super apaixonado por ela. Loira, olhos claros, boca linda, uma gostosa por todos os ângulos. Ela tinha o hábito de, durante as aulas, tirar o anel que usava e colocá-lo na boca. Eu, ao ver essa cena, ficava louco de tesão. Como disse, ela tinha uma boca muito bonita e eu imaginava ela chupando meu pau. Ela colocava o anel entre os lábios, lambia, metia dentro da boca e girava, para depois tirar e lamber de novo. Várias punhetas eu dediquei a ela. Até que tive uma ideia...
Um dia pedi o anel emprestado. Era um anel de fantasia, bem comum, de um time de futebol que ambos admirávamos. Na verdade, não lembro com que desculpa pedi. Ela aceitou com a condição de que eu devolvesse no dia seguinte. Acho que aqui vocês já imaginam o que vem a seguir...
Essa noite, fiz uma masturbação lenta e bem suave, com a lembrança dela e o anel nas minhas mãos. Passei ele pela cabecinha muitas vezes, lambuzei bem de líquido pré-seminal. Eu estava nas nuvens, só a ideia do que ia acontecer com aquele anel me deixava à beira do orgasmo. Depois de um bom tempo, gozei. Lindos jatos de porra foram parar na minha mão, onde obviamente segurava o anel. Lambuzei ele todo com meu sêmen. Deixei apoiado sobre um papel na gaveta do meu guarda-roupa a noite toda. No outro dia, coloquei na mochila e fui para a escola. Assim que a vi, devolvi... Claramente, mal podia esperar para vê-la fazer seu ritual.
Na primeira aula, nada. Na segunda, nada. Já na terceira aula, depois do recreio, eu estava muito impaciente e me passou pela cabeça que talvez Ela suspeitou de algo, será que sentiu um cheiro estranho? E se ela disser algo sobre eu estar disfarçado? Para minha sorte, depois do recreio chegou o momento tão esperado, peguei o anel dela e levei à boca. Ela começou a fazer o de sempre, mas dessa vez, sem saber, estava levando à boca uma boa parte do meu gozo. A minha rola ficou dura pra caralho, não conseguia pensar em outra coisa, estava vidrado na cena e ela saboreando meu sêmen sem saber, quase gozei na hora de tanto tesão, não lembro como me controlei na hora que faltava, só queria chegar em casa e me masturbar furiosamente com aquela imagem na memória. Coisa que claramente aconteceu, e não uma, mas várias vezes mais, até que, infelizmente, como disse antes, era um anel muito frágil e quebrou nela. Mas essa lembrança me acompanhou várias vezes mais. O que vocês acham? Foi errado o que eu fiz??? Espero as respostas de vocês. Como estou com vontade de continuar contando, deixo mais uma anedota... Essa é a típica história de primos, e sim, primo chega na prima e, se for prima-irmã, com mais vontade ainda, dizem por aí. Com a família do meu tio sempre tive boa relação, minha mãe e ele eram bem unidos, então nos víamos com muita frequência, aniversários, festas e principalmente nas férias de verão. Ou eu ia na casa deles ou meus primos vinham pra minha. Meu primo e eu temos a mesma idade, então nos dávamos super bem, minha prima, porém, era alguns anos mais nova e meio que incomodava. Um dia, nas férias de inverno, meu primo não veio, não lembro o porquê. Então passei muito tempo com minha prima, nos divertimos muito, éramos crianças, mas jogamos muito cartas e passamos o tempo falando sobre nossos primeiros amores, coisas que talvez com outros caras não conversaríamos, escrevendo isso percebo que talvez ela tenha sido minha primeira amiga, de certa forma. Mas até aí tudo bem, de boa. Por questões de adultos, as famílias ficaram distantes uns 3 ou 4 anos (talvez menos, mas pra mim foi uma eternidade). Até que, por sorte, as desavenças foram resolvidas e a relação voltou... de volta ao normal. Nunca mais esqueci a primeira vez que a vi depois de muito tempo. Tinha se tornado uma mocinha de verdade, deu um esticão, emagreceu, uns peitos lindos e firmes apareciam... me apaixonei. Percebi que já não queria passar tanto tempo com meu primo, brincando de lutar ou rindo de besteiras, não, queria ficar perto da minha prima, sentir o perfume dela, tocar no cabelo, tê-la perto para sentir seu calor. Por sorte esse sentimento era bem correspondido, ela também procurava momentos para ficarmos sozinhos e tocar minhas mãos ou acariciar meu rosto com alguma desculpa. Momentos que eram difíceis de conseguir, em casa éramos muitos, pouco espaço e ainda com meus tios e primos ficava meio complicado. Graças a Deus tenho uma irmã um pouco mais velha que me obrigava a escovar o cabelo dela depois do banho, um dia minha mãe estava meio ruim das costas e me pediu se podia ajudá-la a se pentear, desde aquele dia surgiu em casa a lenda da mão que tinha para desembaraçar cabelo, que passava a escova de maneira muito suave e não arrancava os fios e blá blá blá. Coisa que sempre odiei, porque minhas irmãs quase me obrigavam a fazer, mas como dizem, Deus age de maneiras misteriosas. Essa fama de desembaraçador de cabelo facilitou para mim e minha prima a desculpa perfeita para ficarmos perto um do outro sem levantar suspeitas. Mas claro, na frente de todos mantínhamos bastante distância, mas sozinhos no meu quarto, ou com meus irmãos e meu primo, ela se aproximava bastante do meu corpo, o que me deixava com o pau bem duro e a cabeça toda molhada. Ela começou a notar minhas ereções e longe de se assustar ou ficar brava, se apoiava mais forte fazendo com que entre sua lombar e meu pau, só nos separasse um pouco de roupa. Para minha idade e a inexperiência sexual que eu tinha, aquilo era a glória. Mais ainda quando ela se esfregava um pouco fingindo distração. Um dia nessas sessões de penteado, ela chegou no meu quarto quando eu estava me masturbando, quase gozando. Me cobri como pude e ela, não sei se percebi ou não, mas ela agiu como se nada tivesse acontecido. Aí começamos com o jogo de sempre, eu penteava o cabelo dela com o pau bem apertado contra as costas dela e ela se esfregava distraída. Mas como eu já estava super excitado, acabei, enchi a cueca de porra e um pouco claramente passou pra blusa dela, mas passou despercebido porque estava molhada também pela água do cabelo dela, não sei se ela notou. Nunca falamos sobre isso, todos esses jogos a gente fazia no mais completo silêncio.
Mais ou menos um ano depois, toquei o céu. Dessa vez, nas férias de inverno, ela veio sozinha, sem meu primo. Então íamos ter a oportunidade de passar tempo a sós, meus outros irmãos homens, um era mais velho então nem ligava, e o outro mais novo, então também zero bola. De novo a rotina de escovar o cabelo, mas dessa vez, eu já queria mais... Deixei a escova e comecei a massagear o pescoço dela, ela deixou, parecia derreter nas minhas mãos, suavemente comecei a beijar suas orelhas, desci pro pescoço e fiquei chupando ele. Minha irmã mais velha, uma vez estava toda chupada e me disse que as mulheres adoravam isso, mas pra fazer devagar pra não deixar marcas, tendo isso em mente, chupava devagar o pescoço da minha prima, que já começava a esfregar contra meu pau cada vez mais forte e os gemidos dela ficavam mais intensos.
Eu, disposto a ir além, meti a mão dentro do moletom dela pra acariciar seus peitos. Em tudo isso, era outra época, não tinha tanto acesso à pornografia como hoje, minhas maiores punhetas eram com revistas da Avon haha ou, com muita sorte, os filmes da Emmanuelle que passavam no The Film Zone. Foram os primeiros peitos que toquei na minha vida, minhas colegas de colégio, as que podiam, já mostravam os peitos na entrada ou na saída sem o uniforme. Esses objetos de desejo já me intrigavam muito, então ao acariciá-los sentia que o pau ia explodir... Ela curtia e só me deixava fazer, tinha ela presa entre minhas mãos nos peitos e no pescoço meus lábios, seus gemidos, mesmo que bem baixinhos, foram ficando cada vez mais altos. Até que, de repente, ela parou e saiu correndo. Não tenho certeza, mas acho que ela deve ter sentido a calcinha ficando toda molhada e, repito, os dois sem experiência nenhuma, e ela ainda mais novinha, acho que ela não devia entender direito o que estava acontecendo com o corpo dela. Essa história tem mais capítulos, então, se quiserem saber mais, me avisem. Se você chegou até aqui, obrigado por ler!!! E obrigado de novo a você, por motivar esse texto!!!
A primeira que me veio à mente foi a de uma colega da escola que eu adorava, estava super apaixonado por ela. Loira, olhos claros, boca linda, uma gostosa por todos os ângulos. Ela tinha o hábito de, durante as aulas, tirar o anel que usava e colocá-lo na boca. Eu, ao ver essa cena, ficava louco de tesão. Como disse, ela tinha uma boca muito bonita e eu imaginava ela chupando meu pau. Ela colocava o anel entre os lábios, lambia, metia dentro da boca e girava, para depois tirar e lamber de novo. Várias punhetas eu dediquei a ela. Até que tive uma ideia...
Um dia pedi o anel emprestado. Era um anel de fantasia, bem comum, de um time de futebol que ambos admirávamos. Na verdade, não lembro com que desculpa pedi. Ela aceitou com a condição de que eu devolvesse no dia seguinte. Acho que aqui vocês já imaginam o que vem a seguir...
Essa noite, fiz uma masturbação lenta e bem suave, com a lembrança dela e o anel nas minhas mãos. Passei ele pela cabecinha muitas vezes, lambuzei bem de líquido pré-seminal. Eu estava nas nuvens, só a ideia do que ia acontecer com aquele anel me deixava à beira do orgasmo. Depois de um bom tempo, gozei. Lindos jatos de porra foram parar na minha mão, onde obviamente segurava o anel. Lambuzei ele todo com meu sêmen. Deixei apoiado sobre um papel na gaveta do meu guarda-roupa a noite toda. No outro dia, coloquei na mochila e fui para a escola. Assim que a vi, devolvi... Claramente, mal podia esperar para vê-la fazer seu ritual.
Na primeira aula, nada. Na segunda, nada. Já na terceira aula, depois do recreio, eu estava muito impaciente e me passou pela cabeça que talvez Ela suspeitou de algo, será que sentiu um cheiro estranho? E se ela disser algo sobre eu estar disfarçado? Para minha sorte, depois do recreio chegou o momento tão esperado, peguei o anel dela e levei à boca. Ela começou a fazer o de sempre, mas dessa vez, sem saber, estava levando à boca uma boa parte do meu gozo. A minha rola ficou dura pra caralho, não conseguia pensar em outra coisa, estava vidrado na cena e ela saboreando meu sêmen sem saber, quase gozei na hora de tanto tesão, não lembro como me controlei na hora que faltava, só queria chegar em casa e me masturbar furiosamente com aquela imagem na memória. Coisa que claramente aconteceu, e não uma, mas várias vezes mais, até que, infelizmente, como disse antes, era um anel muito frágil e quebrou nela. Mas essa lembrança me acompanhou várias vezes mais. O que vocês acham? Foi errado o que eu fiz??? Espero as respostas de vocês. Como estou com vontade de continuar contando, deixo mais uma anedota... Essa é a típica história de primos, e sim, primo chega na prima e, se for prima-irmã, com mais vontade ainda, dizem por aí. Com a família do meu tio sempre tive boa relação, minha mãe e ele eram bem unidos, então nos víamos com muita frequência, aniversários, festas e principalmente nas férias de verão. Ou eu ia na casa deles ou meus primos vinham pra minha. Meu primo e eu temos a mesma idade, então nos dávamos super bem, minha prima, porém, era alguns anos mais nova e meio que incomodava. Um dia, nas férias de inverno, meu primo não veio, não lembro o porquê. Então passei muito tempo com minha prima, nos divertimos muito, éramos crianças, mas jogamos muito cartas e passamos o tempo falando sobre nossos primeiros amores, coisas que talvez com outros caras não conversaríamos, escrevendo isso percebo que talvez ela tenha sido minha primeira amiga, de certa forma. Mas até aí tudo bem, de boa. Por questões de adultos, as famílias ficaram distantes uns 3 ou 4 anos (talvez menos, mas pra mim foi uma eternidade). Até que, por sorte, as desavenças foram resolvidas e a relação voltou... de volta ao normal. Nunca mais esqueci a primeira vez que a vi depois de muito tempo. Tinha se tornado uma mocinha de verdade, deu um esticão, emagreceu, uns peitos lindos e firmes apareciam... me apaixonei. Percebi que já não queria passar tanto tempo com meu primo, brincando de lutar ou rindo de besteiras, não, queria ficar perto da minha prima, sentir o perfume dela, tocar no cabelo, tê-la perto para sentir seu calor. Por sorte esse sentimento era bem correspondido, ela também procurava momentos para ficarmos sozinhos e tocar minhas mãos ou acariciar meu rosto com alguma desculpa. Momentos que eram difíceis de conseguir, em casa éramos muitos, pouco espaço e ainda com meus tios e primos ficava meio complicado. Graças a Deus tenho uma irmã um pouco mais velha que me obrigava a escovar o cabelo dela depois do banho, um dia minha mãe estava meio ruim das costas e me pediu se podia ajudá-la a se pentear, desde aquele dia surgiu em casa a lenda da mão que tinha para desembaraçar cabelo, que passava a escova de maneira muito suave e não arrancava os fios e blá blá blá. Coisa que sempre odiei, porque minhas irmãs quase me obrigavam a fazer, mas como dizem, Deus age de maneiras misteriosas. Essa fama de desembaraçador de cabelo facilitou para mim e minha prima a desculpa perfeita para ficarmos perto um do outro sem levantar suspeitas. Mas claro, na frente de todos mantínhamos bastante distância, mas sozinhos no meu quarto, ou com meus irmãos e meu primo, ela se aproximava bastante do meu corpo, o que me deixava com o pau bem duro e a cabeça toda molhada. Ela começou a notar minhas ereções e longe de se assustar ou ficar brava, se apoiava mais forte fazendo com que entre sua lombar e meu pau, só nos separasse um pouco de roupa. Para minha idade e a inexperiência sexual que eu tinha, aquilo era a glória. Mais ainda quando ela se esfregava um pouco fingindo distração. Um dia nessas sessões de penteado, ela chegou no meu quarto quando eu estava me masturbando, quase gozando. Me cobri como pude e ela, não sei se percebi ou não, mas ela agiu como se nada tivesse acontecido. Aí começamos com o jogo de sempre, eu penteava o cabelo dela com o pau bem apertado contra as costas dela e ela se esfregava distraída. Mas como eu já estava super excitado, acabei, enchi a cueca de porra e um pouco claramente passou pra blusa dela, mas passou despercebido porque estava molhada também pela água do cabelo dela, não sei se ela notou. Nunca falamos sobre isso, todos esses jogos a gente fazia no mais completo silêncio.
Mais ou menos um ano depois, toquei o céu. Dessa vez, nas férias de inverno, ela veio sozinha, sem meu primo. Então íamos ter a oportunidade de passar tempo a sós, meus outros irmãos homens, um era mais velho então nem ligava, e o outro mais novo, então também zero bola. De novo a rotina de escovar o cabelo, mas dessa vez, eu já queria mais... Deixei a escova e comecei a massagear o pescoço dela, ela deixou, parecia derreter nas minhas mãos, suavemente comecei a beijar suas orelhas, desci pro pescoço e fiquei chupando ele. Minha irmã mais velha, uma vez estava toda chupada e me disse que as mulheres adoravam isso, mas pra fazer devagar pra não deixar marcas, tendo isso em mente, chupava devagar o pescoço da minha prima, que já começava a esfregar contra meu pau cada vez mais forte e os gemidos dela ficavam mais intensos.
Eu, disposto a ir além, meti a mão dentro do moletom dela pra acariciar seus peitos. Em tudo isso, era outra época, não tinha tanto acesso à pornografia como hoje, minhas maiores punhetas eram com revistas da Avon haha ou, com muita sorte, os filmes da Emmanuelle que passavam no The Film Zone. Foram os primeiros peitos que toquei na minha vida, minhas colegas de colégio, as que podiam, já mostravam os peitos na entrada ou na saída sem o uniforme. Esses objetos de desejo já me intrigavam muito, então ao acariciá-los sentia que o pau ia explodir... Ela curtia e só me deixava fazer, tinha ela presa entre minhas mãos nos peitos e no pescoço meus lábios, seus gemidos, mesmo que bem baixinhos, foram ficando cada vez mais altos. Até que, de repente, ela parou e saiu correndo. Não tenho certeza, mas acho que ela deve ter sentido a calcinha ficando toda molhada e, repito, os dois sem experiência nenhuma, e ela ainda mais novinha, acho que ela não devia entender direito o que estava acontecendo com o corpo dela. Essa história tem mais capítulos, então, se quiserem saber mais, me avisem. Se você chegou até aqui, obrigado por ler!!! E obrigado de novo a você, por motivar esse texto!!!
2 comentários - tesão de adolescente