Faz um tempinho que cheguei do trampo e encontrei minha filha e uma amiga dela. "Oi, papai, como cê tá?" — me deu um beijão, minha princesa. "Bem, love", e me abraçou toda, falou que ia ficar com a amiga. "Oi, senhor", a outra me cumprimentou, e minha filha disse pra ela me chamar pelo nome. "Ok, beleza". Quando fui cumprimentar ela, dei um beijo na boca e fui embora. Pouco depois, montei um baseado pra fumar e ouvi música alta. Desci pra pedir pra baixar o som por causa do horário e me deparei com a amiga da minha filha de peitos de fora. Ela disse: "Desculpa pela música". Fiquei sem palavras — que peitão lindo que a mina tinha. Tava quase saindo, quando minha filha entrou e falou: "Dá logo, vagabunda, quer dar pro meu pai?" "E aí, burra?" Fiquei paralisado. Falei: "Meninas, o que que é isso?" Minha filha pegou o baseado, acendeu e ficou pelada. A outra acendeu também e tirou a calcinha. Nessa hora, não aguentei mais. Ela disse: "Vai, love, você também, fica pelado". Me despi, e a amiga falou: "Que pica linda, quero chupar". Sentei no sofá, ela veio e começou a chupar minha pica. Minha filha ficou atrás e começou a chupar a buceta dela. Minha filha enfiou um dedo no cu dela, e ela gemeu, dizendo que o cu era virgem. Então coloquei ela de quatro, peguei um creme e enfiei a pica no cu dela. Doeu tanto que as lágrimas escorriam de dor. Depois, gozei dentro do cu dela, e ela disse que ia me foder a noite toda. Ficou pra dormir com a gente.
2 comentários - Una noche de locura