116📑Serviço completo

116📑Serviço completoHotel Rubens, suíte 1905. Andar executivo. Vista para a cidade. Cama king. Mini bar liberado. Às 11h40, Camila, camareira do turno da manhã, empurrou o carrinho de limpeza até a porta. Morena, colombiana, 28 anos. Uniforme justo, lábios vermelhos, pernas firmes e um rebolado que fazia virar cabeças. Bateu de leve. —Housekeeping… Ninguém respondeu…, abriu devagar. Lá dentro, o hóspede estava de pé junto à janela, quase nu, só de toalha. Um argentino de uns trinta e poucos anos, atlético, barba bem-feita, olhar confiante. —Com licença… posso limpar? Ele se virou, sorrindo. —Claro. Mas só se for devagar. Camila entrou, sem perder o sorriso. —Eu faço tudo devagar… quando vale a pena. Ele a seguiu com o olhar enquanto ela começava a arrumar a cama. Se abaixava, ajeitava os lençóis, e a saia do uniforme subia o suficiente pra deixar ver parte das coxas, sem calcinha. —Você sempre trabalha assim… provocante? —Só quando o hóspede inspira. Ele se aproximou por trás, segurou-a com uma mão suave na cintura. —E se eu precisar de um serviço… extra? Ela se virou devagar, mordeu o lábio e puxou a toalha dele com um só movimento. O pau dele saltou duro, pronto. —Isso tem taxa especial —disse ela, ajoelhando-se na frente dele. E sem mais, enfiou ele inteiro na boca. Começou a chupar com um ritmo lento, profundo, molhado. Usava a língua como uma expert, acariciando cada canto, com o olhar fixo nos olhos dele. Ele segurava o cabelo dela, ofegante, sem acreditar no que tava vivendo. —Você é uma deusa —disse entre os dentes. —E você ainda não viu nada. Ela se levantou, subiu na cama, abriu a blusa e deixou cair os peitos firmes e escuros na frente dele. —Monta em mim. Mas com força. Como se não precisasse deixar gorjeta. Ele a pegou pelas pernas, enfiou a pussy dela de uma só estocada. Camila gritou de prazer. —Assim, assim! Mais forte!vadiaEle a pegava com força, de frente, depois de costas, depois de lado. Mudavam de posição como se cada ângulo fosse parte de um jogo. O som de pele contra pele enchia a suíte. Ela gemia sem vergonha, apertava ele com as pernas, se tocava enquanto montava por cima. E quando ele estava quase gozando, ela se ajoelhou de novo e terminou com a boca, engolindo cada gota como se fosse parte do serviço. Passou a mão nos lábios, se levantou, ajeitou o uniforme e disse: —O quarto ficou limpo. E o senhor… também. Ele, ainda ofegante, pegou a carteira. Deu três notas de cem dólares e um cartão. —Gorjeta, e meu contato. Quero que esse serviço se repita… mas na minha casa. Camila sorriu, guardou o dinheiro e piscou um olho. —Quando quiser, meu amor. Garotas como eu… sempre deixam o quarto impecável. E o cliente… acabado.mamadaSuíte 1712. Andar executivo. Jacuzzi com luzes baixas. Camila conferia sua lista de quartos quando o supervisor avisou:
—O senhor Rodríguez pediu atenção especial. Disse que já te conhece… e que recomendaram seu serviço.
Ela sorriu com malĂ­cia.
—E qual é o quarto?
—O 1712. Mas… é um cara mais reservado. Gordo, grandão, meio tímido.
Camila ergueu uma sobrancelha.
—Contanto que pague e me trate bem… tudo entra.
Bateu na porta com seu tom suave de sempre.
—Housekeeping…
A porta se abriu sozinha.
O homem a esperava sentado no sofá. Grande, largo, camiseta branca colada no corpo suado. Careca, óculos grossos, mas com uma presença firme. Nos olhos dele… desejo contido.
Camila entrou sem medo. Observou ele com profissionalismo.
—O que precisa, senhor Rodríguez?
Ele não disse nada. Só apontou pra cama, onde tinha deixado cinco notas de cem dólares… e uma camisinha.
Ela mordeu o lábio.
—Direto ao ponto, hein?rabaoO homem se levantou, e foi aí que Camila viu: debaixo da barriga saliente, pendia um pau grosso, comprido, impressionante. Ficou com água na boca. —Bom, bom… então era por isso que você tava quietinho — sussurrou. Ajoelhou-se na frente dele e começou a lamber devagar. Era tão grande que não cabia inteiro na boca dela, mas ela tentou. Chupou com força, com saliva, com os olhos fechados. Massageava os ovos dele enquanto engolia até o fundo, sentindo o homem respirar pesado. Rodríguez não dizia uma palavra. Só segurava o cabelo dela, guiando. Camila subiu na cama, tirou o uniforme devagar e ficou completamente nua. Montou nele, e quando enfiou a pica na buceta, gemeu tão alto que o próprio eco a surpreendeu. —Meu Deus! Não cabe inteiro! Cavalgou devagar, depois forte, depois virou de costas, com ele segurando a cintura dela.empregada domesticaO gordo não falava, mas comia ela como um profissional: estocadas precisas, profundas, com uma mão apertando a cintura dela e a outra brincando com os mamilos.
—Mais! Me dá tudo! —gritava ela, louca de prazer.
Ele colocou ela de quatro, abriu bem a buceta dela e enfiou o pau de novo. Camila estava encharcada, aberta, tremendo.
—Não para! Assim! Me arrebenta toda!
E quando ela já não aguentava mais, ele virou ela, gozou nos peitos dela, com um grunhido profundo.
Camila olhou pra ele, suada, trĂŞmula, satisfeita.
—Seu Rodríguez… não esperava tanto. Sério.
Ele estendeu um lenço pra ela e, sem falar nada, deu mais uma nota.
Ela se limpou, se vestiu, pegou o dinheiro e sorriu:
—Quando quiser que arrumem a cama… ou que baguncem ela, já sabe onde me encontrar.cogidaQuarto 2103. Andar VIP. Camila já conhecia ele. Senhor Dante Villar, 42 anos, alto, elegante, olhar escuro e fixo. Desde que chegou, tinha quebrado dois copos de vidro, um vaso de flor e até um espelho. Sempre chamando a Camila, sempre com uma desculpa pra vê-la. —Desculpa, caiu sozinho… —dizia com um sorriso ambíguo. Mas Camila não era ingênua. Sabia que ele fazia de propósito. E, no fundo, não incomodava ela. Tinha algo naquele homem que a derretia. Naquela tarde, chamaram ela de novo. —Camila, o 2103 quebrou uma garrafa de champanhe. De novo. Ela suspirou… e foi. Entrou sem bater. Dante estava de roupão, recostado no sofá, com a garrafa quebrada no tapete e duas taças pela metade. —Entra, por favor. Sei que você tem prática em limpar… e outras coisas. Camila largou a vassoura, olhou pra ele com calma. —Você não cansa de fazer bagunça? —Não —respondeu ele, se aproximando—. Não se isso significar te ver de novo. Ele beijou ela de repente. Sem permissão, sem rodeios. Ela, surpresa, respondeu com a mesma intensidade. Tirou o avental, ele arrancou o uniforme dela. Empurrou ela contra a parede e comeu ela com os dedos, com a boca, com a língua. Camila se agarrava na nuca dele, gemendo. —Espera! Preciso ir… —Não. Hoje você fica —disse ele com firmeza. Dobrou ela sobre a escrivaninha, abriu as pernas dela e meteu na buceta sem mais. Forte. Devagar no começo, depois num ritmo selvagem. Ele a fazia dele. E ela adorava. —Assim! Forte! Não para! Depois colocou ela de joelhos, enfiou o pau na boca dela. Ela lambia, chupava com fome. Aí ele pegou ela pela nuca e sussurrou: —Quero te comer no cu. Quero entrar onde ninguém entrou. Camila hesitou um segundo. Mas o jeito que ele olhava pra ela… fez ela se render. Ela se inclinou na cama, molhou os dedos e se abriu pra ele.vadiaDante enfiou a pica com cuidado no começo… depois até o fundo.
—Ahh… sim! Isso! —ela gemia.
Ele segurava ela com força, metendo cada vez mais fundo, mais selvagem.
E quando ele gozou, foi dentro, forte, quente, enquanto Camila tremia de prazer e dor misturados.
Depois, sem se vestir, ele segurou o queixo dela.
—Fica comigo. Casa comigo. Larga esse hotel. Eu quero você só pra mim.
Camila olhou pra ele, surpresa, suada, nua.
—Cê tá louco?
—Tô. Por você.
Ela riu.
—Então vai ter que quebrar muito mais garrafas…
E sentou em cima dele, cavalgando de novo, com vontade.Dinheiro falaDesde aquela noite do "sim por trás" e da proposta absurda de casamento, Camila achou que tudo ficaria só como uma história pra contar. Mais um cliente que ficou obcecado pelo corpo dela, pela boca dela, pela entrega dela. Mas Dante Villar não era "mais um cliente". No dia seguinte, pediu o número dela na recepção. Depois, esperou por ela no corredor. E naquela mesma noite, seguiu ela até a saída do hotel. Ela acendeu um cigarro e ele apareceu junto ao portão dos funcionários.

— Vou te levar pra casa — disse ele, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Tá me seguindo?
— Tô cuidando de você.

Camila não sabia se ria ou se corria. Mas tinha algo nele… aquela mistura de desejo, poder e loucura… continuava acendendo ela.

— Sobe no carro — ordenou ele.
Ela hesitou… e subiu.

Dante levou ela pra um hotel diferente. Uma suĂ­te privada, menor, mais Ă­ntima.
— Aqui você não é funcionária — disse ele —. Você é minha. Só minha.

Ele despilantou ela com raiva, com fome. Empurrou ela na cama e abriu as pernas dela sem cuidado. Lambeu a buceta dela como se quisesse devorar ela. Depois enfiou a pica de uma sĂł vez, sem pedir. Ela gritou de prazer e de susto.

— Para! Cê é louco!
— Tô com tesão. E quero marcar você.

Ele comeu ela com força. De frente, de costas, levantou ela do chão e meteu contra a parede. Suavam, gemiam, se mordiam. Quando ela tentou respirar, ele segurou o rosto dela.

— Olha pra mim. Me fala que não quer mais disso.

Camila ofegava, molhada, com as pernas tremendo.
— Quero sim! Mas não sou sua propriedade!

Ele gozou com um rugido, dentro. Caindo em cima dela, sem tirar a pica de dentro.
— Vou te viciar. Você vai largar aquele hotel. Vou te sustentar. Ninguém mais vai te tocar.

Camila empurrou ele, levantou, pegou a roupa.
— Uma coisa é transar gostoso… outra é me prender.
— Se você for, eu vou voltar. Sempre.

Ela olhou nos olhos dele, séria.
— Então se garante pra quebrar algo mais forte na próxima vez… porque o próximo "serviço" pode te deixar com o saco azul.

E foi embora.
Mas, no fundo, eu sabia que aquilo… não tinha terminado.
Camila evitou a suĂ­te 2103 por trĂŞs dias.
Mudava de corredor. Mudava de turno.
Inventava turnos dobrados, limpezas pendentes, qualquer coisa pra nĂŁo cruzar com Dante Villar.
Mas não conseguia evitar ele na cabeça.
As mĂŁos dele. A lĂ­ngua. O jeito que ele dominava ela.
E principalmente… aquela porra de desejo que ainda molhava ela toda vez que lembrava.

Sexta-feira, 17:20.
A recepcionista interceptou ela quando ia pra lavanderia.
— Camila… o 2103 pediu limpeza urgente. Insistiu que fosse você. Disse que quebrou uma taça… e que deixou algo pra você.
— Outra taça?
— E um envelope com seu nome.

Camila pegou. Dentro tinha um bilhete escrito Ă  mĂŁo:
“Uma última vez. Depois, não te incomodo mais. Juro. Tenho um presente pra você. Só vem.”

Ela entrou sem bater.
O quarto estava escuro, sĂł iluminado pela luz do entardecer que entrava pelas janelas.
Ele estava de pé, sem camisa, com uma taça na mão.
E em cima da cama… uma caixinha elegante, com fita dourada.

— Obrigado por vir — disse sem se mexer. — Não vou te tocar se você não quiser. Mas se você tirar a roupa… não vou deixar você ir até gritar meu nome de novo.

Camila olhou pra ele por um longo tempo. O silĂŞncio queimava.
— Só mais uma vez — sussurrou, enquanto desabotoava a blusa devagar.

Dante deixou a taça de lado. Puxou ela pela cintura e beijou com força, com fome.
Tirou a roupa dela rápido, como se o tempo fosse acabar.
Beijou o corpo inteiro, lambeu a buceta dela, fez ela tremer com os dedos, com a lĂ­ngua, com o jeito que devorava ela por inteiro.
— Meu Deus, Dante! Isso, aí! Não para!

Depois virou ela de bruços na cama, levantou o quadril dela e enfiou a pica na buceta dela de uma vez, molhada, pronta.servico completoPegou ela de costas, com força, com raiva contida, falando no ouvido dela:
—Você foge, mas sempre volta.
É minha, Camila. Minha.
Ela gemia, mordia os lábios, se entregava.
—Me come com força! Faz agora!
Mudou de posição. Sentou ela em cima dele. Fez ela cavalgar devagar, fundo.
Apertava os peitos dela, beijava o pescoço, cravava as unhas nas costas.
E quando os dois estavam prestes a explodir, pegou ela pela nuca, olhou nos olhos dela e disse:116📑Serviço completo—Goza em cima de mim. Quero ver você se acabar de prazer.
E foi assim. Ela gozou com um grito, tremendo, encharcando ele.
Ele gozou dentro, abraçado nas costas dela, ofegando igual um bicho.
Minutos depois, ele estendeu a caixinha pra ela.
—É pra você.
Camila abriu.
Dentro, uma pulseira de ouro, fina, elegante, com o nome dela gravado por dentro.
—Não é pra te comprar —ele disse—. É pra lembrar que eu não te esqueço.
Ela colocou em silĂŞncio.
E sem dizer mais nada… foi embora.
Mas no fundo, sabia que, com aquela pulseira… já carregava um pedaço dele grudado no corpo.vadia


mamada

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