Essa história começa há alguns anos, quando fui morar com uma mulher da minha idade. Ela era divorciada, eu era solteiro. Do casamento anterior, ela tinha uma filha que, na época, estava no auge da adolescência: bonita, branca, cabelo escuro, corpo miúdo mas com uns peitões enormes herdados da mãe, e que não me aceitava direito. As coisas começaram bem, mas foram esfriando aos poucos por causa dos problemas de personalidade da minha ex-mulher, somados a uma diferença gritante no que a gente entendia por sexo apaixonado — eu sendo bem tarado e pervertido, enquanto ela era caretíssima. Resumindo, tudo explodiu uma noite numa briga daquelas, onde até a filha dela saiu xingada, então decidi pegar minhas coisas e vazar de casa.
Eu ainda tava puto, guardando a roupa na minha mala de viagem, quando vejo entrar no quarto o corpo magrinho — mas com aqueles peitões saltados — da minha enteada. No rostinho de menina perdida, os olhos inchados de tanto chorar e os lábios rosados se destacavam. Parei quando vi ela, sentamos na cama e começamos a conversar sobre o que tava rolando com a mãe dela. No meio do papo, ela percebeu que eu tava arrumando a mala e desabou a chorar, me pedindo pra não deixar ela sozinha com a mãe, porque, no despeito, ela ia descontar tudo nela, falando entre soluços. Aquela cena partiu meu coração. Eu queria mesmo ir embora, mas o pedido daquela adolescente linda, de olhos brilhando de lágrimas, com um corpo explodindo em curvas, me fez repensar a decisão de sair.
Ela me pediu pra tratá-la como adulta, e não como criança, que explicasse por que queria me afastar dela e da mãe. Então, pra agradar, falei que, entre muitos motivos, um dos principais era que a gente não transava mais, e que nosso relacionamento tinha se baseado justamente em encontros sexuais bem intensos no começo, mas que com o tempo isso tinha caído drasticamente. E que, embora eu tivesse oportunidades de trair ela, não queria chegar a esse ponto. Para saciar essa necessidade de intimidade, eu não queria ser um babaca (embora acabasse sendo). Ela me olhou e disse: "Não quero que você vá". "Eu também não quero ir, pequena, mas que solução posso dar pra essa situação?", ao que ela respondeu: "Inventa alguma coisa, eu te ajudo do jeito que você pedir".
Devo dizer que meu lado perverso despertou ao ouvir essas palavras — quem nunca sonhou com um anjinho desses falando isso? — e minha mente tramou em questão de segundos um plano que me deixaria dar uma espiada na minha enteada com a permissão dela. No fim das contas, se a ideia não agradasse ou ela se sentisse ofendida, eu já estava de saída daquela casa e não tinha nada a perder. Então pedi que ela levantasse o olhar do chão e me encarasse nos olhos. Disse: "Talvez você possa me ajudar com o principal desses motivos, e os outros vou resolvendo com sua mãe". Hesitante, ela perguntou: "O que posso fazer?" Respondi: "Não pergunta por quê ou pra quê, mas, se você topar, peço que deixe todo dia, antes de ir tomar banho pra escola, a calcinha que você usou até aquele momento debaixo do seu travesseiro".
Ela me olhou estranho, com uma expressão que não soube decifrar entre nojo e surpresa. Eu quebrei o silêncio que se formou após minhas palavras: "Mas se você achar minha proposta estranha ou desconfortável, sem problema, vamos deixar assim, pequena", e enfiei outra camisa na minha mala. Ela reagiu e disse: "Espera... se é só isso que eu preciso fazer pra você não ir, eu faço". "Se é só isso, e não se preocupa, não peço mais nada, e eu vou levar suas calcinhas pro cesto de roupa suja todo dia, fica tranquila"... Ela pensou por um minuto e respondeu com um seco "ok", olhando pro chão. Minha enteada não era boba, sabia pra que eu estava pedindo, mas achou algo fácil de fazer pra resolver a situação e evitar minha partida. "Beleza, que tal começarmos nosso trato amanhã?" "Tá bom", foi a resposta dela.
Na hora, virei minha mala e as roupas se espalharam pela cama. Pedi que ela sorrisse e me desse um abraço (só pra sentir o corpinho dela). notórios seios contra meu peito), depois me acompanhou até a casa da mãe dela e sentamos nós três pra resolver o problema. No dia seguinte, já com os ânimos mais calmos, minha mulher se levantou pra se arrumar pro trabalho, eu pra preparar o café da manhã de todo mundo e minha enteada pra ir pra escola. A primeira se despediu de mim com um beijo e um carinho na minha bochecha, enquanto minha enteada deu um seco "tchau" sem nem me olhar, nem parecia a adolescente toda chorosa que me pediu pra não deixar ela sozinha. Eu, por minha vez, trabalho remoto em casa desde a pandemia e isso me dava horas de solidão produtiva.
Enfim, quis ver se ela tinha cumprido o prometido e, depois de esperar uns eternos 15 minutos, só pra ter certeza, entrei no quarto dela e levantei as cobertas cheio de expectativa. Mas ali, debaixo do travesseiro da cama dela, me esperava uma calcinha rosa com dois lacinhos cinzas engraçados na cintura, era a mesma que ela tava usando enquanto falava comigo na noite anterior. Minha alegria explodiu junto com meu tesão porque a peça ainda estava morna, ela tinha usado pra dormir... o coração batia forte no meu peito, peguei a calcinha com minhas mãos e, sem pensar duas vezes, quase como um instinto animal, levei ela até o nariz pra me deliciar com o cheiro.
Aquilo foi um golpe de luxúria e sensações libidinosas simplesmente indescritíveis, um perfume que não podia competir com o mais caro dos perfumes, um verdadeiro manjar olfativo que acordou meu pau em microssegundos. E é que a simples imagem do que eu tava fazendo já era algo tirado do filme pornô mais pervertido: o padrasto tarado no quarto da enteada segurando a calcinha recém-usada dela perto do nariz, enquanto cheirava como um cão de caça os cheiros vaginais dela.
Depois desse primeiro impacto, decidi olhar por dentro da peça, queria ver aquela parte do tecido que fazia contato com os lábios virginais da bucetinha dela e ali observei manchas secas esbranquiçadas que exalavam aquele cheiro sugestivo, nem muito forte, nem também não era suave, eram os sucos vaginais da minha enteada que se tornariam meu maior vício. Será que ela se molhou ontem à noite enquanto falava comigo sobre deixar a calcinha dela escondida da mãe? Ou será que não conseguiu dormir e acabou se masturbando?
Não importava, por enquanto eu só queria aproveitar sem vergonha nenhuma de enfiar o nariz naquela calcinha cheirosa de adolescente no cio, tirar a pica que já tava pulsando e bater uma devagar, deitado ali na cama da minha enteada. E assim, com o cheiro da intimidade dela entrando no meu nariz, eu a imaginava por cima de mim, fazendo um 69, metendo a língua na bucetinha virgem dela, saboreando aquela racha sem pelo, enquanto a boquinha rosada dela chupava meu tronco venoso, enchendo ele de baba... aí senti que das bolas subia uma torrente de porra que ia jorrar, reagi porque não queria deixar prova ou mancha que entregasse minha presença, então bem na hora enrolei minha pica na calcinha rosa da minha enteada pra encharcar ela de porra, bem ali onde estavam as manchas secas dela coloquei a cabeça da minha pica e elas se molharam de novo com meus sucos quando gozei na calcinha dela, se misturando e se fundindo numa mancha só.
Minhas têmporas pulsavam, enquanto me sentia um merda e feliz ao mesmo tempo, não quis deixar a culpa estragar o momento e limpei minha pica com a calcinha da minha enteada, fui no banheiro dela e peguei o secador de cabelo dela pra secar a mancha da minha porra, pensando que por mais que lavassem, ia ficar um resquício da minha porra nela, entre as fibras. Depois, levei pro cesto de roupa suja e coloquei debaixo de toda a roupa. Minha enteada tinha cumprido a parte dela e decidi mandar um "valeu, pequena" no celular dela, depois vi que ela leu mas não respondeu nada. Naquela hora, eu queria ter visto a reação dela, talvez ela tenha ficado vermelha.
O resto da manhã tentei trabalhar, mas o cheiro da minha enteada ainda no meu nariz me desconcentrava e Terminei de novo no quarto dela, tirando todas as calcinhas limpas pra colocar na cama, esticadas, pra memorizar cada uma: o formato, a cor, a textura. Já tava perdido na minha própria perversão. De tarde, ela chegou do estudo, me cumprimentou seca e, como sempre, se trancou no quarto. Mas agora eu sabia que a primeira coisa que ela faria ao se trancar seria olhar debaixo do travesseiro, procurando a calcinha usada... O que será que passou pela cabeça dela ao saber que, quando ela saiu, eu fui atrás? Com certeza imaginou pra que eu usei e até sabia em que momento, pela mensagem que mandei.
A tarde foi normal, entre trabalho e obrigações. Quando a noite chegou, minha mulher chegou também. Sem desculpa de cansaço que valesse, ela pagou a tesão que a filha dela tinha provocado em mim. Meti com tanta vontade que só queria que minha enteada ouvisse os gemidos da mãe dela do quarto dela (do outro lado da parede), junto com a cama batendo na parede, enquanto eu só imaginava que era nela que meu pau tava abrindo. No dia seguinte, a rotina se repetiu: todo mundo acordou cedo, minha mulher foi trabalhar, eu fiz o café, minha enteada foi estudar... mas dessa vez, ao se despedir, ela me deu um olhar que não consegui decifrar. Será que ela tinha ficado puta com o show da noite anterior? Não sei. Fiquei intrigado, esperei passar os 15 minutos (tempo que minha esposa podia voltar pra casa pra pegar algum documento ou algo assim) e, morto de curiosidade, entrei no quarto da minha enteada. Cheguei perto da cama arrumada, levantei o travesseiro e encontrei uma calcinha nova, de florzinha, que esticada mostrava uma mancha grande e molhada na virilha.
Aí eu soube: minha enteada tinha curtido o meu show escandaloso com a mãe dela e não tinha conseguido segurar a vontade de se tocar junto com a gente. Eu tinha conseguido. De novo, levantei a calcinha dela da cama, como quem levanta um passarinho ferido do chão. O tecido tava molhado, babado e cheiroso... agora eu entendia o olhar dela quando foi embora. Era uma mistura de vergonha, porque ela ia ver as Sucos frescos e excitação por essa mesma razão. Os limites já tinham se perdido, sem pudor passei a língua colhendo o sabor da sua intimidade salgada e, com todo o tempo do mundo, me despi para me deitar na cama daquela adolescente.
Com a lentidão de quem saboreia seu prato favorito, me masturbei, enchendo o nariz do cheiro dela, lambendo, chupando o tecido, espremendo seus sucos na minha boca, recriando na minha mente os cenários mais ousados com a dona e, bem na hora, enchi sua calcinha com meu esperma para que, mais uma vez, se misturasse com a umidade dela. Ainda nu e sem me levantar da cama dela, escrevi de novo no celular: "o melhor presente dessa vida, pequena", com a plena intenção de que ela soubesse que já tinha usado a calcinha dela para me aliviar. Passaram alguns minutos e a resposta dela foi um emoji corado. Isso me encheu de alegria porque já havia uma cumplicidade entre nós dois. De novo, sequei e guardei bem no fundo do cesto de roupa suja.
Essa dinâmica continuou por vários dias, onde cheguei até a trabalhar com a calcinha dela envolvendo meu pau e escrevendo pra ela toda vez que gozava nelas, só pra ela saber o momento exato em que eu usava, e ela me mandava um emoji piscando o olho ou um macaco tapando os olhos... até que um dia ela me escreveu no WhatsApp (provavelmente no intervalo) sem nem dizer um "oi": "eu sei bem pra que você usa minhas calcinhas sujas", ao que respondi: "bom, também não foi como se eu tentasse esconder minhas intenções, esse era nosso acordo ou não?", e ela responde: "sim, mas você não sente nojo?"... "de jeito nenhum, aliás, adoro seus cheiros, pequena"... "com o que eu cheiro, então?" e, sem pensar, respondi: "a mulher excitada"... ela leu e não escreveu mais. Ferrei tudo, pensei comigo mesmo.
No outro dia, depois de me despedir das minhas mulherzinhas, passei para pegar meu presente no quarto da minha enteada e, junto com uma calcinha cinza com corações vermelhos, tinha um bilhete escrito à mão pela dona: "quando terminar com essas, não deixe na roupa suja, Devolve eles aqui debaixo do travesseiro." Um sorrisão se abriu no meu rosto porque eu tinha desbloqueado um nível de perversão na minha enteada. Então, com ainda mais vontade, me masturbei até gozar dentro da calcinha dela e deixei ela toda melada do meu sêmen, ainda morno. Dobrei a peça como se fosse um presente e coloquei debaixo do travesseiro, cobrindo com a colcha colorida dela. Tentei trabalhar no meu computador, mas foi inútil, e as horas até ela chegar pareceram uma eternidade.
Finalmente, ouvi ela entrar em casa. Vinha com o uniforme do colégio: saia xadrez, blusa branca e o casaco na mão. Nossos olhares se encontraram rápido, ela me cumprimentou meio sem graça e seguiu direto pro quarto dela. Eu acompanhei com o olhar. Ela se trancou, e minha luxúria me dizia que, separados por uma parede, ela estava lá, contemplando minha porra na calcinha dela. Será que tava cheirando ou provando com a língua meus fluidos no tecido? O fato é que demorou umas boas horas pra sair, e quando saiu, ainda tava usando a saia do colégio, só tinha colocado uma camiseta que destacava os peitões dela. Com um jeito safado, se aproximou da minha mesa e me disse, num tom de meio de reproche e manha: "Você sempre me escreve depois de usar minha calcinha, hoje não fez isso." Era verdade. Respondi: "Desculpa, pequena, mas tava tão excitado com seu pedido que esqueci. Mas gosto que você fique de olho." Ela só sorriu: "No começo me deu vergonha, mas agora gosto que você me avise." Olhou pro lado enquanto dizia isso e ficou vermelha... "E me diz, pequena, pra que você queria que eu deixasse sua calcinha de novo debaixo do travesseiro?" E, sem hesitar, ela respondeu: "Pra isso." Enquanto levantava a saia com as mãos e me deixava ver que tava usando exatamente aquela mesma calcinha cinza com corações que eu tinha encharcado horas antes com jatos do meu sêmen. A descarga não tinha secado e desenhava uma mancha molhada sobre a linha vertical que, em baixo relevo, desenhava os lábios da bucetinha dela escondidos atrás do tecido. presente.
Meu rosto devia estar um poema, porque minha enteada sorriu como quem faz uma sacanagem, piscou um olho pra mim e, soltando a saia, saiu de novo pro quarto dela se trancar. Fiquei com uma ereção de respeito que decidi aliviar ali mesmo na minha escrivaninha, olhando uma foto dela de alguma viagem que a gente fez. Minha mente viajava do rosto dela na tela pra imagem gravada a fogo na minha cabeça dela me mostrando aquela calcinha com meu esperma, com certeza roçando a bucetinha adolescente dela. Já tava sentindo que ia gozar quando uma mensagem dela chegou no meu celular: "amanhã te deixo outro presente debaixo do meu travesseiro, espero que você goste". Quando terminei de ler, os jatos brancos saíram fortes do meu pau, molhando tudo, mas especialmente o rostinho dela sorrindo pra mim na tela.
Se vocês gostaram do relato, depois eu conto o que aconteceu. Um abraço.
Eu ainda tava puto, guardando a roupa na minha mala de viagem, quando vejo entrar no quarto o corpo magrinho — mas com aqueles peitões saltados — da minha enteada. No rostinho de menina perdida, os olhos inchados de tanto chorar e os lábios rosados se destacavam. Parei quando vi ela, sentamos na cama e começamos a conversar sobre o que tava rolando com a mãe dela. No meio do papo, ela percebeu que eu tava arrumando a mala e desabou a chorar, me pedindo pra não deixar ela sozinha com a mãe, porque, no despeito, ela ia descontar tudo nela, falando entre soluços. Aquela cena partiu meu coração. Eu queria mesmo ir embora, mas o pedido daquela adolescente linda, de olhos brilhando de lágrimas, com um corpo explodindo em curvas, me fez repensar a decisão de sair.
Ela me pediu pra tratá-la como adulta, e não como criança, que explicasse por que queria me afastar dela e da mãe. Então, pra agradar, falei que, entre muitos motivos, um dos principais era que a gente não transava mais, e que nosso relacionamento tinha se baseado justamente em encontros sexuais bem intensos no começo, mas que com o tempo isso tinha caído drasticamente. E que, embora eu tivesse oportunidades de trair ela, não queria chegar a esse ponto. Para saciar essa necessidade de intimidade, eu não queria ser um babaca (embora acabasse sendo). Ela me olhou e disse: "Não quero que você vá". "Eu também não quero ir, pequena, mas que solução posso dar pra essa situação?", ao que ela respondeu: "Inventa alguma coisa, eu te ajudo do jeito que você pedir".
Devo dizer que meu lado perverso despertou ao ouvir essas palavras — quem nunca sonhou com um anjinho desses falando isso? — e minha mente tramou em questão de segundos um plano que me deixaria dar uma espiada na minha enteada com a permissão dela. No fim das contas, se a ideia não agradasse ou ela se sentisse ofendida, eu já estava de saída daquela casa e não tinha nada a perder. Então pedi que ela levantasse o olhar do chão e me encarasse nos olhos. Disse: "Talvez você possa me ajudar com o principal desses motivos, e os outros vou resolvendo com sua mãe". Hesitante, ela perguntou: "O que posso fazer?" Respondi: "Não pergunta por quê ou pra quê, mas, se você topar, peço que deixe todo dia, antes de ir tomar banho pra escola, a calcinha que você usou até aquele momento debaixo do seu travesseiro".
Ela me olhou estranho, com uma expressão que não soube decifrar entre nojo e surpresa. Eu quebrei o silêncio que se formou após minhas palavras: "Mas se você achar minha proposta estranha ou desconfortável, sem problema, vamos deixar assim, pequena", e enfiei outra camisa na minha mala. Ela reagiu e disse: "Espera... se é só isso que eu preciso fazer pra você não ir, eu faço". "Se é só isso, e não se preocupa, não peço mais nada, e eu vou levar suas calcinhas pro cesto de roupa suja todo dia, fica tranquila"... Ela pensou por um minuto e respondeu com um seco "ok", olhando pro chão. Minha enteada não era boba, sabia pra que eu estava pedindo, mas achou algo fácil de fazer pra resolver a situação e evitar minha partida. "Beleza, que tal começarmos nosso trato amanhã?" "Tá bom", foi a resposta dela.
Na hora, virei minha mala e as roupas se espalharam pela cama. Pedi que ela sorrisse e me desse um abraço (só pra sentir o corpinho dela). notórios seios contra meu peito), depois me acompanhou até a casa da mãe dela e sentamos nós três pra resolver o problema. No dia seguinte, já com os ânimos mais calmos, minha mulher se levantou pra se arrumar pro trabalho, eu pra preparar o café da manhã de todo mundo e minha enteada pra ir pra escola. A primeira se despediu de mim com um beijo e um carinho na minha bochecha, enquanto minha enteada deu um seco "tchau" sem nem me olhar, nem parecia a adolescente toda chorosa que me pediu pra não deixar ela sozinha. Eu, por minha vez, trabalho remoto em casa desde a pandemia e isso me dava horas de solidão produtiva.
Enfim, quis ver se ela tinha cumprido o prometido e, depois de esperar uns eternos 15 minutos, só pra ter certeza, entrei no quarto dela e levantei as cobertas cheio de expectativa. Mas ali, debaixo do travesseiro da cama dela, me esperava uma calcinha rosa com dois lacinhos cinzas engraçados na cintura, era a mesma que ela tava usando enquanto falava comigo na noite anterior. Minha alegria explodiu junto com meu tesão porque a peça ainda estava morna, ela tinha usado pra dormir... o coração batia forte no meu peito, peguei a calcinha com minhas mãos e, sem pensar duas vezes, quase como um instinto animal, levei ela até o nariz pra me deliciar com o cheiro.
Aquilo foi um golpe de luxúria e sensações libidinosas simplesmente indescritíveis, um perfume que não podia competir com o mais caro dos perfumes, um verdadeiro manjar olfativo que acordou meu pau em microssegundos. E é que a simples imagem do que eu tava fazendo já era algo tirado do filme pornô mais pervertido: o padrasto tarado no quarto da enteada segurando a calcinha recém-usada dela perto do nariz, enquanto cheirava como um cão de caça os cheiros vaginais dela.
Depois desse primeiro impacto, decidi olhar por dentro da peça, queria ver aquela parte do tecido que fazia contato com os lábios virginais da bucetinha dela e ali observei manchas secas esbranquiçadas que exalavam aquele cheiro sugestivo, nem muito forte, nem também não era suave, eram os sucos vaginais da minha enteada que se tornariam meu maior vício. Será que ela se molhou ontem à noite enquanto falava comigo sobre deixar a calcinha dela escondida da mãe? Ou será que não conseguiu dormir e acabou se masturbando?
Não importava, por enquanto eu só queria aproveitar sem vergonha nenhuma de enfiar o nariz naquela calcinha cheirosa de adolescente no cio, tirar a pica que já tava pulsando e bater uma devagar, deitado ali na cama da minha enteada. E assim, com o cheiro da intimidade dela entrando no meu nariz, eu a imaginava por cima de mim, fazendo um 69, metendo a língua na bucetinha virgem dela, saboreando aquela racha sem pelo, enquanto a boquinha rosada dela chupava meu tronco venoso, enchendo ele de baba... aí senti que das bolas subia uma torrente de porra que ia jorrar, reagi porque não queria deixar prova ou mancha que entregasse minha presença, então bem na hora enrolei minha pica na calcinha rosa da minha enteada pra encharcar ela de porra, bem ali onde estavam as manchas secas dela coloquei a cabeça da minha pica e elas se molharam de novo com meus sucos quando gozei na calcinha dela, se misturando e se fundindo numa mancha só.
Minhas têmporas pulsavam, enquanto me sentia um merda e feliz ao mesmo tempo, não quis deixar a culpa estragar o momento e limpei minha pica com a calcinha da minha enteada, fui no banheiro dela e peguei o secador de cabelo dela pra secar a mancha da minha porra, pensando que por mais que lavassem, ia ficar um resquício da minha porra nela, entre as fibras. Depois, levei pro cesto de roupa suja e coloquei debaixo de toda a roupa. Minha enteada tinha cumprido a parte dela e decidi mandar um "valeu, pequena" no celular dela, depois vi que ela leu mas não respondeu nada. Naquela hora, eu queria ter visto a reação dela, talvez ela tenha ficado vermelha.
O resto da manhã tentei trabalhar, mas o cheiro da minha enteada ainda no meu nariz me desconcentrava e Terminei de novo no quarto dela, tirando todas as calcinhas limpas pra colocar na cama, esticadas, pra memorizar cada uma: o formato, a cor, a textura. Já tava perdido na minha própria perversão. De tarde, ela chegou do estudo, me cumprimentou seca e, como sempre, se trancou no quarto. Mas agora eu sabia que a primeira coisa que ela faria ao se trancar seria olhar debaixo do travesseiro, procurando a calcinha usada... O que será que passou pela cabeça dela ao saber que, quando ela saiu, eu fui atrás? Com certeza imaginou pra que eu usei e até sabia em que momento, pela mensagem que mandei.
A tarde foi normal, entre trabalho e obrigações. Quando a noite chegou, minha mulher chegou também. Sem desculpa de cansaço que valesse, ela pagou a tesão que a filha dela tinha provocado em mim. Meti com tanta vontade que só queria que minha enteada ouvisse os gemidos da mãe dela do quarto dela (do outro lado da parede), junto com a cama batendo na parede, enquanto eu só imaginava que era nela que meu pau tava abrindo. No dia seguinte, a rotina se repetiu: todo mundo acordou cedo, minha mulher foi trabalhar, eu fiz o café, minha enteada foi estudar... mas dessa vez, ao se despedir, ela me deu um olhar que não consegui decifrar. Será que ela tinha ficado puta com o show da noite anterior? Não sei. Fiquei intrigado, esperei passar os 15 minutos (tempo que minha esposa podia voltar pra casa pra pegar algum documento ou algo assim) e, morto de curiosidade, entrei no quarto da minha enteada. Cheguei perto da cama arrumada, levantei o travesseiro e encontrei uma calcinha nova, de florzinha, que esticada mostrava uma mancha grande e molhada na virilha.
Aí eu soube: minha enteada tinha curtido o meu show escandaloso com a mãe dela e não tinha conseguido segurar a vontade de se tocar junto com a gente. Eu tinha conseguido. De novo, levantei a calcinha dela da cama, como quem levanta um passarinho ferido do chão. O tecido tava molhado, babado e cheiroso... agora eu entendia o olhar dela quando foi embora. Era uma mistura de vergonha, porque ela ia ver as Sucos frescos e excitação por essa mesma razão. Os limites já tinham se perdido, sem pudor passei a língua colhendo o sabor da sua intimidade salgada e, com todo o tempo do mundo, me despi para me deitar na cama daquela adolescente.
Com a lentidão de quem saboreia seu prato favorito, me masturbei, enchendo o nariz do cheiro dela, lambendo, chupando o tecido, espremendo seus sucos na minha boca, recriando na minha mente os cenários mais ousados com a dona e, bem na hora, enchi sua calcinha com meu esperma para que, mais uma vez, se misturasse com a umidade dela. Ainda nu e sem me levantar da cama dela, escrevi de novo no celular: "o melhor presente dessa vida, pequena", com a plena intenção de que ela soubesse que já tinha usado a calcinha dela para me aliviar. Passaram alguns minutos e a resposta dela foi um emoji corado. Isso me encheu de alegria porque já havia uma cumplicidade entre nós dois. De novo, sequei e guardei bem no fundo do cesto de roupa suja.
Essa dinâmica continuou por vários dias, onde cheguei até a trabalhar com a calcinha dela envolvendo meu pau e escrevendo pra ela toda vez que gozava nelas, só pra ela saber o momento exato em que eu usava, e ela me mandava um emoji piscando o olho ou um macaco tapando os olhos... até que um dia ela me escreveu no WhatsApp (provavelmente no intervalo) sem nem dizer um "oi": "eu sei bem pra que você usa minhas calcinhas sujas", ao que respondi: "bom, também não foi como se eu tentasse esconder minhas intenções, esse era nosso acordo ou não?", e ela responde: "sim, mas você não sente nojo?"... "de jeito nenhum, aliás, adoro seus cheiros, pequena"... "com o que eu cheiro, então?" e, sem pensar, respondi: "a mulher excitada"... ela leu e não escreveu mais. Ferrei tudo, pensei comigo mesmo.
No outro dia, depois de me despedir das minhas mulherzinhas, passei para pegar meu presente no quarto da minha enteada e, junto com uma calcinha cinza com corações vermelhos, tinha um bilhete escrito à mão pela dona: "quando terminar com essas, não deixe na roupa suja, Devolve eles aqui debaixo do travesseiro." Um sorrisão se abriu no meu rosto porque eu tinha desbloqueado um nível de perversão na minha enteada. Então, com ainda mais vontade, me masturbei até gozar dentro da calcinha dela e deixei ela toda melada do meu sêmen, ainda morno. Dobrei a peça como se fosse um presente e coloquei debaixo do travesseiro, cobrindo com a colcha colorida dela. Tentei trabalhar no meu computador, mas foi inútil, e as horas até ela chegar pareceram uma eternidade.
Finalmente, ouvi ela entrar em casa. Vinha com o uniforme do colégio: saia xadrez, blusa branca e o casaco na mão. Nossos olhares se encontraram rápido, ela me cumprimentou meio sem graça e seguiu direto pro quarto dela. Eu acompanhei com o olhar. Ela se trancou, e minha luxúria me dizia que, separados por uma parede, ela estava lá, contemplando minha porra na calcinha dela. Será que tava cheirando ou provando com a língua meus fluidos no tecido? O fato é que demorou umas boas horas pra sair, e quando saiu, ainda tava usando a saia do colégio, só tinha colocado uma camiseta que destacava os peitões dela. Com um jeito safado, se aproximou da minha mesa e me disse, num tom de meio de reproche e manha: "Você sempre me escreve depois de usar minha calcinha, hoje não fez isso." Era verdade. Respondi: "Desculpa, pequena, mas tava tão excitado com seu pedido que esqueci. Mas gosto que você fique de olho." Ela só sorriu: "No começo me deu vergonha, mas agora gosto que você me avise." Olhou pro lado enquanto dizia isso e ficou vermelha... "E me diz, pequena, pra que você queria que eu deixasse sua calcinha de novo debaixo do travesseiro?" E, sem hesitar, ela respondeu: "Pra isso." Enquanto levantava a saia com as mãos e me deixava ver que tava usando exatamente aquela mesma calcinha cinza com corações que eu tinha encharcado horas antes com jatos do meu sêmen. A descarga não tinha secado e desenhava uma mancha molhada sobre a linha vertical que, em baixo relevo, desenhava os lábios da bucetinha dela escondidos atrás do tecido. presente.
Meu rosto devia estar um poema, porque minha enteada sorriu como quem faz uma sacanagem, piscou um olho pra mim e, soltando a saia, saiu de novo pro quarto dela se trancar. Fiquei com uma ereção de respeito que decidi aliviar ali mesmo na minha escrivaninha, olhando uma foto dela de alguma viagem que a gente fez. Minha mente viajava do rosto dela na tela pra imagem gravada a fogo na minha cabeça dela me mostrando aquela calcinha com meu esperma, com certeza roçando a bucetinha adolescente dela. Já tava sentindo que ia gozar quando uma mensagem dela chegou no meu celular: "amanhã te deixo outro presente debaixo do meu travesseiro, espero que você goste". Quando terminei de ler, os jatos brancos saíram fortes do meu pau, molhando tudo, mas especialmente o rostinho dela sorrindo pra mim na tela.
Se vocês gostaram do relato, depois eu conto o que aconteceu. Um abraço.
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