Buceta Errada 2

Já escrevi uma história sobre esse tema. E acontece que tenho mais episódios na minha vida com o mesmo tema: errar o buraco. Quando acontece de errar o buraco, quase sempre está relacionado a inexperiência, falta de jeito, êxtase, álcool e outros fatores. Alguns episódios são prazerosos, outros cômicos e outros doloridos. Na minha experiência também posso dizer que alguns homens e mulheres, não saberia dizer por qual motivo, não sofrem na penetração anal. Algumas pessoas com apenas uma boa lubrificação ou alguma ajuda de dilatação costumam ser penetradas analmente quase sem nenhuma dor, e outras choram de dor com apenas um dedo no cu. Passei minha adolescência nos anos 80. Embora desde muito novo já tivesse alguma experiência sexual, naquela época era muito raro transar com a namoradinha da vez. Aos 16 anos, tinha uma namorada da minha idade, a loira desejada do bairro, muito linda, corpo incrível e de família com algum dinheiro. Não fazia muito tempo que estávamos namorando e nossa relação se baseava em passeios na minha moto, às vezes saíamos para dançar e nada mais do que essas coisas. Como ela era do meu bairro, eu tinha que ter um pouco mais de respeito, por isso nossas longas sessões de beijo não passavam de tocar algum peito dela e voltar para casa com os ovos inchados para bater uma punheta. Assim chegou o dia da primavera e justo nesse dia ela tinha um torneio de hóquei na grama, que era o que ela praticava. Então nesse dia fomos vê-la jogar com vários amigos. Depois do jogo, ficamos para passar o dia no grande campo onde estávamos. Depois do almoço, de mãos dadas, fomos caminhar um pouco pelo lugar. Atravessamos um extenso campo até chegar a um pequeno bosque. Já dentro do bosque, nos sentamos para nos beijar ao pé de uma grande árvore. Ela ainda estava com a roupa com que tinha competido, ou seja, vestia uma blusinha justa e uma saia curta com meias longas. Beijo vai, beijo vem, meu pau estava... Tava durasso e dava pra notar na minha calça. Então tomei coragem e meti a mão por baixo da camiseta dela e, pela primeira vez, toquei a pele dos peitos dela. Minhas mãos por baixo do sutiã apertavam seus peitos e meus dedos rodeavam seus mamilos enquanto ela se perdia com a língua na minha boca. Depois de um bom tempo, nos abraçamos bem forte pra sentir o corpo um do outro. De repente, minha mão pousou na coxa dela e ficou apoiada debaixo da saia. Ela colocou a mão dela por cima da minha e tive a sensação de que ela estava me indicando pra continuar descendo.

Então continuei movendo minha mão pela coxa dela, procurando a virilha. Ela acompanhava minha mão com a dela por cima. Ao chegar na virilha, acariciei sua buceta por cima da calcinha. Dava pra sentir alguns pelinhos que afloravam pelas bordas e pelo tecido da calcinha dela. Enquanto a tocava, ela me guiava com a mão dela pra que eu fizesse mais pressão na buceta. Pra ficarmos mais confortáveis, ela abriu bem as pernas. Depois de um tempo, a calcinha dela estava toda molhada e hoje em dia entendo que os vários espasmos que senti que ela teve foram orgasmos.

Meu pau estava quase explodindo, então tirei minha outra mão do peito dela, peguei a mão dela e levei até meu pau. Ela só apoiou a mão por cima da minha calça e não sabia o que fazer. Aí tentei puxar a calcinha dela pra meter os dedos na buceta, e ela se assustou e se levantou. Então ela me disse que gostou do que tinha acontecido e que estava pronta pra ter relações e perder a virgindade, mas queria que fosse algo especial e não assim, jogados no pé de uma árvore. Eu entendi e voltamos pro grupo depois de esperar pra que não desse pra notar minha ereção.

Mas a partir daquele dia em que dei o salto de tocar na buceta dela, sempre que podia, quando ela estava de saia, eu tocava na buceta por cima da calcinha e às vezes a empurrava e metia algum dedo. Ela tinha orgasmos intensos, mas eu sempre acabava voltando pra casa com os... bolas azuis me fazendo bater uma punheta. Até que um dia tomei coragem e disse que a gente tinha que transar. Ela falou que estava com medo, mas que não queria ser a única do grupo dela que ainda não tinha feito sexo. Foi assim que combinamos de, num sábado em que ela ia treinar no clube, a gente se encontrar na oficina do pai dela, que estaria fechada naquele dia, e fazer o que tanto queria. Eu estava esperando na esquina da oficina quando a vejo chegando com o uniforme de hóquei. Eram 3 da tarde de um dia quente de verão. Rapidamente entramos na oficina e fomos até um trailer que o pai dela tinha lá e estava consertando, por isso faltava parte de uma parede lateral. Ela tinha levado um lençol e o esticou sobre o colchão do trailer. Em pé, na escuridão do lugar, começamos a nos beijar e fui deitando ela na cama. Já deitados, abri o zíper da minha calça e tirei meu pau para ela masturbar, enquanto eu enfiava a mão por baixo da saia e tirei a calcinha dela. Justo no momento em que a deixo sem calcinha, ouvimos o portão abrir e vemos o carro do irmão dela entrando com uns amigos. Nos abaixamos rapidamente e fomos para o banheiro do trailer, já que pelo lado que faltava parede poderiam nos ver. Pela porta entreaberta, dava para ver que eles começaram a lavar o carro, então iam ficar um bom tempo. Com medo de sermos vistos, fechamos a porta do banheiro e ficamos em silêncio. No banheiro, estávamos bem desconfortáveis porque o lugar estava meio desmontado, com coisas amontoadas, além do calor, falta de ar e cheiro de mofo. Sem fazer barulho e camuflados pela música que eles botaram, tentamos nos acomodar da melhor forma possível. Foi assim que ela ficou em pé na frente da porta e eu atrás dela. Ela estava muito nervosa de sermos descobertos, então, para acalmá-la, a abracei e comecei a falar coisas gostosas no ouvido dela, sobre o que a gente tinha vivido até aquele momento. Eu dizia... O que me tinha deixado excitado foi ter tirado a calcinha dela e o que eu desejava era poder ver se a buceta dela fazia o cheiro do lugar desaparecer.
Ela parece que começou a ficar excitada com o que eu dizia e começou a me beijar.
Eu respondi aos beijos dela metendo minha mão por baixo da saia e enfiando meus dedos na sua buceta peluda.
À medida que eu masturbava a buceta dela, ela encharcava meus dedos com seu fluxo.
Ela de repente afrouxou minhas calças e as puxou para baixo.
Novamente, com muita falta de jeito, começou a me masturbar.
A partir daquele momento, parecia que tínhamos esquecido a situação complicada em que estávamos.
Ela balançava os quadris no ritmo dos meus dedos dentro da sua buceta, e cada vez mais parecia esquecer onde estávamos.
Foi assim que, de repente, ela começou a esfregar meu pau nos lábios da sua buceta.
Com a voz entrecortada pela excitação, ela me pediu para comê-la.
Foi aí que busquei a melhor posição para penetrá-la sem fazer barulho.
Tentei de várias maneiras, mas pelo desconforto, mal conseguia enfiar a ponta do meu pau.
Então, virei ela e a coloquei de frente para a porta, e assim a penetrei por trás. Ela arqueou as costas para que sua vulva ficasse bem exposta e meu pau pudesse entrar mais confortavelmente.
Cobri a boca dela com minha mão para que não emitisse nenhum som quando meu pau entrasse até o fundo e rompesse seu hímen.
Uma vez bem dentro dela, comecei a me mover bem devagar para não fazer barulho. As pernas dela tremiam cada vez que minha pélvis pressionava suas nádegas.
Para ficarmos mais confortáveis, ela esticou os braços para cima e os apoiou na porta.
Suas costas arqueadas me excitavam ainda mais, então a abracei e agarrei seus peitos.
Hoje em dia, percebo que ela não parava de ter orgasmos enquanto, lá fora, o irmão lavava o carro.
Minhas mãos percorriam seu corpo de cima para baixo, desde o pescoço até a buceta, passando pelos seus peitos. Então avisei que ia gozar e ela jogou a bunda pra trás pra minha pica entrar bem fundo. Aí soltei vários jatos de porra dentro enquanto com a mão na pélvis mantinha ela bem quieta. Minha pica ficou dura, pulsando dentro da sua buceta. Ela estava tão excitada que começou a mexer o quadril e minha pica saía toda hora. Minutos depois minha pica já estava dura de novo. Como ela arqueava mais o corpo pra levantar a raba, a gente ficava cada vez mais desconfortável. Minha pica molhada pelos restos de porra e lubrificação escorregava pela buceta e cu dela. Aí penetrei ela de novo e comecei a comer um pouco mais forte. Nós dois nos mexíamos sem sincronia, então muitas vezes minha pica saía e entrava de golpe na buceta dela. Até que num momento minha pica entrou de repente muito fácil no cu dela, tinha errado o buraco. Diante disso, nós dois ficamos parados, mas nenhum fez nada pra tirar a pica do cu. Uns milissegundos depois sinto ela jogando a bunda pra trás como se quisesse que minha pica entrasse mais fundo no cu. Então comecei a me mover mais rápido, saindo e entrando no cu como se já tivesse feito isso mil vezes. Coloquei minha mão na boca dela pra abafar os gemidos e ela às vezes mordia com força. Chegou um ponto que conseguia tirar minha pica do cu e colocar de novo com muita facilidade, de tão aberto que estava. Justo quando enchi o cu dela de porra, o irmão e os amigos estavam indo embora. Ficamos parados com minha pica dentro do cu dela um bom tempo até eles irem. Assim que só ouvimos silêncio lá fora, tirei minha pica do cu dela. Na hora o banheiro encheu de um cheiro de merda terrível e senti minhas pernas todas molhadas. Pela escuridão do banheiro não dava pra ver o que tinha acontecido. Ao abrir a porta e deixar nossos olhos se acostumarem com a pouca luz, percebemos que ela tinha se cagado toda. Tinha ficado tão... deu o cu aberto que não dava pra segurar e encheu minhas pernas de uma mistura de porra e um pouco de diarreia. Por sorte a gente tinha água pra se lavar, mas eu tive que limpar minha calça que estava toda cagada. Então tive que esperar ela voltar com uma calça do irmão pra poder ir embora. No fim, a tarde que ela tinha planejado pra perder a virgindade, algo que ela tinha guardado pra ser tão especial, acabou com o cu arrombado também por acidente. A partir daquele dia a gente começou a ser sexualmente muito ativos, a ponto dela ficar mais ativa que eu e no fim das contas depois daquele dia ela começou a transar com mais uns caras. Daí a gente se afastou até o dia do meu aniversário de 18 anos, quando outra amiga me deu um presente: um oral entre as duas no estacionamento da festa.

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