Olá! Como vocês estão? Valeu pelo apoio no post anterior! Quero que me respondam se vocês não teriam feito a mesma coisa!
Ano de 2004, mais ou menos, eu tinha 16 anos. Tinha um grupo de amigos/as que sempre se reunia e a gente conversava, andava de bike, ia pra praça, etc. Entre eles, a gostosa dessa história, a Celia. A gente sempre se olhava e com o olhar já dizia tudo, sempre na boa. Ela já tinha me chamado pro aniversário de 15 dela, todo mundo sabia que tinha um clima. Um dia, ela me chama pra casa dela à tarde, "tava sozinha". Fui, a gente conversou, deu risada, e ela me pergunta: "me dá a mão?" Eu falei: "você tem namorado". Ela respondeu: "a gente terminou, me dá a mão?" Na hora eu pensei: "com essa buceta gostosa que ela tem, claro que sim." Ela tinha 16 anos e uma bunda enorme que estourava o jeans. Treinava 1 hora todo dia na academia. Essa menina de cabelo cacheado era meu sonho. Quando a gente tava conversando perto, chega um sobrinho dela pra ficar lá e estraga tudo, pedindo pra ela ensinar alguma coisa, e a tarde foi embora. Depois disso, por causa da minha namorada e outras coisas da vida, a gente se afastou. Até que um dia, na universidade onde eu trabalho, um garoto com autismo frequentava. A gente conversou e ela me contou que o namorado atual dela era super gente boa, que a gente ia sair pra eu conhecê-lo, e bom, ela me passou o número. A gente se escreveu várias vezes, dias e dias, até que eu tive a ideia de mandar o emoji de apaixonado e falei: "se eu te conheço, você é um amor". A questão é que naquela tarde ela me ligou e o namorado escreveu, se fazendo de puto e louco. Eu fiquei puto, escrevi pra ela que ele não podia ser um doente ciumento, e ela disse: "pra evitar treta, vou te deletar das redes e do WhatsApp, tchau." Não falei nem escrevi mais com ela até que vi ela no Instagram, "família feliz", com duas filhas. Adicionei ela com um Instagram fake e me arrisquei na treta. Mandei: "Como você tá? Sou eu, quero te ver. Você gostava de mim, eu gostava de você. Vamos pro tronco." Falei: "olha, a gente não pode ter 35 anos e ficar assim, flaca. Dá uma chance, não quero casar, só quero te comer como um desesperado uma noite, você é e sempre foi. Fusite meu sonho, me dá uma chance! Ela respondeu: "Você é muito lindo e eu adoraria. Como a gente faz?" Marcamos uma tarde, fui buscá-la no meu carro e fomos para o açude. Transamos uns 30 minutos, apalpando ela toda, até que falei: "Vamos para um hotel". Ela disse: "Não, não, quero na minha casa. Meu marido volta às 12, temos umas 3 horinhas e minhas filhas estão com a avó." Fomos com todo risco pra casa. Assim que passamos pela porta, ela tirou a calça e disse: "Por favor, me fode." Peguei ela com tanto nervoso que custei a colocar a primeira camisinha. No sofá, de quatro, com aquela bunda redonda, aproveitei penetrando ela enquanto ela gemia bem baixinho. Quando gozei, ela disse: "Vamos pro meu quarto, quero que você me toque." Subimos, cama com lençóis brancos. Perguntei: "Tem certeza? Podemos sujar." Ela falou: "Toca minha bucetinha, quero gozar." Toquei ela enquanto sussurrava no ouvido dela, até que ela apertou as pernas e gritou: "Jááá, gozei!" Peguei outra camisinha, ela disse: "NÃO, quero que você me engravide." Na minha cabeça passaram várias coisas, confusão, problemas de família, etc., pensei muito, mas ela disse: "Juro que nunca vou te contar nem pedir nada, ninguém vai saber, te prometo. Me engravida... me dá um menino." Minha tesão foi pro céu, e eu entrei nela de missionário como um desesperado. Ela, recém-gozada, gritava como uma puta enquanto eu pressionava e gritava: "Gozei em você!" Só foi um "ahhhh" longo. Nos vestimos e ela disse: "NÃO PODEMOS SER AMANTES." Foi a melhor experiência da minha vida. Não te amo, mas você me encanta. Depois disso, fiquei sabendo que ela realmente teve um menino e colocou meu segundo nome nele. Imagino que o marido não saiba que aquele filho é meu. Deixo aqui a única foto que guardei dela.
Ano de 2004, mais ou menos, eu tinha 16 anos. Tinha um grupo de amigos/as que sempre se reunia e a gente conversava, andava de bike, ia pra praça, etc. Entre eles, a gostosa dessa história, a Celia. A gente sempre se olhava e com o olhar já dizia tudo, sempre na boa. Ela já tinha me chamado pro aniversário de 15 dela, todo mundo sabia que tinha um clima. Um dia, ela me chama pra casa dela à tarde, "tava sozinha". Fui, a gente conversou, deu risada, e ela me pergunta: "me dá a mão?" Eu falei: "você tem namorado". Ela respondeu: "a gente terminou, me dá a mão?" Na hora eu pensei: "com essa buceta gostosa que ela tem, claro que sim." Ela tinha 16 anos e uma bunda enorme que estourava o jeans. Treinava 1 hora todo dia na academia. Essa menina de cabelo cacheado era meu sonho. Quando a gente tava conversando perto, chega um sobrinho dela pra ficar lá e estraga tudo, pedindo pra ela ensinar alguma coisa, e a tarde foi embora. Depois disso, por causa da minha namorada e outras coisas da vida, a gente se afastou. Até que um dia, na universidade onde eu trabalho, um garoto com autismo frequentava. A gente conversou e ela me contou que o namorado atual dela era super gente boa, que a gente ia sair pra eu conhecê-lo, e bom, ela me passou o número. A gente se escreveu várias vezes, dias e dias, até que eu tive a ideia de mandar o emoji de apaixonado e falei: "se eu te conheço, você é um amor". A questão é que naquela tarde ela me ligou e o namorado escreveu, se fazendo de puto e louco. Eu fiquei puto, escrevi pra ela que ele não podia ser um doente ciumento, e ela disse: "pra evitar treta, vou te deletar das redes e do WhatsApp, tchau." Não falei nem escrevi mais com ela até que vi ela no Instagram, "família feliz", com duas filhas. Adicionei ela com um Instagram fake e me arrisquei na treta. Mandei: "Como você tá? Sou eu, quero te ver. Você gostava de mim, eu gostava de você. Vamos pro tronco." Falei: "olha, a gente não pode ter 35 anos e ficar assim, flaca. Dá uma chance, não quero casar, só quero te comer como um desesperado uma noite, você é e sempre foi. Fusite meu sonho, me dá uma chance! Ela respondeu: "Você é muito lindo e eu adoraria. Como a gente faz?" Marcamos uma tarde, fui buscá-la no meu carro e fomos para o açude. Transamos uns 30 minutos, apalpando ela toda, até que falei: "Vamos para um hotel". Ela disse: "Não, não, quero na minha casa. Meu marido volta às 12, temos umas 3 horinhas e minhas filhas estão com a avó." Fomos com todo risco pra casa. Assim que passamos pela porta, ela tirou a calça e disse: "Por favor, me fode." Peguei ela com tanto nervoso que custei a colocar a primeira camisinha. No sofá, de quatro, com aquela bunda redonda, aproveitei penetrando ela enquanto ela gemia bem baixinho. Quando gozei, ela disse: "Vamos pro meu quarto, quero que você me toque." Subimos, cama com lençóis brancos. Perguntei: "Tem certeza? Podemos sujar." Ela falou: "Toca minha bucetinha, quero gozar." Toquei ela enquanto sussurrava no ouvido dela, até que ela apertou as pernas e gritou: "Jááá, gozei!" Peguei outra camisinha, ela disse: "NÃO, quero que você me engravide." Na minha cabeça passaram várias coisas, confusão, problemas de família, etc., pensei muito, mas ela disse: "Juro que nunca vou te contar nem pedir nada, ninguém vai saber, te prometo. Me engravida... me dá um menino." Minha tesão foi pro céu, e eu entrei nela de missionário como um desesperado. Ela, recém-gozada, gritava como uma puta enquanto eu pressionava e gritava: "Gozei em você!" Só foi um "ahhhh" longo. Nos vestimos e ela disse: "NÃO PODEMOS SER AMANTES." Foi a melhor experiência da minha vida. Não te amo, mas você me encanta. Depois disso, fiquei sabendo que ela realmente teve um menino e colocou meu segundo nome nele. Imagino que o marido não saiba que aquele filho é meu. Deixo aqui a única foto que guardei dela.
3 comentários - Meu sonho frustrado de gostosa