No dia seguinte fui trabalhar, meu amo me pediu foto. Quando cheguei em casa, me vesti de mulher, comi e fiz as tarefas junto com a Vanessa até as seis. Tomamos um café descansando um pouco. — Pili, nosso amo me encarregou de algo muito importante. — Fala. — Que eu te ensine como você tem que limpar sua buceta por dentro. Já deixei tudo preparado no banheiro. A Vanessa falar comigo tão direta, se referindo tão naturalmente à minha buceta, me soou muito estranho naquele momento. Fomos ao banheiro, ela me mandou tirar a roupa e me mostrou uma pera, encheu de água e me ensinou como usar pra fazer a limpeza. A verdade é que foi uma sensação muito estranha, mas pensei que poderia ser pior. Chegou a sexta-feira. Cheguei em casa, tomei banho, fiz a higiene anal e nos vestimos ambas de minissaia — a dela preta e a minha rosa. Bom, eu não tinha escolha, era toda dessa cor, exceto uma blusa branca e uma camiseta que coloquei, branca com letras rosa que dizia "sexy". Nosso amo veio nos buscar e saímos para o apartamento. Uma vez lá, deixamos as malas no quarto e a comida na geladeira. — Bom, vamos ao trabalho. Primeiro vem aqui que vou colocar a coleira em você. Agora serve uma cerveja pra mim e pra Vanessa. — Sim, amo. Os dois se sentaram, eu servi a bebida. — E agora você já pode começar com suas obrigações de dona de casa. Comecei tirando o pó, depois varri e passei pano no chão sob o olhar atento deles. Por último, limpei o banheiro. — Já terminei, amo. — Parabéns, você fez muito bem. Agora vamos ver como você se sai na cozinha. Vai preparar uma pescada assada no forno. Na cozinha tem tudo que precisa. Por sorte, sempre gostei de cozinhar e sei cozinhar bem. Preparei a pescada e os guardanapos para o jantar. — Estou surpreso, está deliciosa. — Obrigada, amo. Depois do jantar, enquanto eles tomavam um gim tônica, eu recolhi e limpei a cozinha. Quando terminei, fui até eles. A Vanessa estava sentada de pernas abertas e ele com uma mão enfiada dentro da calcinha preta, tocando a buceta dela. Ele me deixou beber com eles, sentada num... cadeira na frente dos 2, já tinha tomado meio cuba libre. - levanta, sua puta, e fica na minha frente. Fiquei na frente dele e ele começou a acariciar minhas pernas, subindo até a bunda. Vanessa agora me olhando e se masturbando. Meu amo me virou, tocando minha bunda com as duas mãos, me deu um tapa, levantou minha minissaia, um apertão forte na bunda e mais uns tapas na minha bunda nua. Eu ouvia Vanessa gemendo e isso me excitava e me deixava com tesão. Ele enfiou uma mão entre minhas pernas e começou a esfregar meu clitóris. - já tá com a buceta molhada, esquenta rápido, você é uma puta de primeira. Ficou assim um tempo me masturbando com os dedos enquanto me chamava de puta, vagabunda, etc. Eu ficava cada vez mais excitada. De repente, ele me virou e fiquei de frente pra ele. Vanessa agora segurava o pau dele na mão, masturbando. - de joelhos entre minhas pernas e chupa. Obedeci, e Vanessa colocou o pau na minha boca e comecei a chupar. Vanessa colocou uma mão na minha cabeça e acompanhava meus movimentos enquanto falava no meu ouvido. - nunca imaginei isso, te ver assim, vestida de puta, de joelhos, chupando um pau, virada numa puta submissa igual a mim, servindo o mesmo macho, nosso amo. Sabe, eu ia te largar pra ficar com ele, você não era homem pra mim, e agora eu sei por quê. Você é tão mulher quanto eu agora, só tem uma racha entre as pernas, as duas temos buceta. Agora não posso te largar, nosso amo não deixa, ele quer nós duas pra ele. A humilhação que eu sentia ao ouvir aquilo me dava mais tesão. - somos as putas dele e devemos obediência e submissão, e você tá no lugar que somos obrigadas a ocupar, sempre de joelhos na frente dele. Nesse exato momento, ele gozou e encheu minha boca de porra. - isso mesmo, engole a porra do nosso amo, é só pra você. Quando ele terminou de jorrar. - foi um bom começo de noite, sua puta. Vanessa, vai pro quarto e já sabe o que fazer. - sim, amo. Fui com ela pro quarto. - tira a roupa, fica só de calcinha e sutiã. Ela se despiu e eu também, depois ela me passou uma sacola e ficou com a outra. — Veste isso. Tirei o que tinha dentro: uma meia-calça, cinta-liga e um baby doll rosa transparente. Coloquei tudo enquanto ela vestia a mesma coisa, mas na cor preta, e terminou antes de mim. Eu ainda estava prendendo a cinta-liga quando ela já calçava os saltos. — Anda logo. — Tô quase, só faltam os sapatos. — Amor, já estamos prontas. Entrei no quarto, nós duas esperávamos ajoelhadas. — Hummm, que duas vadias gostosas. Ele se aproximou e acariciou a cabeça das duas. — Pili, deita na cama. Vanessa, me despe e fica ajoelhada na beira da cama. Assim que fizemos, ele sentou na cama e começou a acariciar minhas pernas enquanto Vanessa chupava a pica dele. Ele subia pelos meus joelhos. — Dobra os joelhos e abre as pernas, vadia. Obedeci, e ele continuou pelas minhas coxas até chegar na minha entreperna e tocar minha buceta. Ele se demorou um pouco no meu clitóris, depois parou de me tocar. Deitada, eu não via o que ele fazia, mas segundos depois senti a mão dele de volta na buceta e um frescor nas minhas nádegas. Senti um dedo começando a abrir caminho no meu buraco, com uma leve pressão, mas entrou rápido. Ele brincou um pouco com o dedo lá dentro da minha nova buceta, tirou e logo voltou, mas dessa vez não era só um, eram dois. — Você tem uma buceta bem apertada, do jeito que eu gosto. Assim vocês aproveitam mais quando eu como. Para a Vanessa, já tá pronta. Ele se deitou entre minhas pernas. — Levanta a cabeça e olha como eu te como. Levantei a cabeça e vi a ponta da pica dele na minha fenda, entrando um pouco, saindo outro pouco, e voltando a meter um pouco mais. Assim umas três vezes até que metade já tinha entrado. Num golpe forte, ele enfiou tudo, e eu senti uma dor forte. Ele começou a me foder sem parar, num vai e vem constante que logo me fez gemer. Vanessa sentou do meu lado e começou a se masturbar enquanto falava comigo. — Me excita pra caralho ouvir você gemer que nem uma puta enquanto nosso amo fode tua buceta linda, bem aberta de pernas, toda submissa com nosso macho entre elas. De repente, ele soltou um grunhido e senti um calorzinho dentro de mim, ele tinha gozado dentro, não esperava, não tinha percebido que ele não tinha colocado camisinha. Ele deu mais algumas metidas, soltando mais porra dentro de mim, e parou, deixando tudo lá dentro. — Bufff, que gozada, hoje sim te fiz uma mulher de verdade, meti uma boa gozada na sua buceta. — Não vou pegar nenhuma doença por causa disso. — Acho que não, nós dois somos saudáveis. — Não é gostoso sentir a porra do nosso amo enchendo nossa buceta? — É uma sensação muito estranha. — Tá gostando, espero que esteja tomando anticoncepcional, não vou te deixar prenha. Não soube o que dizer e naquele momento ele me agarrou pelo braço e me puxou para fora da cama, caindo no chão. — Fica de joelhos. Ele sentou na cama, Vanessa se deitou abrindo as pernas, ele começou a apalpar os peitos dela enquanto com a outra mão levava minha cabeça até o pau dele e comecei a chupar. Em uns dois minutos, Vanessa começou a soltar gemidinhos que foram aumentando. O pau já tava duro de novo na minha boca. De repente, ele me afastou, se meteu entre as pernas dela e começou a foder ela, enquanto eu olhava de joelhos. Comecei a me sentir desconfortável, a porra do meu amo estava escorrendo da minha buceta e eu sentia a calcinha fio dental e minha virilha totalmente molhadas e pegajosas. Ele demorou quase 15 minutos para gozar e gozou dentro da buceta dela. Ele saiu rapidamente de cima dela e ficou na minha frente. — Limpa ele. Enfiei na boca e limpei ele todo mole. — Muito bem, putinha, agora limpa a porra da buceta dela. Senti uma alegria por poder chupar a buceta da Vanessa de novo, enfiei a cabeça entre as pernas dela e fui chupar. Na primeira chupada, senti ele totalmente quente e cheio de porra, me deu nojo e várias ânsias. — O que foi, putinha? — Tô com nojo. — Tá com nojo da minha porra, sua foxy? — Não, amo, chupar a buceta. — olha só como você gosta mais de chupar um pau, né? não se preocupa, não vão faltar rolas pra você chupar, vai, limpa ele direitinho. voltei a dar umas chupadas com nojo no começo e umas engasgadas aqui e ali, e quando já tava começando a gostar, ele mandou parar. — já chega, para. ficamos uns minutos deitados na cama em silêncio, ele de um lado, a Vanessa no meio e eu do outro. — acho que é hora de descansar — disse o dono. — sim, mas primeiro preciso ir ao banheiro — falou a Vanessa. — eu também — falei eu. — vão vocês duas, eu vou depois. mas eu te deixaria assim cheia de porra, Pili, você tem que limpar bem essa buceta, isso é uma coisa que a Priscila sempre me reforçou. não troque a calcinha fio-dental. fomos juntas, fui a primeira a sentar pra mijar, a calcinha fio-dental e a buceta estavam impregnadas de sêmen. depois tirei, lavei, me limpei, sequei e coloquei a calcinha fio-dental de novo, toda melada de porra e úmida, mas depois de vestida não sentia mais a umidade, já que ela tampava minha buceta de silicone. voltamos pro quarto e nosso dono se levantou da cama, totalmente nu como estava. — cada uma de um lado da cama, podem tirar só os saltos. sentamos cada uma de um lado, cada uma no seu lado da cama onde costumávamos dormir, e enquanto tirávamos os saltos, ele foi ao banheiro. quando voltou, estávamos sentadas esperando ele chegar. — deitem na cama. nos deitamos e ele se meteu no meio das duas, ele totalmente nu e nós de lingerie. — viradas pra mim e uma mão no meu peito. tenham uma boa noite. ele rapidamente dormiu e começou a roncar. a Vanessa, não sei quanto tempo demorou. eu demorei muito pra dormir, pensando em como tão rápido eu tinha chegado naquela situação, mas não me fazia sentir desconfortável, pelo contrário, eu gostava. no fim, acabei dormindo sem perceber, até que me acordaram com uns tapas no ombro. — acorda, são 10 da manhã, vai preparar o café da manhã. — já vou, dono. calcei os sapatos, fui ao banheiro primeiro e depois preparei o café. umas torradas, um quarto de hora depois chegaram os dois, ele pelado e nós de babydoll. O café já estava pronto e faltavam algumas torradas. Depois, pedi permissão pra tomar um banho, ele deixou, mas mandou eu me apressar porque tinha que fazer as tarefas de casa e o almoço. Tomei banho, vesti uma minissaia rosa elástica por cima de uma tanga, uma camiseta sem manga e me maquiei. Saí do quarto e fui beber um copo d'água na cozinha. — Essa saia curta fica muito bem em você, sua putinha. Agora, não perde tempo que tem muita coisa pra fazer. Comecei arrumando a cama e organizando o quarto, pensando no que fazer depois, porque além da comida, eu já tinha feito tudo na tarde anterior. Então decidi começar a preparar o almoço. — Amo, o que o senhor quer que eu faça de comida? — Umas lentilhas, mas ainda é cedo, continua limpando. — Tá tudo limpo, amo, eu fiz ontem. — Isso não importa, uma mulher tem que varrer, passar pano e limpar o banheiro todo dia. Sem dizer nada, fui primeiro limpar o banheiro, depois varrer e passar pano. Terminei quase uma hora e comecei a fazer a comida. Preparei o refogado, o chouriço, a morcela e coloquei as lentilhas pra ferver, e comecei a preparar uma salada. Sem esperar, um braço me agarrou forte pela cintura e uma mão começou a apalpar minha bunda. Não falei nada, fiquei em silêncio e parada. Ele me deu várias palmadas entre os apertões. Não sei por quê, mas sentir as batidas na minha bunda me excitava muito. Ele aproximou a boca do meu ouvido. — Sabe por que eu obrigo minhas putinhas a se vestir assim? Com essas minissaias, vocês se sentem mais vulneráveis. Não conseguem evitar que a saia suba e mostre um pouco da bunda ao andar, e quando sentam, é impossível não deixar a calcinha à mostra. Você é uma putinha muito obediente, mas hoje vou te ensinar como se trata uma puta pra você aprender rapidamente qual é o seu lugar. Enquanto falava, continuava me apertando e dando palmadas. De repente, ele me girou e puxou meu cabelo violentamente pra baixo, me fazendo ficar de cócoras com as pernas abertas. Fiquei na frente dele, contra o armário da cozinha. Ele me pegou pelos braços, levantou-os acima da minha cabeça e, com uma mão, segurou meus dois pulsos com força, fazendo eu sentir dor. Com a outra mão, ele tirou o pau pra fora e me deu várias batidas com o pau mole na cara. A humilhação que eu tava sentindo me dava uma mistura de medo e tesão que fez eu ter uma pequena gozada, molhando minha calcinha fio dental. Ele passou o pau pelos meus lábios e apertou neles, fazendo eu abrir a boca e ele entrar inteiro de uma vez. Começou a foder minha boca com violência. — Olha na minha cara, puta. Era difícil manter o olhar pra cima por causa da força com que ele me comia. Meus olhos iam soltando lágrimas e eu gozei de novo. — Assim, olha pra mim. Gosto de ver esses olhos cheios de lágrimas, que faz vocês ficarem com cara de puta. É assim que tem que tratar as vadias. Sentia o pau chegar no fundo da minha garganta. Minha boca ia se enchendo do líquido que meu dono soltava, e eu sentia escorrer pelos lábios. Num desses golpes na garganta, senti o calor do gozo dele me encher toda. Ele diminuiu a intensidade e gozou umas três vezes seguidas depois da primeira. Continuou até perder a ereção. Me puxou de um jeito pelos braços, me deixou na frente dele, segurou minha cara, fixando o olhar, e a outra mão levou até minha buceta. — É assim que se trata as putas. Vocês só servem pra limpar e abrir as pernas. Hmm, você tá toda molhada. Gosta que eu te trate assim, né? — Sim, meu dono. — Então vou te tratar assim. Você é mais puta e submissa que minha outra puta. Me virou, deixando eu de costas pra ele. Me deu umas palmadas. — Gosta que eu te bata, vadia? — Sim, meu dono. Ele levantou minha minissaia, me deu mais palmadas, baixou minha calcinha até a metade da coxa, me inclinou sobre a bancada. Parou um momento e eu senti a mão dele de novo na buceta, e ele começou a enfiar um dedo, depois outro. Tirou os dedos, me deu um chute nos meus pés, fazendo eu abrir mais as pernas. Se colocou entre elas e atravessou minha buceta de uma vez. começou a me foder com violência, de pé, apoiada com os cotovelos na bancada. não demorei pra começar a gritar, gemer e tremer as pernas, sentindo meus pés de salto quase não me aguentarem de pé, se não fosse porque meu dono me segurava. por sorte, ele não aguentou muito e gozou dentro de mim de novo. - por enquanto, acabou o prazer, slut. continua com o que tava fazendo. me deu um tapa na bunda e saiu da cozinha. eu fiquei um tempo apoiada na bancada, sem forças pra me levantar. me levantei com as pernas tremendo, subi a tanga que tava no meio da coxa, ajeitei a minissaia e continuei a salada, enquanto sentia uma sensação estranha lá dentro da buceta, expulsando a porra e sentindo ela escorrer entre as pernas. enquanto as lentilhas terminavam de cozinhar, pus a mesa. depois de comer, recolhi a mesa e a cozinha e fui pra sala com eles, que tavam vendo um filme. - já terminou? ajoelha que vou tirar a coleira e vai tomar um banho. peguei uma tanga limpa, me despi no banheiro. a tanga tava encharcada de sêmen que escorria pelas minhas pernas. tomei banho, fiz uma limpeza anal, me vesti com a mesma roupa e voltei pra sala. me ajoelhei na frente dele pra colocar a coleira. ele colocou e prendeu a guia. - vai ficar assim, de joelhos aos meus pés, como uma boa sluty. enquanto eu tava assim, ele ficava passando a mão na minha cabeça de vez em quando. fiquei quase uma hora ali, sem me mexer dos pés dele. a Vanessa, que tava sentada do lado dele, quieta e em silêncio, começou a desabotoar a calça dele e puxou a rola pra fora. ela me olhou, sorriu, me pegou pela cabeça e enfiou minha cara entre as pernas dele, levando a rola até minha boca. - chupa ele. mostra pro nosso dono que você é mais puta que eu. ela empurrou minha cabeça e enfiou tudo de uma vez, me deixando uns segundos assim. enquanto começou a acompanhar meus movimentos, ela se ajoelhou do meu lado e trocou a mão dela pela do nosso dono. a Vanessa começou a passar a mão na minha bunda e a me bater. Palmadas. - Nosso amo me disse que a partir de hoje você também tem que me obedecer, porque você é inferior, é uma putinha sissy. Ela enfiou a mão entre minhas pernas e começou a tocar minha buceta por cima da calcinha fio dental, focando no meu clitóris. - Te excita sentir minha mão na sua xereca? Porque eu fico muito excitada te vendo assim, e você me faz molhar a calcinha. Ela afastou a calcinha para o lado e com os dedos começou a acariciar meu clitóris. - Mmmmm, se te excita, eu sabia. Você está com a calcinha molhada e a xereca tão melada quanto eu. Você goza igual a mim, como uma mulher. Assim, aproveita a pica do nosso amo. Isso, mais rápido, ele está quase gozando. Enche sua boca de puta com o leite dele. Acelerei meus movimentos enquanto ela continuava acariciando meu clitóris e falando coisas que me deixavam bem putinha. Nosso amo empurrou minha cabeça com força, enfiando até a garganta, e soltou uma descarga forte de porra que quase me engasgou, seguida de outras menores. O leite escorria pelos cantos dos meus lábios, e Vanessa se dedicou a passar a língua, recolhendo o que saía. Ele puxou meu cabelo para cima e tirou o pau da minha boca. Fiquei parada, recuperando o ar, enquanto ela chupava meu pescoço e os cantos dos lábios. Depois, ela se sentou no sofá, e eu fiquei ajoelhada. Depois de um tempo: - Vamos ao banheiro, putinha. Ela puxou minha coleira, e eu a segui de quatro. Entramos no banheiro, ela começou a mijar na minha frente. Quando terminou, olhou para mim. - Se você estiver com vontade, porra, tem permissão para fazer xixi. - Obrigada, amo. Levantei e, na frente dele, com vergonha, levantei minha saia, abaixei a calcinha até o meio da coxa e me sentei. Ele segurava a coleira e me olhava sorrindo. - Estou orgulhoso de você. Olha, em apenas uma semana, consegui fazer de você uma mocinha totalmente feminizada, submissa, obediente e obrigada a fazer suas necessidades sentadinha. Foi uma sorte te encontrar aqui vestida assim e te mostrar o lugar que você merece. - Obrigada, amo. Quando terminei, me limpei com papel que ficou impregnado de corrimento, coloquei a calcinha de volta Vagabunda e saímos, mas em vez de ir pro refeitório, ele me levou pro quarto onde a Vanessa já estava de joelhos na beira da cama. - Sobe na cama na posição de vagabunda. Depois que subi, ele sentou do meu lado sem soltar a coleira, acariciou minha cabeça, desceu pelas costas até chegar na bunda com carícias suaves, de repente deu um tapa por cima da saia. - Ahhhh. Soltei um gritinho que soou bem feminino e sensual, outro tapa, outro gritinho. - Você gosta de levar palmada, te excita, né vagabunda? - Sim. Continuou acariciando minha bunda, levantou minha saia deixando minhas nádegas de fora, apertou e deu outro tapa, soltei outro gritinho e mais um, outro gritinho, assim até cinco vezes. - Assim você gosta mais, né? Sentir minha mão na sua bunda nua, né? - Sim. - Eu sei, faz vocês se sentirem dominadas e isso excita. Enfiou a mão entre minhas pernas por dentro da calcinha fio dental e começou a mexer no meu clitóris. - Hummm, adoro que você seja assim, você fica molhada igual uma mulher. Parou uns segundos, passou lubrificante na mão e enfiou de novo, e sem pensar meteu um dedo na minha buceta de uma vez e depois outro. Nessa hora, a Vanessa, que eu via de canto de olho, puxou o pau dela e começou a chupar. Ele brincou um pouco com os dedos, fazendo eu soltar uns gemidinhos. Vi a Vanessa tirar uma camisinha do peito dela e colocar. Ele tirou os dedos, subiu na cama entre minhas pernas e meteu o pau de uma vez. Com as mãos, me segurou pelos quadris e começou a me foder sem parar, dando uns tapas na bunda. As estocadas dele faziam eu soltar gemidos e gritos abafados. - Assim é bom, cê gosta de ser fodida igual uma vagabunda? - Siiim, ahhhh. Continuou com as estocadas até gozar. Tirou, me deu um último tapa na bunda, soltou a coleira e desceu da cama. - Boa vagabunda, agora levanta que você tem trabalho na cozinha pra preparar o jantar. Depois de passar no banheiro, fui pra cozinha e preparei o jantar. Jantamos, recolhi tudo e depois de passar um tempo nós três na sala, eles dois. Sentados e eu de joelhos. Nosso mestre mandou a gente pro quarto pra colocar o babydoll, as meias e a cinta-liga pra dormir. A gente também calçou os saltos e foi as duas juntas pro banheiro. Primeiro ela fez xixi e saiu dizendo que ia pro quarto. Eu fiz o meu e, quando entrei no quarto, a Vanessa tava na cama deitada com as pernas abertas e ele em pé na beira da cama, pelado. Sem falar nada, eu me ajoelhei aos pés dele, e ele pegou minha cabeça e esfregou no genital dele. — Chupa minhas bolas me olhando na cara, pra eu ver a cara de puta que você faz enquanto curte um homem de verdade. Ele apertava minha cabeça com força contra as bolas dele enquanto eu as tinha na boca. — Assim, boa puta. Agora chupa meu pau, prepara ele pra minha outra puta. Já tava duro, eu subi passando a língua até a ponta e meti na boca, chupando a cabeça, mas ele empurrou minha cabeça e enfiou tudo de uma vez, começando a foder minha boca. Deu umas poucas metidas e subiu na cama entre as pernas da Vanessa e começou a foder ela. Eu fiquei ali de joelhos olhando. Ele fodía ela com suavidade enquanto se beijavam na boca, não era bruto com ela, tavam fazendo amor. Ficaram mais de uma hora dedicados um ao outro, e eu ali olhando com dor nos joelhos. Quando acabaram, ficaram um tempinho em silêncio abraçados, e aí ele levantou pra ir ao banheiro. Quando voltou, foi ela. Ao voltar, meu mestre disse que era hora de dormir, pra eu deitar na cama. Pedi permissão pra ir ao banheiro e ele deixou. Voltei, me deitei na cama, ficando ele pelado no meio. Adormeci na hora e dormi de um sono só, e acordei com um empurrão no ombro do mestre. — Acorda, que são quase dez. — Ehh, sim, mestre. — Sabe, não tem nada melhor que começar o dia recebendo um boquete de uma boa puta, né? — Sim, mestre. A Vanessa ainda tava dormindo. Eu deslizei pra baixo e comecei a chupar ele. Demorou um bom tempo pra gozar, e não foi tão abundante quanto as outras vezes. anteriores. - Boa menina, agora começa a preparar o café da manhã. Fui primeiro ao banheiro e depois preparei o café da manhã. Depois de comer, ele mandou eu tomar um banho e depois deixar a casa bem limpa, fazer arroz para o almoço e que no começo da tarde a gente ia sair. Fiquei tranquila a manhã toda. Depois de almoçar e deixar a cozinha limpa e arrumada, ele disse que era hora de ir. Eu ia atrás no carro. Quando chegamos na nossa cidade, ele foi direto pro centro, deixou o carro no estacionamento e nos levou pro sexshop. Cumprimentou a Inma e a Priscila, conversaram um pouco, e então a Priscila olhou pra mim. - Vem comigo, Pili. Eu segui ela até o quarto do outro dia. - Tira tudo. Me despi com muita vergonha, fiquei de pé, completamente nua na frente dela. Ela se aproximou, acariciou meu rosto, desceu pros meus peitos, acariciou eles, continuou pela minha barriga, enfiou a mão entre minhas pernas, tocando minha buceta. - Você tem uma buceta bem macia e bem depilada, hahaha. Uiii, que boba, você não tem, é só uma prótese de castidade pra maricas em forma de buceta. Já se acostumou com ela, sua putinha. - Sim, senhora. - Que bom. Agora vou te vestir e dar ao seu corpo uma figura mais feminina. Ela colocou primeiro uma cinta-liga, umas meias, um calcinha fio dental de renda, meus saltos e, por último, pegou um vestido. - Isso é um vestido corset de putinha, e com ele vamos dar uma forma na sua cintura. Ela vestiu em mim, ajustou nos meus peitos, a saia ficou totalmente justa. Começou a puxar as cordas. - Uma garota deve ter uma cintura fina. Continuou apertando. - Pra eu não conseguir respirar. - Aguenta, falta um pouco. Pra ficar bonita, uma mulher tem que saber sofrer. Ela apertou um pouco mais. - Pronto, agora você tem um corpo lindo. Se olha no espelho. Me vi e não acreditei na minha imagem. Minha cintura tinha diminuído, dando ao meu corpo uma figura totalmente feminina. A saia justa no meio da bunda, deixando a calcinha rosa à mostra na frente e as meias marcando a racha. Fui puxar elas pra Tirar elas da racha. — Quieta, gostosa, não contava com isso, mas você tá divina marcando a racha. Vamos lá fora pra sua dona te ver. Saí de cabeça baixa, morta de vergonha. — Levanta essa cabeça e anda reta. Segui ela até o fundo do local, passando no meio de homens e mulheres que ficavam me encarando. Atravessamos uma porta onde tinha um palco redondo com um casal transando e gente olhando. Lá estavam minha dona e a Vanessa. — Aqui está sua putinha, o que achou? — Perfeita. — E olha o detalhe: ela tá com a calcinha enfiada na racha da buceta. — Kkkk, ela é muito putinha mesmo. Hora de botar ela pra trabalhar. Me segue. Segui minha dona, ela me fez entrar numa cabine sem dizer nada. Entrei e, submissa ao olhar dela, me ajoelhei. Ela fechou a porta e não demorou pra aparecer uma rola por um buraco, que comecei a chupar. Fiquei lá enfiada quase 2 horas e tinha levado 11 paus na boca. — Levanta, já chega por hoje. É tarde, vamos embora. Ela não me deixou trocar de roupa e me fez voltar assim vestida, mostrando metade da bunda e a calcinha. Por sorte, naquele bairro é normal, já que putas trabalham na rua. Chegamos no nosso apartamento, ela subiu com a gente. — Serve umas cervejas e prepara algo leve pra jantar. Elas ficaram sentadas vendo TV enquanto eu preparava a janta. Servi e sentamos pra comer. — Pili, tô contente e surpreso com você. — Por quê, dona? — Você passou no teste com louvor. Fez as tarefas de casa perfeitamente, foi obediente e submissa. Estamos orgulhosos de você. — Obrigada, dona. — E como você é tão boa dona de casa, a partir de hoje vai fazer tudo sozinha. A Vanessa já tem o trabalho dela. Segunda e quinta você vem no meu apartamento fazer a limpeza. Amanhã te espero às 6 da tarde. Essa última tarefa me deixou surpresa e não falei nada. Sempre gostei de fazer as tarefas de casa quando me vestia de mulher. — Não tem nada a dizer? — Desculpa, dona. Sim, claro. No fim da janta, enquanto eu arrumava a cozinha, ela se... Fui embora, depois tirei a maquiagem, tomei banho e fui dormir. A manhã de segunda passou rápido. Voltei pra casa, troquei de roupa, comi, fiz algumas tarefas domésticas e saí rumo ao apartamento do meu dono. Entrei no carro e era a primeira vez que dirigia de salto alto; no começo foi muito difícil. Estacionei num estacionamento a uns 200 metros. Cheguei no portão dele, toquei a campainha lá embaixo e subi de elevador. Encontrei a porta aberta, mesmo assim bati com os nós dos dedos. — Pode entrar. — Boa tarde, meu dono. — Boa tarde. Ele estava na sala de jantar sem camisa e de bermuda. — Entra naquele quarto e veste o que está em cima da cama. Vi o que tinha na cama, tirei o vestido e os sapatos, comecei a me vestir: liga, meia-calça e, por último, um vestido rosa curto de empregada francesa. Saí vestida, me sentindo ridícula daquele jeito, mas ao mesmo tempo excitada — era uma das fantasias que eu tinha imaginado e nunca pensei que realizaria. Meu dono estava de pé no meio da sala, nu, com a pica na mão e uma almofada aos pés dele. Não precisava de palavras. Fui até ele, me ajoelhei. Ele me segurou pela cabeça, colocou a pica pra cima e encostou minha boca nas bolas dele. Comecei a chupá-las. Ele foi subindo pelo comprimento da pica até a ponta, que eu prendi entre os lábios. Chupei um pouco e ele me empurrou até que entrou toda na minha boca. Me segurou assim por alguns segundos e começou a foder minha boca, segurando minha cabeça e mantendo meu olhar pra cima. — Gostou do uniforme de empregada que comprei pra você fazer as tarefas? Assenti como pude com a cabeça. Ele fodeu minha boca até gozar dentro dela. — Levanta, puta. Fiquei de pé. Ele me agarrou, me virou, levantou minha saia, me segurou pelas nádegas, me deu umas palmadas enquanto me empurrava contra a parede. Fiquei apoiada de cara na parede, ao lado do armário. Ele continuou me apalpando e batendo. Me segurou pela cintura, me puxou pra perto dele, deixando meu cu empinado. Abaixou um pouco minha calcinha — hoje era de renda, mas cobria tudo. Me soltou o cu por um momento pra pegar o lubrificante que tava em cima do armário, passou um pouco na minha buceta e enfiou um dedo na hora, brincou uns segundos com ele, me agarrou com força pela cintura e me penetrou em duas estocadas, começou a me foder contra a parede de pé. Meus gemidos não demoraram a sair da minha boca enquanto o prazer fazia minhas pernas tremerem e fraquejarem, enquanto ele me segurava firme pelos quadris e me comia com movimentos rápidos, as batidas ecoando no meu cu. Uns minutos depois, ele me apertou mais forte, senti o corpo dele tenso e uma descarga de porra dentro de mim, deu mais três ou quatro metidas fortes esvaziando as bolas de leite, tirou o pau e eu fiquei apoiada na parede. — Vem, sobe a calcinha que vou te mostrar onde estão as coisas de limpeza, que uma dona de casa recém-fodida fica mais feliz e contente. Me levou pra cozinha, abriu uma porta no fundo. — Aqui tem tudo que você precisa pra se entreter, vassouras, esfregões, produtos de limpeza, já pode começar. Ele foi embora, eu olhei dentro do quarto, vi o que tinha, peguei um pano e produto pra tirar o pó primeiro, começando pela sala, ia começar. — Começa pelo meu quarto. — Desculpa, amo, não sei qual é o seu quarto. — Vem, esse quarto você já conhece, onde se trocou, esse é o banheiro, aqui uma salinha e esse é meu quarto, troca os lençóis também, os limpos estão naquele armário. A primeira coisa que fiz foi tirar os lençóis que estavam e saí com eles na mão. — Desculpa, amo, onde deixo os lençóis sujos? — Na cozinha, na área de serviço, no cesto que tem em cima da máquina de lavar, melhor colocar uma lavagem de lençóis. Em cima da máquina tinha um cesto de vime com outro jogo de lençóis, do lado do cesto estava o sabão e o amaciante, no chão ao lado da máquina um balde pra roupa suja, coloquei o sabão e depois de dar uma olhada nos programas, liguei a máquina. Voltei pro quarto andando meio desconfortável, com a calcinha encharcada da porra do meu dono. Peguei lençóis limpos e arrumei a cama, depois tirei o pó, varri e debaixo da cama saíram umas cuecas usadas que deixei em cima da cama, pegando elas pela ponta do elástico com um certo nojo. Quando terminei, saí pra pegar o balde e o pano de chão, levando numa mão a vassoura, o pano e o líquido pra tirar o pó, e na outra as cuecas seguras pelo elástico. Passei rápido na frente dele tentando que ele não me visse, de vergonha, quando entrei na cozinha. — Larga a vassoura e o resto e volta com minhas cuecas na mão. Voltei de cabeça baixa e ele tava esperando em pé no meio da sala. — É assim que você leva sua calcinha também pro cesto de roupa suja, ou é nojo das cuecas do seu dono? — Não, amo. — Então pega elas com o mesmo orgulho que você pega suas calcinhas de puta e cheira elas. — Sim, amo, desculpa. — Boa garota, leva elas pro cesto de roupa e continua com seus afazeres. Peguei o pano de chão e passei no quarto, depois limpei a salinha, o quarto onde eu tinha me trocado, o banheiro, a sala e por último a cozinha. A máquina de lavar já tinha terminado. — Amo, onde eu estendo os lençóis? — Na entrada estão as chaves do terraço, você tem que subir pra estender eles. Coloquei os lençóis num balde, peguei os pregadores e me preparei pra sair pra subir, e então me vi num espelho que tinha na entrada, como eu tava vestida: de empregada sexy e bem puta. Fiquei parada um momento na frente da porta. — Aconteceu alguma coisa, puta? — Não, amo. — Então se apressa que você ainda tem que preparar meu jantar e a comida de amanhã. Abri a porta, chamei o elevador e subi pra estender. O terraço era bem grande e tinha roupa estendida. Não tinha ninguém, que era o que eu mais temia: encontrar alguém vestida assim. Procurei cordas livres e comecei a estender. Tava terminando quando, sem perceber, apareceram uns pés de chinelo de ficar em casa atrás dos lençóis estendidos. — Boa tarde. — Ehhh, oi. Respondi. ouvir a voz de uma mulher que apareceu rapidamente de um lado dos lençóis, me olhou surpresa ao me ver vestida assim. - oi, não te conheço, você é nova no prédio. - não, sou só a faxineira do senhor Ricardo. Era uma garota morena, cabelo comprido até a cintura, mais alta que eu, bonita sem maquiagem, com um vestido preto na altura dos joelhos. - ahhh, não sabia que ele tinha uma garota contratada, e por que você está vestida assim? - é o uniforme que ele quer que eu use. - e você deixa ele te obrigar a se vestir assim? - sou obrigada, tenho que obedecer ele. - não entendo nada, como assim você tem que obedecer ele? - é uma longa história. Ela ficou um momento em silêncio me observando. - espera, você é transexual? - não, sou travesti, bom, e tenho que ir, tchau. - espera, não vá. Mas sem dizer nada, fui embora, entrei no apartamento, meu dono não estava por perto, fui direto pra cozinha e deixei o cesto em cima da máquina de lavar, saí pra procurar meu dono e como ele não estava na sala, fui até o quarto dele e bati na porta. - toc, toc. - aconteceu alguma coisa? - desculpa, dono, só queria perguntar o que o senhor deseja de jantar e de almoço pra amanhã. - na cozinha tem tudo que precisa, como mulher esse é seu trabalho e obrigação pensar no que cozinhar pro seu macho, então voa. - desculpa, dono. Procurei na cozinha e pro jantar preparei filés de merluza ao molho de tomate e pro almoço um macarrão com linguiça. - dono, o jantar está pronto. - me sirva. Ele estava nu de novo, servi o jantar dele, esperava que ele me dissesse se eu queria jantar, mas não foi assim, ele sentou na mesa, me olhou, eu estava de pé ao lado dele. - ajoelha debaixo da mesa e chupa minha pica enquanto eu janto. Me meti debaixo da mesa e comecei a chupar ele. - com calma, puta, não quero gozar antes de terminar de jantar. Enquanto eu continuava chupando ele, ouvia o som dos talheres enquanto ele comia, de vez em quando com uma mão ele acariciava meu cabelo, uns 15 minutos depois ele empurrou minha cabeça até o fundo. - o jantar ficou uma delícia, Agora é hora de receber tua janta. Parei de empurrar minha cabeça e deixei meus lábios irem até a ponta, e voltei a empurrar, repetindo isso várias vezes até que ele soltou a primeira gozada na minha boca, seguida de outras três. — Por hoje já ficamos os dois bem satisfeitos, recolhe a mesa e limpa a cozinha. Saí de debaixo dele, recolhi e limpei tudo em menos de meia hora. — Já terminei, amo. Deseja mais alguma coisa? — Não, pode se trocar e ir pra casa. — Desculpa, amo, posso usar o banheiro pra me lavar um pouco? — Não, as putinhas voltam pra casa orgulhosas com a buceta impregnada de porra dos seus donos. Me troquei, saí do quarto, ele estava de pé no caminho da porta. — Com sua permissão, vou indo. — Sim, toma, essas são as chaves. Quinta-feira você volta, eu chegarei mais tarde, você veste o uniforme que vou deixar no quarto e começa as tarefas. — Sim, amo. Até quinta-feira. Me dirigi pra porta sem receber resposta dele, e quando passei por ele, ele me deu um tapa na bunda. Fui pegar o carro e, ao sentar, me senti ainda mais desconfortável ao notar como a calcinha ficou totalmente grudada nas minhas nádegas. Ao chegar em casa, a Vanessa já estava quase indo dormir, me deu boa noite, e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho e tirar a maquiagem, depois preparei um pouco de janta e fui dormir. Na quinta-feira, voltei ao apartamento do meu amo, ele não estava. Fui ao quarto me trocar e, em cima da cama, tinha outro vestido de empregada, este era justo no meu corpo, cobrindo só metade da bunda, e um avental branco com bordados na borda. Me troquei e comecei pelo quarto dele. Primeiro, recolhi a roupa suja que estava jogada no chão, levei pro cesto e vi que dava pra colocar uma máquina de lavar. Voltei ao quarto, arrumei a cama, passei a vassoura e esfreguei o chão, depois limpei o banheiro e, quando estava tirando o pó, ele chegou. — Oi, putinha, como tá a tarde? Me virei, ficando na frente do armário, parada olhando pra ele. Ele se aproximou e ficou a uns meros meio metro. — Oi, amo, bem. E o senhor? Como foi seu dia? — Bem, mas tô cansado e estressado, e não tem nada melhor pra aliviar o estresse que um boquete bem dado da minha putinha. Deixei o pano em cima do armário e me ajoelhei na frente dele, desabotoei a calça, puxei pra baixo, acariciei com uma mão por cima da cueca e aproximei meus lábios, dando um beijo primeiro e depois prendendo ele entre os lábios por cima da cueca. Puxei a cueca pra baixo e comecei a chupar as bolas dele, olhando pra cima, fixando o olhar nos olhos dele. Sabia que ele gostava e isso me excitava pra caralho porque me fazia sentir submissa e muito puta. Depois subi, percorrendo o pau dele com os lábios até começar a chupar a cabecinha e o pau inteiro enfiado na minha boca. — Assim que eu gosto, boa menina, não tira teu olho dos meus olhos, aproveita o pau do teu dono, você faz muito bem, é uma puta chupadora de pau e não vai faltar rola pra enfiar na tua boca. As palavras dele me excitavam cada vez mais, fazendo eu molhar a calcinha. Em menos de 10 minutos, fiz ele gozar. — Perfeito, fiquei como novo, continua o serviço enquanto eu tomo um banho. — Sim, senhor. Ele foi tomar banho e não vi ele de novo até chamar pra dizer que a janta tava pronta. Jantou pelado enquanto eu ficava ajoelhada do lado dele e de vez em quando ele acariciava minha cabeça. Quando terminou de jantar, levantou. — Arruma a mesa e deixa a cozinha em ordem, e te espero no meu quarto. Ele se retirou. Demorei uns trinta minutos pra fazer tudo e fui pro quarto dele. Bati na porta. — Já terminei, senhor. — Entra. Entrei no quarto e ele tava na frente da cama. Me aproximei e fui me ajoelhar, mas ele me segurou pelo braço, me fez girar de costas pra ele e na frente da cama, me deu uma palmada forte, pegando metade da bunda e metade da saia, que me fez soltar um gritinho feminino. — Você fica com tesão com palmadas, né? — Sim, senhor. — Vamos ver se é verdade. Ele me deu mais duas, soltei mais dois gritos. Ele acariciou minha bunda, levantando meu vestido, deixando a calcinha rosa de renda totalmente à mostra. Soltando mais duas que bateram mais forte e arderam mais, já que eu só estava coberta pela renda fina da calcinha, o que me fez soltar gemidos mais altos. — Assim você fica mais puta, né? — Sim, senhor. — Sobe na cama e fica de quatro, vagabunda. Obedeci na hora, e uma mão começou a acariciar uma das minhas coxas, e de repente, um tapa forte na bunda, a outra mão na minha outra coxa e, sem esperar, outro tapa. — Você gosta, vagabunda? — Sim, senhor. — Agora vou saber se você tá mentindo. Ele enfiou a mão entre minhas pernas, por cima da calcinha. — Parece que não tá mentindo, a calcinha tá molhada. Vamos ver por dentro... hummm, você tá com a buceta bem molhada, pedindo aos berros pra ser penetrada pela pica do seu macho. Ele parou de me tocar por um instante, baixou um pouco minha calcinha, mais dois tapas na bunda e, de repente, senti pressão na minha buceta e ele entrou sem parar até o fundo, começando a me bombar rápido, bem segurando na minha cintura e soltando tapas de vez em quando, me fazendo gemer igual uma puta. — Como você curte, vagabunda, tá uma verdadeira rabuda gostosa. Ele me fez ter vários orgasmos seguidos. Apoiei a cabeça na cama e vi, entre minhas pernas, as bolas dele batendo na minha buceta, que escorria fluido vaginal. Eu tava no auge do orgasmo quando ele me segurou com mais força e, de repente, o interior da minha buceta se encheu de porra. Ele deu mais algumas metidas, soltando mais leite, e parou, deixando a pica enfiada até o fundo. — Olha, você vai gostar do presente que vou te dar. Olhei e ele segurava um plug anal com um brilhante em formato de coração. — Sim, senhor. Ele tirou a pica e enfiou o dildo, subiu minha calcinha e me deu um último tapa na bunda. — Levanta e anda pelo quarto, me diz o que você sente ao andar com o dildo. Depois de dar várias voltas: — Uma sensação muito estranha, tipo uma pressão, uma espécie de prazer, talvez. — Ótimo, você vai pra casa com ele enfiado pra não deixar vazar minha porra, pra sua buceta ir absorvendo. Quando chegar, pode tirar. Você sempre deve levar ele na bolsa. Pode ir agora. vou trocar de roupa pra ir. - sim, meu amo. Troquei de roupa e, ao sair do quarto, meu amo estava me esperando no caminho da porta, onde deu um último tapa na minha bunda. Já na rua, andando em direção ao carro, sentia o dildo dentro de mim e a calcinha manchada de porra do meu amo e do fluxo da minha buceta, e isso me excitava. Percebi que meus passos estavam mais curtinhos, mais femininos. Minha mente só pensava na situação que estava vivendo e me excitava cada vez mais. Ao chegar no carro e sentar, senti o plug se enfiar dentro de mim e, de tanta excitação, gozei. Fiquei uns minutos tentando me relaxar e saí em direção a casa. Enquanto dirigia, sentia o dildo fazendo pressão, dirigi mais devagar que o normal. Ao chegar em casa, fui direto pro meu quarto, cumprimentando de passagem a Vanessa, que estava no sofá. Peguei roupa limpa. - Vou tomar banho. - E não vai me mostrar o presente que nosso macho te deu? - Depois te mostro. - Quero ver agora, vestido. - Mas... - Nem mas nem porra, obedece. - Sim, ama. - Fica de frente pra mim, de costas, e abaixa um pouco a calcinha. Me senti humilhada por ter que fazer aquilo na frente de quem, até uns dias atrás, era minha parceira. - Porra, que nojo de calcinha. Nosso macho te deixou bem putinha, ohhh que joia mais linda ele te deu, hahaha, já pode ir tomar banho, vadiazinha. No fim de semana, voltamos pro apartamento. Eu levei uma maletinha com roupa, mas meu amo me entregou outra quando chegamos lá. - Nessa mala estão as roupas que você vai usar no fim de semana e, a partir de hoje, você vai dormir no quartinho. Esse vai ser o da empregada doméstica, pra ser claro, seu quarto. Deixa suas coisas, veste a roupa que tem na mala e vem nos ver. Abri a mala e dentro estava o uniforme de empregada francesa. Me vesti, saí e os dois estavam na sala de jantar se beijando, e a Vanessa com o pau na mão. Parei a um metro dos dois, sem saber o que fazer, se devia interromper a cena, mas não precisei. - Já chegou. Temos aqui a nossa empregada, o que achas do uniforme dela, querido? — Ela está divina para fazer os serviços dela, mas uma boa empregada faz os serviços mais feliz bem alimentada. Pedi uma mão no ombro dele sem soltar com a outra a pica dele, não precisei de ordens, sabia o que tinha que fazer, me ajoelhei na frente dele e fui direto chupar a pica dele. — Ehhh, calma, putinha, não tão rápido. Fiquei parada com a ponta roçando meus lábios, ele esfregou ela neles, me deu vários tapas de pica nas bochechas, colocou a outra mão na minha cabeça, acariciou meu cabelo, colocou ela roçando meus lábios, manteve assim por uns segundos e empurrou minha cabeça nela, abri a boca e ela entrou devagar até ir toda até a garganta, ele me manteve assim por uns segundos até que nosso amo começou a foder minha boca enquanto ela segurava minha cabeça com força. — Você gosta que nosso macho te foda a boca? Olha nos meus olhos se eu tô certa. Virei um pouco a cabeça e fixei meu olhar nela. — Sabia, você gosta de se sentir uma puta. Uma mão do meu amo tirou a mão dela da minha cabeça ocupando o lugar, a mão da minha ama desceu pelas minhas costas até agarrar uma das minhas nádegas, ela me deu um tapinha na bunda. — Vamos ver se a putinha já molhou a calcinha. Enfiou a mão entre minhas pernas por cima da calcinha, tocou minha buceta. — Parece que estão meio molhadas, mas não o suficiente. Começou a tocar meu clitóris por cima da calcinha por uns minutos e enfiou a mão por dentro. — Hummmm, você tá com a buceta molhada, mas quero sentir na minha mão como você goza como uma mulher. Continuou me masturbando, brincando com meu clitóris primeiro com suavidade e depois com movimentos rápidos, embora no fundo eu não sentisse nada além de um prazer suave, o fato de estar sendo fodida pela boca e masturbada como uma mulher me deixava muito excitada, sentindo uma sensação estranha entre as pernas, tipo quando dá vontade de fazer xixi ou de estar prestes a gozar, mas nem uma coisa nem outra. — Me É incrível notar como você molha sua buceta igual uma mulher, babando sem parar, entregue à pica do seu macho, bem puta e submissa. Não babava só pela buceta, pela foda de boca que tava recebendo também babava pelo líquido que meu amo soltava nela, e mais ainda quando deixou escapar a primeira gozada. Quando acabou, tava com o pescoço e a roupa encharcados de porra. — Fiquei bem satisfeito, fazia tempo que não dava uma foda de boca assim pra uma puta, não esqueceu do plug, né? — Não, amo. — Vai buscar. Eu entreguei, ele me mandou abrir as pernas e me inclinar um pouco em pé, e enfiou. — Você tá tão molhada que entrou fácil, agora já pode começar seus serviços. Comecei pelos quartos, sala, tirar o pó, varrer e passar pano, depois fui pro banheiro. Só tinha uns dois minutos lá quando meu amo entrou, me agarrou por trás e me colocou na frente do espelho, apertando minha bunda e dando um tapa forte. — Apoia na pia e não para de se olhar no espelho. Continuou amassando minha bunda e dando tapas enquanto eu me via no espelho, meus lábios se abrindo pra soltar gritinhos. Ele puxou minha calcinha pro lado, tirou o plug, mesmo que no espelho meu corpo tampasse, vi ele pegar na pica, colocar na entrada da minha buceta e ir penetrando devagar até enfiar tudo, enquanto eu me via refletida no espelho fazendo careta de dor. Começou a me foder com calma, aumentando a intensidade aos poucos, e eu cara a cara comigo mesma no espelho, me ouvindo soltar gemidinhos, meu rosto mostrando expressões de prazer. — Gosta de se ver puta, é excitante, né? — Ahhh sim, mmmm. — Diz quem você vê no espelho. — Ahhh o senhor, amo, ohhh e eu. — Podia ser uma resposta certa, mas além de mim, só vejo uma puta aproveitando uma boa foda. De novo, diz o que vê. — Mmmmm o senhor, amo, e uma puta. — Resposta certa, e você gosta. Verdade, ser uma putinha.
— Sim, meu amo.
— Isso mesmo, você é só uma puta barata, uma vadiazinha que adora ser humilhada e comida, não é verdade?
— Ahhhhh, mmmm, sim, meu amo.
Vi um sorriso no rosto dele e ele continuou me fodendo. Só se ouviam as batidas no meu cu, meus gritos e gemidos, até que ele soltou um grunhido e minha buceta sentiu o calor do leite dele. Ele deu mais duas porradas fortes, tirou rápido e colocou o plug de novo, me deu um tapa na bunda.
— Pode continuar a limpeza.
Ele saiu do banheiro. Fiquei quase um minuto apoiada ali, me olhando no espelho, recuperando o fôlego. Levantei, ajustei a calcinha sobre minha buceta molhada, toda melada dos meus fluidos misturados com o leite do meu amo. Limpei o banheiro e depois fui preparar o jantar. Fiz uma salada, filé de lombo e batata frita. Arrumei a mesa com três talheres.
— Só precisa de dois talheres pra gente. A empregada come na cozinha quando a gente terminar.
Tirei o meu e servi o jantar pra eles. Fiquei de pé na frente, vendo eles comerem. Quando acabaram, recolhi a mesa e jantei na cozinha. Depois, lavei tudo e fui pra sala, onde eles estavam vendo um filme.
— Meu amo, já terminei. Quer mais alguma coisa?
— Não, pode ir dormir.
— Obrigada, amo. Posso tomar um banho antes?
— Não, só quando acordar. E não tira o plug até tomar banho, deixa ele no toucador do banheiro. Às 9 da manhã o café tem que estar pronto. Amanhã veste o outro uniforme.
— Sim, amo.
Fui ao banheiro fazer xixi. Primeiro, abaixei a calcinha até quase o joelho e sentei no vaso. Vi a calcinha toda manchada de leite e minha buceta também. Me limpei com um papel, que ficou todo sujo. Fui pro meu quarto, vesti uma camisola e me deitei na cama. Adormeci na hora, mas um tempo depois acordei com gritos e gemidos de prazer. Eles estavam transando, e não consegui dormir até pararem, quase uma hora depois.
O despertador tocou às 7. Levantei e tomei um banho. , me vesti, preparei meu café da manhã e depois comecei a preparar o deles. Às 9, quando acordaram, já estava tudo posto na mesa. — Bom dia, vadia, boa criada já com tudo pronto. — Bom dia, amos. Eles sentaram pra tomar café, terminaram, recolheram a mesa e eu comecei a lavar a louça. Eu estava secando as mãos quando meu amo entrou na cozinha, chegou perto de mim e me deu um tapa forte na bunda. Me agarrou pela cintura e me fez inclinar pra frente, mais uma palmada no rabo, uma apalpada com a mão. Ele afastou minha calcinha e enfiou o plug no meu cu. Me virou, me fez ajoelhar, puxou a rola pra fora e esfregou na minha cara, deu umas batidas com ela e colocou na minha boca. Comecei a chupar, ele demorou muito pra gozar e não soltou muita quantidade. Guardou o pau quando terminou e foi pra sala. — Me segue. Eu segui ele, lá estava a Vanessa. Ela ficou do lado dele e eu na frente dos dois. Ele fez um gesto com a mão mandando eu me ajoelhar. — Nós vamos passar o dia todo fora. Você vai se dedicar a fazer uma limpeza pesada. Na garagem tem dois sacos com roupa suja nossa pra você lavar. Vamos chegar pra jantar, então deixa o jantar pronto umas 9. — Sim, amo. Eles foram embora e eu fiquei ocupada a manhã toda: lavar roupa, estender, limpar a casa. Depois de almoçar, sentei um pouco e umas 5 da tarde, como tava um dia quente, a roupa já tava seca. Recolhi, dobrei e comecei a fazer o jantar. Quando eles chegaram, já tava pronto. — Chegamos e viemos com muita fome. O jantar tá pronto? — Sim, amo. Servi eles, esperei comerem, recolhi, jantei eu mesma e limpei a cozinha. Saí pra sala onde eles estavam e meu amo disse que eu podia ir dormir. De noite, ouvi eles fodendo de novo. Acordei cedo, tomei banho, preparei os cafés da manhã. Eles tomaram café, meu amo colocou o plug de novo em mim. Arrumei as camas, limpei o banheiro e preparei o almoço. No meio da tarde, fomos embora de lá. Foi direto pro sex shop. A Priscila me levou pro quarto, me trocou de roupa. Uma... Blusa rosinha e saia plissada de colegial, e fui levada até meu dono, que me fez entrar na cabine e fiquei lá enfiada por pouco mais de uma hora. Quando saí, ele mandou eu ir pro quarto trocar de roupa, e aí saí pra ir pra casa, assim que entrei com minha mala na mão. — Já chegamos, segue a gente, tem uma pequena mudança. Eu segui elas e pararam na porta do quarto onde a gente tinha uma caminha, caso alguém viesse e ficasse pra dormir. Vanessa abriu a porta. — Entra, esse é seu novo quarto. A partir de hoje, você não vai mais dividir cama com a Vanessa. Ela é sua dona e você já sabe, a criada. Fiquei paralisada olhando pro quarto. Vanessa abriu uma gaveta do criado-mudo. — Aqui estão suas calcinhas, nessa aqui os sutiãs, nesse armário suas roupas e nesse canto três mudas pra levar no trabalho. Fiquei olhando pro armário, tinha vários vestidos e saias, tudo rosa. Desde aquele dia, aquele foi meu quarto. Meu dono às vezes vinha e ficava pra dormir com a Vanessa. Eu continuava indo limpar a casa dele duas vezes por semana, e esses eram os únicos dias que meu dono me comia e eu voltava pra casa como ele me lembrava que as vadias voltam pra casa com a buceta e a calcinha molhadas da porra do macho delas. Nos fins de semana, a gente ia pro apartamento onde ele só me fazia dar uns boquetes, mas o resto do tempo eles passavam juntos, fodendo à noite, e eu ali era só uma criada submissa e obediente que eles ignoravam, a não ser que fosse pra me mandar fazer alguma coisa. Aos domingos à tarde, eles me levavam pro sexshop, onde a Priscila sempre tinha uma fantasia pra mim. Ela me vestiu de colegial, de criada, de coelhinha só com um body branco e um plug com rabinho de coelhinha, etc. Já tinham se passado dois meses e fazia uma semana que eu me sentia estranha, meio deprimida, e sentia uma sensação esquisita no peito. Meus bicos doíam e eu notei que estavam um pouco maiores, qualquer roçada me dava uma sensação esquisita, uma dorzinha suave e uma certa excitação. Passamos o fim de semana no apartamento. Na segunda-feira à tarde, conversei com a Vanessa, mas ela não deu importância, embora eu continuasse preocupado. Na sexta, voltamos ao apartamento. A noite de sexta foi normal: ela me fez dar um boquete antes de preparar o jantar. Depois, dormi sozinha enquanto eles transavam. Mas no sábado, depois de fazer todas as tarefas da manhã e terminar de limpar a cozinha após o almoço: "Toma um banho e veste o que deixei no meu quarto. Não coloque os peitos. Quando estiver pronta, me avisa e me espera deitada na cama." Tomei banho, saí com uma toalha envolvendo meu corpo até o quarto deles. Em cima da cama, tinha um baby doll, uma tanga, um sutiã, meias, liga e saltos. Coloquei tudo, me maquiei. "Já tô pronta, amo." Os dois vieram para o quarto. Vanessa sentou na cadeira em frente à penteadeira, e ele na borda da cama. Começou acariciando minha cabeça, rosto, pescoço, descendo até a barriga, subindo até o peito. Tocou por cima do sutiã. "A Vanessa me disse que você sente uma sensação estranha no peito. Vamos ver." Enfiou a mão por baixo do sutiã e, ao tocar e apertar um mamilo, senti uma mistura de dor e uma espécie de excitação. Foi para o outro, e aconteceu a mesma coisa. Levantou meu sutiã. "Você tem uns mamilos bonitos, iguais aos de uma mulher. Os hormônios fizeram efeito." Ao ouvir isso, fiquei em choque. Agora entendia por que estava me sentindo assim. Quis protestar, mas não consegui dizer nada. Ele continuava tocando, enquanto abaixava a cabeça e começou a chupar um. Meu corpo estremeceu ao sentir um prazer que nunca tinha sentido antes, e soltei um gemido baixinho, seguido de outros. Chupou os dois e, sem esperar, mordeu um. Senti uma mistura de dor e prazer. "Não, não, não, não... mmmm, ahhh, nãooo." Sem perceber, minhas pernas se abriram. "Não diga que não está morrendo de vontade de eu continuar. Agora você está sentindo o prazer que uma mulher sente quando chupam os peitos dela. A prova. É que você abriu as pernas, sua puta. Aquela sensação eu nunca tinha sentido, era um prazer diferente e muito gostoso. Ele continuou chupando e mordendo enquanto levava uma mão entre minhas pernas e tocava minha buceta por cima da calcinha. — Hummm, a puta já molhou a calcinha. Enfiou a mão por dentro, esfregando meu clitóris. — Vanessa, o lubrificante que essa puta tá ansiosa pra eu comer. Tirou a mão por um momento, passou um pouco na mão, enfiou entre minhas pernas e meteu um dedo de uma vez, enfiando e tirando várias vezes. Vanessa, enquanto o masturbava, se colocou entre minhas pernas. — Olha nos meus olhos enquanto eu meto e te como. Enfiou de uma vez e começou a me foder. — Isso, assim grita, geme, adoro a cara de prazer e de puta que você faz. Diz que você gosta de ser uma puta. — Eu gosto. — Do que você gosta? — Ser uma puta. — Porque é isso que você é. As bolas dele batiam na minha bunda, ele estava me fodendo com movimentos rápidos e fortes. Diminuiu a velocidade e começou a meter com força, mas devagar. Umas cinco metidas depois, senti o gozo dele inundar minha buceta. Ele deu mais duas, tirou e na hora colocou o plug, arrumando direitinho minha calcinha. — Agora que você já foi bem comida, é hora de começar a preparar o jantar. Não precisa se vestir, tá muito calor e é bom você se acostumar a andar de calcinha pela casa. Fui pra cozinha, eles ficaram no quarto e daqui a pouco ouvi eles fodendo. O jantar já estava quase pronto quando Vanessa entrou na cozinha pra beber água, só de fio dental. — Com esse calor, é bom demais andar de calcinha pela casa, né, Pili? — Sim, ama. Depois do jantar e de limpar a cozinha, me mandaram pra cama. Eles ficaram vendo TV e quando foram se deitar, ouvi eles fodendo de novo. No domingo, fui de novo pro sexshop, onde a Priscila dessa vez não me vestiu de rosa, mas com uma minissaia vermelha e um top, com lingerie de renda da mesma cor e os saltos. Fiquei um pouco mais de uma hora na cabine. Depois de me trocar e voltar pra casa, continuando com a rotina semanal, na quarta à tarde eu tava enrolada com os serviços de casa e a Vanessa sentada no sofá lendo, enquanto eu passava o aspirador. — Vem, Pili, senta aqui do meu lado que preciso te falar uma coisa. — Aconteceu algo? — A gente arrumou um emprego mais adequado pra sua nova condição de mulher. Amanhã você vai falar pro seu chefe que tá pedindo as contas. — Não quero um emprego de mulher, eu gosto do meu trabalho. — Olha, você não tá em posição de recusar. Pra você saber, não foi de surpresa. Um dia você deixou o computador aberto e eu vi seus vídeos se vestindo de mulher no apartamento e os vídeos de feminização que você via, e as datas batiam com os dias que eu dizia que saía com minhas amigas, mas era pra sair com o Ricardo. Eu expliquei tudo pra ele e a gente planejou isso tudo. Como você já sabe, ele é um homem dominante e já teve um par de mulheres submissas e alguma sissy como você. Mas comigo é diferente, não sou submissa dele. Tive que fingir ser, chupar pica no gloryhole com você pra te guiar. Foi mais fácil do que eu pensava. Assim que você largar o emprego, a gente vai largar esse apartamento. Eu vou morar com ele e você vai morar com sua chefe. — Não vou fazer isso. Chega, foda-se, vou pegar minhas coisas e vazar. — E pra onde você vai? Que coisas você vai pegar? Você não tem nada de bom, só uma gaveta cheia de calcinhas rosa e um armário com saias e vestidos. Ela tava certa. Minhas roupas de homem tinham sido jogadas fora. Só tinha roupa de mulher. — Eu me viro, então tô indo. — Não vai fazer isso, porque você não tem pra onde ir. E se fizer, o Ricardo vai atrás de você e vai te entregar pra um amigo dele, um cafetão, e vai te botar pra fazer a rua longe daqui. — Você não pode fazer isso comigo. — Claro que posso. Sabe como eu me senti quando te descobri? Me senti humilhada. Aí entendi tudo. Por que a falta de sexo comigo, apesar da sua pica minúscula, eu até me divertia. Essa falta de sexo me levou a ter um caso com o Ricardo, e depois outro, e acabei... Tava me apaixonando e, de repente, descubro que meu marido gosta de se vestir de mulher e fantasiar em ser uma putinha submissa. Então, sua fantasia se tornou realidade. Agora me diz que você não curte fazer as tarefas de casa como mulher e ser tratada como uma puta. Responde.
- Sim, eu gosto.
- Pois então, já disse tudo. Essa vai ser sua vida a partir de agora. E agora, continua com os serviços.
Submissamente, continuei com as tarefas. No dia seguinte, recebi uma mensagem do meu amo perguntando se já tinha falado com meu chefe. Embora ainda não tivesse feito isso, disse que sim. Contei a ele na hora de voltar pra central pra deixar a van. Ele pediu uns dias pra encontrar alguém pra cobrir meu posto e, uma semana depois, pedi demissão. Naquele fim de semana, a Vanessa se mudou pra casa do Ricardo. Dormi sozinha no domingo à noite, com as malas prontas pra que meu amo me levasse pro meu novo trabalho na segunda de manhã.
— Sim, meu amo.
— Isso mesmo, você é só uma puta barata, uma vadiazinha que adora ser humilhada e comida, não é verdade?
— Ahhhhh, mmmm, sim, meu amo.
Vi um sorriso no rosto dele e ele continuou me fodendo. Só se ouviam as batidas no meu cu, meus gritos e gemidos, até que ele soltou um grunhido e minha buceta sentiu o calor do leite dele. Ele deu mais duas porradas fortes, tirou rápido e colocou o plug de novo, me deu um tapa na bunda.
— Pode continuar a limpeza.
Ele saiu do banheiro. Fiquei quase um minuto apoiada ali, me olhando no espelho, recuperando o fôlego. Levantei, ajustei a calcinha sobre minha buceta molhada, toda melada dos meus fluidos misturados com o leite do meu amo. Limpei o banheiro e depois fui preparar o jantar. Fiz uma salada, filé de lombo e batata frita. Arrumei a mesa com três talheres.
— Só precisa de dois talheres pra gente. A empregada come na cozinha quando a gente terminar.
Tirei o meu e servi o jantar pra eles. Fiquei de pé na frente, vendo eles comerem. Quando acabaram, recolhi a mesa e jantei na cozinha. Depois, lavei tudo e fui pra sala, onde eles estavam vendo um filme.
— Meu amo, já terminei. Quer mais alguma coisa?
— Não, pode ir dormir.
— Obrigada, amo. Posso tomar um banho antes?
— Não, só quando acordar. E não tira o plug até tomar banho, deixa ele no toucador do banheiro. Às 9 da manhã o café tem que estar pronto. Amanhã veste o outro uniforme.
— Sim, amo.
Fui ao banheiro fazer xixi. Primeiro, abaixei a calcinha até quase o joelho e sentei no vaso. Vi a calcinha toda manchada de leite e minha buceta também. Me limpei com um papel, que ficou todo sujo. Fui pro meu quarto, vesti uma camisola e me deitei na cama. Adormeci na hora, mas um tempo depois acordei com gritos e gemidos de prazer. Eles estavam transando, e não consegui dormir até pararem, quase uma hora depois.
O despertador tocou às 7. Levantei e tomei um banho. , me vesti, preparei meu café da manhã e depois comecei a preparar o deles. Às 9, quando acordaram, já estava tudo posto na mesa. — Bom dia, vadia, boa criada já com tudo pronto. — Bom dia, amos. Eles sentaram pra tomar café, terminaram, recolheram a mesa e eu comecei a lavar a louça. Eu estava secando as mãos quando meu amo entrou na cozinha, chegou perto de mim e me deu um tapa forte na bunda. Me agarrou pela cintura e me fez inclinar pra frente, mais uma palmada no rabo, uma apalpada com a mão. Ele afastou minha calcinha e enfiou o plug no meu cu. Me virou, me fez ajoelhar, puxou a rola pra fora e esfregou na minha cara, deu umas batidas com ela e colocou na minha boca. Comecei a chupar, ele demorou muito pra gozar e não soltou muita quantidade. Guardou o pau quando terminou e foi pra sala. — Me segue. Eu segui ele, lá estava a Vanessa. Ela ficou do lado dele e eu na frente dos dois. Ele fez um gesto com a mão mandando eu me ajoelhar. — Nós vamos passar o dia todo fora. Você vai se dedicar a fazer uma limpeza pesada. Na garagem tem dois sacos com roupa suja nossa pra você lavar. Vamos chegar pra jantar, então deixa o jantar pronto umas 9. — Sim, amo. Eles foram embora e eu fiquei ocupada a manhã toda: lavar roupa, estender, limpar a casa. Depois de almoçar, sentei um pouco e umas 5 da tarde, como tava um dia quente, a roupa já tava seca. Recolhi, dobrei e comecei a fazer o jantar. Quando eles chegaram, já tava pronto. — Chegamos e viemos com muita fome. O jantar tá pronto? — Sim, amo. Servi eles, esperei comerem, recolhi, jantei eu mesma e limpei a cozinha. Saí pra sala onde eles estavam e meu amo disse que eu podia ir dormir. De noite, ouvi eles fodendo de novo. Acordei cedo, tomei banho, preparei os cafés da manhã. Eles tomaram café, meu amo colocou o plug de novo em mim. Arrumei as camas, limpei o banheiro e preparei o almoço. No meio da tarde, fomos embora de lá. Foi direto pro sex shop. A Priscila me levou pro quarto, me trocou de roupa. Uma... Blusa rosinha e saia plissada de colegial, e fui levada até meu dono, que me fez entrar na cabine e fiquei lá enfiada por pouco mais de uma hora. Quando saí, ele mandou eu ir pro quarto trocar de roupa, e aí saí pra ir pra casa, assim que entrei com minha mala na mão. — Já chegamos, segue a gente, tem uma pequena mudança. Eu segui elas e pararam na porta do quarto onde a gente tinha uma caminha, caso alguém viesse e ficasse pra dormir. Vanessa abriu a porta. — Entra, esse é seu novo quarto. A partir de hoje, você não vai mais dividir cama com a Vanessa. Ela é sua dona e você já sabe, a criada. Fiquei paralisada olhando pro quarto. Vanessa abriu uma gaveta do criado-mudo. — Aqui estão suas calcinhas, nessa aqui os sutiãs, nesse armário suas roupas e nesse canto três mudas pra levar no trabalho. Fiquei olhando pro armário, tinha vários vestidos e saias, tudo rosa. Desde aquele dia, aquele foi meu quarto. Meu dono às vezes vinha e ficava pra dormir com a Vanessa. Eu continuava indo limpar a casa dele duas vezes por semana, e esses eram os únicos dias que meu dono me comia e eu voltava pra casa como ele me lembrava que as vadias voltam pra casa com a buceta e a calcinha molhadas da porra do macho delas. Nos fins de semana, a gente ia pro apartamento onde ele só me fazia dar uns boquetes, mas o resto do tempo eles passavam juntos, fodendo à noite, e eu ali era só uma criada submissa e obediente que eles ignoravam, a não ser que fosse pra me mandar fazer alguma coisa. Aos domingos à tarde, eles me levavam pro sexshop, onde a Priscila sempre tinha uma fantasia pra mim. Ela me vestiu de colegial, de criada, de coelhinha só com um body branco e um plug com rabinho de coelhinha, etc. Já tinham se passado dois meses e fazia uma semana que eu me sentia estranha, meio deprimida, e sentia uma sensação esquisita no peito. Meus bicos doíam e eu notei que estavam um pouco maiores, qualquer roçada me dava uma sensação esquisita, uma dorzinha suave e uma certa excitação. Passamos o fim de semana no apartamento. Na segunda-feira à tarde, conversei com a Vanessa, mas ela não deu importância, embora eu continuasse preocupado. Na sexta, voltamos ao apartamento. A noite de sexta foi normal: ela me fez dar um boquete antes de preparar o jantar. Depois, dormi sozinha enquanto eles transavam. Mas no sábado, depois de fazer todas as tarefas da manhã e terminar de limpar a cozinha após o almoço: "Toma um banho e veste o que deixei no meu quarto. Não coloque os peitos. Quando estiver pronta, me avisa e me espera deitada na cama." Tomei banho, saí com uma toalha envolvendo meu corpo até o quarto deles. Em cima da cama, tinha um baby doll, uma tanga, um sutiã, meias, liga e saltos. Coloquei tudo, me maquiei. "Já tô pronta, amo." Os dois vieram para o quarto. Vanessa sentou na cadeira em frente à penteadeira, e ele na borda da cama. Começou acariciando minha cabeça, rosto, pescoço, descendo até a barriga, subindo até o peito. Tocou por cima do sutiã. "A Vanessa me disse que você sente uma sensação estranha no peito. Vamos ver." Enfiou a mão por baixo do sutiã e, ao tocar e apertar um mamilo, senti uma mistura de dor e uma espécie de excitação. Foi para o outro, e aconteceu a mesma coisa. Levantou meu sutiã. "Você tem uns mamilos bonitos, iguais aos de uma mulher. Os hormônios fizeram efeito." Ao ouvir isso, fiquei em choque. Agora entendia por que estava me sentindo assim. Quis protestar, mas não consegui dizer nada. Ele continuava tocando, enquanto abaixava a cabeça e começou a chupar um. Meu corpo estremeceu ao sentir um prazer que nunca tinha sentido antes, e soltei um gemido baixinho, seguido de outros. Chupou os dois e, sem esperar, mordeu um. Senti uma mistura de dor e prazer. "Não, não, não, não... mmmm, ahhh, nãooo." Sem perceber, minhas pernas se abriram. "Não diga que não está morrendo de vontade de eu continuar. Agora você está sentindo o prazer que uma mulher sente quando chupam os peitos dela. A prova. É que você abriu as pernas, sua puta. Aquela sensação eu nunca tinha sentido, era um prazer diferente e muito gostoso. Ele continuou chupando e mordendo enquanto levava uma mão entre minhas pernas e tocava minha buceta por cima da calcinha. — Hummm, a puta já molhou a calcinha. Enfiou a mão por dentro, esfregando meu clitóris. — Vanessa, o lubrificante que essa puta tá ansiosa pra eu comer. Tirou a mão por um momento, passou um pouco na mão, enfiou entre minhas pernas e meteu um dedo de uma vez, enfiando e tirando várias vezes. Vanessa, enquanto o masturbava, se colocou entre minhas pernas. — Olha nos meus olhos enquanto eu meto e te como. Enfiou de uma vez e começou a me foder. — Isso, assim grita, geme, adoro a cara de prazer e de puta que você faz. Diz que você gosta de ser uma puta. — Eu gosto. — Do que você gosta? — Ser uma puta. — Porque é isso que você é. As bolas dele batiam na minha bunda, ele estava me fodendo com movimentos rápidos e fortes. Diminuiu a velocidade e começou a meter com força, mas devagar. Umas cinco metidas depois, senti o gozo dele inundar minha buceta. Ele deu mais duas, tirou e na hora colocou o plug, arrumando direitinho minha calcinha. — Agora que você já foi bem comida, é hora de começar a preparar o jantar. Não precisa se vestir, tá muito calor e é bom você se acostumar a andar de calcinha pela casa. Fui pra cozinha, eles ficaram no quarto e daqui a pouco ouvi eles fodendo. O jantar já estava quase pronto quando Vanessa entrou na cozinha pra beber água, só de fio dental. — Com esse calor, é bom demais andar de calcinha pela casa, né, Pili? — Sim, ama. Depois do jantar e de limpar a cozinha, me mandaram pra cama. Eles ficaram vendo TV e quando foram se deitar, ouvi eles fodendo de novo. No domingo, fui de novo pro sexshop, onde a Priscila dessa vez não me vestiu de rosa, mas com uma minissaia vermelha e um top, com lingerie de renda da mesma cor e os saltos. Fiquei um pouco mais de uma hora na cabine. Depois de me trocar e voltar pra casa, continuando com a rotina semanal, na quarta à tarde eu tava enrolada com os serviços de casa e a Vanessa sentada no sofá lendo, enquanto eu passava o aspirador. — Vem, Pili, senta aqui do meu lado que preciso te falar uma coisa. — Aconteceu algo? — A gente arrumou um emprego mais adequado pra sua nova condição de mulher. Amanhã você vai falar pro seu chefe que tá pedindo as contas. — Não quero um emprego de mulher, eu gosto do meu trabalho. — Olha, você não tá em posição de recusar. Pra você saber, não foi de surpresa. Um dia você deixou o computador aberto e eu vi seus vídeos se vestindo de mulher no apartamento e os vídeos de feminização que você via, e as datas batiam com os dias que eu dizia que saía com minhas amigas, mas era pra sair com o Ricardo. Eu expliquei tudo pra ele e a gente planejou isso tudo. Como você já sabe, ele é um homem dominante e já teve um par de mulheres submissas e alguma sissy como você. Mas comigo é diferente, não sou submissa dele. Tive que fingir ser, chupar pica no gloryhole com você pra te guiar. Foi mais fácil do que eu pensava. Assim que você largar o emprego, a gente vai largar esse apartamento. Eu vou morar com ele e você vai morar com sua chefe. — Não vou fazer isso. Chega, foda-se, vou pegar minhas coisas e vazar. — E pra onde você vai? Que coisas você vai pegar? Você não tem nada de bom, só uma gaveta cheia de calcinhas rosa e um armário com saias e vestidos. Ela tava certa. Minhas roupas de homem tinham sido jogadas fora. Só tinha roupa de mulher. — Eu me viro, então tô indo. — Não vai fazer isso, porque você não tem pra onde ir. E se fizer, o Ricardo vai atrás de você e vai te entregar pra um amigo dele, um cafetão, e vai te botar pra fazer a rua longe daqui. — Você não pode fazer isso comigo. — Claro que posso. Sabe como eu me senti quando te descobri? Me senti humilhada. Aí entendi tudo. Por que a falta de sexo comigo, apesar da sua pica minúscula, eu até me divertia. Essa falta de sexo me levou a ter um caso com o Ricardo, e depois outro, e acabei... Tava me apaixonando e, de repente, descubro que meu marido gosta de se vestir de mulher e fantasiar em ser uma putinha submissa. Então, sua fantasia se tornou realidade. Agora me diz que você não curte fazer as tarefas de casa como mulher e ser tratada como uma puta. Responde.
- Sim, eu gosto.
- Pois então, já disse tudo. Essa vai ser sua vida a partir de agora. E agora, continua com os serviços.
Submissamente, continuei com as tarefas. No dia seguinte, recebi uma mensagem do meu amo perguntando se já tinha falado com meu chefe. Embora ainda não tivesse feito isso, disse que sim. Contei a ele na hora de voltar pra central pra deixar a van. Ele pediu uns dias pra encontrar alguém pra cobrir meu posto e, uma semana depois, pedi demissão. Naquele fim de semana, a Vanessa se mudou pra casa do Ricardo. Dormi sozinha no domingo à noite, com as malas prontas pra que meu amo me levasse pro meu novo trabalho na segunda de manhã.
1 comentários - Fomos pegos de surpresa, tudo foi uma armadilha