Eram aproximadamente meio-dia e Momo acordou antes que Izuku, que a abraçava. Ela saiu com cuidado dos braços do seu mestre e foi se vestir, mas lembrou que tinha que ficar nua. Só que estava com muita fome, pois devido a todo o exercício que fez com Izuku, tinha ficado faminta.
Momo estava cozinhando, já fazia uns 15 minutos que estava na cozinha quando sentiu uma pontada na bunda. Ela se virou e viu Izuku ali de pé. Ela se segurou na bancada, porque as pernas dela estavam tremendo.
I: O que você tá fazendo, gostosa? — disse ele, se aproximando, e começou a chupar o lóbulo da orelha dela enquanto com uma mão amassava o peito dela e com a outra tocava a buceta dela.
Momo estava muito sensível, e só de sentir o toque do Izuku ela gozou. Izuku disse pra ela:
I: Quem te deu permissão pra gozar?
M: Me desculpa, meu senhor, não era minha intenção. Me castiga por ser uma puta inútil.
I: E eu vou te castigar, mas você não é uma puta inútil. Você é uma puta, sim, mas é a minha puta. Minha e só minha, tá me ouvindo?
Izuku agarrou o cabelo da Momo e começou a beijá-la.
Izuku separou as nádegas da Momo e de uma vez só soltou toda a pica nela. A Momo deu um grito e falou: "Aaaaa sim, amor, me dá mais, seu inútil, faz eu não conseguir andar amanhã". Isso esquentou o Izuku, que começou a dar tapas na bunda dela e a foder com muita força. A Momo sentia o Izuku comendo ela, enquanto ele segurava uma das tetas dela com uma mão e apertava como se quisesse que saísse leite, e com a outra enfiava 2 dedos no cu dela, que mesmo já tendo sido comido duas vezes, continuava fechado e muito, muito apertado.
Izuku carregou Momo, pagou o fogão, levou ela até uma mesinha próxima e começou a foder ela. Ela só gemia e arranhava as costas do Izuku.
Izuku: hoje vou te tratar como minha putinha, não espera piedade de mim.
Momo: tá bom, meu dono.
Ela tinha entrado no modo escrava sexual.
Izuku comeu a Momo por três horas.
Depois, os dois fizeram a comida juntos e comeram. A Momo mal conseguia andar, porque as pernas dela tremiam demais.
Izuku levou Momo ao banheiro e começou a foder ela ali mesmo, debaixo do chuveiro. Isso excitava Momo, pois era uma das fantasias dela que ela esperava que Izuku realizasse. Depois do banho bem quente que tiveram, Izuku disse a Momo como se vestir, já que ele tinha trocado todas as roupas dela por peças menores que as dela, e os peitos dela não cabiam.
Na cama dela, Momo parecia que não sabia o que fazer, então ela faria tudo o que Izuku pedisse. Assim passaram o fim de semana inteiro transando e realizando as fantasias um do outro. Nem preciso dizer que Momo andava de um jeito bem peculiar, mancando, e o único jeito de ficar sentada sem sentir dor no cu era montando na pica do seu dono, que nesses dois dias a tinha tratado como uma putinha.
Momo estava chupando a pica do Izuku na sala de estar, até que ele se entediou e subiu pro quarto. Momo foi de quatro atrás dele enquanto Izuku puxava uma coleira que tinha colocado nela.




Izuku fez a Momo ficar de quatro e começou a meter nela com uma brutalidade de dar gosto, chamando ela de puta, falando "que forte, caralho". A Momo só gritava de prazer enquanto era recheada que nem um peru de Natal.
Izuku carregou a Momo na posição full nelson, que junto com a de quatro eram as posições favoritas dele. E começou a meter na buceta da Momo por trás. Ela já era inútil para qualquer homem que não fosse o Izuku. Ela não ligava se era a única ou se tinham outras, só queria estar com o seu dono.
Depois de duas horas no cu da Momo, o Izuku disse pra ela limpar o pau dele, e ela fez isso, chupou por 15 minutos até o Izuku gozar, e ela não deixou cair nem uma gota.
Depois, Izuku fez a Momo vestir uma camisola e continuou comendo ela com força. A camisola caiu e ele descobriu os peitos da Momo.
Ele sentiu que a camisola atrapalhava muito e rasgou ela. "Se você ia tirar assim, por que me obrigou a usar?" Izuku estava em transe e começou a dar palmadas na bunda da Momo, que disse: "Ninguém pediu sua opinião, putinha.
As palmadas vinham uma após a outra, cada vez mais fortes, enquanto Izuku aumentava a velocidade. M: "amo, tá doendo, por favor, chega!" Ela dizia isso enquanto chorava de dor. Izuku não a escutava e continuava. Momo já estava chorando enquanto dizia: "Izu-kun, para, amo, por favor, chega! Não me castiga mais, por favor!" Já fazia uma hora desde que Izuku castigou Momo, e ela só chorava pela dor na bunda. Izuku saiu do transe e viu o que tinha feito. Ele recuou, e Momo sentiu, correndo rapidamente para um canto da cama e se encolhendo toda.

Momo, vem cá", disse Izuku. "Prometo que não vou te machucar mais." Momo dizia que não enquanto sentia a dor nas nádegas, no ânus e na buceta. Izuku não esperou mais, se jogou na cama, agarrou o pé de Momo, virou ela, deu uma última palmada e disse: "I: O que eu te mandar fazer é lei pra você, entendeu?" E depois deu outra palmada. Momo chorava, porque doía muito. "ENTENDEU?" "Sim, senhor, sim, entendi." Izuku jogou Momo na cama, depois se posicionou por cima dela e começou a comer ela pelo cu. Momo gritava e chorava, mas Izuku não ligou nem um pouco, ele fodia ela sem piedade.
A luz de um novo dia começou a aparecer pela janela, hoje era segunda-feira e Momo e Izuku estavam transando, bom, Izuku sim, Momo só gritava e gemia, e também havia marcas de lágrimas nos olhos dela. Izuku voltou a si e viu a atrocidade que tinha feito, praticamente estuprou a Momo. Ele a abraçou e pediu perdão. Momo não pensou duas vezes e disse que sim, que perdoava ele, e que ele a perdoasse por ser tão fraca.


Momo não tomava uma pílula anticoncepcional há 2 dias e, com o esperma do Izuku dentro dela, era quase impossível não engravidar.
Momo estava cozinhando, já fazia uns 15 minutos que estava na cozinha quando sentiu uma pontada na bunda. Ela se virou e viu Izuku ali de pé. Ela se segurou na bancada, porque as pernas dela estavam tremendo.I: O que você tá fazendo, gostosa? — disse ele, se aproximando, e começou a chupar o lóbulo da orelha dela enquanto com uma mão amassava o peito dela e com a outra tocava a buceta dela.
Momo estava muito sensível, e só de sentir o toque do Izuku ela gozou. Izuku disse pra ela:
I: Quem te deu permissão pra gozar?
M: Me desculpa, meu senhor, não era minha intenção. Me castiga por ser uma puta inútil.
I: E eu vou te castigar, mas você não é uma puta inútil. Você é uma puta, sim, mas é a minha puta. Minha e só minha, tá me ouvindo?
Izuku agarrou o cabelo da Momo e começou a beijá-la.
Izuku separou as nádegas da Momo e de uma vez só soltou toda a pica nela. A Momo deu um grito e falou: "Aaaaa sim, amor, me dá mais, seu inútil, faz eu não conseguir andar amanhã". Isso esquentou o Izuku, que começou a dar tapas na bunda dela e a foder com muita força. A Momo sentia o Izuku comendo ela, enquanto ele segurava uma das tetas dela com uma mão e apertava como se quisesse que saísse leite, e com a outra enfiava 2 dedos no cu dela, que mesmo já tendo sido comido duas vezes, continuava fechado e muito, muito apertado.
Izuku carregou Momo, pagou o fogão, levou ela até uma mesinha próxima e começou a foder ela. Ela só gemia e arranhava as costas do Izuku. Izuku: hoje vou te tratar como minha putinha, não espera piedade de mim.
Momo: tá bom, meu dono.
Ela tinha entrado no modo escrava sexual.
Izuku comeu a Momo por três horas.
Depois, os dois fizeram a comida juntos e comeram. A Momo mal conseguia andar, porque as pernas dela tremiam demais.
Izuku levou Momo ao banheiro e começou a foder ela ali mesmo, debaixo do chuveiro. Isso excitava Momo, pois era uma das fantasias dela que ela esperava que Izuku realizasse. Depois do banho bem quente que tiveram, Izuku disse a Momo como se vestir, já que ele tinha trocado todas as roupas dela por peças menores que as dela, e os peitos dela não cabiam.
Na cama dela, Momo parecia que não sabia o que fazer, então ela faria tudo o que Izuku pedisse. Assim passaram o fim de semana inteiro transando e realizando as fantasias um do outro. Nem preciso dizer que Momo andava de um jeito bem peculiar, mancando, e o único jeito de ficar sentada sem sentir dor no cu era montando na pica do seu dono, que nesses dois dias a tinha tratado como uma putinha.
Momo estava chupando a pica do Izuku na sala de estar, até que ele se entediou e subiu pro quarto. Momo foi de quatro atrás dele enquanto Izuku puxava uma coleira que tinha colocado nela.




Izuku fez a Momo ficar de quatro e começou a meter nela com uma brutalidade de dar gosto, chamando ela de puta, falando "que forte, caralho". A Momo só gritava de prazer enquanto era recheada que nem um peru de Natal.
Izuku carregou a Momo na posição full nelson, que junto com a de quatro eram as posições favoritas dele. E começou a meter na buceta da Momo por trás. Ela já era inútil para qualquer homem que não fosse o Izuku. Ela não ligava se era a única ou se tinham outras, só queria estar com o seu dono.
Depois de duas horas no cu da Momo, o Izuku disse pra ela limpar o pau dele, e ela fez isso, chupou por 15 minutos até o Izuku gozar, e ela não deixou cair nem uma gota.
Depois, Izuku fez a Momo vestir uma camisola e continuou comendo ela com força. A camisola caiu e ele descobriu os peitos da Momo.
Ele sentiu que a camisola atrapalhava muito e rasgou ela. "Se você ia tirar assim, por que me obrigou a usar?" Izuku estava em transe e começou a dar palmadas na bunda da Momo, que disse: "Ninguém pediu sua opinião, putinha.
As palmadas vinham uma após a outra, cada vez mais fortes, enquanto Izuku aumentava a velocidade. M: "amo, tá doendo, por favor, chega!" Ela dizia isso enquanto chorava de dor. Izuku não a escutava e continuava. Momo já estava chorando enquanto dizia: "Izu-kun, para, amo, por favor, chega! Não me castiga mais, por favor!" Já fazia uma hora desde que Izuku castigou Momo, e ela só chorava pela dor na bunda. Izuku saiu do transe e viu o que tinha feito. Ele recuou, e Momo sentiu, correndo rapidamente para um canto da cama e se encolhendo toda.

Momo, vem cá", disse Izuku. "Prometo que não vou te machucar mais." Momo dizia que não enquanto sentia a dor nas nádegas, no ânus e na buceta. Izuku não esperou mais, se jogou na cama, agarrou o pé de Momo, virou ela, deu uma última palmada e disse: "I: O que eu te mandar fazer é lei pra você, entendeu?" E depois deu outra palmada. Momo chorava, porque doía muito. "ENTENDEU?" "Sim, senhor, sim, entendi." Izuku jogou Momo na cama, depois se posicionou por cima dela e começou a comer ela pelo cu. Momo gritava e chorava, mas Izuku não ligou nem um pouco, ele fodia ela sem piedade.
A luz de um novo dia começou a aparecer pela janela, hoje era segunda-feira e Momo e Izuku estavam transando, bom, Izuku sim, Momo só gritava e gemia, e também havia marcas de lágrimas nos olhos dela. Izuku voltou a si e viu a atrocidade que tinha feito, praticamente estuprou a Momo. Ele a abraçou e pediu perdão. Momo não pensou duas vezes e disse que sim, que perdoava ele, e que ele a perdoasse por ser tão fraca.


Momo não tomava uma pílula anticoncepcional há 2 dias e, com o esperma do Izuku dentro dela, era quase impossível não engravidar.
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