Camila empurrou o carrinho de limpeza pelo corredor acarpetado do quinto andar. O uniforme justo, embora modesto, nĂŁo conseguia esconder suas curvas latinas, aquela raba que parecia desafiar as leis da fĂsica a cada passo. O cabelo preso num coque apressado deixava escapar mechas rebeldes que emolduravam seu rosto cheio de vida.
Naquele dia, era a vez do apartamento 504. Sabia que o novo inquilino tinha chegado naquela semana: um engenheiro que veio fazer o pĂłs-graduação em engenharia estrutural. Chamava-se MartĂn. Alto, magro mas firme, sempre com um olhar sĂ©rio e um sotaque que fazia o sangue de Camila ferver.
Ela bateu na porta.
— Serviço de limpeza...
MartĂn abriu. Camiseta branca colada no peito, uma calça de pijama folgada e o cabelo ainda molhado.
— Ah... sim, entra. — disse ele, meio surpreso.
Camila entrou com o carrinho, mas o olhar escorregou sem vergonha pelo peitoral marcado do engenheiro. Ele percebeu na hora.
Enquanto passava o pano, ela se abaixou na frente do sofá, fazendo questĂŁo de virar de costas. Sabia o que estava mostrando: a saia subindo, deixando Ă mostra as nádegas e a calcinha fio dental. Aquele movimento lento de quadril, o rebolado natural de quem sabe que está sendo observada. MartĂn parou de olhar o notebook.
— Você sempre limpa tão... a fundo? — perguntou com um sorriso.
Camila se virou devagar, mordendo o lábio.
— Só quando tem algo que vale a pena.
Ele se levantou. Chegou perto sem dizer nada, parando a centĂmetros dela.
— E eu valho a pena? — sussurrou.
Camila ergueu o olhar, desafiadora.
— Quer descobrir?
EntĂŁo MartĂn a pegou pela cintura e a empurrou com força contra a parede. Camila soltou um gemido, entre excitada e surpresa, enquanto ele afundava os lábios no pescoço dela. Ela arqueou o corpo, a bunda apertando contra a calça dele.
As mĂŁos dele abriram a camisa do uniforme. Ela nĂŁo usava sutiĂŁ. Os peitos, com os bicos duros, se ofereceram como uma provocação descarada. MartĂn chupou eles com fome enquanto ela metia a mĂŁo por dentro da calça, sentindo a dureza crescente do pau dele. —Mmm... vocĂŞ tá mais que pronto, engenheiro. —sussurrou no ouvido dele, toda excitada. Camila se ajoelhou no tapete. Abaixou a calça e liberou o pau dele. Envolveu ele com a boca quente, fundo, molhado. MartĂn apoiou a mĂŁo na cabeça dela, guiando, vendo ela olhar pra ele de baixo com aqueles olhos safados. Quando nĂŁo aguentou mais, levantou ela e apoiou na mesa da sala. Levantou a saia dela, abaixou a calcinha fio dental e acariciou a bunda dela com as duas mĂŁos. —VocĂŞ tem a melhor raba que eu já vi na vida... —disse ele, e sem mais, pegou o pau e meteu de uma vez, com uma estocada brutal na buceta dela, que fez ela gemer de prazer.
—Isso, papai, assim, não para! —gritou Camila, se segurando na beirada da mesa. Ele metia com força, com ritmo, enquanto o eco dos gemidos e das batidas enchiam o apartamento. Ele puxava ela pelo cabelo, dava tapas na bunda dela, falava umas putarias baixinho, e Camila curtia tudo. Ela provocava ele, depois montou nele no sofá, com a buceta pulando no pau dele, ordenhando ele com o corpo quente. Ele gozou dentro dela..
Terminaram suados, pelados, abraçados no chĂŁo. Camila acariciava o peito dele com um sorriso safado. —Quer que eu venha limpar aqui todo dia? —brincou. MartĂn riu, beijando o ombro dela. —Foda-se as chaves.
Passaram trĂŞs dias desde aquela foda selvagem no apartamento 504. Camila nĂŁo voltou a limpar outros andares. Daquele dia em diante, sĂł limpava o MartĂn… e deixava ele bem brilhando.
Naquela tarde, entrou sem bater. MartĂn já tinha dado as chaves pra ela. Vestia um vestido justo, curto, sem calcinha. O tipo de roupa que fala por si sĂł.
— Veio limpar ou sujar a cama? — disse MartĂn do sofá, sem tirar os olhos dela.
— Hoje vim só pra tirar seu estresse — respondeu Camila, se jogando em cima dele.
Beijou ele na boca, no pescoço, desceu pelo peito, e com mãos experientes desabotoou a calça dele. O pau já tava duro, como se o corpo dele lembrasse do gosto dela. Camila pegou ele nas mãos com um sorriso voraz.
— NĂŁo sei do que gosto mais… de sentir na boca ou na minha buceta — disse com voz safada, antes de devorar ele devagar, brincando com a lĂngua, com os lábios, chupando gostoso, olhando fixo nos olhos dele.
MartĂn gemeu, enroscou os dedos no cabelo dela.
— Você é uma puta perfeita… — sussurrou.
— E sou sua… O que você vai fazer comigo hoje, engenheiro?
Ele levantou ela no colo como se nĂŁo pesasse nada e levou ela contra a janela. Camila se segurou na moldura enquanto ele levantava o vestido dela e abria com os dedos molhados, sentindo ela toda encharcada.
— Tão molhada assim por mim?
— Por você… e pelo que quero que você me faça — ela gemeu.
Ele a penetrou de pĂ©, pau duro na buceta dela, forte, sem avisar. Camila abafou um grito, o prazer sacudiu ela toda. Cada estocada ecoava no vidro. Estavam no quinto andar, de frente pra outros prĂ©dios. Camila gemia alto, sem vergonha. —Que me vejam... que vejam como vocĂŞ me come, MartĂn...!! Mudou a posição. Colocou ela de joelhos no tapete, meteu o pau no cu dela, aquele cu glorioso que agora era dele, e castigou com cada enfiada enquanto acariciava os peitos dela, beijava, enchia ela. —VocĂŞ vai fazer eu me apaixonar pelo seu corpo —disse ele, perdido nela. —Já era, engenheiro... e vocĂŞ sabe. Disse ela enquanto ele bombava a buceta dela. Ela gozou primeiro, com espasmos doces. Ele gozou segundos depois, dentro, sem proteção, sem medo. Camila se deixou cair sobre ele, suada, ofegante, satisfeita. —Acho que esse apartamento precisa de manutenção diária —brincou MartĂn, abraçando ela. —E eu tenho a semana toda livre —disse Camila, lambendo o pescoço dele—. Quer que eu venha de uniforme... ou sem ele?
MartĂn nĂŁo conseguia se concentrar. A planta estrutural que precisava entregar estava aberta na tela, mas a cabeça dele sĂł pensava naquela bunda redonda quicando no pau dele. Camila tinha se tornado uma necessidade, um vĂcio. E o pior Ă© que ela sabia disso.
Ă€s 11h27, o celular vibrou. Uma mensagem.
> “Tô na sala de manutenção do 3º andar. Traz tua ferramenta.”
MartĂn nĂŁo pensou duas vezes. Saiu do departamento sem camisa e com o coração batendo na pica. NinguĂ©m viu ele no corredor. O elevador pareceu uma eternidade.
Quando entrou na sala, viu ela. Camila estava de quatro, joelhos abertos, sobre um cobertor velho. O vestido rosa levantado até a cintura, a buceta exposta, brilhante, aberta pra ele.
— Olha o que você tem pra você, engenheiro... vai deixar esperando?
MartĂn se ajoelhou atrás dela e enfiou dois dedos de uma vez. Camila gemeu alto, a boca contra o pano. —VocĂŞ tá tĂŁo molhada, puta gostosa... —Sou sua. Me usa, me arrebenta, me faz sua aqui mesmo... Ele meteu com força na buceta dela, sem palavras, com o desejo reprimido dos Ăşltimos dias. O quarto cheirava a umidade, a sexo, a pecado. As estocadas eram selvagens, sujas, como dois animais no cio. Ele agarrava a bunda dela, abria, dava tapas com força atĂ© deixar vermelha. —Quero te encher todinha —ofegou—. Que vocĂŞ nĂŁo consiga nem sentar depois disso. —Sim, sim! Arrebenta essa buceta, papai... Camila se arqueou e enfiou dois dedos na boca, quente de tesĂŁo, gemendo como uma atriz pornĂ´ mas com o corpo real de uma deusa latina. —Mete no meu cu... —sussurrou de repente—. Quero que vocĂŞ arrebente ele.
MartĂn cuspiu nela, lubrificou com os dedos e foi entrando devagar, mas firme. Ela se tensionou, depois relaxou, e começou a se mexer contra ele.
—Você é louca —ofegou—. Vai me matar de prazer.
—E você vai me fazer gozar gritando...
Ele comeu ela com força no cu, segurando pela cintura, sentindo como ela apertava. Ela se tocava a buceta, gemia sem controle, enquanto ele a preenchia até o fundo. Quando sentiu que ia gozar, tirou e gozou nos peitos dela, quente, grosso, marcando ela como sua.
Camila, ofegante, enfiou ele na boca, limpando tudo como uma putinha obediente.
—Isso Ă© vĂcio, MartĂn —sussurrou—. VocĂŞ nĂŁo vai conseguir me largar.
Ele beijou ela com raiva.
—Nem quero.
Eram 2:14 da madrugada quando MartĂn recebeu outra mensagem de Camila:
> “Tô na laje. Sobe se tiver coragem.”
O coração dele disparou como se fosse roubar um banco. Subiu pela escada de emergência, descalço, o pau já duro de antecipação. Quando abriu a porta de metal que dava pro terraço do prédio, viu ela.
Camila estava sentada no parapeito, pernas abertas, o vestido preto colado na pele, sem calcinha, o vento da noite acariciando a pele dela. A cidade inteira se estendia ao redor: milhares de janelas, luzes, olhos em potencial.
—Você é louca? —sussurrou ele, com uma mistura de medo e desejo.
—Quero que você me coma onde qualquer um possa nos ver —disse ela, deslizando os dedos entre os lábios da buceta—. Quero que você me tome como sua na frente do mundo.
MartĂn a beijou com fĂşria, com fome. Camila respondeu montando ele na hora, esfregando a buceta encharcada no volume dele. Ele a empurrou contra uma parede morna do motor do elevador, levantando a perna dela.
—Hoje vou te arrebentar toda, Camila. Não tem volta.
Ele subiu o vestido dela até a cintura e a devorou. Chupou os peitos dela e mordiscou os bicos.
Se ajoelhou e lambeu a buceta dela com luxĂşria, sentindo ela tremer contra o concreto. Ela se segurava na borda, gemendo pro cĂ©u aberto, os peitos firmes pulando a cada movimento de lĂngua.
Depois comeu ela de costas, com a cara dela colada na parede, a bunda levantada pro vento, enquanto ele metia forte por trás.
—Vai, gostoso... enfia tudo... mais forte, deixa ouvir... — gemeu ela.
O som da pele batendo na pele enchia o ar junto com os ofegos. O vento era fresco, mas o corpo ardia. Camila apertava ele como se nunca quisesse soltar, como se o risco fizesse ela gozar mais forte.
MartĂn deitou ela no chĂŁo quente e comeu de frente, olhando fixo, metendo enquanto ela cravava as unhas nas costas dele.
—Porra... você é minha — ofegou ele.
—Sua puta... sua puta... seu tudo — gritou Camila. —Goza dentro de mim!
E assim ele fez. Encheu a buceta dela enquanto ela tremia e gozava ao mesmo tempo, um orgasmo compartilhado que deixou os dois destruĂdos, largados, abraçados no terraço como se o mundo nĂŁo existisse.
Depois do silĂŞncio, Camila sussurrou com um sorriso:
—Imagina se amanhã alguém revisa as câmeras de segurança...
MartĂn riu, beijando ela.
—Deixa olhar. Deixa bater punheta. Isso é nosso.
Naquele dia, era a vez do apartamento 504. Sabia que o novo inquilino tinha chegado naquela semana: um engenheiro que veio fazer o pĂłs-graduação em engenharia estrutural. Chamava-se MartĂn. Alto, magro mas firme, sempre com um olhar sĂ©rio e um sotaque que fazia o sangue de Camila ferver.
Ela bateu na porta.
— Serviço de limpeza...
MartĂn abriu. Camiseta branca colada no peito, uma calça de pijama folgada e o cabelo ainda molhado.
— Ah... sim, entra. — disse ele, meio surpreso.
Camila entrou com o carrinho, mas o olhar escorregou sem vergonha pelo peitoral marcado do engenheiro. Ele percebeu na hora.
Enquanto passava o pano, ela se abaixou na frente do sofá, fazendo questĂŁo de virar de costas. Sabia o que estava mostrando: a saia subindo, deixando Ă mostra as nádegas e a calcinha fio dental. Aquele movimento lento de quadril, o rebolado natural de quem sabe que está sendo observada. MartĂn parou de olhar o notebook.
— Você sempre limpa tão... a fundo? — perguntou com um sorriso.
Camila se virou devagar, mordendo o lábio.
— Só quando tem algo que vale a pena.
Ele se levantou. Chegou perto sem dizer nada, parando a centĂmetros dela.
— E eu valho a pena? — sussurrou.
Camila ergueu o olhar, desafiadora.
— Quer descobrir?
EntĂŁo MartĂn a pegou pela cintura e a empurrou com força contra a parede. Camila soltou um gemido, entre excitada e surpresa, enquanto ele afundava os lábios no pescoço dela. Ela arqueou o corpo, a bunda apertando contra a calça dele.
As mĂŁos dele abriram a camisa do uniforme. Ela nĂŁo usava sutiĂŁ. Os peitos, com os bicos duros, se ofereceram como uma provocação descarada. MartĂn chupou eles com fome enquanto ela metia a mĂŁo por dentro da calça, sentindo a dureza crescente do pau dele. —Mmm... vocĂŞ tá mais que pronto, engenheiro. —sussurrou no ouvido dele, toda excitada. Camila se ajoelhou no tapete. Abaixou a calça e liberou o pau dele. Envolveu ele com a boca quente, fundo, molhado. MartĂn apoiou a mĂŁo na cabeça dela, guiando, vendo ela olhar pra ele de baixo com aqueles olhos safados. Quando nĂŁo aguentou mais, levantou ela e apoiou na mesa da sala. Levantou a saia dela, abaixou a calcinha fio dental e acariciou a bunda dela com as duas mĂŁos. —VocĂŞ tem a melhor raba que eu já vi na vida... —disse ele, e sem mais, pegou o pau e meteu de uma vez, com uma estocada brutal na buceta dela, que fez ela gemer de prazer.
—Isso, papai, assim, não para! —gritou Camila, se segurando na beirada da mesa. Ele metia com força, com ritmo, enquanto o eco dos gemidos e das batidas enchiam o apartamento. Ele puxava ela pelo cabelo, dava tapas na bunda dela, falava umas putarias baixinho, e Camila curtia tudo. Ela provocava ele, depois montou nele no sofá, com a buceta pulando no pau dele, ordenhando ele com o corpo quente. Ele gozou dentro dela..
Terminaram suados, pelados, abraçados no chĂŁo. Camila acariciava o peito dele com um sorriso safado. —Quer que eu venha limpar aqui todo dia? —brincou. MartĂn riu, beijando o ombro dela. —Foda-se as chaves.
Passaram trĂŞs dias desde aquela foda selvagem no apartamento 504. Camila nĂŁo voltou a limpar outros andares. Daquele dia em diante, sĂł limpava o MartĂn… e deixava ele bem brilhando.Naquela tarde, entrou sem bater. MartĂn já tinha dado as chaves pra ela. Vestia um vestido justo, curto, sem calcinha. O tipo de roupa que fala por si sĂł.
— Veio limpar ou sujar a cama? — disse MartĂn do sofá, sem tirar os olhos dela.
— Hoje vim só pra tirar seu estresse — respondeu Camila, se jogando em cima dele.
Beijou ele na boca, no pescoço, desceu pelo peito, e com mãos experientes desabotoou a calça dele. O pau já tava duro, como se o corpo dele lembrasse do gosto dela. Camila pegou ele nas mãos com um sorriso voraz.
— NĂŁo sei do que gosto mais… de sentir na boca ou na minha buceta — disse com voz safada, antes de devorar ele devagar, brincando com a lĂngua, com os lábios, chupando gostoso, olhando fixo nos olhos dele.
MartĂn gemeu, enroscou os dedos no cabelo dela.
— Você é uma puta perfeita… — sussurrou.
— E sou sua… O que você vai fazer comigo hoje, engenheiro?
Ele levantou ela no colo como se nĂŁo pesasse nada e levou ela contra a janela. Camila se segurou na moldura enquanto ele levantava o vestido dela e abria com os dedos molhados, sentindo ela toda encharcada.
— Tão molhada assim por mim?
— Por você… e pelo que quero que você me faça — ela gemeu.
Ele a penetrou de pĂ©, pau duro na buceta dela, forte, sem avisar. Camila abafou um grito, o prazer sacudiu ela toda. Cada estocada ecoava no vidro. Estavam no quinto andar, de frente pra outros prĂ©dios. Camila gemia alto, sem vergonha. —Que me vejam... que vejam como vocĂŞ me come, MartĂn...!! Mudou a posição. Colocou ela de joelhos no tapete, meteu o pau no cu dela, aquele cu glorioso que agora era dele, e castigou com cada enfiada enquanto acariciava os peitos dela, beijava, enchia ela. —VocĂŞ vai fazer eu me apaixonar pelo seu corpo —disse ele, perdido nela. —Já era, engenheiro... e vocĂŞ sabe. Disse ela enquanto ele bombava a buceta dela. Ela gozou primeiro, com espasmos doces. Ele gozou segundos depois, dentro, sem proteção, sem medo. Camila se deixou cair sobre ele, suada, ofegante, satisfeita. —Acho que esse apartamento precisa de manutenção diária —brincou MartĂn, abraçando ela. —E eu tenho a semana toda livre —disse Camila, lambendo o pescoço dele—. Quer que eu venha de uniforme... ou sem ele?
MartĂn nĂŁo conseguia se concentrar. A planta estrutural que precisava entregar estava aberta na tela, mas a cabeça dele sĂł pensava naquela bunda redonda quicando no pau dele. Camila tinha se tornado uma necessidade, um vĂcio. E o pior Ă© que ela sabia disso.Ă€s 11h27, o celular vibrou. Uma mensagem.
> “Tô na sala de manutenção do 3º andar. Traz tua ferramenta.”
MartĂn nĂŁo pensou duas vezes. Saiu do departamento sem camisa e com o coração batendo na pica. NinguĂ©m viu ele no corredor. O elevador pareceu uma eternidade.
Quando entrou na sala, viu ela. Camila estava de quatro, joelhos abertos, sobre um cobertor velho. O vestido rosa levantado até a cintura, a buceta exposta, brilhante, aberta pra ele.
— Olha o que você tem pra você, engenheiro... vai deixar esperando?
MartĂn se ajoelhou atrás dela e enfiou dois dedos de uma vez. Camila gemeu alto, a boca contra o pano. —VocĂŞ tá tĂŁo molhada, puta gostosa... —Sou sua. Me usa, me arrebenta, me faz sua aqui mesmo... Ele meteu com força na buceta dela, sem palavras, com o desejo reprimido dos Ăşltimos dias. O quarto cheirava a umidade, a sexo, a pecado. As estocadas eram selvagens, sujas, como dois animais no cio. Ele agarrava a bunda dela, abria, dava tapas com força atĂ© deixar vermelha. —Quero te encher todinha —ofegou—. Que vocĂŞ nĂŁo consiga nem sentar depois disso. —Sim, sim! Arrebenta essa buceta, papai... Camila se arqueou e enfiou dois dedos na boca, quente de tesĂŁo, gemendo como uma atriz pornĂ´ mas com o corpo real de uma deusa latina. —Mete no meu cu... —sussurrou de repente—. Quero que vocĂŞ arrebente ele.
MartĂn cuspiu nela, lubrificou com os dedos e foi entrando devagar, mas firme. Ela se tensionou, depois relaxou, e começou a se mexer contra ele. —VocĂŞ Ă© louca —ofegou—. Vai me matar de prazer.
—E você vai me fazer gozar gritando...
Ele comeu ela com força no cu, segurando pela cintura, sentindo como ela apertava. Ela se tocava a buceta, gemia sem controle, enquanto ele a preenchia até o fundo. Quando sentiu que ia gozar, tirou e gozou nos peitos dela, quente, grosso, marcando ela como sua.
Camila, ofegante, enfiou ele na boca, limpando tudo como uma putinha obediente.
—Isso Ă© vĂcio, MartĂn —sussurrou—. VocĂŞ nĂŁo vai conseguir me largar.
Ele beijou ela com raiva.
—Nem quero.
Eram 2:14 da madrugada quando MartĂn recebeu outra mensagem de Camila:
> “Tô na laje. Sobe se tiver coragem.”
O coração dele disparou como se fosse roubar um banco. Subiu pela escada de emergência, descalço, o pau já duro de antecipação. Quando abriu a porta de metal que dava pro terraço do prédio, viu ela.
Camila estava sentada no parapeito, pernas abertas, o vestido preto colado na pele, sem calcinha, o vento da noite acariciando a pele dela. A cidade inteira se estendia ao redor: milhares de janelas, luzes, olhos em potencial.
—Você é louca? —sussurrou ele, com uma mistura de medo e desejo.
—Quero que você me coma onde qualquer um possa nos ver —disse ela, deslizando os dedos entre os lábios da buceta—. Quero que você me tome como sua na frente do mundo.
MartĂn a beijou com fĂşria, com fome. Camila respondeu montando ele na hora, esfregando a buceta encharcada no volume dele. Ele a empurrou contra uma parede morna do motor do elevador, levantando a perna dela. —Hoje vou te arrebentar toda, Camila. NĂŁo tem volta.
Ele subiu o vestido dela até a cintura e a devorou. Chupou os peitos dela e mordiscou os bicos.
Se ajoelhou e lambeu a buceta dela com luxĂşria, sentindo ela tremer contra o concreto. Ela se segurava na borda, gemendo pro cĂ©u aberto, os peitos firmes pulando a cada movimento de lĂngua.
Depois comeu ela de costas, com a cara dela colada na parede, a bunda levantada pro vento, enquanto ele metia forte por trás.
—Vai, gostoso... enfia tudo... mais forte, deixa ouvir... — gemeu ela.
O som da pele batendo na pele enchia o ar junto com os ofegos. O vento era fresco, mas o corpo ardia. Camila apertava ele como se nunca quisesse soltar, como se o risco fizesse ela gozar mais forte.
MartĂn deitou ela no chĂŁo quente e comeu de frente, olhando fixo, metendo enquanto ela cravava as unhas nas costas dele.
—Porra... você é minha — ofegou ele.
—Sua puta... sua puta... seu tudo — gritou Camila. —Goza dentro de mim!
E assim ele fez. Encheu a buceta dela enquanto ela tremia e gozava ao mesmo tempo, um orgasmo compartilhado que deixou os dois destruĂdos, largados, abraçados no terraço como se o mundo nĂŁo existisse.
Depois do silĂŞncio, Camila sussurrou com um sorriso:
—Imagina se amanhã alguém revisa as câmeras de segurança...
MartĂn riu, beijando ela.
—Deixa olhar. Deixa bater punheta. Isso é nosso.
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