Catalina chega em casa depois de uma festa e entra no quarto da mãe. Vê ela chorando. No começo, a mãe fala que não é nada, mas quando Catalina vê ela pelada e com a bunda cheia de porradas, fica assustada na hora.
Catalina: Mãe, o que aconteceu? Por que sua bunda tá toda roxa? Me conta!
Hilda: Cata, o Albeiro me bateu.
Catalina: Mas por quê?
Hilda: Porque deixei você sair. Ele disse que quem manda aqui é ele, e como eu te dei permissão e ele não quis, ficou puto e me bateu assim que você foi embora.
Catalina: Isso não é justo, mãe. Cadê ele?
Hilda: Foi dormir em outro quarto.
Catalina: Amanhã vou falar com ele, mãe. Não é justo o que ele fez com você por minha causa.
Hilda: Filha, não foi sua culpa. Eu que te dei permissão pra sair.
Catalina: Sim, mãe, eu sei que você me deixou. Mas fica tranquila, vou ficar aqui com você.
Hilda: Obrigada, filha.
Nisso, Catalina cobre a mãe, mas não consegue dormir porque a mãe passou a noite inteira gemendo de dor.
Na manhã seguinte, elas acordam e Catalina olha pra mãe.
Catalina: Mãe, como você tá?
Hilda: Mal, filha. Tô muito dolorida.
Catalina: É, ele sempre bateu muito forte. Vamos, levanta. Vamos tomar café.
Hilda: Não posso, filha. Tô de castigo.
Catalina: Como assim?
Hilda: É. Além das cintadas que ele me deu, ele falou que eu não posso sair desse quarto até nova ordem.
Catalina: Mãe, sinto muito. Vou trazer café pra você.
Hilda: Obrigada, filha. Ai, que dor.
Nisso, Catalina vai pra sala e vê o Albeiro.
Catalina: Albeiro, quero falar com você.
Albeiro: O que foi?
Catalina: Cê acha pouco o que fez com a minha mãe? Deu um monte de cintada nela, ela tá lá no quarto chorando.
Albeiro: Ela mereceu por me desobedecer.
Catalina: Você não precisava castigar ela tão forte.
Albeiro: Aqui quem manda sou eu. Ela é minha esposa. E você também tá de castigo.
Catalina: Vai me bater igual bateu na minha mãe?
Albeiro: Vou pensar. Mas por enquanto, você vai ficar pelada o tempo todo.
Catalina: Como?
Albeiro: Do jeito que ouviu. Você vai ficar pelada o tempo todo. Então tira a roupa, até a de baixo.
Nisso, Catalina... nua enquanto ele vai pro quarto dela, onde a Hilda tá
Hilda: Albeiro
Albeiro: que choro é esse, hein?
Hilda: é que tô com muita dor, Albeiro
Albeiro: então tá bom, levanta
Hilda: pra onde cê vai me levar?
Nisso, ele mete ela num quarto sem janela, só com uma cama
Albeiro: aqui cê vai ficar trancada, Hilda. E se começar a chiar, foda-se, mais alto
Ela fica calada, e ele sai
Albeiro: que porra é essa?
Catalina: é um café da manhã pra minha mãe
Albeiro: então tá, ela tá trancada no quarto dos fundos. E toma isso
Catalina: que que é isso?
Albeiro: isso é uma fralda de adulto. Já que ela vai ficar trancada lá, não quero que ela se mijue ou se cague e feda o quarto. Vai lá e veste
Catalina: tá bom, tudo bem, mas posso tratar ela?
Albeiro: pode, trata
Nisso, Catalina entra no quarto e a mãe vê ela nua
Hilda: filha, por que cê tá nua?
Catalina: mãe, Albeiro me castigou, disse que eu tenho que ficar nua o tempo todo
Hilda: ele me trancou aqui
Catalina: mãe, come, aqui tá seu café
Hilda: obrigada, filha. Aliás, o que é isso que cê trouxe?
Catalina: isso, mãe, é uma pomada, vou te tratar
Hilda: ah, tá bom
Nisso, Hilda come o café e Catalina trata ela, e ela chora
Hilda: ai, Catalina, dói, arde
Catalina: calma, mãe, já já passa
Nisso, ela termina de passar a pomada na mãe quando Albeiro chega
Albeiro: já terminou, Catalina?
Catalina: sim, já tratei minha mãe
Albeiro: ok, então coloca a fralda nela e sai
Hilda: fralda? Como assim?
Catalina: sim, mãe, já que cê vai ficar trancada aqui, Albeiro disse que cê tem que usar fralda
Albeiro: isso mesmo, e a Catalina vai trocar pra você
Nisso, Catalina coloca a fralda na mãe e deixa ela no quarto, enquanto Hilda, toda triste, diz
Hilda: nunca imaginei que isso fosse acontecer comigo. Tomara que esse castigo acabe logo
Catalina: Mãe, o que aconteceu? Por que sua bunda tá toda roxa? Me conta!
Hilda: Cata, o Albeiro me bateu.
Catalina: Mas por quê?
Hilda: Porque deixei você sair. Ele disse que quem manda aqui é ele, e como eu te dei permissão e ele não quis, ficou puto e me bateu assim que você foi embora.
Catalina: Isso não é justo, mãe. Cadê ele?
Hilda: Foi dormir em outro quarto.
Catalina: Amanhã vou falar com ele, mãe. Não é justo o que ele fez com você por minha causa.
Hilda: Filha, não foi sua culpa. Eu que te dei permissão pra sair.
Catalina: Sim, mãe, eu sei que você me deixou. Mas fica tranquila, vou ficar aqui com você.
Hilda: Obrigada, filha.
Nisso, Catalina cobre a mãe, mas não consegue dormir porque a mãe passou a noite inteira gemendo de dor.
Na manhã seguinte, elas acordam e Catalina olha pra mãe.
Catalina: Mãe, como você tá?
Hilda: Mal, filha. Tô muito dolorida.
Catalina: É, ele sempre bateu muito forte. Vamos, levanta. Vamos tomar café.
Hilda: Não posso, filha. Tô de castigo.
Catalina: Como assim?
Hilda: É. Além das cintadas que ele me deu, ele falou que eu não posso sair desse quarto até nova ordem.
Catalina: Mãe, sinto muito. Vou trazer café pra você.
Hilda: Obrigada, filha. Ai, que dor.
Nisso, Catalina vai pra sala e vê o Albeiro.
Catalina: Albeiro, quero falar com você.
Albeiro: O que foi?
Catalina: Cê acha pouco o que fez com a minha mãe? Deu um monte de cintada nela, ela tá lá no quarto chorando.
Albeiro: Ela mereceu por me desobedecer.
Catalina: Você não precisava castigar ela tão forte.
Albeiro: Aqui quem manda sou eu. Ela é minha esposa. E você também tá de castigo.
Catalina: Vai me bater igual bateu na minha mãe?
Albeiro: Vou pensar. Mas por enquanto, você vai ficar pelada o tempo todo.
Catalina: Como?
Albeiro: Do jeito que ouviu. Você vai ficar pelada o tempo todo. Então tira a roupa, até a de baixo.
Nisso, Catalina... nua enquanto ele vai pro quarto dela, onde a Hilda tá
Hilda: Albeiro
Albeiro: que choro é esse, hein?
Hilda: é que tô com muita dor, Albeiro
Albeiro: então tá bom, levanta
Hilda: pra onde cê vai me levar?
Nisso, ele mete ela num quarto sem janela, só com uma cama
Albeiro: aqui cê vai ficar trancada, Hilda. E se começar a chiar, foda-se, mais alto
Ela fica calada, e ele sai
Albeiro: que porra é essa?
Catalina: é um café da manhã pra minha mãe
Albeiro: então tá, ela tá trancada no quarto dos fundos. E toma isso
Catalina: que que é isso?
Albeiro: isso é uma fralda de adulto. Já que ela vai ficar trancada lá, não quero que ela se mijue ou se cague e feda o quarto. Vai lá e veste
Catalina: tá bom, tudo bem, mas posso tratar ela?
Albeiro: pode, trata
Nisso, Catalina entra no quarto e a mãe vê ela nua
Hilda: filha, por que cê tá nua?
Catalina: mãe, Albeiro me castigou, disse que eu tenho que ficar nua o tempo todo
Hilda: ele me trancou aqui
Catalina: mãe, come, aqui tá seu café
Hilda: obrigada, filha. Aliás, o que é isso que cê trouxe?
Catalina: isso, mãe, é uma pomada, vou te tratar
Hilda: ah, tá bom
Nisso, Hilda come o café e Catalina trata ela, e ela chora
Hilda: ai, Catalina, dói, arde
Catalina: calma, mãe, já já passa
Nisso, ela termina de passar a pomada na mãe quando Albeiro chega
Albeiro: já terminou, Catalina?
Catalina: sim, já tratei minha mãe
Albeiro: ok, então coloca a fralda nela e sai
Hilda: fralda? Como assim?
Catalina: sim, mãe, já que cê vai ficar trancada aqui, Albeiro disse que cê tem que usar fralda
Albeiro: isso mesmo, e a Catalina vai trocar pra você
Nisso, Catalina coloca a fralda na mãe e deixa ela no quarto, enquanto Hilda, toda triste, diz
Hilda: nunca imaginei que isso fosse acontecer comigo. Tomara que esse castigo acabe logo
0 comentários - Sem tetas não tem paraíso capítulo 3