Essa história me excita pra caralho. Aconteceu uns anos atrás, na época eu tinha 20 anos. Conheci um homem mais velho, ele tinha 35. Encontrei ele numa loja de vinhos, umas 8 da noite. Eu tava com umas amigas comprando umas garrafas porque a gente ia pra uma festa. O cara tava esperando pra pagar e viu que a gente comprou um fardo de garrafas, porque eram pra festa, encomendaram pra gente. Eu falei pras minhas amigas pra verem se achavam um táxi pra levar o álcool. Meu amigo, que nessa história vou chamar de Juan, tava parado lá, se aproximou de mim e disse: "Eu tenho carro, se quiser, dou uma carona". Pra mim foi normal, porque como às vezes eu andava com minhas amigas, era muito comum alguém querer comer elas, então meu primeiro pensamento foi esse. E como eu não queria gastar com táxi, falei: "Se puder e não tiver problema, tá bom". Minhas amigas só sorriram, porque acharam que alguma delas ia pegar alguém. A questão é que ele nos levou pra festa, convidamos ele pra entrar, mas ele disse que tinha que ir pra uma reunião com amigos, que não podia, mas que ia tentar voltar mais tarde. Pediu meu número, caso se animasse mais tarde. Dei e falei: "Se mudar de ideia, me manda mensagem". (Uma das minhas amigas, quando fechei a porta do carro, se aproximou e disse: "Esse cara quer te comer, porque ele só ficava olhando pra sua bunda. Cuidado, amigo", e começou a rir. Eu falei: "Você é louca, não sou viado"). Bom, a questão é que entramos na festa e enchemos a cara pra caralho. Bebemos várias garrafas porque tinha mais amigos lá. Umas 2 da manhã, quando já tava bem bêbado, recebi uma ligação. Não tinha o número salvo e achei estranho. Me afastei um pouco da bagunça e era o Juan. Ele perguntou como tava a festa, se eu já tava bêbado. Falei: "Tá muito boa, você devia vir". Ele disse: "A verdade é que quero beber, mas não com tanta gente. Por que não passo aí e a gente toma umas cervejas no meu lugar? Carro, como eu já tava bêbado, e de alguma forma queria um outro ambiente, falei pra ele: "tá bom, passa aqui pra me pegar". E foi o que ele fez, chegou em 10 minutos. Nem me despedi de ninguém, fiz aquela do "vou no banheiro" e vazei. Esperei ele lá fora fumando um cigarro. Ele chegou e falou: "vamos embora". Me perguntou como foi a festa e o que eu queria fazer. Eu falei: "ué, beber, haha". Fomos num Oxxo e compramos umas cervejas. Começamos a beber no carro dele, dando umas voltas. Até aí, tudo normal. Ele me perguntou se eu queria ir pra casa dele continuar bebendo, que ele morava sozinho. Eu falei: "pô, sim, mas me falava quando eu tava na festa pra eu trazer umas amigas e a gente comer elas". E ele respondeu: "não, assim já tô bem, mas tenho certeza que vou comer alguém". Até esse ponto, eu não sabia as intenções dele, porque nunca tinha tido uma experiência sexual com homens. Então não sabia que um cara másculo, que não dava pinta de viado, podia querer comer homens. Por isso não entendi a mensagem dele. Fomos pra casa dele, passamos pra sala, ele colocou uma música e começamos a conversar. Conseguimos trocar uma ideia legal porque ele era advogado e na época eu tava estudando pra ser advogado também. Então, de algum jeito, a gente se entendia nisso. Os minutos foram passando e as cervejas acabando. Quando ele falou: "tenho tequila, quer um shot?" Eu já tava bêbado, não muito, mas já tava. Falei: "vai, vou tomar um". Ele pegou a tequila e a gente tomou uns shots. Depois ele disse: "vamos jogar verdade ou desafio? E se não quiser cumprir, vai ter que tomar shots." Falei: "vai, você também." Ele disse: "começo eu: verdade ou desafio?" Falei: "verdade." E ele: "já comeu um homem?" Só ri e falei: "nunca na vida." E completei: "meu cu é fechado e tá bem assim." Falei: "e espero que continue assim por muito tempo." Ele respondeu: "quem sabe, hoje pode ser que você acabe com o cu arrombado." Eu falei: "tomara que não." Aí falei: "agora é minha vez: verdade ou desafio?" Ele disse: "verdade." E eu perguntei: "você é viado?" Ele respondeu: "haha, não, sou até casado. Só que minha esposa e meu filho moram em outra cidade. Cidade, eu moro aqui só por causa do trampo, mas já comi uns caras sim, só que isso não me faz gay. Eu, surpreso com a resposta, falei: "Como assim não te faz gay comer homem? Se é supostamente a definição de gay." E ele respondeu: "Gay é quem é afeminado e promíscuo, que só curte pica sem nunca ter provado mulher. Eu sou um homem bem definido, que gosta de comer tudo o que se mexe, inclusive te comeria aqui mesmo." Aí eu falei: "Não, eu não sou gay." E ele disse: "Ter a pica de um homem no seu cu não te faz gay, talvez meio promíscuo, mas não gay." Não sei por que naquele momento comecei a ficar excitado, acendeu algo em mim quando ele usou essa palavra, e eu me liguei. E só pensei: "É sua vez de perguntar." E ele falou: "Verdade ou desafio?" Eu respondi: "Desafio." Ele disse: "Você vai fazer o que eu mandar ou tomar um shot." Eu, com a conversa que a gente já tinha tido, já sabia mais ou menos pra onde isso ia. Mesmo assim, como tava bêbado e de certa forma excitado, falei: "Então me passa um shot antes de falar, pra eu criar coragem." Ele me deu um shot, eu virei de uma vez, e falei: "Agora fala." E ele disse: "Quero que você chupe minha pica." Ele baixou a calça, ficando só de cueca. Eu falei: "Nunca fiz isso, não sei se vou gostar." E ele respondeu: "Não se preocupa, contanto que eu goste, já basta. Além disso, é um desafio que você tem que cumprir. Mas pra você ver que não sou ruim, só faz por 10 segundos." Eu falei: "Beleza, vamos ver se não vou vomitar." Ele ficou de pé, e eu me ajoelhei na frente dele. Falei: "Abaixa a cueca." E ele disse: "Você faz, é parte do desafio." Ali, ajoelhado na frente dele com a pica dele, só pensei em todas as vezes que fizeram isso comigo e como cheguei naquele lugar. Criei coragem e abaixei a cueca dele. Quando fiz, fiquei surpreso: a pica dele tava mole, mas era muito grande e grossa. Falei: "Essa coisa não vai caber em mim." E ele respondeu: "Daqui a pouco a gente faz caber. Começa, e eu conto os segundos." Comecei a me aproximar devagar, coloquei na minha boca ainda mole, e só lembrava de como faziam comigo pra saber como fazer. Comecei a chupar ele devagar e ele começou a contar 10, 9, 8, 7, 6, 5. Tenho que confessar que desde que comecei a chupar, gostei do sabor. De alguma forma, gostei de ter o pau de outro homem na minha boca, e mais ainda porque, sinceramente, era um pau bom. Rapidamente foi crescendo na minha boca e ficava mais difícil enfiar ele todo. Quando chegou a 0 segundos, não parei de chupar, simplesmente não conseguia, queria mais e mais. E ele disse: "Já acabou o tempo." Eu ainda tinha o pau dele na boca e tirei, olhando nos olhos dele, e perguntei: "Você quer que eu pare?" Ele riu e disse: "Já sabia que você ia ser uma putinha." Ele segurou minha cabeça e enfiou bem fundo na minha garganta, a ponto de me deixar sem ar. Rapidamente tirei e falei: "Idiota, quase me afoga." Mas com uma voz mais feminina, mais de putinha, a voz saiu sozinha e eu disse: "Eu quero controlar isso do meu jeito." E ele respondeu: "Ok, putinha, faz do seu jeito, aproveita meu pau. Quero que deixe ele bem molhado porque vou foder sua bunda." Eu já estava completamente entregue, o álcool e a excitação tinham tomado conta de mim, e a única coisa que fiz foi chupar o pau dele com delicadeza, pegar nas bolas dele e lamber com minha língua, passar a língua inteira pelo pau dele, que já estava bem duro. A cabeça do pau eu sugava com meus lábios. Não tinha controle de mim, eu era a putinha dele e ele sabia que naquele momento eu já era a putinha dele e que ia aproveitar cada minuto com ele. Vou parar o post por aqui, a parte 2 vem em alguns minutos. Se alguém quiser saber o que aconteceu, comenta no post e dá pontos.
1 comentários - Minha 1ª vez sendo comida por um homem