Acontece que ontem à noite, a gente conseguiu se encontrar todo mundo, combinamos de nos juntar na casa de um dos caras pra fazer o esquenta e depois ir pra alguma balada.
A casa era bem afastada e difícil de chegar. Era um chalé, um lugar ideal pra fazer umas festinhas e os vizinhos não reclamarem.
Um grupo de minas e caras iam num carro, aí perguntei se podia ir junto e eles falaram que de boa, mas que a gente ia ficar bem apertado. Falei que me virava, que não tinha problema.
decidi vestir uma minissaia branca bem curta e um top bem decotado. A noite pedia isso.
Cheguei no ponto de encontro um pouco atrasada porque demorei pra me arrumar, e os caras já estavam dentro do carro me esperando. Tava praticamente lotado, só tinha um lugar em cima de um dos caras, o Nicolás, que tentou me fazer um espaço do lado, mas não adiantou. Falei que não tinha problema em sentar em cima dele. Ia ser uma viagem bem longa, então tentei me posicionar do melhor jeito pra não deixar as pernas dele formigarem.
A gente foi dando risada no carro, tem uns caras que são muito engraçados. Meu corpo foi cedendo e eu fiquei completamente em cima da buceta do Nico. Percebi que o pau dele tava duro. Eu não sabia o que fazer, por um lado a situação me excitava, por outro eu sentia vergonha...
Não me mexi daquela posição, sentia que ele começava a ficar mais duro e eu, ficando mais tesuda, disfarçadamente comecei a me mexer roçando no volume dele. Depois de um instante, as mãos dele apareceram acariciando suavemente minhas pernas. Isso tava ficando estranho, mas era excitante. Nico não é um dos amigos mais próximos do Daniel, isso acalmava bastante a vergonha que eu sentia e aos poucos fui me deixando levar.
Meus movimentos eram um pouco mais pronunciados, mas sempre disfarçados. Devagar fui abrindo as pernas e o Nico levava as mãos cada vez mais pra dentro da minha saia. Por sorte, o resto continuava morrendo de rir e não percebia o que tava rolando.
Minhas pernas estavam bem abertas e minha saia muito levantada. Os dedos do Nicolás chegaram até minha calcinha fio dental e por um ladinho ele começou a enfiá-los para chegar na minha pussy, que já estava bem molhada naquele momento.
Sem querer, soltei um gemido baixinho que chamou a atenção de um casal. Por sorte, tava escuro demais pra eles verem o que a gente tava fazendo. Me perguntaram se eu tava bem e eu respondi que sim, aí eles voltaram pro que estavam fazendo.
Finalmente chegamos na casa. Todo mundo se meteu a ajudar com as bebidas, a música, e tal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Começamos a beber e dançar, o clima tava divertido, não precisava nem ir pra balada.
A casa era muito grande.
A festa tava incrível, a gente tava se divertindo pra caralho. Tinha um monte de álcool e outras paradas rolando pela casa. Eu só fiquei na cerveja com as minas enquanto dançávamos absolutamente todas as músicas. Algumas já estavam "dando o braço a torcer" e queriam ir dormir. Não era tão tarde, mas a festa tava intensa pra cacete.
As que tavam um pouco melhor levaram as minas que tavam mais bêbadas pro quarto delas. Eu aproveitei pra passar no meu pra dar uma retocada na maquiagem. Não vi mais o Nico durante a festa, mas quando tava saindo, trombei com ele no corredor e ele perguntou: — "já vai dormir?" Eu balancei a cabeça e falei — "só passei pra me arrumar um pouco e tava voltando". E ele me deu um beijo intenso, me empurrando pra dentro do quarto. Tranquei a porta por precaução e a gente continuou se beijando apaixonadamente. Ele tirou meu top e começou a apalpar meus peitos, quase com desespero. Eu tirei a camisa dele e desabotoei a calça. Enfiei a mão pra acariciar o pau durão dele por cima da cueca. Ele baixou minha saia e me abraçou forte enquanto continuava me beijando ardentemente. Apertava minha bunda com muito tesão e sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa. Eu tava muito excitada também, então tirei a cueca dele e comecei a masturbar aquele pau grosso e duro. Ele tirou meu sutiã e minha calcinha fio dental. Já tínhamos pelados, só faltava ir pra cama e ele meter a rola de uma vez por todas.
Parei de beijá-lo e me deitei na cama com as pernas abertas. Ele já sabia o que fazer.
Ele lambeu a cabecinha da piroca e começou a me penetrar devagar. Eu tava toda molhada, tanto que ele entrou com bastante facilidade, mesmo eu sentindo ele abrindo minha buceta.
Ele me abraçou de novo e começou a se mexer. Automaticamente, comecei a gemer. — "Tá bem dura, me come devagarzinho" — falei enquanto o abraçava e beijava. Nico foi suave, eu gostava muito do jeito que ele fazia, me beijava o pescoço e descia até meus peitos pra se afundar neles e ficava um tempão ali. Eu não aguentei mais e gozei. Nico parou pra continuar me beijando e pedi pra ele não parar. Nessa altura, tava bem lubrificada, então ele começou a se mexer com mais energia. Perguntei se ele queria que eu ficasse de quatro, e ele respondeu que sim na hora. Ele saiu por um instante pra eu me ajeitar. Arqueei as costas e empinei a raba pra ele ficar excitado. Obviamente funcionou, ele agarrou minhas nádegas e repetiu como eu era gostosa. Meteu a pica e começou a me comer um pouco mais forte. Agarrou meus peitos e beijou minhas costas. Minha buceta já era um rio, em poucos minutos gozei de novo. Dessa vez, ele me deixou tremendo e a gente parou um instante. Falei: — "Tô amando como você tá me comendo, continuamos?" — Ele obedeceu e continuou me penetrando, com o pau todo entrando em mim, com mais força que das outras vezes. O pau dele tava ainda mais duro, com uma mão segurando minha cintura e a outra agarrando minha nuca. Ele tava perto de gozar e eu, incrivelmente, também. Ele começou a respirar forte e eu a gemer intensamente até que ele afundou o pau no fundo de mim, todo ofegante, pra gozar. Um segundo depois, eu gozei, minhas pernas eram de papel. Ele me abraçava por trás e beijava meu pescoço enquanto a gente recuperava o fôlego.
Já era dia, então a gente se deitou abraçados e dormiu.
Um pouco depois, senti ele apalpando meus peitos e fui acordando de novo toda excitada. Virei e notei que o pau dele já tava duro de novo. Peguei nele e comecei a masturbar. Devagarzinho, fui me aproximando pra finalmente enfiar na boca. Chupei ele inteiro, era bem grosso, mal cabia na minha boca. Ele apalpava minha bunda enquanto curtia o momento. Perguntei se queria foder de novo e, claro, ele disse que sim. Montei em cima dele, enfiei o pau e comecei a descer devagar. Quando tava tudo dentro, comecei a subir e descer de pouco em pouco. Perguntei se ele sempre ficava tão duro assim, e o Nico respondeu que não, que era só comigo. Fiquei comovida e beijei ele enquanto acelerava o ritmo. Minhas sentadas eram cada vez mais fortes, a cama rangia pra caramba e meus gemidos aumentavam mais e mais (tomara que ninguém estivesse acordado). Ele, de baixo, acompanhava meus movimentos enquanto acariciava meus peitos. Eu aproximava eles da boca dele pra ele chupar meus bicos. Deixava o pau dele bem dentro, esfregando meu clitóris no púbis dele, até que não aguentei mais e tive um orgasmo incrível. Descansei um pouco e o Nico sugeriu trocar de posição. Deitei de barriga pra cima e abri minhas pernas mais uma vez. Ele colocou elas nos ombros e meteu o pau com força. Primeiro, acariciava minhas pernas sem diminuir o ritmo, e depois dava umas mordidinhas. Eu não parava de gemer, tava tão tesuda que ia gozar de novo, pedi pra ele continuar assim e, de repente, senti uma eletricidade no corpo. Foi um orgasmo do caralho. O Nico desacelerou e baixou minhas pernas, porque eu tava toda trêmula, mas continuou me penetrando devagar enquanto me beijava. Aos poucos, fui me recuperando e ele começou a aumentar o ritmo. Em poucos minutos, gozou dentro de mim mais uma vez, e ficamos abraçados ali, até sentirmos que os meninos estavam acordando. O Nico saiu na surdina do meu quarto e, um pouco depois, eu saí, toda desarrumada.
Voltamos do mesmo jeito, eu em cima do Nico. Cheguei pertinho do ouvido dele e agradeci por ter me acompanhado ontem à noite, falei que adorei.
A casa era bem afastada e difícil de chegar. Era um chalé, um lugar ideal pra fazer umas festinhas e os vizinhos não reclamarem.
Um grupo de minas e caras iam num carro, aí perguntei se podia ir junto e eles falaram que de boa, mas que a gente ia ficar bem apertado. Falei que me virava, que não tinha problema.
decidi vestir uma minissaia branca bem curta e um top bem decotado. A noite pedia isso.
Cheguei no ponto de encontro um pouco atrasada porque demorei pra me arrumar, e os caras já estavam dentro do carro me esperando. Tava praticamente lotado, só tinha um lugar em cima de um dos caras, o Nicolás, que tentou me fazer um espaço do lado, mas não adiantou. Falei que não tinha problema em sentar em cima dele. Ia ser uma viagem bem longa, então tentei me posicionar do melhor jeito pra não deixar as pernas dele formigarem.
A gente foi dando risada no carro, tem uns caras que são muito engraçados. Meu corpo foi cedendo e eu fiquei completamente em cima da buceta do Nico. Percebi que o pau dele tava duro. Eu não sabia o que fazer, por um lado a situação me excitava, por outro eu sentia vergonha...
Não me mexi daquela posição, sentia que ele começava a ficar mais duro e eu, ficando mais tesuda, disfarçadamente comecei a me mexer roçando no volume dele. Depois de um instante, as mãos dele apareceram acariciando suavemente minhas pernas. Isso tava ficando estranho, mas era excitante. Nico não é um dos amigos mais próximos do Daniel, isso acalmava bastante a vergonha que eu sentia e aos poucos fui me deixando levar.
Meus movimentos eram um pouco mais pronunciados, mas sempre disfarçados. Devagar fui abrindo as pernas e o Nico levava as mãos cada vez mais pra dentro da minha saia. Por sorte, o resto continuava morrendo de rir e não percebia o que tava rolando.
Minhas pernas estavam bem abertas e minha saia muito levantada. Os dedos do Nicolás chegaram até minha calcinha fio dental e por um ladinho ele começou a enfiá-los para chegar na minha pussy, que já estava bem molhada naquele momento.
Sem querer, soltei um gemido baixinho que chamou a atenção de um casal. Por sorte, tava escuro demais pra eles verem o que a gente tava fazendo. Me perguntaram se eu tava bem e eu respondi que sim, aí eles voltaram pro que estavam fazendo.
Finalmente chegamos na casa. Todo mundo se meteu a ajudar com as bebidas, a música, e tal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Começamos a beber e dançar, o clima tava divertido, não precisava nem ir pra balada.
A casa era muito grande.
A festa tava incrível, a gente tava se divertindo pra caralho. Tinha um monte de álcool e outras paradas rolando pela casa. Eu só fiquei na cerveja com as minas enquanto dançávamos absolutamente todas as músicas. Algumas já estavam "dando o braço a torcer" e queriam ir dormir. Não era tão tarde, mas a festa tava intensa pra cacete.
As que tavam um pouco melhor levaram as minas que tavam mais bêbadas pro quarto delas. Eu aproveitei pra passar no meu pra dar uma retocada na maquiagem. Não vi mais o Nico durante a festa, mas quando tava saindo, trombei com ele no corredor e ele perguntou: — "já vai dormir?" Eu balancei a cabeça e falei — "só passei pra me arrumar um pouco e tava voltando". E ele me deu um beijo intenso, me empurrando pra dentro do quarto. Tranquei a porta por precaução e a gente continuou se beijando apaixonadamente. Ele tirou meu top e começou a apalpar meus peitos, quase com desespero. Eu tirei a camisa dele e desabotoei a calça. Enfiei a mão pra acariciar o pau durão dele por cima da cueca. Ele baixou minha saia e me abraçou forte enquanto continuava me beijando ardentemente. Apertava minha bunda com muito tesão e sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa. Eu tava muito excitada também, então tirei a cueca dele e comecei a masturbar aquele pau grosso e duro. Ele tirou meu sutiã e minha calcinha fio dental. Já tínhamos pelados, só faltava ir pra cama e ele meter a rola de uma vez por todas.
Parei de beijá-lo e me deitei na cama com as pernas abertas. Ele já sabia o que fazer.
Ele lambeu a cabecinha da piroca e começou a me penetrar devagar. Eu tava toda molhada, tanto que ele entrou com bastante facilidade, mesmo eu sentindo ele abrindo minha buceta.
Ele me abraçou de novo e começou a se mexer. Automaticamente, comecei a gemer. — "Tá bem dura, me come devagarzinho" — falei enquanto o abraçava e beijava. Nico foi suave, eu gostava muito do jeito que ele fazia, me beijava o pescoço e descia até meus peitos pra se afundar neles e ficava um tempão ali. Eu não aguentei mais e gozei. Nico parou pra continuar me beijando e pedi pra ele não parar. Nessa altura, tava bem lubrificada, então ele começou a se mexer com mais energia. Perguntei se ele queria que eu ficasse de quatro, e ele respondeu que sim na hora. Ele saiu por um instante pra eu me ajeitar. Arqueei as costas e empinei a raba pra ele ficar excitado. Obviamente funcionou, ele agarrou minhas nádegas e repetiu como eu era gostosa. Meteu a pica e começou a me comer um pouco mais forte. Agarrou meus peitos e beijou minhas costas. Minha buceta já era um rio, em poucos minutos gozei de novo. Dessa vez, ele me deixou tremendo e a gente parou um instante. Falei: — "Tô amando como você tá me comendo, continuamos?" — Ele obedeceu e continuou me penetrando, com o pau todo entrando em mim, com mais força que das outras vezes. O pau dele tava ainda mais duro, com uma mão segurando minha cintura e a outra agarrando minha nuca. Ele tava perto de gozar e eu, incrivelmente, também. Ele começou a respirar forte e eu a gemer intensamente até que ele afundou o pau no fundo de mim, todo ofegante, pra gozar. Um segundo depois, eu gozei, minhas pernas eram de papel. Ele me abraçava por trás e beijava meu pescoço enquanto a gente recuperava o fôlego.
Já era dia, então a gente se deitou abraçados e dormiu.
Um pouco depois, senti ele apalpando meus peitos e fui acordando de novo toda excitada. Virei e notei que o pau dele já tava duro de novo. Peguei nele e comecei a masturbar. Devagarzinho, fui me aproximando pra finalmente enfiar na boca. Chupei ele inteiro, era bem grosso, mal cabia na minha boca. Ele apalpava minha bunda enquanto curtia o momento. Perguntei se queria foder de novo e, claro, ele disse que sim. Montei em cima dele, enfiei o pau e comecei a descer devagar. Quando tava tudo dentro, comecei a subir e descer de pouco em pouco. Perguntei se ele sempre ficava tão duro assim, e o Nico respondeu que não, que era só comigo. Fiquei comovida e beijei ele enquanto acelerava o ritmo. Minhas sentadas eram cada vez mais fortes, a cama rangia pra caramba e meus gemidos aumentavam mais e mais (tomara que ninguém estivesse acordado). Ele, de baixo, acompanhava meus movimentos enquanto acariciava meus peitos. Eu aproximava eles da boca dele pra ele chupar meus bicos. Deixava o pau dele bem dentro, esfregando meu clitóris no púbis dele, até que não aguentei mais e tive um orgasmo incrível. Descansei um pouco e o Nico sugeriu trocar de posição. Deitei de barriga pra cima e abri minhas pernas mais uma vez. Ele colocou elas nos ombros e meteu o pau com força. Primeiro, acariciava minhas pernas sem diminuir o ritmo, e depois dava umas mordidinhas. Eu não parava de gemer, tava tão tesuda que ia gozar de novo, pedi pra ele continuar assim e, de repente, senti uma eletricidade no corpo. Foi um orgasmo do caralho. O Nico desacelerou e baixou minhas pernas, porque eu tava toda trêmula, mas continuou me penetrando devagar enquanto me beijava. Aos poucos, fui me recuperando e ele começou a aumentar o ritmo. Em poucos minutos, gozou dentro de mim mais uma vez, e ficamos abraçados ali, até sentirmos que os meninos estavam acordando. O Nico saiu na surdina do meu quarto e, um pouco depois, eu saí, toda desarrumada.
Voltamos do mesmo jeito, eu em cima do Nico. Cheguei pertinho do ouvido dele e agradeci por ter me acompanhado ontem à noite, falei que adorei.
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