Ele se olhou no espelho, admirando como a renda rosa da lingerie se ajustava às suas curvas masculinas. O conjunto, um presente que ele mesmo tinha comprado pra namorada, agora enfeitava o próprio corpo. Os dedos dele percorriam o tecido transparente, descendo até o centro do desejo, enquanto a respiração ficava pesada. Ele se acariciava a bunda, imaginando que eram mãos femininas fazendo aquilo.


De repente, a porta se abriu. Ela estava ali, observando a cena com um olhar carregado de uma luxúria inesperada.
"Então esse é o seu segredo, meu amor?

Ele congelou, o coração batendo forte contra as costelas. "Desculpa, eu só... gosto de como isso me faz sentir", ele gaguejou, tentando se cobrir inutilmente.
Ela se aproximou devagar, tirando a própria roupa até ficar nua. Os olhos dela percorreram o corpo dele, parando na lingerie rosa.
"Não se desculpa. Você tá uma delícia. Parece uma bonequinha", ela disse, deslizando as unhas pelas costas dele.
"Você não liga?"
"Isso me excita."
"Quero que a gente brinque de ser duas garotas. Quero vestir minha putinha", ela respondeu com a voz rouca.
Ela o empurrou para a cama, forçando-o a ficar de quatro. A renda rosa esticava sobre os glúteos dele. Ela pegou um lubrificante na gaveta e derramou uma quantidade generosa no cu dele. "Agora você vai sentir como eu te abro, minha sissizinha", ela sussurrou enquanto enfiava um dedo com força. Ele soltou um gemido agudo, arqueando as costas. "Ah! Isso! Faz isso! Brinca com meu cuzinho!" "Olha como ele se abre pra mim. Você tá tão molhado, mesmo sendo um menino", ela zombou, adicionando um segundo dedo. O som molhado e abafado encheu o quarto enquanto ela movia os dedos rápido, procurando a próstata. Ele sentiu o cérebro derreter. O pau dele, ainda meio escondido pela peça rosa, gotejava pré-gozo nos lençóis. "Quero mais... por favor, me trata como uma mulher", ele suplicou, soluçando de prazer. "Fecha a boca e aproveita, putinha rosa", ela ordenou. Ela pegou um consolo grosso e lubrificado, posicionando bem na entrada do esfíncter. Com um empurrão lento e deliberado, começou a penetrá-lo. Ele gritou, sentindo o interior se expandir, a sensação de plenitude era avassaladora. Ela começou a meter com força, fazendo as nádegas dele quicarem e baterem contra o brinquedo com um som rítmico e carnal. "Você gosta de levar no cu enquanto usa minha roupa?" "Sim! Amo! Sou sua sapatãozinha!
O ritmo aumentou.
O som do plástico batendo na pele e o respingo do lubrificante criavam uma sinfonia de depravação.
Ele atingiu o clímax, jorrando porra em esguichos que mancharam a renda rosa e a cama, enquanto ela continuava castigando o cu dele até os dois colapsarem, exaustos e encharcados de suor.

Muit@s desejamos poder encontrar aquela pessoa com quem possamos realizar todas aquelas fantasias que temos. kkkkkkk Espero que em algum momento tod@s encontremos essa pessoa.... FIM.


De repente, a porta se abriu. Ela estava ali, observando a cena com um olhar carregado de uma luxúria inesperada.
"Então esse é o seu segredo, meu amor?

Ele congelou, o coração batendo forte contra as costelas. "Desculpa, eu só... gosto de como isso me faz sentir", ele gaguejou, tentando se cobrir inutilmente. Ela se aproximou devagar, tirando a própria roupa até ficar nua. Os olhos dela percorreram o corpo dele, parando na lingerie rosa.
"Não se desculpa. Você tá uma delícia. Parece uma bonequinha", ela disse, deslizando as unhas pelas costas dele.
"Você não liga?"
"Isso me excita."
"Quero que a gente brinque de ser duas garotas. Quero vestir minha putinha", ela respondeu com a voz rouca.

Ela o empurrou para a cama, forçando-o a ficar de quatro. A renda rosa esticava sobre os glúteos dele. Ela pegou um lubrificante na gaveta e derramou uma quantidade generosa no cu dele. "Agora você vai sentir como eu te abro, minha sissizinha", ela sussurrou enquanto enfiava um dedo com força. Ele soltou um gemido agudo, arqueando as costas. "Ah! Isso! Faz isso! Brinca com meu cuzinho!" "Olha como ele se abre pra mim. Você tá tão molhado, mesmo sendo um menino", ela zombou, adicionando um segundo dedo. O som molhado e abafado encheu o quarto enquanto ela movia os dedos rápido, procurando a próstata. Ele sentiu o cérebro derreter. O pau dele, ainda meio escondido pela peça rosa, gotejava pré-gozo nos lençóis. "Quero mais... por favor, me trata como uma mulher", ele suplicou, soluçando de prazer. "Fecha a boca e aproveita, putinha rosa", ela ordenou. Ela pegou um consolo grosso e lubrificado, posicionando bem na entrada do esfíncter. Com um empurrão lento e deliberado, começou a penetrá-lo. Ele gritou, sentindo o interior se expandir, a sensação de plenitude era avassaladora. Ela começou a meter com força, fazendo as nádegas dele quicarem e baterem contra o brinquedo com um som rítmico e carnal. "Você gosta de levar no cu enquanto usa minha roupa?" "Sim! Amo! Sou sua sapatãozinha!
O ritmo aumentou. O som do plástico batendo na pele e o respingo do lubrificante criavam uma sinfonia de depravação.
Ele atingiu o clímax, jorrando porra em esguichos que mancharam a renda rosa e a cama, enquanto ela continuava castigando o cu dele até os dois colapsarem, exaustos e encharcados de suor.

Muit@s desejamos poder encontrar aquela pessoa com quem possamos realizar todas aquelas fantasias que temos. kkkkkkk Espero que em algum momento tod@s encontremos essa pessoa.... FIM.
3 comentários - A Fantasia de Muit@s...