Chantageei minha mãe pra ela transar comigo. Parte #3

Chantageei minha mãe pra ela transar comigo. Parte #3
vadiaMaritza estava em frente ao espelho do vestidor, terminando de ajustar o vestido preto curto que marcava suas curvas. A maquiagem estava impecável, o perfume caro já espalhado. Ela ia sair. De novo. O mesmo padrão de sempre: desculpas fracas, o carro esperando a duas quadras, a noite longe de casa. Guillermo apareceu na porta sem fazer barulho. Fechou a porta atrás de si e girou a chave. —Aonde você pensa que vai? —perguntou com voz baixa, quase calma. Ela se sobressaltou. O olhar endureceu na hora. —Me deixa passar. Vou sair. Tenho planos. —Não. Essa noite não. —Ele se aproximou devagar—. Você não vai sair por aí sendo uma puta. Se quer ser, vai ser aqui. Comigo. Na sua própria casa. Maritza deu um passo para trás, o maxilar tenso. —Não. Não vou fazer isso de novo. Foi uma vez. Já te dei o que você queria. Agora me deixa em paz. Guillermo sorriu sem humor. —O trato continua valendo. Você faz o que eu mandar… ou o papai fica sabendo de tudo. Do motel. Do motorista. De como você voltou cheirando a porra alheia. Quer que eu acorde ele agora mesmo e conte com todos os detalhes? A cor sumiu do rosto dela. Ela respirou fundo, os olhos brilhando de raiva e impotência. Por um momento pareceu que ia gritar, brigar. Depois os ombros caíram. —Você é um filho da puta… —sussurrou. —Eu sei. Pois é, eu sou seu filho! Agora ajoelha. Ela hesitou por mais alguns segundos, olhando para ele com puro ódio. Finalmente, com as mãos tremendo de raiva contida, ajoelhou-se diante dele no tapete do vestidor. Guillermo abaixou o zíper e tirou a rola já dura. Aproximou-a do rosto dela. —Abre. E dessa vez não é só a ponta. Quero que você me chupe inteiro. Língua. Saco. Tudo. Maritza abriu a boca com visível nojo. Ele empurrou para frente e ela o recebeu, lábios apertados ao redor da glande. Começou a se mover, desajeitada no início, só cumprindo. Guillermo agarrou o cabelo dela com uma mão e a forçou a engolir mais. —Mais fundo. Usa a língua. Chupa bem. Ela Fechou os olhos por um segundo e depois obedeceu. Tirou o pau quase por completo e passou a língua inteira por toda a parte de baixo, da base até a ponta, lambendo devagar, como se cada centímetro custasse. Depois colocou de novo, mais fundo dessa vez, e começou a chupar com força, as bochechas encovadas. A saliva escorria pelo canto dos lábios. Desceu um pouco mais, tirou o pau da boca e se inclinou pra lamber as bolas. Pegou uma por uma com a língua, chupou suavemente, sentindo o peso e o calor enquanto ele gemia lá em cima. Depois voltou pro pau, engoliu até quase a base e começou a mexer a cabeça num ritmo constante, a língua girando em volta da cabeça toda vez que subia. Guillermo olhava pra ela de cima, curtindo cada gesto de nojo na cara dela. — Assim… mais rápido. Chupa como a puta que você é. Ela acelerou, os olhos marejados de humilhação, a saliva escorrendo pelo queixo até o decote do vestido. O som molhado e obsceno enchia o provador pequeno. Quando sentiu que ele tava perto, ele agarrou a cabeça dela com as duas mãos e empurrou até o fundo. Gozou direto na boca dela, jorros quentes e grossos. Ela engasgou, mas ele segurou ela ali até terminar. Depois tirou e disparou o resto na cara dela: nos lábios, na bochecha, um fio que escorreu até o pescoço. Maritza ficou de joelhos, respirando ofegante, o esperma grosso na boca e espalhado pela cara. Engoliu o que conseguiu com uma careta de nojo puro e limpou a boca com as costas da mão, o gesto lento e carregado de humilhação. Não levantou o olhar. Guillermo arrumou a calça. — Sobe pro quarto. Tira esse vestido e veste algo mais puta pro teu filho. Te vejo lá em cima em cinco minutos. E não se atreva a limpar a cara ainda. Ela assentiu uma única vez, sem olhar pra ele. Se levantou com as pernas tremendo, pegou a bolsa do chão e saiu do provador com passos rápidos, o esperma ainda brilhando na bochecha e no pescoço, o ódio ardendo nos olhos. Guillermo a viu desaparecer pelo corredor. Sorriu para si mesmo, de forma perversa, e apagou a luz! Sabia que finalmente comeria a puta da sua mãe, e isso não lhe causava nenhum remorso; pelo contrário, o excitava demais, pois era algo com que sempre tinha sonhado!

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