A mãe do meu parceiro 😅

Entrei pra trabalhar numa empresa e sou uma pessoa meio solitária e pouco falante quando não conheço alguém. Um rapaz se aproximou de mim e a gente começou a se dar super bem, era só risada e eu ajudava ele com papéis, com muita informação. Nasceu um carinho dele por mim, mas na amizade. Eu confiei a ele uma lista enorme de histórias e muitas, muitas de sexo, do que eu fazia, disso e daquilo, em todos os buracos, etc. E numa conversa, eu disse que pra mim era fácil reconhecer quando uma mulher era de Culiacán (é um município de Sinaloa, México). Ele pergunta: "Por quê?" Eu digo: "Elas têm uma cinturinha e uma puta rabuda." E ele respondeu: "É verdade, MINHA MÃE É ASSIM." E eu 😯😯😱😱😱. Ri pra caralho, ele era meio ingênuo, tinha 19 anos. Pois bem, dias depois ele me diz: "Sabe o quê? Minha mãe vai começar a trabalhar aqui!" E eu 🫣🫣😱😱🫢🫢😍😍😱😱. Na minha cabeça: "Não me fala isso, porra!" E respondi: "Ah, que legal." Bom, dias depois ela chegou. Na área de preparação, entrei e vi uma coisa linda, linda demais, um rabão branco perfeito pra caralho. Ela se virou e me sorriu. Me aproximei, nos apresentamos. Uma mulher muito bonita e super simpática, gente boa, etc. Passou um tempinho e ela se aproximava de mim bastante e pedia desculpas, dizendo que iam falar mal da gente, e assim foi várias vezes. Uma vez, peguei na mão dela e ela apertou de volta. E não quero mais contar porque é longo. Resumindo, convidei ela pra tomar café da manhã, ela aceitou. Confirmei, convidei pra almoçar e perguntei: "Você sente alguma química? Porque eu sinto." E a resposta dela foi: "Sim, nós dois somos casados." 🫢🫢😀 E dali fomos pro hotel. Antes, no carro, beijei ela, acariciei, ela amou tudo isso. A parte triste: ela estava há 4 anos sem sexo porque o marido estava doente, já não tinha ereções. E apareci eu, super atencioso, e teve muita química. No carro, beijei ela toda. Ela fechava os olhos, abria, me olhava e virava os olhos. Sabia que estava fazendo um excelente trabalho. Fiz ela gozar com oral, eu nela, ela não em mim. Fiz com malícia porque sabia que não tinha nada. Entrei lá há mais de 4 anos, ela teve os filhos de cesárea, aquela buceta era bem apertada apesar de ser um mulherão. Beijei o pescoço dela, abri a blusa, puxei o sutiã pra baixo e chupei aqueles peitos deliciosos. Ela já tava gemendo e eu só tava começando. Desci, beijei a cintura dela, desabotoei o jeans e ela me ajudou a tirar aquela calça super justa. Uma calcinha fio-dental linda, de cetim rosa dourado 🤤🤤🤤. Beijei e lambi em volta, sempre demorando bastante antes de chupar a buceta dela, porque eu queria que ela pedisse aos gritos. Quando eu passava perto, ela puxava minha cabeça, ela queria, precisava daquilo. Lambi por cima da calcinha e ela gemia gostoso, se tocava, se acariciava, bagunçava o cabelo. Queria chupar minha pica, queria que eu penetrasse ela, mas eu segurava. Afastei a calcinha de lado e apareceu uma buceta rosa linda, com os lábios pouco marcados. Abri como um livrinho e dei uma lambida lenta e comprida, do cu até o clitóris. Fiquei ali com a boca toda aberta e a língua esticada, massageando em círculos, sem lambidas rápidas, fazendo pressão com a língua inteira, que cobria desde o começo da pepeca dela até o fim. Movia a cabeça em círculos sem mexer a língua, só a cabeça, sem parar de pressionar, enquanto minhas mãos seguravam aquela raba gigante que nem com cinco dava pra agarrar, super firme, gorda, mas gorda de linda. Pegava nos peitos dela, passava meus dedos nos lábios dela e chupava. Eu tava em outro mundo e, de repente, gemido atrás de gemido, ela ficava sem fôlego, se enroscava nos lençóis, colocava no rosto, tirava, parecia que tava tendo convulsão, gemia forte e ficava sem ar. Quando gozou na minha boca, senti um líquido doce e grosso. Nunca enfiei os dedos, só a língua entre os lábios. Quando me coloquei entre as pernas dela, beijei ela pra sentir o gosto, e isso a enlouqueceu. Depois do maior êxtase, ela sorriu com um sorriso de drogada e diaba, desceu e começou a chupar minha pica. Eu via aquela raba linda, a cintura dela, aquela calcinha fio-dental, eu escorria, ela passava a língua e o leite escorria dela. entre os lábios e sorria, me dizia: "você gosta?? É que eu não sei fazer, não gostava, mas com você faço sempre que quiser". Puxei ela pra perto, beijei, deitei e abri aquelas pernonas dela, beijei a entrepernas, afastei a calcinha fio dental, rocei a buceta dela com meu pau cabeçudo e via como os lábios dela se separavam ao passar minha vara dura escorrendo porra, e assim entrei nessa xota e... meuuu deus... apertada, super lubrificada, rosada, e aos poucos via o rostinho dela franzindo a testa e mordendo os lábios, ela beliscava os bicos dos peitos, puxava o próprio cabelo. Deixei entrar mais da metade, tirei tudo e enfiei de novo inteiro, empurrei forte e ela gemeu. Não recuei, pelo contrário, empurrava e me mexia devagar mas intenso, em círculos, e mais um orgasmo, squirt, e ela gritava e tremia e ficava sem ar, e eu curtindo o espetáculo. Depois falei: "agora forte e rápido". Era hora de comer ela como uma putinha, forte, tapas na bunda, de quatro, ouvindo aquela rabeta batendo em mim. Chegou minha vez, meti forte, tirei e comecei a chupar ela assim de quatro, e o cuzinho dilatando até que ela pediu: "pai, meu cu é enorme mas sou virgem, meu buraquinho é pequeno, me come mesmo que doa, por favor, meu amor". Língua, dedo, lubrificante, e meu cabeçudo foi abrindo aquele cuzinho apertado mas faminto de pau, e a cabeça entrou inteira, e ela entre gritos e gemidos. Fui mais fundo, mais lubrificante, até onde batia, e ela sem ar, agarrava e gemia e dizia: "ai, amor, love, love, ai não sei se é o céu ou se vou morrer, mas amo, curto muito, dói mas não para". Comecei a meter como se fosse o fim do mundo, fortíssimo, e ela gemendo lindo. Via nos espelhos, parecia um filme pornô de Hollywood, e quanto mais me excitava, mais forte, e outro jato que fez ela perder todas as forças e cair de boca no colchão. Via ela toda suada, linda. Coloquei de lado, abri a perna dela, me posicionei sobre a outra perna em tesoura, enfiei tudo e meti fortíssimo, sentia a perna dela entre minhas nádegas, suada e quente, isso me esquentou e comecei a ofegar, e ela percebeu que... Eu vinha e dizia: "papi, enche minha buceta de porra, não tira, deixa tudo dentro", e foi a coisa mais deliciosa que eu já senti. Uuuff, escorria a porra dela, e ela não parava, e eu gozei de novo e fiquei em outro mundo por um momento. Nós dois deitados, beijo e beijo, sem forças, nos acariciando... Recuperamos o fôlego e transamos de novo, perdemos a conta de quantas vezes até quase amanhecer. Naquele dia, nem fomos trabalhar, os dois. Nosso turno era à noite. Eu tirei os desejos reprimidos dela, e ela os meus. Depois, meu parceiro descobriu que eu tava com ela, mas foi depois que ele saiu da empresa e a gente se soltou. Por respeito a ele, ao marido dela e à minha esposa, mantivemos bem escondido. Depois, virou segredo de polichinelo. Depois, éramos o casalzão. E o filho dela me disse: "Cara, hahaha, não me incomoda que você esteja com minha mãe, porque você trata ela muito bem, nos ajuda em tudo que pode, me ensina pra caralho, parece meu pai hahaha, brincadeira. Mas o que me incomoda é que você faz tudo o que me contou hahaha. Enquanto eu a veja viva, acho que não faz mal hahaha. Só não transe com ela quando eu estiver por perto, não quero ouvir hahaha. FIM.

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