Olá, pessoal! Meu nome é Ana e essa é minha história. Tenho 27 anos, meu parceiro (a gente mora junto, mas não é casado) tem 35, e a gente vive na casa da minha sogra. Ele tem uns negócios, eu chamo de "o negócio grande" e "o negocinho". O negocinho é um mercadinho de bairro, que, pra ser sincera, ele meio que largou de mão porque foca mais no outro negócio.
Uma vez, conversando, sugeri pra ele não deixar o mercadinho ir pro brejo: eu podia tocar e administrar. Claro, ele continuaria sendo o dono, já que bota a grana. Ele topou, mas falou que eu era muito "fechada" e tal, o que pra mim não é problema. A parada é que sempre fui uma mulher bem provocante e adoro socializar, coisa que minha sogra não curte... Ela me detesta, haha, normal, mas vive me dando indiretas e comentários sem noção. E meu parceiro, muitas vezes, fica do lado dela. Tenho que tomar cuidado redobrado com o jeito de falar e me vestir quando ela tá por perto, e isso me irrita, porque, como eu disse, ela mora com a gente. Mas fazer o quê, né? Água mole em pedra dura... Foi o que fiz. Peguei o mercadinho por vários motivos: queria sair de casa, parar de ficar presa, e principalmente trabalhar e deixar a loja tinindo.
Meus horários eram assim: chegava às 8h e fechava às 15h, aí tirava 3 horas pra dormir, comer e descansar, abria de novo às 18h e fechava de vez às 22h. Mas depois de algumas semanas, comecei a levar uma troca de roupa extra, porque não me sentia confortável passando o dia todo com a mesma roupa. Uma troca no primeiro turno, e outra à tarde. Foi assim que meus dias começaram. Deixei o mercadinho um brinco, enchi de produtos, arrumei vários fornecedores, e o mais importante: o povo vinha e comprava pra caramba. Ficava ocupada o tempo todo, raros os momentos de tédio.
Um dia, fui pra loja assim...
Eu tava confortável, e como já falei, não posso usar roupa mais ousada porque não me deixam e enchem de comentários negativos, mas me sinto confortável e segura assim. Também vale dizer que muitos dos fornecedores falavam comigo com muita intimidade, até apostaria que mais de um tava tentando me pegar, mas eu me faço de difícil e curto esses tipos de joguinhos. Chegou o Fran, o dos refrigerantes, meio-dia: "Bom dia, Ana, quer que eu encha tudo pra você?" Hahaha, foi minha reação, fiquei meio corada: "Não seja assim, haha, enche pra mim, mas já sabe do que, hein, mal pensado." Fran rindo e subindo umas caixas de refrigerante me disse: "Eu só fiz o comentário, chicle e cola, hahaha, não é verdade, Anita, sabe que é brincadeira." Sem me olhar, começou a encher um dos refrigeradores com o produto... Depois de uns 5 minutos, encheu e veio até mim no caixa: "Pronto, Ana, já enchi pra você, do jeito que você gosta." Só me olhou com um sorriso abafado. "Ah, Fran. Valeu por encher pra mim, haha." Dei um tapinha no ombro dele, paguei, ele se despediu e foi embora. Tenho que dizer que, dos fornecedores, com o Fran sinto essa confiança e segurança porque sei que ele fala na brincadeira. Mas os outros me dão um pouco de medo porque sinto que é verdade e eles querem mesmo. Antes de fechar, chegou o dos pães, o Beto é um senhor de idade um pouco avançada, é simpático e sempre com um sorriso. Mas já peguei ele olhando pra minha bunda. Principalmente quando me abaixo, o que não me incomoda, sei que é uma reação natural e gosto de fazer eles sentirem isso, haha, me desculpem, é que sou um pouco provocante... algo assim, haha. Bem na hora que o Beto foi embora, chegou uma mina muito gostosa junto com o que parecia ser o namorado dela, estavam meio estranhos, e sim, quando a mina pegou um produto, o namorado deu um tapão enorme na bunda dela... ela só reclamou mas curtiu, e eu tipo, o que eu faço, haha. O namorado virou pra mim e disse: "Não quer uma também?" Fiquei paralisada com o comentário, sem saber o que dizer, e haha, sei que parece estranho, mas algo me dizia pra falar que sim, mas a A mina respondeu antes de mim, eu só ri, falei pra ela não se preocupar e me pagaram. Fechei e fui comer alguma coisa. Tomei banho e me troquei.
Tudo parecia normal até que, antes de fechar, hum, mais ou menos umas 9:40, o garoto de antes chegou de novo. Mas sem a namorada. Ele me encarou e disse: Hum, fiquei com cara de surpresa e confusão *Hum, não sei do que você tá falando, amigo* respondi Comecei a rir e concordei com a cabeça Gostei do comentário dele e respondi educadamente *No que posso te ajudar?* O cara ficou calado por um tempo até que virou, pegou uns biscoitos e comentou Ele falou meio decepcionado, eu fiquei olhando pra ele tipo, quêêêê???? *Hum, jaja, acho que você se enganou, amigo, não quero que um estranho pegue na minha buceta, jaja* Falei isso e ele rapidamente se apresentou Minha primeira reação foi segurar minha bunda, ou melhor, me cobrir, e respondi *Jaja, não se atreva, ia me incomodar* Ele pegou os biscoitos e disse Quando ele terminou a frase, falei pra ele se dar bem e que com prazer. Mas o que eu não esperava era que, quando virei pro caixa, pummm, senti um tapão na bunda, não muito forte, virei rápido e ele já tava indo embora rindo e correndo, eu só ri e falei que ele ia ver. Cheguei em casa feliz, curti o momento, além de ter vendido muito, mas o bom não dura, minha sogra chegou e me viu de legging Isso ela falou olhando pras minhas pernas, verdade, me senti ofendida e o que me irritou mais foi que meu parceiro, em vez de me defender, só me detonou mais e deu razão pra minha sogra. Fui pra cama puta, e naquela noite falei pra mim mesma, por quê? Deveria ter seguido as regras dele? Não tô fazendo nada de errado, queria chorar mas não conseguia, a única coisa que me acalmou foi sentir a mão do Carlos em mim, foi rápido mas foi gostoso, *talvez eu brinque mais um pouco. Ia ser divertido ver as reações deles se eu entrar na onda de todo mundo* kkkk um sorrisinho escapou do meu rosto e fui dormir. Passou uma semana desde o que aconteceu. Decidi ir assim.
A verdade é que eu me senti muito à vontade, além de usar um decote pequeno que eu gostava de como ficava em mim. Naquele dia chegou, acho, o fornecedor mais atrevido que eu tenho, haha. Aldo é um senhor de meia-idade, bigodudo. Um pouco bruto, mas trabalhador e muito brincalhão. Ele chega e, depois de me cumprimentar sem nenhuma vergonha, fica olhando pro meu decote. E eu, pra esquentar ele um pouco, apertei meus peitos pra eles ficarem mais evidentes, e respondi com uma voz um pouco mais suave: *"Oi Aldo, bom dia"*. E ele, sem tirar os olhos de mim, responde: . Mas se toca na hora e responde rápido: . Ele se virou pra me entregar o produto e conferir, e eu, sorrindo, respondi: *"Não se preocupa, Aldo, pra isso que eles servem, pra vocês admirarem, ué, hahaha"*. Aldo, ao ouvir meu comentário, ficou me olhando surpreso, mas feliz: . Ele saiu quase correndo pra evitar que eu jogasse algo, foi pegar uma nota fiscal e me entregou. *"Você é bem sabido, Aldo, mas aqui dentro da blusa eles estão bem"*. Fiz isso segurando meus peitos e dando pequenos pulinhos, hahaha. Eu estava me exibindo e o Aldo estava adorando. . Eu soltei uma risada alta com o comentário: *"Haha, queria, né, mendigo. Te vejo semana que vem"*. Tudo correu tranquilamente até a hora do meu intervalo. Quando chegou a hora de abrir de novo, eu já estava descansada, comida e tomada banho, e saí assim.
Eu estava super confortável, atendendo geral pra lá e pra cá, bem ocupada até quase a hora de fechar, e sim, o Carlos chegou de novo. Ele olhou pro meu top e parecia que eu tava com frio, porque meus bicos marcavam. no começo levei como elogio, porque achei que ele tava falando dos meus olhinhos, mas quando vi o olhar dele, percebi que ele tava falando dos meus peitos. Especificamente dos meus bicos, que estavam meio durinhos por causa do frio. *já vai começar, haha, já tinha me animado porque você falou desses olhos* apontei pro meu rosto e falei eu bati no peito dele e rapidamente puxei o assunto da palmada do outro dia *falando nisso, não pense que não tô puta com o que você fez, hein* Carlos só começou a rir e levou a mão pro nariz haha, eu só ri e não desci do salto, fiquei de palhaça. A gente ficou conversando até eu fechar. Ele me ajudou a baixar a cortina e carregar umas caixas pro carro. Quando eu tava com um par de caixas que não eram pesadas, mas atrapalhavam minha visão, bati na porta do carro. Carlos rapidamente se moveu pra perto de mim. E por trás. Só senti ele encostar a rola toda em mim. Eu congelei, mas com os movimentos involuntários senti ainda mais, e quando Carlos pegou as caixas, me deu um apertão nos peitos. Foi acidental? Foi de propósito? Eu não falei nada porque ele tava me ajudando, até porque podia ser qualquer coisa. Colocamos as coisas no carro e antes de ir embora ele me fala Ele fala com um sorriso, mas meio envergonhado... mmmm demorei uns segundos, mas respondi *tá bom, mas não tão forte porque vai doer* quando terminei a frase, não foi uma palmada, ele segurou minha bunda como se tivesse saboreando, me deu um beijo numa das nádegas, se despediu e foi embora super feliz. Fiquei surpresa, mas isso me excitou pra caralho. No caminho de volta, lembrava das mãos dele, e fiz uma coisa safada, já que era de noite e eu tava de carro, o top eu tirei. Desci e fui assim o caminho inteiro, com meus peitos de fora, me senti liberada, leve, sem pressão, até chegar em casa e me vestir tudo rápido. Tava muito feliz e ardendo, então cheguei em casa, fui pro meu quarto, já que minha sogra começou a xingar e não parava de me chamar de puta, eu me deitei. Ri e falei: *sou sim, e daí?* e dormi. Na sexta, tudo ia mudar pra mim. Assim saí pra loja.
Me senti à vontade e fui trabalhar, haha. Cheguei e tudo normal, atendendo gente, os fornecedores, todo mundo, até que chegou o Manuel, um bêbado do bairro. Isso sim, muito trabalhador, mas gastava tudo em álcool. Ele me cumprimenta e tira umas cervejas: *"Fala, Manuel, já vai começar o fim de semana, hein?"* — *"Você sabe, Anita, nada melhor que umas cervejas na mão e uma gostosa sentada no meu pau."* Eu nem sabia o que responder, haha. Fiquei calada, só com um sorriso, e cobrei o Manuel. Ele era assim, soltava comentários ao vento, como se não tivesse dito nada demais. *"Te incomodei com meu comentário, Anita?"* — *"Não, de jeito nenhum, cada um com suas aventuras, Manuel."* Ele só ficou me olhando e disse: *"Não te interessa ser essa mulher?"* Quase caí, hahaha, e sem conseguir falar de tanto rir: *"Não, hahaha, bom, quero sim, mas não em você, haha."* Manuel sorriu: *"Por que não, Anita? Sei que você quer, além disso, tô com ele duro... olha."* Quando ele falou essa última palavra, o sem-vergonha tirou o pau da calça. Eu fiquei olhando pra ele e, correndo, me abaixei — mas não pra isso, hein, haha — foi pra puxar a calça dele pra cima, já que era de dia e podia chegar qualquer um. *"Não tira ele, Manuel, haha, pode chegar alguém e ver."* Manuel entendeu e só disse: *"Tá bom, Anita, mas quando quiser um macho, é só me chamar."* Ele se despediu, e eu fiquei tipo: "Mmmm, OK", haha. De tarde, tive uma surpresa. Escondida, peguei minha roupa e, sim, saí assim pra atender a lojinha no fim da tarde e à noite.
Me maquillei um pouco, vesti um vestido, não usei sutiã porque perde o estilo e coloquei uma calcinha tipo fio dental. Tava espetacular, naquele dia vendi pra caramba, principalmente cerveja e refrigerante. Já de noite, nem percebi que quase na frente da loja parou um carro, parecia que tava perdido, mas como os vidros estavam levantados, não dava pra ver nada.
Carlos chegou, ficou surpreso ao me ver, me encheu de elogios, me chamou de linda, que tava espetacular, que tava muito gostosa haha, vocês sabem, eu só fingindo que não era verdade *ah Carlos, nada disso. Sou mmm normal* Ficamos conversando até que de repente Carlos falou mmmm com muita dúvida mas com vontade, eu disse que sim Mmm *OK, mas o que eu ganho? E o que você ganha?* Falei com dúvida mas morrendo de vontade de saber o que podia ganhar Quando Carlos terminou, fiquei calada, olhei pra ele e com um nó na garganta falei *tá bom, aceito* Só jogamos 3 rodadas, as primeiras 2 eu ganhei, ele me deu o dinheiro e eu super feliz, mas quando chegou a terceira, pum, perdi. Carlos tava felizão, e falou que eu tinha que pagar igual ele fez. Saí da loja, espiei pros dois lados, ninguém vindo, entrei e falei que ia pagar. Levantei um pouco o vestido, desci minha calcinha até o chão, e levantei uma perna, mas antes de levantar a outra, ele se abaixou, me pegou pela perna, pegou minha calcinha e começou a cheirar ali embaixo, eu obviamente tava me tampando pra não deixar ele ver nada. Ele se levanta e fala enfiou minha calcinha na cueca dele, me deu um beijo na bochecha e foi embora. Eu tava muuuuito tranquila e feliz. Mas aqui começou o terror pra mim (por assim dizer hehe) Quando eu estava fechando e arrumando as coisas, um senhor me diz: "Oi, amor. Como você é gostosa". Eu tirei o braço dele e falei pra ele me respeitar. "Não vem com essa agora, respeito hahahaha assim como você respeita sua parceira, hein". Olhei pra ele com medo, mas confusa: "O que você quer dizer?" O senhor tira o celular dele e me diz: "Te gravei enquanto você dava sua calcinha pra aquele moleque, dá pra ver que você é bem putinha, então agora quero que você seja minha puta". Eu já sabia que se tentasse entrar numa briga, ia perder, além disso ele tinha armas pra me chantagear... então fiz o que achei melhor naquele momento: "Olha, não precisa de chantagem nem nada, você quer que eu te chupe. Vamos, você quer transar... vamos". O senhor ficou chocado e surpreso, mas me olha, me agarra pela bunda e me diz: "Quero te comer aqui na sua loja". Fechei a cortina da loja e fomos pro quarto que fica atrás. A primeira coisa que ele fez foi me beijar, louca e apaixonadamente, parecia desesperado, mas isso sim. Ele botava muita paixão. Só sentia as mãos dele na minha bunda, ele levantou meu vestido e enfiou um pouco o dedo (lembrando que eu não estava de calcinha), me mordia os lábios, me dava beijos no pescoço, parava um momento, e continuava a me beijar. De repente, ele pega minha mão e coloca no pau dele, que já tava bem duro. Comecei a masturbar ele devagar e continuei beijando ele. Ele pareceu entender que eu não tava resistindo e que não precisava de violência, mas sim o contrário, nós dois estávamos aproveitando. Sozinha, me ajoelhei, e abaixei a calça dele pra ele se sentir mais confortável e comecei meu trabalho... peguei com as mãos e comecei a lamber a ponta, fazendo círculos, e beijinhos. Ele tremia: "Você me deixou muito excitado, amor, e tá me fazendo tremer, dá pra ver que você sabe o que faz". Depois dessas palavras, comecei a lamber o tronco do pau dele, até chegar nas bolas, colocava uma na boca e depois a outra. Ele só gemia de tanto prazer, que eu levantei e tirei o vestido, só deixei meus saltos altos porque me sentia mais sexy. Beijava o ponta do pau dele e aos poucos comecei a colocar mais na minha boca, ele adorava *glup glup glup você adora, amor?* perguntei olhando pra cara dele Sem perder tempo, tentei enfiar o pau inteiro na boca, e mesmo demorando um pouco, consegui, enfiava e tirava completo, verdade que nem eu acreditava, parecia uma chupadora profissional. Depois senti as mãos dele na minha cabeça e ele começou a meter mais e mais rápido, praticamente tava fodendo minha boca, só fechei os olhos e curti (por assim dizer) o momento. Quando deixei ele cheio da minha saliva, levantei e ele foi direto pros meus peitos, pegava com as mãos, beijava meus mamilos isso sem parar de morder e beijar meus peitos. Eu enquanto isso masturbava ele pra manter o pau duro, e depois de alguns minutos, ele me deitou no chão e começou a fazer oral na minha buceta. Sentia muito gostoso, a língua dele era bem molhada e sabia usar, eu me contorcia de prazer *mmmmmm hoooo siiiiii continua mmmmm haaaaa* peguei na cabeça dele e empurrava mais pra mim, ele enfiava a língua e me dava beijos De repente ele se ajoelha na minha frente e antes de me penetrar eu parei *espera, quero fazer com camisinha, por favor* ele, mesmo não muito satisfeito, levantou, pegou uma camisinha do bolso da calça e colocou
Em seguida, começou a meter a pontinha devagar, eu sentia tudo e só com aquela parte pequena já fiquei muito excitada. Ele enfiou até a metade e depois tirava, fez isso mais uns movimentos até que acelerou, ficou mais rápido, e eu tive que me sincronizar com a velocidade dele. Já tava metendo forte e pummm, começou a enfiar o pau inteiro até o fundo. *Haaaaa mmmmm sim ooo simiii, me dá forte, papai* Eu quase gritava, mas mal conseguia abafar os gemidos. Ele metia bem forte, de vez em quando se inclinava pra beijar meus peitos. Ficamos uns 10 minutos assim até que ele fala: Levantei, ele me deu um beijo, se deitou e eu fui enfiando o pau dele devagar, até sentir ele lá dentro. E sim, comecei devagar, mas depois parecia uma louca, pulava no pau dele e ele tava felizão vendo meus peitos quicando. Ele agarrava meus peitos, me abraçava, e com aquele movimento eu me abaixava pra ele poder beijar meus peitos e me beijar, e foi quando ele meteu muito forte e rápido *Mmmm haaaa mmmm haa aaa aaa. Siiim* Não conseguia parar, tava super excitada, não queria que aquilo acabasse nunca. Ele me manteve assim por um bom tempo, e fala: Me deu uns tapas na bunda, fiquei de quatro e ele começou a lamber minha buceta, eu sentia uma delícia, meus olhos reviravam, e sem avisar ele enfiou tudo de uma vez *Haaaaaay mmmm óóó, mais devagar* Ele só ria e fala: Me senti lisonjeada e fiquei meio corada, olhei pra ele e ele piscou um olho, estávamos muito conectados. Ele me penetrava tão gostoso que minhas pernas não aguentaram e eu deitei no chão, ele continuou metendo e eu só fechei os olhos e aproveitei. Eu levantava a bunda, depois abaixava, e quando ele se deitou em cima de mim, sussurrou no meu ouvido: Eu não queria, e implorei que não *Não me* Gosto por aí, não me sinto confortável* Ele beijou minhas costas e me diz Ele começou a me penetrar mais devagar, pensei que ele estava cansando, mas quando virei um pouco vi que ele estava de olhos fechados, ele também estava curtindo e aproveitando. Passamos quase 20 minutos até ele me dizer rápido nos separamos, tirei a camisinha com cuidado e me ajoelhei. Abri minha boca e splashh foi muito sêmen que ele jorrou, tanto que escorreu pela minha boca *já vi, tive que engolir para não deixar cair haha*
Nós dois nos deitamos no chão, me aninhei junto ao braço dele, e ficamos assim por uns minutos. Levantamos e fomos pro banheiro. Tomamos um banho rápido, nos vestimos e saímos da barraca. Deixei tudo pronto e fui pro meu carro. Antes de ir, ele me disse: <"Foi incrível, Anita. Espero encontrar alguém como você, e espero que você encontre alguém que te faça feliz">. Eu corei. O que parecia ser uma noite de sexo por chantagem acabou sendo uma noite de pura paixão. Nos despedimos e nunca mais o vi, mas sempre lembro dele como a pessoa que me fez sentir mulher e me fez sentir muuuuito bem. Obrigadaaaa.
Uma vez, conversando, sugeri pra ele não deixar o mercadinho ir pro brejo: eu podia tocar e administrar. Claro, ele continuaria sendo o dono, já que bota a grana. Ele topou, mas falou que eu era muito "fechada" e tal, o que pra mim não é problema. A parada é que sempre fui uma mulher bem provocante e adoro socializar, coisa que minha sogra não curte... Ela me detesta, haha, normal, mas vive me dando indiretas e comentários sem noção. E meu parceiro, muitas vezes, fica do lado dela. Tenho que tomar cuidado redobrado com o jeito de falar e me vestir quando ela tá por perto, e isso me irrita, porque, como eu disse, ela mora com a gente. Mas fazer o quê, né? Água mole em pedra dura... Foi o que fiz. Peguei o mercadinho por vários motivos: queria sair de casa, parar de ficar presa, e principalmente trabalhar e deixar a loja tinindo.
Meus horários eram assim: chegava às 8h e fechava às 15h, aí tirava 3 horas pra dormir, comer e descansar, abria de novo às 18h e fechava de vez às 22h. Mas depois de algumas semanas, comecei a levar uma troca de roupa extra, porque não me sentia confortável passando o dia todo com a mesma roupa. Uma troca no primeiro turno, e outra à tarde. Foi assim que meus dias começaram. Deixei o mercadinho um brinco, enchi de produtos, arrumei vários fornecedores, e o mais importante: o povo vinha e comprava pra caramba. Ficava ocupada o tempo todo, raros os momentos de tédio.
Um dia, fui pra loja assim...
Eu tava confortável, e como já falei, não posso usar roupa mais ousada porque não me deixam e enchem de comentários negativos, mas me sinto confortável e segura assim. Também vale dizer que muitos dos fornecedores falavam comigo com muita intimidade, até apostaria que mais de um tava tentando me pegar, mas eu me faço de difícil e curto esses tipos de joguinhos. Chegou o Fran, o dos refrigerantes, meio-dia: "Bom dia, Ana, quer que eu encha tudo pra você?" Hahaha, foi minha reação, fiquei meio corada: "Não seja assim, haha, enche pra mim, mas já sabe do que, hein, mal pensado." Fran rindo e subindo umas caixas de refrigerante me disse: "Eu só fiz o comentário, chicle e cola, hahaha, não é verdade, Anita, sabe que é brincadeira." Sem me olhar, começou a encher um dos refrigeradores com o produto... Depois de uns 5 minutos, encheu e veio até mim no caixa: "Pronto, Ana, já enchi pra você, do jeito que você gosta." Só me olhou com um sorriso abafado. "Ah, Fran. Valeu por encher pra mim, haha." Dei um tapinha no ombro dele, paguei, ele se despediu e foi embora. Tenho que dizer que, dos fornecedores, com o Fran sinto essa confiança e segurança porque sei que ele fala na brincadeira. Mas os outros me dão um pouco de medo porque sinto que é verdade e eles querem mesmo. Antes de fechar, chegou o dos pães, o Beto é um senhor de idade um pouco avançada, é simpático e sempre com um sorriso. Mas já peguei ele olhando pra minha bunda. Principalmente quando me abaixo, o que não me incomoda, sei que é uma reação natural e gosto de fazer eles sentirem isso, haha, me desculpem, é que sou um pouco provocante... algo assim, haha. Bem na hora que o Beto foi embora, chegou uma mina muito gostosa junto com o que parecia ser o namorado dela, estavam meio estranhos, e sim, quando a mina pegou um produto, o namorado deu um tapão enorme na bunda dela... ela só reclamou mas curtiu, e eu tipo, o que eu faço, haha. O namorado virou pra mim e disse: "Não quer uma também?" Fiquei paralisada com o comentário, sem saber o que dizer, e haha, sei que parece estranho, mas algo me dizia pra falar que sim, mas a A mina respondeu antes de mim,
Tudo parecia normal até que, antes de fechar, hum, mais ou menos umas 9:40, o garoto de antes chegou de novo. Mas sem a namorada. Ele me encarou e disse:
A verdade é que eu me senti muito à vontade, além de usar um decote pequeno que eu gostava de como ficava em mim. Naquele dia chegou, acho, o fornecedor mais atrevido que eu tenho, haha. Aldo é um senhor de meia-idade, bigodudo. Um pouco bruto, mas trabalhador e muito brincalhão. Ele chega e, depois de me cumprimentar sem nenhuma vergonha, fica olhando pro meu decote. E eu, pra esquentar ele um pouco, apertei meus peitos pra eles ficarem mais evidentes, e respondi com uma voz um pouco mais suave: *"Oi Aldo, bom dia"*. E ele, sem tirar os olhos de mim, responde:
Eu estava super confortável, atendendo geral pra lá e pra cá, bem ocupada até quase a hora de fechar, e sim, o Carlos chegou de novo. Ele olhou pro meu top e parecia que eu tava com frio, porque meus bicos marcavam.
Me senti à vontade e fui trabalhar, haha. Cheguei e tudo normal, atendendo gente, os fornecedores, todo mundo, até que chegou o Manuel, um bêbado do bairro. Isso sim, muito trabalhador, mas gastava tudo em álcool. Ele me cumprimenta e tira umas cervejas: *"Fala, Manuel, já vai começar o fim de semana, hein?"* — *"Você sabe, Anita, nada melhor que umas cervejas na mão e uma gostosa sentada no meu pau."* Eu nem sabia o que responder, haha. Fiquei calada, só com um sorriso, e cobrei o Manuel. Ele era assim, soltava comentários ao vento, como se não tivesse dito nada demais. *"Te incomodei com meu comentário, Anita?"* — *"Não, de jeito nenhum, cada um com suas aventuras, Manuel."* Ele só ficou me olhando e disse: *"Não te interessa ser essa mulher?"* Quase caí, hahaha, e sem conseguir falar de tanto rir: *"Não, hahaha, bom, quero sim, mas não em você, haha."* Manuel sorriu: *"Por que não, Anita? Sei que você quer, além disso, tô com ele duro... olha."* Quando ele falou essa última palavra, o sem-vergonha tirou o pau da calça. Eu fiquei olhando pra ele e, correndo, me abaixei — mas não pra isso, hein, haha — foi pra puxar a calça dele pra cima, já que era de dia e podia chegar qualquer um. *"Não tira ele, Manuel, haha, pode chegar alguém e ver."* Manuel entendeu e só disse: *"Tá bom, Anita, mas quando quiser um macho, é só me chamar."* Ele se despediu, e eu fiquei tipo: "Mmmm, OK", haha. De tarde, tive uma surpresa. Escondida, peguei minha roupa e, sim, saí assim pra atender a lojinha no fim da tarde e à noite.
Me maquillei um pouco, vesti um vestido, não usei sutiã porque perde o estilo e coloquei uma calcinha tipo fio dental. Tava espetacular, naquele dia vendi pra caramba, principalmente cerveja e refrigerante. Já de noite, nem percebi que quase na frente da loja parou um carro, parecia que tava perdido, mas como os vidros estavam levantados, não dava pra ver nada.Carlos chegou, ficou surpreso ao me ver, me encheu de elogios, me chamou de linda, que tava espetacular, que tava muito gostosa haha, vocês sabem,
Em seguida, começou a meter a pontinha devagar, eu sentia tudo e só com aquela parte pequena já fiquei muito excitada. Ele enfiou até a metade e depois tirava, fez isso mais uns movimentos até que acelerou, ficou mais rápido, e eu tive que me sincronizar com a velocidade dele. Já tava metendo forte e pummm, começou a enfiar o pau inteiro até o fundo. *Haaaaa mmmmm sim ooo simiii, me dá forte, papai* Eu quase gritava, mas mal conseguia abafar os gemidos. Ele metia bem forte, de vez em quando se inclinava pra beijar meus peitos. Ficamos uns 10 minutos assim até que ele fala:
Nós dois nos deitamos no chão, me aninhei junto ao braço dele, e ficamos assim por uns minutos. Levantamos e fomos pro banheiro. Tomamos um banho rápido, nos vestimos e saímos da barraca. Deixei tudo pronto e fui pro meu carro. Antes de ir, ele me disse: <"Foi incrível, Anita. Espero encontrar alguém como você, e espero que você encontre alguém que te faça feliz">. Eu corei. O que parecia ser uma noite de sexo por chantagem acabou sendo uma noite de pura paixão. Nos despedimos e nunca mais o vi, mas sempre lembro dele como a pessoa que me fez sentir mulher e me fez sentir muuuuito bem. Obrigadaaaa.
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