Mika transa na festa de formatura

Quando cheguei na festa, não encontrei meu amigo, sei lá que rolê. Saí da festa sem saber o que fazer, não tinha outra opção a não ser ir pra casa. Tava a 3 km de casa e tive que voltar andando. Tive que passar pela mesma esquina onde estavam os caras que me zoaram, maiores que eu. Agora só tinham 3, mas foram os que me encararam. Cheguei na esquina e eles começaram a falar de novo: "Tá perdida, bebota? Vamo brincar um pouco" e etc. Respondi a mesma coisa da primeira vez: "Com pinto curto, não vou". Eles riram e continuaram me provocando. Um pulou e disse: "Como você sabe que a gente tem pinto curto?" Aí eu falei: "Porque vocês são caras, ué". O outro respondeu: "Sim, mas somos maiores que você" e riu, e ele tinha razão, eram maiores. E ficavam me chamando pra ir pra outro lugar e tal. Cansei e falei: "Beleza, se não têm curto, mostra logo". Comecei a provocar eu mesma. Eles disseram: "E se não tivermos pinto, o que você dá?" Respondi: "Uma punheta pro primeiro, mas só pra um". "Beleza, a gente mostra, mas não aqui, vamos pra outro lugar." Aceitei. Começamos a andar os quatro até um canavial. Aí falei: "Beleza, quem é que se anima?" Um pulou e disse: "Eu". Entrei com o magrelo, fomos bem pra dentro do canavial. Ele me agarrou pela cintura e começamos a nos pegar. Ele apalpou minha bunda e eu logo peguei no volume dele, senti bem duro e bem grande. Falei: "Vai, mostra pra mim". Ele tirou pra fora e era bem grande, bem cabeçuda, muito lindo o pinto que o cara tinha. Me surpreendeu. "Gostou?", ele perguntou. Eu só peguei e masturbei ele, depois me ajoelhei e chupei muito bem. E eu mesma abaixei minha calça, puxei a tanga e pedi pra ele me comer. Ele tirou uma camisinha e colocou. Não custou nada pra entrar, eu tava com a bunda bem aberta por causa do Alfredo. Ele meteu forte, me comeu um tempo, me ajoelhei e ele gozou na minha boca. Subi minha calça e saímos do canavial. Os dois amigos dele estavam lá e começaram a falar: "E pra gente, não vai fazer nada?" e tal. O cara que me comeu olhou pra mim como quem diz: "Vai, come eles também". Beleza, um de cada vez, falei, e perguntei se tinham camisinha. Disseram que sim. E aí entrei com o segundo, mas não tão fundo, só uns metros mesmo. Também apertei ele e chupei gostoso. Ele baixou minha calça e começou a me foder, mas essa foda foi longa, até me fez gozar na calcinha, toda molhada de novo. Ele tinha uma rola comprida e, como demorava, os outros entraram pra ver, sabiam que a gente tava transando porque eu não parava de gemer. O terceiro já tirou a rola curta, mas grossa, e começou a bater punheta. O que tava me comendo não aguentou mais, tirou a camisinha e gozou tudo atrás da minha tanga, até nas costas, chegando no meu pescoço — uma porra linda foi. O terceiro veio e meteu de uma vez, o cara tava muito tarado, mas foi ele que me comeu mais forte, e também me fez gozar. E continuou me fodendo até me fazer ajoelhar. Gozou um pouco na minha cara e tudo nos meus peitos, escorrendo até chegar na minha tanga. Agora sim, tava toda leitada. Me vesti, meu jeans também tinha porra. Verdade, os três não tinham rola curta, me deram muito bem. Voltamos andando até a esquina onde tinha uma festa, e mandei uma mensagem pro Alfredo vir me buscar, pra me levar pra casa. Ele veio me buscar na hora. Falei pros caras não contarem nada quando ele chegasse, que ele era meu namorado. Falei isso senão o Alfredo nem ia me comer. Então entrei no carro e fui com o Alfredo. Não queria nem que ele me tocasse, tava toda leitada, mó cagada. Ele perguntou: "Onde você quer ir?" Falei: "Pra casa." E ele: "Ou vamos pra minha casa e você fica pra dormir?" "Ah, beleza, então, mas passa na minha casa pra pegar roupa", falei, porque ainda tava leitada desde hoje que a gente tava junto, mas não era só a porra dele, era a dele e de mais três caras.

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