Voltei!!! Tudo de bom acaba, e essas férias loucas também. Apesar do que eu contei parecer um conto de fadas, é tudo real e não me importo se alguém pensar o contrário, porque eu sei o que vivi e isso é o que importa. Quando o Felipe me propôs ir com ele e 3 amigos de total confiança dele passar férias em Santa Clara, onde ele tem um apartamento, fiquei na dúvida, mas os 2 anos que passei dando pra ele, onde ele sempre me cuidou, foram me convencendo aos poucos. Além disso, os amigos dele terem a idade dele, entre 60 e 67 anos, me deu o empurrão pra dizer sim. Carlos, Alfredo e Claudio eram 3 veteranos super confiáveis, pais, avós e super animados com a possibilidade de comer uma mina de 22 anos. Dois dias antes, tivemos um encontro pra nos conhecer e falar sobre limites e propostas. Gostei muito deles e combinamos de sair na sexta à noite na caminhonete do Felipe. Vestindo um minishort que não deixava nada pra imaginação e um top fúcsia, esperei eles com minha bolsa. Às 23h me buscaram e, entre aplausos e assobios pela minha roupa, partimos. Felipe e Claudio iam na frente, e eu no meio do Carlos e do Alfredo, que, logo a duas quadras de sair, começaram a meter a mão em mim por todos os lados. Eu tinha deixado eles excitados. Nem preciso dizer que, depois do primeiro pedágio, conheci as picas do Carlos e do Alfredo. Os velhos tinham ficado duros de tanto meter a mão, e com a insistência do Felipe pra eu mostrar como sou boa de boca, aceitei chupar as duas rolas dos coroas, que estavam alucinando. Depois do segundo pedágio, já tinha tomado duas gozadas que deixaram os velhos de olho virado. A situação tinha deixado as picas do Felipe e do Claudio duras como pedra, então o Felipe parou no meio da estrada pra eu esvaziar eles com minha boca. Fiz um boquete doido e os dois me encheram de porra. Fiquei muito afim da pica do Claudio. Apesar dos 63 anos dele, o coroa tinha uma rola linda pelo grossor e, principalmente, pela dureza. Descansamos. um tempo e seguimos viagem. Carlos e Alfredo, com a vantagem de me terem entre eles, aproveitavam pra chupar meus peitos e me tranzar. Quando paramos em Atalaya pra tomar algo, Felipe me agradeceu o quanto puta eu estava me comportando com os amigos dele e me pediu pra me foder dentro da caminhonete. Ele me deu uma bela trepada montando nele e nos juntamos aos outros no bar. "Não vou te falar nada porque é sua puta, mas você levou o prêmio de primeiro, filho da puta", disse Carlos, e rimos. Chegamos no destino e a primeira coisa que fizemos foi procurar um banho. Claudio sugeriu a gente tomar banho junto, os quatro, e ninguém se opôs. Eu me ajoelhei no meio do chuveiro e fui chupando uma pica de cada vez. Entre as quatro rolas, minha boca ficou doendo, mas eu me sentia uma atriz pornô e não parava de me tocar enquanto as comia. Ninguém quis gozar, queriam me foder. Nos secamos e me levaram pra cama. Coloquei as camisinhas com a boca, o que deixou os velhos loucos. "Meu Deus, tão garota e tão puta!", disse Claudio, impressionado. Como eu disse, eu tava muito tesuda com a pica do Claudio e pedi pra ele ser o primeiro a me foder. Quando ele entrou em mim, suspirei de prazer por estar cheia de pica. Felipe colocou a dela na minha boca e chupei sem parar enquanto Claudio me furava a buceta a vergalhadas. Gozei como uma gostosa e o Claudio gostou. "Vem, buceta", sussurrei no ouvido dele. "Não, garota, não vou gozar sem fazer esse monumento de cu que você tem, então vira." Me coloquei na posição de puta enraivada e senti a pica enorme do velho me partir o cu. Meu cu deixou ele louco e ele não aguentou muito nessa primeira vez. Ele me bombou até não aguentar a porrada e me encheu. Caiu do meu lado xingando por não ter aguentado mais. Alfredo viu a oportunidade e, ajudado pela goza do amigo, enterrou a pica no meu cu de um só empurrão. Felipe me pediu pra montar nele e eu me mexi com a pica do Alfredo no cu, enfiando a do Felipe na minha buceta. Meus movimentos de sobe e desce na pica do Felipe fizeram com que O Alfredo não aguentou e encheu minha bunda de porra. Poucos segundos depois, o Felipe gozou enchendo a camisinha. Quero esse cuzão — gritei o Carlos — e, desesperado, enfiou com tudo, me fazendo doer, o que o deixou ainda mais excitado. Durou mais do que eu pensei e me gozou de um jeito lindo, me fazendo gozar com a punheta que o Carlos tava batendo enquanto me arrombava. Foi a primeira noite desses 15 dias de férias em que me comeram mais do que eu tinha comido até agora. Lógico que vou continuar contando. Até a próxima.
Voltei!!! Tudo de bom acaba, e essas férias loucas também. Apesar do que eu contei parecer um conto de fadas, é tudo real e não me importo se alguém pensar o contrário, porque eu sei o que vivi e isso é o que importa. Quando o Felipe me propôs ir com ele e 3 amigos de total confiança dele passar férias em Santa Clara, onde ele tem um apartamento, fiquei na dúvida, mas os 2 anos que passei dando pra ele, onde ele sempre me cuidou, foram me convencendo aos poucos. Além disso, os amigos dele terem a idade dele, entre 60 e 67 anos, me deu o empurrão pra dizer sim. Carlos, Alfredo e Claudio eram 3 veteranos super confiáveis, pais, avós e super animados com a possibilidade de comer uma mina de 22 anos. Dois dias antes, tivemos um encontro pra nos conhecer e falar sobre limites e propostas. Gostei muito deles e combinamos de sair na sexta à noite na caminhonete do Felipe. Vestindo um minishort que não deixava nada pra imaginação e um top fúcsia, esperei eles com minha bolsa. Às 23h me buscaram e, entre aplausos e assobios pela minha roupa, partimos. Felipe e Claudio iam na frente, e eu no meio do Carlos e do Alfredo, que, logo a duas quadras de sair, começaram a meter a mão em mim por todos os lados. Eu tinha deixado eles excitados. Nem preciso dizer que, depois do primeiro pedágio, conheci as picas do Carlos e do Alfredo. Os velhos tinham ficado duros de tanto meter a mão, e com a insistência do Felipe pra eu mostrar como sou boa de boca, aceitei chupar as duas rolas dos coroas, que estavam alucinando. Depois do segundo pedágio, já tinha tomado duas gozadas que deixaram os velhos de olho virado. A situação tinha deixado as picas do Felipe e do Claudio duras como pedra, então o Felipe parou no meio da estrada pra eu esvaziar eles com minha boca. Fiz um boquete doido e os dois me encheram de porra. Fiquei muito afim da pica do Claudio. Apesar dos 63 anos dele, o coroa tinha uma rola linda pelo grossor e, principalmente, pela dureza. Descansamos. um tempo e seguimos viagem. Carlos e Alfredo, com a vantagem de me terem entre eles, aproveitavam pra chupar meus peitos e me tranzar. Quando paramos em Atalaya pra tomar algo, Felipe me agradeceu o quanto puta eu estava me comportando com os amigos dele e me pediu pra me foder dentro da caminhonete. Ele me deu uma bela trepada montando nele e nos juntamos aos outros no bar. "Não vou te falar nada porque é sua puta, mas você levou o prêmio de primeiro, filho da puta", disse Carlos, e rimos. Chegamos no destino e a primeira coisa que fizemos foi procurar um banho. Claudio sugeriu a gente tomar banho junto, os quatro, e ninguém se opôs. Eu me ajoelhei no meio do chuveiro e fui chupando uma pica de cada vez. Entre as quatro rolas, minha boca ficou doendo, mas eu me sentia uma atriz pornô e não parava de me tocar enquanto as comia. Ninguém quis gozar, queriam me foder. Nos secamos e me levaram pra cama. Coloquei as camisinhas com a boca, o que deixou os velhos loucos. "Meu Deus, tão garota e tão puta!", disse Claudio, impressionado. Como eu disse, eu tava muito tesuda com a pica do Claudio e pedi pra ele ser o primeiro a me foder. Quando ele entrou em mim, suspirei de prazer por estar cheia de pica. Felipe colocou a dela na minha boca e chupei sem parar enquanto Claudio me furava a buceta a vergalhadas. Gozei como uma gostosa e o Claudio gostou. "Vem, buceta", sussurrei no ouvido dele. "Não, garota, não vou gozar sem fazer esse monumento de cu que você tem, então vira." Me coloquei na posição de puta enraivada e senti a pica enorme do velho me partir o cu. Meu cu deixou ele louco e ele não aguentou muito nessa primeira vez. Ele me bombou até não aguentar a porrada e me encheu. Caiu do meu lado xingando por não ter aguentado mais. Alfredo viu a oportunidade e, ajudado pela goza do amigo, enterrou a pica no meu cu de um só empurrão. Felipe me pediu pra montar nele e eu me mexi com a pica do Alfredo no cu, enfiando a do Felipe na minha buceta. Meus movimentos de sobe e desce na pica do Felipe fizeram com que O Alfredo não aguentou e encheu minha bunda de porra. Poucos segundos depois, o Felipe gozou enchendo a camisinha. Quero esse cuzão — gritei o Carlos — e, desesperado, enfiou com tudo, me fazendo doer, o que o deixou ainda mais excitado. Durou mais do que eu pensei e me gozou de um jeito lindo, me fazendo gozar com a punheta que o Carlos tava batendo enquanto me arrombava. Foi a primeira noite desses 15 dias de férias em que me comeram mais do que eu tinha comido até agora. Lógico que vou continuar contando. Até a próxima.
8 comentários - Melhores férias (amador real)