Lucia acordou ao meio-dia com o celular vibrando que nem louco em cima da mesa. A noite anterior tinha sido um furacão: a briga, o vídeo com Marcos, a satisfação de saber que o Pablo tava se fudendo legal.
O cabelo preto caía desordenado pelo rosto, e os olhos escuros tinham um brilho novo, meio selvagem, como se ele tivesse tirado um peso das costas.
Ela pegou o celular e viu as notificações: mensagens de amigos, áudios de conhecidos, e umas prints do vídeo que tinha postado antes de bloquear o Pablo. "Arrasou, Lu, acabou com ele!" dizia uma. "Esse corno manso mereceu" soltava outra. Ela sorriu, ainda com a adrenalina da vingança correndo nas veias. Sabia que o Pablo tinha visto —um amigo em comum tinha mandado um "o cara tá chorando que nem um otário"—, e isso encheu o peito dela de uma alegria sombria. Mas tinha algo mais também, uma sensação estranha, como se agora que tinha humilhado ele, precisava descobrir o que fazer com toda aquela energia que ainda tinha sobrando.
Ela se levantou, vestiu uma calcinha fio-dental e uma camiseta larga, e foi para a cozinha fazer um chimarrão. Enquanto a água esquentava, ela refletiu sobre como estava se sentindo. A traição do Pablo com as fotos da Camila tinha doído na alma, mas não era só isso. Era o desprezo, o sentimento de invisibilidade enquanto ele babava por outra. O vídeo tinha sido sua forma de gritar para o mundo que ela valia, que não era só mais uma gostosa para deixar passar. Mas agora, com o celular cheio de "bem, Lu" e o silêncio do Pablo, ela percebeu que não queria parar. Se tinha recuperado o controle, ia continuar mandando no jogo.
Naquela tarde, Marcos mandou uma mensagem: "Como você tá depois de ontem à noite, doida? Quer repetir?". Lucía riu sozinha, chupando a bomba do chimarrão. Marcos tinha sido um fera, mas não foi só por ele que ela fez aquilo. Foi por ela mesma, por se sentir viva de novo. Ela respondeu: "Tranquilo, gato, mas hoje não vai dar. A gente se vê durante a semana". Depois deixou o chimarrão na bancada e se olhou no espelho do corredor. A camiseta mal cobria a bunda, e os peitos marcavam sem sutiã. "Se o Pablo quis me foder, que se foda", pensou. "Vou viver como eu quiser".
Aquela noite, Lucía saiu. Vestiu um vestido preto curtinho que apertava tudo, botas altas e pintou os lábios de vermelho fogo. Foi a uma balada em Palermo com amigas, mas não estava lá só pra papear. Queria sentir o poder que tinha agarrado com o vídeo, levar aquilo mais longe. Na pista, um cara se aproximou: Nico, alto, moreno, com cara de malandro bacana. Dançaram colados, o calor dos corpos subindo com a música, e Lucía deixou as mãos dele roçarem sua bunda enquanto ela passava as unhas pelo pescoço dele.
Não demoraram para ir ao banheiro do fundo, aquele que todo mundo sabe que não é só pra lavar as mãos. Nico empurrou ela contra a parede, o vestido subindo pelas coxas enquanto enfiava a língua na boca dela. Lucía respondeu com vontade, tirando a raiva e o desejo acumulado em cada beijo. Ele baixou uma alça, deixando um peito à mostra, e foi chupar como se não houvesse amanhã, a língua dando voltas no mamilo enquanto ela gemía alto, sem se importar se alguém ouvia.
—Mmmm, e o que você tem aqui embaixo? — disse ela enquanto apertava o volume sobre a calça. Nico não a fez esperar, abaixou as calças em um segundo, tirando um pau duro e pronto. Lúcia se agachou, ajoelhando-se no chão sujo do banheiro, e enfiou na boca sem rodeios, chupando com uma fúria que era puro desabafo. A língua percorreu tudo, descendo até o fundo enquanto o encarava fixamente, como dizendo "isso é meu agora". Nico gemeu, agarrando seu cabelo negro, e ela o levou com esse boquete quase até gozar, sentindo na boca aquele líquido pré-gozo que saboreou, e tirando da boca logo antes de explodir.
Ela se levantou, puxou o vestido para cima e arriou a calcinha de uma vez só. —Me come logo —ordenou, e Nico não fez questão de esperar. Virou ela, com as mãos apoiadas na parede, e com aquele rabinho empinado, não a fez esperar e enfiou tudo de uma vez. Ela gritou, o prazer batendo como um tapa enquanto ele metia com tudo, os peitos pulando a cada golpe. Não era só sexo; era Lucía tomando o que queria, provando pra si mesma que não precisava de Pablo nem de ninguém pra se sentir completa.
Quando ele gozou, foi como um incêndio: o corpo dele tremeu, os gritos ecoando no banheiro enquanto Nico continuava, jorrando tudo dentro com um "essa puta da mãe!" que a fez rir. Ela se virou para ele, abaixou-se novamente até o pau dele e, dando algumas chupadinhas, deixou-o limpo, saboreando os fluidos de ambos naquela rola. Voltou a se levantar e deu um beijo nele, ajustando o vestido com muita calma e o cabelo negro grudado no rosto pelo suor, e disse: "Que foda gostosa você me deu".
—Você é uma fera, gata —disse Nico, ainda ofegante.
— E você não faz ideia da metade — ela respondeu, piscando um olho antes de sair do banheiro como se nada tivesse acontecido, deixando o cara travado no lugar.
De volta na pista, Lucía se sentiu mais viva do que nunca. A vingança com Pablo tinha sido o começo, mas isso era outra coisa: era ela escolhendo, mandando, curtindo sem pedir permissão. Depois daquela noite, ela soube que não ia parar. Se Pablo tinha tentado foder com ela, agora ele ia ver como ela ia devorar o mundo, uma trepada de cada vez.
O cabelo preto caía desordenado pelo rosto, e os olhos escuros tinham um brilho novo, meio selvagem, como se ele tivesse tirado um peso das costas.
Ela pegou o celular e viu as notificações: mensagens de amigos, áudios de conhecidos, e umas prints do vídeo que tinha postado antes de bloquear o Pablo. "Arrasou, Lu, acabou com ele!" dizia uma. "Esse corno manso mereceu" soltava outra. Ela sorriu, ainda com a adrenalina da vingança correndo nas veias. Sabia que o Pablo tinha visto —um amigo em comum tinha mandado um "o cara tá chorando que nem um otário"—, e isso encheu o peito dela de uma alegria sombria. Mas tinha algo mais também, uma sensação estranha, como se agora que tinha humilhado ele, precisava descobrir o que fazer com toda aquela energia que ainda tinha sobrando.
Ela se levantou, vestiu uma calcinha fio-dental e uma camiseta larga, e foi para a cozinha fazer um chimarrão. Enquanto a água esquentava, ela refletiu sobre como estava se sentindo. A traição do Pablo com as fotos da Camila tinha doído na alma, mas não era só isso. Era o desprezo, o sentimento de invisibilidade enquanto ele babava por outra. O vídeo tinha sido sua forma de gritar para o mundo que ela valia, que não era só mais uma gostosa para deixar passar. Mas agora, com o celular cheio de "bem, Lu" e o silêncio do Pablo, ela percebeu que não queria parar. Se tinha recuperado o controle, ia continuar mandando no jogo.
Naquela tarde, Marcos mandou uma mensagem: "Como você tá depois de ontem à noite, doida? Quer repetir?". Lucía riu sozinha, chupando a bomba do chimarrão. Marcos tinha sido um fera, mas não foi só por ele que ela fez aquilo. Foi por ela mesma, por se sentir viva de novo. Ela respondeu: "Tranquilo, gato, mas hoje não vai dar. A gente se vê durante a semana". Depois deixou o chimarrão na bancada e se olhou no espelho do corredor. A camiseta mal cobria a bunda, e os peitos marcavam sem sutiã. "Se o Pablo quis me foder, que se foda", pensou. "Vou viver como eu quiser".
Aquela noite, Lucía saiu. Vestiu um vestido preto curtinho que apertava tudo, botas altas e pintou os lábios de vermelho fogo. Foi a uma balada em Palermo com amigas, mas não estava lá só pra papear. Queria sentir o poder que tinha agarrado com o vídeo, levar aquilo mais longe. Na pista, um cara se aproximou: Nico, alto, moreno, com cara de malandro bacana. Dançaram colados, o calor dos corpos subindo com a música, e Lucía deixou as mãos dele roçarem sua bunda enquanto ela passava as unhas pelo pescoço dele.
Não demoraram para ir ao banheiro do fundo, aquele que todo mundo sabe que não é só pra lavar as mãos. Nico empurrou ela contra a parede, o vestido subindo pelas coxas enquanto enfiava a língua na boca dela. Lucía respondeu com vontade, tirando a raiva e o desejo acumulado em cada beijo. Ele baixou uma alça, deixando um peito à mostra, e foi chupar como se não houvesse amanhã, a língua dando voltas no mamilo enquanto ela gemía alto, sem se importar se alguém ouvia.
—Mmmm, e o que você tem aqui embaixo? — disse ela enquanto apertava o volume sobre a calça. Nico não a fez esperar, abaixou as calças em um segundo, tirando um pau duro e pronto. Lúcia se agachou, ajoelhando-se no chão sujo do banheiro, e enfiou na boca sem rodeios, chupando com uma fúria que era puro desabafo. A língua percorreu tudo, descendo até o fundo enquanto o encarava fixamente, como dizendo "isso é meu agora". Nico gemeu, agarrando seu cabelo negro, e ela o levou com esse boquete quase até gozar, sentindo na boca aquele líquido pré-gozo que saboreou, e tirando da boca logo antes de explodir.
Ela se levantou, puxou o vestido para cima e arriou a calcinha de uma vez só. —Me come logo —ordenou, e Nico não fez questão de esperar. Virou ela, com as mãos apoiadas na parede, e com aquele rabinho empinado, não a fez esperar e enfiou tudo de uma vez. Ela gritou, o prazer batendo como um tapa enquanto ele metia com tudo, os peitos pulando a cada golpe. Não era só sexo; era Lucía tomando o que queria, provando pra si mesma que não precisava de Pablo nem de ninguém pra se sentir completa.
Quando ele gozou, foi como um incêndio: o corpo dele tremeu, os gritos ecoando no banheiro enquanto Nico continuava, jorrando tudo dentro com um "essa puta da mãe!" que a fez rir. Ela se virou para ele, abaixou-se novamente até o pau dele e, dando algumas chupadinhas, deixou-o limpo, saboreando os fluidos de ambos naquela rola. Voltou a se levantar e deu um beijo nele, ajustando o vestido com muita calma e o cabelo negro grudado no rosto pelo suor, e disse: "Que foda gostosa você me deu".
—Você é uma fera, gata —disse Nico, ainda ofegante.
— E você não faz ideia da metade — ela respondeu, piscando um olho antes de sair do banheiro como se nada tivesse acontecido, deixando o cara travado no lugar.
De volta na pista, Lucía se sentiu mais viva do que nunca. A vingança com Pablo tinha sido o começo, mas isso era outra coisa: era ela escolhendo, mandando, curtindo sem pedir permissão. Depois daquela noite, ela soube que não ia parar. Se Pablo tinha tentado foder com ela, agora ele ia ver como ela ia devorar o mundo, uma trepada de cada vez.
2 comentários - Lucia 2 (A Gostosa do Boliche)