Minha primeira vez gay com meu amigo

Minha primeira experiência gay, com meu amigo.

O sol tava se pondo, jogando um brilho laranja quentinho no campus quando eu vi ele vindo na minha direção. Alejandro. O cabelo loiro dele pegava a luz e os olhos azuis claros brilhavam com aquele sorriso de sempre. A gente era amigo desde o primeiro dia de faculdade. Ele era mais alto que eu, magro, mas com uma confiança calma que fazia ele se destacar.

"E aí, parceiro!", gritou ele, acenando enquanto se aproximava. "Qual é o plano pra hoje? Vamos estudar mais?"

Eu ri baixinho, balançando a cabeça. "Nossa, não. Acho que meu cérebro vai explodir se eu olhar pra outro livro."

Ele riu, passando o braço no meu ombro enquanto a gente começava a andar. "Idem. Sabe o quê? Vamos matar a aula de hoje. Só por essa noite. Que tal umas cervejas em algum lugar?"

Levantei uma sobrancelha, surpreso com a sugestão. Alejandro não era do tipo que matava aula ou saía da rotina. "Beleza, por que não? Vamos achar algum canto."

A gente caminhou pelas ruas, cercado pela energia agitada da noite de sexta. Todos os bares que a gente passava tavam lotados, a música alta vazando pra calçada. Finalmente, Alejandro parou e virou pra mim com um sorriso. "Por que a gente não compra umas cervejas e leva pra minha casa? É mais tranquilo e não vamos ter que esperar uma eternidade por uma mesa." Hesitei um segundo, mas a ideia de fugir do caos parecia perfeita. "É, vamos nessa."

Compramos umas cervejas e fomos pro apartamento dele. Era pequeno mas aconchegante, com um sofá que já viu dias melhores e uma caixa de som no canto. Alejandro colocou uma música e a gente se acomodou, abrindo as primeiras latas.

A conversa fluiu fácil, como sempre rolava com ele. A gente falou de tudo: aulas, professores, sonhos e arrependimentos. Quanto mais a gente bebia, mais soltos os assuntos ficavam. De algum jeito, acabamos falando de relacionamentos. Então, qual é a coisa mais louca que você já fez?", perguntou Alejandro, se recostando no sofá, com os olhos brilhando de safadeza. Eu ri, sentindo a cerveja esquentar minhas bochechas. "Ah, cara. Por onde eu começo?"

Comecei a contar uma história sobre uma noite louca com uma ex-namorada, e Alejandro ouviu atentamente, rindo nos momentos certos. Mas enquanto eu continuava falando, notei o quanto ele estava focado em mim, como o olhar dele demorava, como ele se inclinava mais perto.

Parecia... diferente. Mas eu ignorei, achando que era só o álcool.

Então, do nada, ele me interrompeu. "Posso te dar um beijo?"
As palavras saíram da boca dele com uma naturalidade que me deixou gelado. O copo de cerveja na minha mão parou no meio do caminho até meus lábios, e a música de fundo pareceu sumir no ar.O que foi que você acabou de dizer?Meus olhos se cravaram nos dele, aqueles olhos claros que sempre tinham um sorriso escondido. Mas agora não havia nenhum traço de humor, só uma intensidade que eu nunca tinha visto nele antes.

"Não", foi tudo que consegui dizer, a palavra cortando o ar como uma faca. Minha voz saiu mais áspera do que eu pretendia, mas como reagir a uma parada dessas? A gente tava falando sobre nossas vidas sexuais, sim, mas isso não significava que isso fazia parte do acordo.

Ele inclinou a cabeça de leve, como se já esperasse aquela resposta. "Você não sabia que eu sou gay?" A pergunta me acertou feito um soco. Gay. A palavra ecoou na minha mente enquanto eu tentava processar. Conhecia ele desde o primeiro dia de faculdade, a gente dividia aulas, risadas, até bebia junto no apartamento dele como hoje à noite. E nunca, nem uma vez, ele tinha dado a entender algo assim. — Não — gaguejei —. Não sabia.

O quarto de repente pareceu menor, o ar mais pesado. O silêncio entre a gente ficou denso, estranho. Ele ficou brincando com a borda do copo, evitando meu olhar. Eu ainda tava tentando encontrar as palavras certas. "Não fazia ideia", finalmente consegui dizer, minha voz mais suave agora. "Acho que nunca percebi. Mas… não tem nada de errado nisso. Só me pegou de surpresa, é isso. Você continua sendo meu amigo."

O rosto dele se iluminou com isso, o alívio tomou conta dos traços dele. A tensão nos ombros pareceu aliviar um pouco, e um sorriso tímido apareceu no rosto dele. "Então, agora que você sabe…" A voz dele era brincalhona, quase safada. "…já pode me dar um beijo?"

De novo, a mesma pergunta. Dessa vez, no entanto, não consegui evitar dar uma risada nervosa. "Não", repeti, me levantando do sofá. "Vou no banheiro rapidinho." Precisava de um tempo, um segundo pra pensar. Ou talvez só pra ter certeza de que isso realmente tava acontecendo.

No banheiro, lavei o rosto com água fria, encarando meu reflexo no espelho.Como é que eu não percebi? Tava sempre ali, bem na minha frente?Não importava mais agora. Eu sabia a verdade, e embora não me incomodasse, não estava preparado para o que ele acabara de propor. Respirei fundo, pronto pra voltar e retomar a conversa de um jeito mais calmo.

Quando voltei pra sala de estar, Alejandro estava esperando. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti a mão dele na minha virilha, apertando com uma firmeza que me fez prender a respiração. Ele me empurrou pro sofá, e eu caí sentado antes de conseguir reagir. Com movimentos rápidos e ágeis, ele puxou meu short e minha cueca pra baixo, deixando meu pau exposto ao ar fresco.

Minha mente ficou em branco.O que cê tá fazendo? Por que eu não paro isso?Mas não conseguia me mexer, não queria. A mão dele envolveu meu pau mole, puxando o prepúcio pra expor a cabeça. Aí, sem avisar, enfiou na boca dele, chupando com uma habilidade que me deixou sem palavras.

Ah, caralho!

Meu corpo reagiu na hora, endurecendo debaixo da língua habilidosa dele. Ele movia a boca pra cima e pra baixo, alternando entre chupar forte e usar a ponta da língua pra fazer círculos em volta da minha cabeça. As mãos dele não paravam; uma continuava trabalhando meu pau enquanto a outra massageava minhas bolas, aplicando uma pressão perfeita que fazia meu estômago se contrair de prazer.

Minhas mãos se agarraram nas bordas do sofá, enquanto tentava manter o equilíbrio. “Mmm,” ele murmurou, se afastando por um momento. A voz dele saiu rouca, carregada de desejo. “Vamos pro meu quarto. Vamos ficar mais confortáveis lá.”

Eu ainda tava naquele estado de transe, incapaz de pensar direito. Assenti atordoado, deixando ele me guiar pelo corredor. Minha mente era uma bagunça de pensamentos, mas meu corpo parecia ter vontade própria e seguiu ele sem questionar.

Chegando lá, ele me empurrou de leve na cama e começou a tirar meus sapatos, calças e meias. Quando ficou satisfeito com minha nudez, pegou um dos meus pés e levou até a boca, beijando a sola com uma devoção que me fez arrepiar.Tinha esquecido de mencionar isso.Na nossa conversa anterior, eu tinha confessado como os pés me excitavam pra caralho, e como nunca tinha encontrado uma parceira que curtisse essa fantasia comigo. Agora, ali estava ele, lambendo cada dedo, metendo eles na boca e chupando como se fossem uma delícia. O calor da boca dele se espalhava pelo meu corpo, me fazendo gemer sem querer.

Ele subiu de novo pelo meu corpo, pegando meu pau na boca outra vez. Dessa vez, não consegui me segurar, meu quadril levantou da cama enquanto eu gemia. Mas dessa vez, teve uma pausa. Ele se afastou e me olhou direto nos olhos. "Chupa minha bunda", disse, a voz trêmula mas decidida. "Hoje vou ser todo seu. Quero que você arrombe meu cu."

As palavras dele eletrizaram o ar, e eu mal podia acreditar no que tava ouvindo. Mas qualquer resistência que eu tivesse antes simplesmente sumiu. Minhas mãos tremeram quando me estiquei até ele, procurando sem jeito o botão da calça jeans dele. Quando tirei, hesitei, sem saber o que fazer em seguida.

Mas Alejandro me guiou, se posicionando de um jeito que meu rosto ficasse na altura da bunda dele. "Me lambe", disse, a voz quase um sussurro. A bunda redonda e firme dele estava completamente depilada, impecável.Quanto tempo você tava planejando isso?
 Me ajoelhei atrás dele, passando minha língua no cu dele. O primeiro contato fez ele pular, um gemido abafado escapando dos lábios dele. Continuei, explorando cada centímetro com minha língua, abrindo ele devagar enquanto ele se contorcia de prazer. Dava pra sentir como ele relaxava sob minha atenção, o corpo dele se entregando completamente.

Enquanto eu continuava, ouvi ele remexer na gaveta do criado-mudo. Um momento depois, ele me entregou uma camisinha. "Me come", disse com voz de súplica. "Quero que você seja minha primeira vez."

Minhas mãos tremiam enquanto eu colocava a camisinha. Deslizei ela no meu pau, que agora pulsava de necessidade, e meu coração batia forte no peito. Me posicionei na entrada dele e pressionei a ponta com cuidado. Apertei, sentindo como ele resistia no começo, mas depois cedia, deixando minha cabeça deslizar pra dentro. "Vai devagar", ele murmurou, com a respiração ofegante.

O corpo dele estava tenso, resistindo no início, mas cedendo aos poucos. A expressão dele era uma mistura de dor e êxtase, os lábios apertados numa linha enquanto tentava controlar a sensação. "Tá doendo?", perguntei e parei um momento. "Continua," ele ofegou. "Já tá passando. É… é gostoso pra caralho."

Isso foi todo o incentivo que eu precisei. Empurrei com força, me enfiando inteiro de uma vez só. O grito dele encheu o quarto, mas ele não se afastou. Pelo contrário, começou a se mexer, buscando o ritmo que fizesse ele se sentir melhor.

Empurrei mais fundo e senti o calor dele me envolvendo. Os gemidos dele ficaram mais altos, enchendo o quarto enquanto eu me movia dentro dele.

Num momento, ele mudou de posição, virou de barriga pra cima e se apresentou pra mim. Hesitei só um segundo antes de agarrar os quadris dele e meter com vigor renovado. Ele gritou, as unhas cravadas nos meus ombros, enquanto agarrava os lençóis. "Mais forte", ele implorou com a voz trêmula.

Eu obedeci, minhas estocadas ficaram mais brutas, mais urgentes. Os sons dos nossos corpos chocando, encheram o quarto, se misturando com seus suspiros e gemidos.

E então, bem quando eu sentia que estava perto do limite, o corpo dela se apertou ao meu redor, me apertando de um jeito que me fez gozar. Desabei sobre ele, meu peito subindo e descendo enquanto recuperava o fôlego. Por um momento, nenhum de nós se mexeu, o peso do que tinha acabado de acontecer tomando conta da gente.

Finalmente, me afastei, tirei a camisinha e joguei de lado. Olhei pro Alejandro, que estava deitado na mesma posição, com o rosto corado e coberto de suor.

“É melhor eu ir”, falei baixinho, enquanto procurava minhas roupas.

Ele assentiu, sem me olhar enquanto eu me vestia. Quando estava pronto pra ir, ele se levantou, ainda pelado, e me acompanhou até a porta. “Até mais”, disse em voz baixa, a voz dele carregada de algo que não consegui identificar.

Assenti e saí pro ar fresco da noite. Minha mente estava a mil, meu corpo ainda vibrando com tudo que tinha acabado de rolar. E enquanto eu me afastava, não conseguia me livrar da sensação de que as coisas entre a gente nunca mais seriam as mesmas…

2 comentários - Minha primeira vez gay com meu amigo