Na manhã daquele dia, eu disse que não íamos mais nos escrever... e assim terminou a manhã.
À tarde, num encontro social em comum, não era nem o parceiro dela nem o meu, no final, enquanto eu me preparava para voltar pra casa, ela já tinha ido embora, mas me liga no celular e diz que a ligação não é por parte dela, que o parceiro dela pediu que ela me dissesse pra levar uma ferramenta que a gente tinha usado pra casa dele e que é muito pesada, e eu aceitei.
Por dentro, me apressei pra recolher tudo rápido, com a ideia de conseguir alcançá-la antes que chegasse em casa, imaginava por qual rua ela poderia ir... consegui arrumar tudo o que tinha que levar e fui pela rua que eu suspeitava e sim... a passo lento ia caminhando por ali rumo à casa dela... como se estivesse me esperando... (Me esperava :))
Parei ao lado dela e a convidei pra subir no meu carro com a ideia de levá-la pra casa... Não peguei o caminho mais iluminado, admito, num momento minha mão pegou a mão dela e só nos olhamos fixamente nos olhos.
Umas quadras mais adiante ela me diz:
- Estaciona aqui, assim a gente conversa um pouquinho
- Não.. eu disse
- Por favor ... (e ela implora)
- Só um pouquinho... (eu reforço, mas por dentro meu coração já batia a mil)
- Sério que você não quer que a gente continue se escrevendo?
- Tá errado... a gente não deve.. vai, me ajuda... Eu disse
e não sei em que momento, a verdade é que se a gente falou de algo mais eu não lembro, ela me pediu um abraço e nossos lábios passaram tão perto um do outro... como se ambos se procurassem... e o que aconteceu?... se encontraram...
O que eu tanto tinha desejado por telefone estava acontecendo... estou beijando os lábios dela!!!
depois de tanto tempo... de tantos anos... novamente eu me deliciava na boca dela. Deslizei minhas mãos por baixo da roupa dela e sentia como ela suava... também estava nervosa...
- Senti meu coração--- eu digo...
- e o meu--- ela me diz levando minha mão ao peito dela
e aí pude sentir os peitos dela por cima da roupa íntima...
Meu pau a mil... e ela notou... e começou a esfregá-lo por cima da roupa até que ela apareceu a cabecinha e a acariciou. Aí eu vejo que ela olha pros bancos de trás e com aquele olhar safado que ela tem me insinua... quer ir por entre os bancos... - Tá cheio de coisas, não dá aí... além disso eu tenho que ir rápido... eu digo, e ela faz uma expressão tipo de menina que não ganha o que quer... continuamos nos beijando mais um pouquinho... A verdade é que com os beijos dela eu me sentia realizado... beijar aquela boquinha... mmmm A escuridão daquela rua se iluminou com um carro que vinha e paramos de nos beijar... liguei o carro e peguei o caminho... - Vai, vamos pra outro lugar... vai... por favor!!! - Não... hoje não... eu digo - Vai... Não quer sentir o quão molhada eu tô pra você? e aí eu fiquei louco mas continuei dirigindo até chegar na casa dela... a verdade é que a gente tava a não mais de três quadras... - E o seu parceiro? eu perguntei, quando cheguei na casa dela e enquanto descia as ferramentas - Não tá, foi pra um aniversário... Não volta tão cedo... E começamos a nos beijar na parede da casa dela com as portas abertas, como se não tivéssemos medo de que alguém nos veja... Ela pulou em cima de mim, apoiada na parede e com as pernas abraçadas na minha cintura, me convidava com seus movimentos a tirar toda a roupa dela e comê-la ali mesmo e sem mais... Não sei como consegui... mas me contive... saí pro carro e percebi que tinha deixado todas as portas do carro abertas também... ela me diz amanhã eu te escrevo... e continuamos nos escrevendo Isso foi num 8 de abril... Que gostoso 8 de abril... Que inesquecível 8 de abril...
À tarde, num encontro social em comum, não era nem o parceiro dela nem o meu, no final, enquanto eu me preparava para voltar pra casa, ela já tinha ido embora, mas me liga no celular e diz que a ligação não é por parte dela, que o parceiro dela pediu que ela me dissesse pra levar uma ferramenta que a gente tinha usado pra casa dele e que é muito pesada, e eu aceitei.
Por dentro, me apressei pra recolher tudo rápido, com a ideia de conseguir alcançá-la antes que chegasse em casa, imaginava por qual rua ela poderia ir... consegui arrumar tudo o que tinha que levar e fui pela rua que eu suspeitava e sim... a passo lento ia caminhando por ali rumo à casa dela... como se estivesse me esperando... (Me esperava :))
Parei ao lado dela e a convidei pra subir no meu carro com a ideia de levá-la pra casa... Não peguei o caminho mais iluminado, admito, num momento minha mão pegou a mão dela e só nos olhamos fixamente nos olhos.
Umas quadras mais adiante ela me diz:
- Estaciona aqui, assim a gente conversa um pouquinho
- Não.. eu disse
- Por favor ... (e ela implora)
- Só um pouquinho... (eu reforço, mas por dentro meu coração já batia a mil)
- Sério que você não quer que a gente continue se escrevendo?
- Tá errado... a gente não deve.. vai, me ajuda... Eu disse
e não sei em que momento, a verdade é que se a gente falou de algo mais eu não lembro, ela me pediu um abraço e nossos lábios passaram tão perto um do outro... como se ambos se procurassem... e o que aconteceu?... se encontraram...
O que eu tanto tinha desejado por telefone estava acontecendo... estou beijando os lábios dela!!!
depois de tanto tempo... de tantos anos... novamente eu me deliciava na boca dela. Deslizei minhas mãos por baixo da roupa dela e sentia como ela suava... também estava nervosa...
- Senti meu coração--- eu digo...
- e o meu--- ela me diz levando minha mão ao peito dela
e aí pude sentir os peitos dela por cima da roupa íntima...
Meu pau a mil... e ela notou... e começou a esfregá-lo por cima da roupa até que ela apareceu a cabecinha e a acariciou. Aí eu vejo que ela olha pros bancos de trás e com aquele olhar safado que ela tem me insinua... quer ir por entre os bancos... - Tá cheio de coisas, não dá aí... além disso eu tenho que ir rápido... eu digo, e ela faz uma expressão tipo de menina que não ganha o que quer... continuamos nos beijando mais um pouquinho... A verdade é que com os beijos dela eu me sentia realizado... beijar aquela boquinha... mmmm A escuridão daquela rua se iluminou com um carro que vinha e paramos de nos beijar... liguei o carro e peguei o caminho... - Vai, vamos pra outro lugar... vai... por favor!!! - Não... hoje não... eu digo - Vai... Não quer sentir o quão molhada eu tô pra você? e aí eu fiquei louco mas continuei dirigindo até chegar na casa dela... a verdade é que a gente tava a não mais de três quadras... - E o seu parceiro? eu perguntei, quando cheguei na casa dela e enquanto descia as ferramentas - Não tá, foi pra um aniversário... Não volta tão cedo... E começamos a nos beijar na parede da casa dela com as portas abertas, como se não tivéssemos medo de que alguém nos veja... Ela pulou em cima de mim, apoiada na parede e com as pernas abraçadas na minha cintura, me convidava com seus movimentos a tirar toda a roupa dela e comê-la ali mesmo e sem mais... Não sei como consegui... mas me contive... saí pro carro e percebi que tinha deixado todas as portas do carro abertas também... ela me diz amanhã eu te escrevo... e continuamos nos escrevendo Isso foi num 8 de abril... Que gostoso 8 de abril... Que inesquecível 8 de abril...
2 comentários - 8 de abril