É muito massa poder viajar a trabalho, como se fosse marinheiro ou caminhoneiro, posso rodar o país inteiro e ter uma puta (ou mais) em cada cidade. Ano passado, um amigo de Monterrey me pediu consultoria pra abrir um restaurante e me ofereceu ficar na casa dele pra economizar com hospedagem e diárias, e assim eu poder ganhar um extra no pagamento (o que ele não sabe é que eu cobrei na esposa dele). Eu não conhecia ela pessoalmente. Mas eles já estão casados há um tempão e têm dois moleques. Ela se cuida muito depois do segundo filho, fez a laqueadura pra não engravidar mais e Deus deixou os peitos dela como se ainda estivesse amamentando. Moram na área de Country, numa casa bem grande, e até montaram a própria academia. No primeiro dia que cheguei, fomos jantar eu, meu amigo, o sócio dele e as respectivas esposas. Me levaram num lugar chamado Sierra Madre, a comida era até ok, mas o que eu realmente tava devorando era a esposa do meu amigo com os olhos.
A outra senhora já passava dos 50, mas também era muito gostosa, sem problema nenhum eu teria feito um menage naquela mesma noite com elas. Fiquei mais ou menos um mês e meio morando com meu amigo e a família dele. Eles acordavam cedo, faziam exercício, levavam as crianças pra escola, e quando voltavam, eu e meu amigo cuidávamos dos detalhes do restaurante. Quando elas saíam de manhã pra escola, eu aproveitava pra entrar no quarto e fuçar na roupa íntima da puta da Anais: umas calcinhas fio dental, muita roupa esportiva e os sutiãs enormes dela. Eu me masturbava com a roupa suja dela, fantasiando em comer ela. Sempre gozava no chão ou num guardanapo pra não deixar evidência. Até que um dia, depois de umas duas semanas batendo punheta com a roupa dela, não aguentei e gozei numa calcinha preta de algodão. Não tive outra opção a não ser deixar ela lá, misturada no meio do resto da roupa, esperando que secasse ou passasse despercebida. Passaram uns dias sem eu entrar no quarto dela, e também não notei que lavaram a roupa. O trabalho começou a me consumir, e praticamente chegávamos só pra dormir, e no outro dia eu e meu amigo saíamos cedo antes da família acordar. Já estava quase completando um mês e eu precisava voltar pra minha rotina. Então perguntei ao meu amigo se podia usar a academia dele. — Claro, amigo, sem problemas. Não é muito grande, e a Anais faz exercício à tarde, se não te incomodar que ela faça a rotina dela, a gente não tem problema nenhum. Foi assim que, um dia voltando do trabalho, meu amigo teve que sair pra um jantar com outros sócios de outro negócio e me perguntou se eu não queria ir. — Não, amigo, muito obrigado, prefiro voltar, fazer exercício e descansar. Ele me deixou em casa e foi embora. Coloquei um shorts, uma regata e meus tênis. Bati na porta da academia. A: Pode entrar, ****. + Como você sabia quem era? A: ****** me disse que você queria fazer exercício, e as crianças nunca batem. + Ah, ok. Não te incomoda? A: De jeito nenhum, na verdade, se eu soubesse que você malhava, teria te convidado antes, desculpa. + Sem problemas. É só pra me manter em forma. Ainda tava meio nervoso porque não sabia o que tinha acontecido com as cuecas leitosas. Corri um pouco na esteira e fui fazer uns halteres num banco que tem na frente de um tapete onde a Anais fazia pilates, e toda vez que ela fazia prancha ou algum exercício parecido, eu via as tetonas e a rabuda dela de canto de olho. A: Você é inscrito em alguma academia? + Sim, uma perto do meu apê. A: E tira fotos? + Não, quase nada, na real nem tenho redes sociais. A: Eu tenho, acho que é uma forma de me motivar. Você tira umas fotos pra mim? + Claro, lógico. Ela terminou o exercício e me pediu pra tirar essas fotos.
Já faz um tempão que ainda bato uma pras fotos dela e pra calcinha que ela me deu. Passou mais uma semana e me falaram que iam fazer um churrasco pra comemorar o aniversário da Anaís, aí já tava rolando umas trocas de olhar e uns comentários quentes enquanto a gente malhava. O churrasco foi sem grandes surpresas, só umas músicas (indiretas pro meu amigo, tipo "El Venado", "Te Va a Doler" e umas de banda). Na última semana que fiquei em Monterrey, passei pouco tempo no restaurante, então quase todo dia voltava cedo. E foi no meio da semana que cheguei e a Anaís falou "vem", me levou pro quarto onde eu tava ficando. A: Pode me explicar isso? (Segurando a calcinha dela com meu gozo no dedo indicador.) + Não sei o que é isso, onde tava? A: É uma das minhas calcinhas que tava no cesto de roupa suja, mas tá cheia de porra e tenho certeza que não é do meu marido. + Deve ter sido algum amiguinho dos seus filhos. A: Impossível, eu sempre fico de olho quando eles vêm aqui. Então tudo aponta pra você. + Desculpa se fui eu, não aguentei, é que você é uma gostosa de foder dia e noite. A: Sério que você acha isso? + Sim, e entendo o incômodo que causei, não quero problema. A: Bom, se não quer que isso vire um drama, você tem que comemorar meu aniversário comigo, porque o churrasco foi uma merda. A putinha já tinha tudo preparado. E tirou um bolo que ela mesma comprou (juro, tem cada mulher doida). "Tira umas fotos minhas", ela disse, enquanto ficava semi-nua.
A: Vem (enquanto me guiava com o dedo) Abro o zíper da minha calça e meu pau durasso ficou exposto, aproximo o bolo e sopro como se fosse uma velinha, me lambuzo com o merengue e ela foi lambendo meu pau aos poucos até que estava completamente dentro da boca dela. Ela se despiu toda. + E seus filhos? A: Estão na casa de um amiguinho e ******** só volta à noite, temos a tarde toda pra você me dar meu presente. Ela fez uma siririca russa e me chupou até eu gozar na cara dela. Ela se deitou na cama e se lambuzou de merengue por todo lado. Me fez limpar ela com a língua. Ela ficou de quatro e disse: me come até o fundo, gozei dentro sem camisinha porque ela é operada. Ela montou com aquelas bundonas enormes e me fez gozar de novo. Quando vi, já tinham passado 3 horas. A: Vem, vamos tomar banho, tenho que buscar as crianças. Enquanto estávamos no chuveiro, ela me chupou de novo e engoliu tudo sem reclamar. Saímos, me deitei e não soube de mais nada até o dia seguinte. No café da manhã, ela me perguntou onde eu tinha estado no dia anterior. Anais se adiantou e disse que eu tinha chegado muito tarde e ido direto dormir (enquanto piscava o olho pra mim por trás dela). Não aconteceu mais nada, voltei pro meu apartamento meio triste, mas descarregado. No dia seguinte, recebi um WhatsApp dela dizendo: Gostou do seu presentinho? Quando vier pra Monterrey, aqui tem a sua putinha. E essa foto.
Não soube mais o que responder. No fundo da minha mala, encontrei a calcinha que enchi de porra, uma fio dental de renda e um sutiã com o perfume dela. Por favor, não parem de comentar qual parte da minha história mais excita vocês.
A outra senhora já passava dos 50, mas também era muito gostosa, sem problema nenhum eu teria feito um menage naquela mesma noite com elas. Fiquei mais ou menos um mês e meio morando com meu amigo e a família dele. Eles acordavam cedo, faziam exercício, levavam as crianças pra escola, e quando voltavam, eu e meu amigo cuidávamos dos detalhes do restaurante. Quando elas saíam de manhã pra escola, eu aproveitava pra entrar no quarto e fuçar na roupa íntima da puta da Anais: umas calcinhas fio dental, muita roupa esportiva e os sutiãs enormes dela. Eu me masturbava com a roupa suja dela, fantasiando em comer ela. Sempre gozava no chão ou num guardanapo pra não deixar evidência. Até que um dia, depois de umas duas semanas batendo punheta com a roupa dela, não aguentei e gozei numa calcinha preta de algodão. Não tive outra opção a não ser deixar ela lá, misturada no meio do resto da roupa, esperando que secasse ou passasse despercebida. Passaram uns dias sem eu entrar no quarto dela, e também não notei que lavaram a roupa. O trabalho começou a me consumir, e praticamente chegávamos só pra dormir, e no outro dia eu e meu amigo saíamos cedo antes da família acordar. Já estava quase completando um mês e eu precisava voltar pra minha rotina. Então perguntei ao meu amigo se podia usar a academia dele. — Claro, amigo, sem problemas. Não é muito grande, e a Anais faz exercício à tarde, se não te incomodar que ela faça a rotina dela, a gente não tem problema nenhum. Foi assim que, um dia voltando do trabalho, meu amigo teve que sair pra um jantar com outros sócios de outro negócio e me perguntou se eu não queria ir. — Não, amigo, muito obrigado, prefiro voltar, fazer exercício e descansar. Ele me deixou em casa e foi embora. Coloquei um shorts, uma regata e meus tênis. Bati na porta da academia. A: Pode entrar, ****. + Como você sabia quem era? A: ****** me disse que você queria fazer exercício, e as crianças nunca batem. + Ah, ok. Não te incomoda? A: De jeito nenhum, na verdade, se eu soubesse que você malhava, teria te convidado antes, desculpa. + Sem problemas. É só pra me manter em forma. Ainda tava meio nervoso porque não sabia o que tinha acontecido com as cuecas leitosas. Corri um pouco na esteira e fui fazer uns halteres num banco que tem na frente de um tapete onde a Anais fazia pilates, e toda vez que ela fazia prancha ou algum exercício parecido, eu via as tetonas e a rabuda dela de canto de olho. A: Você é inscrito em alguma academia? + Sim, uma perto do meu apê. A: E tira fotos? + Não, quase nada, na real nem tenho redes sociais. A: Eu tenho, acho que é uma forma de me motivar. Você tira umas fotos pra mim? + Claro, lógico. Ela terminou o exercício e me pediu pra tirar essas fotos.
Já faz um tempão que ainda bato uma pras fotos dela e pra calcinha que ela me deu. Passou mais uma semana e me falaram que iam fazer um churrasco pra comemorar o aniversário da Anaís, aí já tava rolando umas trocas de olhar e uns comentários quentes enquanto a gente malhava. O churrasco foi sem grandes surpresas, só umas músicas (indiretas pro meu amigo, tipo "El Venado", "Te Va a Doler" e umas de banda). Na última semana que fiquei em Monterrey, passei pouco tempo no restaurante, então quase todo dia voltava cedo. E foi no meio da semana que cheguei e a Anaís falou "vem", me levou pro quarto onde eu tava ficando. A: Pode me explicar isso? (Segurando a calcinha dela com meu gozo no dedo indicador.) + Não sei o que é isso, onde tava? A: É uma das minhas calcinhas que tava no cesto de roupa suja, mas tá cheia de porra e tenho certeza que não é do meu marido. + Deve ter sido algum amiguinho dos seus filhos. A: Impossível, eu sempre fico de olho quando eles vêm aqui. Então tudo aponta pra você. + Desculpa se fui eu, não aguentei, é que você é uma gostosa de foder dia e noite. A: Sério que você acha isso? + Sim, e entendo o incômodo que causei, não quero problema. A: Bom, se não quer que isso vire um drama, você tem que comemorar meu aniversário comigo, porque o churrasco foi uma merda. A putinha já tinha tudo preparado. E tirou um bolo que ela mesma comprou (juro, tem cada mulher doida). "Tira umas fotos minhas", ela disse, enquanto ficava semi-nua.
A: Vem (enquanto me guiava com o dedo) Abro o zíper da minha calça e meu pau durasso ficou exposto, aproximo o bolo e sopro como se fosse uma velinha, me lambuzo com o merengue e ela foi lambendo meu pau aos poucos até que estava completamente dentro da boca dela. Ela se despiu toda. + E seus filhos? A: Estão na casa de um amiguinho e ******** só volta à noite, temos a tarde toda pra você me dar meu presente. Ela fez uma siririca russa e me chupou até eu gozar na cara dela. Ela se deitou na cama e se lambuzou de merengue por todo lado. Me fez limpar ela com a língua. Ela ficou de quatro e disse: me come até o fundo, gozei dentro sem camisinha porque ela é operada. Ela montou com aquelas bundonas enormes e me fez gozar de novo. Quando vi, já tinham passado 3 horas. A: Vem, vamos tomar banho, tenho que buscar as crianças. Enquanto estávamos no chuveiro, ela me chupou de novo e engoliu tudo sem reclamar. Saímos, me deitei e não soube de mais nada até o dia seguinte. No café da manhã, ela me perguntou onde eu tinha estado no dia anterior. Anais se adiantou e disse que eu tinha chegado muito tarde e ido direto dormir (enquanto piscava o olho pra mim por trás dela). Não aconteceu mais nada, voltei pro meu apartamento meio triste, mas descarregado. No dia seguinte, recebi um WhatsApp dela dizendo: Gostou do seu presentinho? Quando vier pra Monterrey, aqui tem a sua putinha. E essa foto.
Não soube mais o que responder. No fundo da minha mala, encontrei a calcinha que enchi de porra, uma fio dental de renda e um sutiã com o perfume dela. Por favor, não parem de comentar qual parte da minha história mais excita vocês.
1 comentários - Anais, a esposa gostosa do meu sócio