Aquela noite/madrugada no WhatsApp ficou muito hot, já não estava falando com a esposa do chefe dele, sem respeito nenhum já me chamava pra chupar ele ou realizar as fantasias dele.
- Fantasias? Tipo quais, perguntei.
São muitas, amor, ele dizia, por exemplo, te apalpar no escritório do patrão, me chupar no carro do patrão, te comer na cama do patrão.
Pra cada uma dessas ideias eu só respondia: ufff que delícia, hmm pode ser, mmmm talvez planejando dá pra rolar, se as coisas acontecerem claro que sim, pra nenhuma ideia eu disse não.
Marcos ligou a câmera de vídeo do celular e me mostrou enquanto se masturbava, eu entre as cobertas e sem volume no celular me acariciava enquanto via aquela pica de 22 centímetros explodir diante dos meus olhos.
Antes de desligar, ele me disse:
- Amanhã quero começar a realizar minhas fantasias.
- Que fantasia?, perguntei.
- Amanhã quero meter o dedo na sua buceta, e se for no escritório melhor ainda, te espero de vestido pra facilitar meu trabalho, ok?
- Não sei, é arriscado no escritório, deixa eu pensar.
- Te espero de vestido, esse vai ser o sinal de que você quer, senão vou entender que acabou tudo aqui.
E desligou, aquela noite me masturbei no banheiro e fiquei pensando no que fazer?
Aquela manhã acordei como de costume, despachar as crianças pra escola e meu marido, alguns dias saio com meu marido direto pro escritório mas naquele dia falei que tinha assuntos pra resolver e que chegaria mais tarde.
Era o tempo que precisava pra pensar, no fim me decidi e vesti um vestido leve e claro, umas calcinhas fio dental pra facilitar o trabalho do Marcos caso as coisas rolassem.
Cheguei tipo 10h no escritório e o tempo todo pensando em como realizar a fantasia do Marcos.
Vi ele de longe e me fiz notar pra ele me ver de vestido vaporoso e entender que tô no jogo e aceitei o desafio, outra coisa era como realizar a primeira fantasia dele.
De repente, sem planejar, tinha que deixar uma caixa na transportadora. antes do meio-dia, sem pensar duas vezes eu me ofereci e mandei chamar o Marcos pra me subir a caixa que além de grande era pesada, enquanto o Marcos subia a caixa eu falei pra secretária, mas eu vou com o Marcos pra ele descer a caixa e eu melhor espero ele no carro enquanto ele despacha a caixa, pronto!!, o Marcos entendeu minha "indireta direta" e se sentou no volante. Antes que o pessoal percebesse a gente já tinha arrancado, o Marcos me elogiou pelo meu vestido e sem hesitar na primeira esquina saindo do escritório me pegou pela mão e beijou. Como eu disse, ele já não me via como a patroa, a doutora Ana não, ele já tinha se apropriado por direito próprio e me tratava como troféu dele, não tinha mais vergonha e logo colocou a mão na minha coxa apertando de vez em quando como quem diz: "Isso agora é meu". A gente brincava e eu falava o quanto ele era descarado, como ele tem coragem de me desrespeitar, hahaha. -Descarado quando eu realizar minha segunda fantasia, aí sim você pode me chamar de descarado!!, hahaha, ele me disse e soltou uma risada. -Segunda fantasia?, o que o senhor inventou agora? -Eu entenderia se você não quisesse realizar porque é bem pesada. -Nossa, mais pesada do que dar mole pra esposa do chefe e apalpar as tetas dela?, eu falei rindo, me conta que talvez você tenha sorte e eu possa realizar hoje? Ele me olhou com um sorriso nervoso e enquanto levantava minha saia pra apalpar minhas coxas e tocar minha bucetinha ele soltou de uma vez: -Descarado no dia que eu te fizer minha na sua cama de casada e eu descansar do lado do seu marido depois de te comer por todos os lados, isso sim seria descarado, e ele ficou sério me olhando de canto esperando minha reação. Eu olhando pela minha janela escura pra rua só abri minhas pernas e levantei um pouco meu joelho esquerdo pra ele poder puxar minha calcinha e sentir a mão dele na minha buceta molhada. Enquanto o Marcos dirigia com uma mão com a outra ele mexia na minha xereca, eu me reclinava pra trás pra facilitar o trabalho dele. Eu de olhos fechados e a respiração acelerada, comecei a gemer baixinho, meus movimentos pélvicos eram um convite claro pra ele aprofundar a façanha.
- O que você diz, pode realizar essa fantasia pra mim?, ele me perguntava uma e outra vez.
Eu, de olhos fechados, só sussurrava, não sei, talvez.
Marcos insistia,
- Quando você vai me chamar pro seu quarto?,
insistia Marcos,
- Me diz que essa ideia não te excita e eu paro de pedir,
Eu continuava de olhos fechados e sem dizer uma palavra, só respirava ofegante.
- Te excita a ideia de eu te fazer minha na sua própria cama?
- Siiim, eu disse sussurrando baixinho.
- Você quer comer essa pica na sua cama?
- Siiim, eu disse enquanto me contorcia no banco
- Você quer virar minha putinha?
- Siiiiim, eu disse sussurrando.
- Não tô te ouvindo, você quer ser minha putinha pessoal?, perguntou Marcos.
- Siiiiiiim, eu disse um pouco mais alto.
- O que você quer ser?, ele perguntou de novo, mais alto e com dois dedos bem fundo na minha buceta.
- SUA PUTINHA, SUA PUTINHA PESSOAL!!!!!!, respondi quase gritando enquanto sentia um orgasmo com os dedos do Marcos.
- Então vou marcar o dia e a hora pra você me receber na sua casa.
Ele estacionou o carro a uma quadra da transportadora e abaixou a calça, não me disse nada, não pediu nada, só tirou a pica pra fora e apontou pro meu rosto, eu já sabia o que tinha que fazer, enquanto chupava ela, Marcos apalpava meu corpo inteiro, meus peitos, minhas coxas, minha buceta e sim, também meu cu, que ele violentou com o dedo, eu já pertencia a ele, de agora em diante não podia negar nada.
Ele tinha conseguido me fazer confessar que seria a putinha dele, já não tinha mais o que fazer.
Eu o masturbei com a boca e ele me disse pra não sujar o vestido lindo que eu tava usando, então toma cuidado pra não derramar meu leite, então seguindo ordens, recebi tudo dentro da minha boca e cuidei pra não vazar nem uma gota pra fora.
Continua...
- Fantasias? Tipo quais, perguntei.
São muitas, amor, ele dizia, por exemplo, te apalpar no escritório do patrão, me chupar no carro do patrão, te comer na cama do patrão.
Pra cada uma dessas ideias eu só respondia: ufff que delícia, hmm pode ser, mmmm talvez planejando dá pra rolar, se as coisas acontecerem claro que sim, pra nenhuma ideia eu disse não.
Marcos ligou a câmera de vídeo do celular e me mostrou enquanto se masturbava, eu entre as cobertas e sem volume no celular me acariciava enquanto via aquela pica de 22 centímetros explodir diante dos meus olhos.
Antes de desligar, ele me disse:
- Amanhã quero começar a realizar minhas fantasias.
- Que fantasia?, perguntei.
- Amanhã quero meter o dedo na sua buceta, e se for no escritório melhor ainda, te espero de vestido pra facilitar meu trabalho, ok?
- Não sei, é arriscado no escritório, deixa eu pensar.
- Te espero de vestido, esse vai ser o sinal de que você quer, senão vou entender que acabou tudo aqui.
E desligou, aquela noite me masturbei no banheiro e fiquei pensando no que fazer?
Aquela manhã acordei como de costume, despachar as crianças pra escola e meu marido, alguns dias saio com meu marido direto pro escritório mas naquele dia falei que tinha assuntos pra resolver e que chegaria mais tarde.
Era o tempo que precisava pra pensar, no fim me decidi e vesti um vestido leve e claro, umas calcinhas fio dental pra facilitar o trabalho do Marcos caso as coisas rolassem.
Cheguei tipo 10h no escritório e o tempo todo pensando em como realizar a fantasia do Marcos.
Vi ele de longe e me fiz notar pra ele me ver de vestido vaporoso e entender que tô no jogo e aceitei o desafio, outra coisa era como realizar a primeira fantasia dele.
De repente, sem planejar, tinha que deixar uma caixa na transportadora. antes do meio-dia, sem pensar duas vezes eu me ofereci e mandei chamar o Marcos pra me subir a caixa que além de grande era pesada, enquanto o Marcos subia a caixa eu falei pra secretária, mas eu vou com o Marcos pra ele descer a caixa e eu melhor espero ele no carro enquanto ele despacha a caixa, pronto!!, o Marcos entendeu minha "indireta direta" e se sentou no volante. Antes que o pessoal percebesse a gente já tinha arrancado, o Marcos me elogiou pelo meu vestido e sem hesitar na primeira esquina saindo do escritório me pegou pela mão e beijou. Como eu disse, ele já não me via como a patroa, a doutora Ana não, ele já tinha se apropriado por direito próprio e me tratava como troféu dele, não tinha mais vergonha e logo colocou a mão na minha coxa apertando de vez em quando como quem diz: "Isso agora é meu". A gente brincava e eu falava o quanto ele era descarado, como ele tem coragem de me desrespeitar, hahaha. -Descarado quando eu realizar minha segunda fantasia, aí sim você pode me chamar de descarado!!, hahaha, ele me disse e soltou uma risada. -Segunda fantasia?, o que o senhor inventou agora? -Eu entenderia se você não quisesse realizar porque é bem pesada. -Nossa, mais pesada do que dar mole pra esposa do chefe e apalpar as tetas dela?, eu falei rindo, me conta que talvez você tenha sorte e eu possa realizar hoje? Ele me olhou com um sorriso nervoso e enquanto levantava minha saia pra apalpar minhas coxas e tocar minha bucetinha ele soltou de uma vez: -Descarado no dia que eu te fizer minha na sua cama de casada e eu descansar do lado do seu marido depois de te comer por todos os lados, isso sim seria descarado, e ele ficou sério me olhando de canto esperando minha reação. Eu olhando pela minha janela escura pra rua só abri minhas pernas e levantei um pouco meu joelho esquerdo pra ele poder puxar minha calcinha e sentir a mão dele na minha buceta molhada. Enquanto o Marcos dirigia com uma mão com a outra ele mexia na minha xereca, eu me reclinava pra trás pra facilitar o trabalho dele. Eu de olhos fechados e a respiração acelerada, comecei a gemer baixinho, meus movimentos pélvicos eram um convite claro pra ele aprofundar a façanha.
- O que você diz, pode realizar essa fantasia pra mim?, ele me perguntava uma e outra vez.
Eu, de olhos fechados, só sussurrava, não sei, talvez.
Marcos insistia,
- Quando você vai me chamar pro seu quarto?,
insistia Marcos,
- Me diz que essa ideia não te excita e eu paro de pedir,
Eu continuava de olhos fechados e sem dizer uma palavra, só respirava ofegante.
- Te excita a ideia de eu te fazer minha na sua própria cama?
- Siiim, eu disse sussurrando baixinho.
- Você quer comer essa pica na sua cama?
- Siiim, eu disse enquanto me contorcia no banco
- Você quer virar minha putinha?
- Siiiiim, eu disse sussurrando.
- Não tô te ouvindo, você quer ser minha putinha pessoal?, perguntou Marcos.
- Siiiiiiim, eu disse um pouco mais alto.
- O que você quer ser?, ele perguntou de novo, mais alto e com dois dedos bem fundo na minha buceta.
- SUA PUTINHA, SUA PUTINHA PESSOAL!!!!!!, respondi quase gritando enquanto sentia um orgasmo com os dedos do Marcos.
- Então vou marcar o dia e a hora pra você me receber na sua casa.
Ele estacionou o carro a uma quadra da transportadora e abaixou a calça, não me disse nada, não pediu nada, só tirou a pica pra fora e apontou pro meu rosto, eu já sabia o que tinha que fazer, enquanto chupava ela, Marcos apalpava meu corpo inteiro, meus peitos, minhas coxas, minha buceta e sim, também meu cu, que ele violentou com o dedo, eu já pertencia a ele, de agora em diante não podia negar nada.
Ele tinha conseguido me fazer confessar que seria a putinha dele, já não tinha mais o que fazer.
Eu o masturbei com a boca e ele me disse pra não sujar o vestido lindo que eu tava usando, então toma cuidado pra não derramar meu leite, então seguindo ordens, recebi tudo dentro da minha boca e cuidei pra não vazar nem uma gota pra fora.
Continua...
1 comentários - Moreno gostoso do trabalho do meu marido