2ª e 3ª vez (1ª por curiosa, outra por puta...)

Olá, como vocês estão! Desculpa não aparecer sempre, quero contar pra vocês dessa vez outra das 4 vezes que traí meu marido. Aqui vão duas histórias juntas. Vou contextualizar: tinham passado uns 2 ou 3 meses daquela do corredor no shopping, era o aniversário da Carla, uma das meninas da loja, e pra comemorar fomos comer na casa dela e depois saímos pra um bar na região de Palermo. Na casa dela, além das meninas da loja, estavam 3 amigas da Carla que eu não conhecia e que me apresentaram naquela noite. Até aí tudo normal, comemos e bebemos um pouco como prévia, nada estranho. Com o tempo, a Mariela, uma das amigas da Carla, se aproximou pra conversar enquanto a gente bebia. Depois de um tempo e de me perguntar umas besteiras sobre trabalho e tal, ela me perguntou se eu estava solteira e já vinha me dizendo que eu tinha uns olhos lindos, que eu era gostosa e tal, mas não dei muita bola. Até aí não tinha insinuado nada estranho, ou pelo menos não percebi na hora. Um pouco antes de sairmos pro bar, depois de já ter bebido bastante, quis ir ao banheiro pra passar batom e dar uma retocada na maquiagem. Na hora que tô entrando no banheiro, a Mariela aparece colocando a mão antes de eu fechar a porta e me pergunta: "Te importa se eu entrar?" Surpresa, falei: "Não, passa, eu espero." Ela disse: "Vim fazer a mesma coisa! Vamos juntas." Peguei o batom e, me olhando no espelho enquanto passava, ela falou: "Deixa eu corrigir pra você." Passou o dedo na minha boca e disse: "Não saiu!" Chupou o dedo e passou de novo. Aí eu pensei: "O que essa daí quer?" Depois disso, ela se pintou e, olhando no espelho, perguntou: "Ficou bom? Você gostou? Gostou de mim?" Surpresa, falei que ficou bom, e ela respondeu: "Não respondeu se gostou de mim!" Não terminei de falar nada e ela me comeu a boca!!! (Deixo claro que até aí nunca tinha ficado com outra mulher). Minha primeira reação foi de rejeição, mas na hora que tentei empurrá-la pra longe, mas as mãos dela agarraram minha bunda e rapidamente subiram pelas minhas costas até o pescoço e, com muita delicadeza, ela enfiou a língua até o fundo da minha boca. Foi estranho, mas senti curiosidade e continuamos nos beijando, língua com língua, muito excitante. Rapidamente, ela começou a massagear meus peitos, primeiro por cima da blusa que eu tava usando e depois por dentro, entre o sutiã e o mamilo. Comecei a ficar com tesão e a gostar, timidamente comecei a tocar a bunda dela e, aos poucos, fui perdendo a timidez até que cheguei a tocar suavemente os peitos dela, descendo até a barriga com intenção de chegar na buceta, não sei por que, mas não me animava, não conseguia descer mais as mãos. Ela começou a chupar meus peitos e me apoiou contra a pia do banheiro enquanto levantava minha saia pra puxar minha calcinha de lado e, delicadamente, enfiar um dedo na minha buceta, que já tava toda molhada, pra minha surpresa. Depois de um tempinho enfiando os dedos enquanto me beijava e tocava meus peitos, ela levantou minha saia e, puxando a calcinha de lado, com toda a minha buceta pra fora, começou a chupar ela. Depois de três lambidas que ela me deu, ouvi uma das garotas bater na porta... nessa hora, meu coração parou, fiquei com muita vergonha, mas a curiosidade falou mais alto. Timidamente, respondi que já tava saindo. Eram as garotas nos chamando pra ir embora, o reme já tava lá pra nos levar pro bar em Palermo. Me arrumei o melhor que pude e, com muita vergonha, surpresa e excitada, saí daquele banheiro pensando no que tinha acontecido, algo que nunca tinha feito nem imaginado. O mais estranho é que eu tinha gostado... Atrás de mim saiu a Mariela, como se nada tivesse acontecido, e ninguém percebeu. Fomos pro bar e todo mundo como se nada. No bar, a Mariela como se nada e eu não parava de olhar pra ela, não conseguia esquecer o que tinha feito um tempo antes. Fui duas vezes ao banheiro pra ver se a Mariela me seguia, mas ela nunca veio (mesmo assim, não sei se teria rolado alguma coisa, tinha muita gente lá). A noite seguiu como qualquer outra. Noite de bar/balada, a gente dança, bebe o normal. Chegou a hora de ir embora e eu tinha que voltar pra minha casa em San Fernando, tinha que voltar de remis. Já dentro do carro, indicando o endereço e mais relaxada, mas com o efeito do álcool, não conseguia parar de pensar e esquecer da minha cabeça o momento que passei com a Mariana. Uma viagem de Palermo a San Fernando bem longa pra ficar matutando e imaginando um monte de coisas. Sem que o motorista do remis me visse ou percebesse, eu puxei minha calcinha fio dental, enfiei um dedo na minha pussy e, literalmente, tava encharcada...

Quando cheguei na porta de casa, o motorista (um cara de uns 50 e poucos anos) falou: "Chegamos, são 350$" (naquela época, isso aconteceu há muitos anos, gente). Aí abri a bolsa pra pegar o dinheiro e, pra minha surpresa, não tinha, tinha gastado tudo. (Aqui vai o motivo do título "por puta"). Porque eu poderia ter falado tranquilamente pra ele esperar que eu ia buscar dentro e trazia, mas não parava de pensar no tesão que a Mariana me deixou e no excitante de estar na porta de casa com o risco de alguém passar e me ver. Não tive ideia melhor do que dizer: "Não tenho dinheiro, como posso te pagar?"

O motorista arregalou os olhos enquanto me olhava pelo espelho retrovisor. Eu abri as pernas o máximo que a saia permitia, dava pra ver toda a calcinha fio dental bem enfiada na minha pussy. Rapidamente, puxei o decote da blusa até a altura do meio dos mamilos. O cara, incrédulo, me olhando paralisado, sem dizer nada. Eu, com a adrenalina e a excitação nas alturas, ainda mais com o tesão de estar na porta da minha casa — qualquer um podia passar e me ver, já estava amanhecendo. Podia ter parado ali, mas não, minha putaria foi maior. Sem o cara falar nada, passei pro banco da frente, peguei a mão dele e coloquei no meu peito esquerdo. "O que você tá fazendo?" foi a resposta do cara, que não entendia nada e não sabia nem imaginava o tesão que eu tava, por causa do que tinha rolado com a Mariana... Sem dizer uma palavra pra ele. Comecei a tocar na pica por cima da calça, ele continuava paralisado, como se não percebesse nada. Baixei a blusa e levantei o sutiã, deixando os peitos à mostra, fiz ele tocar neles e ele começou a chupar, e eu não demorei pra desabotoar a braguilha da calça dele. Tirei a pica pra fora, bati uma punheta rapidinho e enfiei na minha boca. Eu estava de quatro, com a bunda virada pra janela do passageiro, ele passou o braço por cima das minhas costas, me apalpando a bunda e usando a palavra: buceta. Eu estava explodindo, o tesão e a situação do lugar, que já estava de dia e alguém podia me ver, não me importava, a putaria era mais forte. Então, quanto mais eu chupava a pica, foi aí que o cara não aguentou, parece que a excitação venceu ele e, quase se dobrando, gozou, obviamente na minha boca inteira. Acho que por ter gozado rápido e por não ter camisinha, não transei com ele, porque se tivesse uma na bolsa, até metia! Eu estava muito puta... Depois de terminar de chupar e limpar as gotas que escorriam do meu lábio, e abaixar um pouco o banco, percebi o que tinha feito e o que podia acontecer se alguém me visse. Me ajeitei como pude, o mais rápido possível, peguei a bolsa que tinha ficado no banco de trás e, sem dizer nada, desci do carro, entrando apressada em casa, com medo de que algum vizinho tivesse me visto. Ao entrar em casa, obviamente meu marido estava dormindo e não percebeu nada. Como sempre, às vezes antes de transar, conto a história pra ele, e ele acha que é fruto da minha imaginação ou tesão, mas o que ele menos imagina é que aconteceu de verdade e eu aproveitei. Espero que tenham gostado tanto quanto eu de poder contar minha experiência. Ainda tenho mais uma história e em algum momento vou contar. Muito obrigada!

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