Como já comentei sobre a Patrícia... Ela cuidava dos serviços do quarto... de manhã, quando eu acordava pra ir pra escola, sempre passava olhando pela porta aberta dela, e ela apressada fazendo o café do marido, já que o fogão ficava perto da porta... uma manhã eu passei e ela tava de pijama, uma camisa branca grande de gola redonda e um shorts meio folgado azul celeste, dava pra ver que ela não tava de calcinha, tava com as sandálias pretas e as unhas naturais... cabelo solto e bagunçado... mas ela era muito gostosa aos meus olhos... Quando eu passava, não era nada discreto... sempre virava pra olhar ela... ela, de canto de olho, via quem passava pelo quarto dela... talvez nem ligasse tanto pra mim, porque eu era só um menino aos olhos dela, e o marido também não se importava, já que eu era um moleque de 12 anos e não tinha perigo de eu ficar olhando ela, hehe... mas o marido era ciumento... quando eu passava, sempre demorava nos tanques porque tinha que lavar o rosto pra não ficar com cara de sono... eu enchia o tempo pra ver ela de longe na janela, via ela mexendo a colher na frigideira. Naquele dia, depois de lavar o rosto, eu passava devagar em direção ao quarto e virava pra olhar ela já sentada na mesa tomando café com o marido. Ela tinha o costume de tirar os pés das sandálias e apoiar eles na travessa que fica embaixo da cadeira de madeira... naquele dia ela fez isso, e eu via ela massageando a sola dos pés naquela parte da cadeira de madeira... eu adorava ver como ela brincava com os pezinhos dela... rapidinho eu fui pro quarto e minha mãe gritou: "Anda logo, vai se atrasar!"... eu entrava rápido, pegava o gel, passava o pente e pegava a mochila. Nessas manhãs, eu sempre tava na correria, minhas saídas eram sempre às 6:50 da manhã... da pensão pra escola... já na escola, eu só queria voltar pra pensão... já queria ver como a Patrícia tinha se vestido, já queria ver ela... tocou o sinal... O som do horário de saída e eu rapidamente pegava minhas coisas e ia pro quarto... chegava, entrava pra largar minha mochila... cumprimentava minha mãe... dizia: "Já cheguei, mãe!"... e ela, típica mãe: "Que bom, filho... como foi?"... e eu: "Bem, mãe..."... e o pretexto de sempre: "Vou no banheiro"... eu saía e passava olhando pro quarto da Patrícia... naquele dia ela estava com a saia curta que eu adorava ver nela... a blusa de alcinha vinho, decotada... sutiã preto, porque dava pra ver as alças do sutiã com o rabo de cavalo dela... Ela, naquela hora, 1:15 da tarde, já tava apressada catando a bagunça que o filho pequeno dela tinha feito... porque às 12:00 ela saía pra buscar o filho da escola primária e levava o pequeno junto... também perto da pensão... Naquela hora eu já via ela trocando a roupa do filho da primária... Minha mãe me mandava estender a roupa que tinha lavado... nos varais... eu, como quem não quer nada, saía... mas a verdade é que eu adorava quando ela me mandava, porque a Patrícia saía pra lavar roupa... num dos tanques... O tanque que a gente, quer dizer, minha mãe usava, era o que dava de frente pra janela dela... O da Patrícia ficava do lado do nosso, como quem diz, de frente pros banheiros do lado direito... tava quase de frente pra ela... Minha mãe deixava a roupa no balde e eu, fingindo que tava enxaguando a roupa... enquanto ela esfregava a roupa dela no tanque, eu olhava o decote dela... olhava como os peitos dela balançavam quando ela esfregava a roupa... eu enrolando... adoro ver ela... ela nem ligava pra mim... eu olhava como ela esfregava... eu, fingindo pressa... Quando ela estendia a roupa dela no varal, eu via como a blusa já molhada marcava o sutiã... quando ela estendia, eu também... eu me aproximava pra olhar o decote dela... disfarçadamente, pelo menos eu achava... ela estendia quando eu me afastava... via como ela ficava na ponta dos pés pra pendurar a roupa, como as solas dos pés dela apareciam... as solas dela ficavam meio rosadinhas... dava pra ver bem... lindas as solas dos pés dela.....ela de vez em quando virava pra me olhar, mas como eu tô falando, não me dava bola....pra mim era um banquete ver ela tão gostosa....eu adorava olhar pra ela.....quando minha mãe demorava, ela gritava....vem comer..... certos horários, tipo umas 2:00, ela entrava pra fazer comida assim com a blusinha molhada (depois de umas horas secava com o vento e o calorzinho).....aí o marido dela chegava do trampo pra almoçar....igual meu pai e meu irmão mais velho....só chegavam, comiam e iam embora....ele chegava lá pras 3 e meu pai não tinha horário certo, chegava às 3:30 ou 4 ou 4:30.... Já de tarde, minha mãe só esperava meu pai comer....ele ia embora e ela também, porque vendia produtos de beleza....e coisas assim..... E eu, sabendo que ela tava sozinha com os filhos, saía com duas cadeiras: uma pequena pra sentar e outra normal pra apoiar meu caderno e meus apontamentos, na teoria....eu saía pro quintal e ficava na frente da porta dela, fingindo que era pra pegar um ventinho.....assim passava os minutos olhando como ela ajudava o filho com a lição na mesa.....via como ela falava com o menino....dizia "faz as coisas direito", "presta atenção no que tá escrito", essas coisas enquanto ajudava ele com a tarefa....e enquanto isso, por baixo da mesa.....eu olhava as pernas dela e o jogo que ela fazia com as sandálias.....e os pés dela, via como mexia no travessão da cadeira, como massageava os pezinhos lindos dela....aliás, que lindo era ver ela.....eu calculava o tempo e sentia quando o marido dela ou meu pai com meu irmão chegavam....me apressava pra guardar minhas coisas e ir pro quarto.....assim eu me deliciava com ela, admirando a beleza dela.....de manhã e de tarde..... Isso que tô contando é parte do que meus olhos viam. Obrigado e vou continuar postando aos poucos o que a Patrícia me fazia sentir ☺️
1 comentários - A vizinha 4: Uma manhã e uma tarde gostosa