Por um acaso do destino, fui morar com minha irmã

Me sentia mal pelo que tinha acontecido, mas soube disfarçar da melhor forma possível. Pra Mariza não foi difícil, já que por causa da personalidade muito estranha dela, não era estranho pra minha irmã que eu estivesse muito quieta ou muito eufórica. Eu sabia muito bem que ela não tinha nenhum sentimento por mim, que tava apaixonada pelo namorado dela, e que eu só tinha sido um encontro carnal sem importância.Por um acaso do destino, fui morar com minha irmãNaquela noite, depois de apagar as luzes, minha irmã me abraçou e me beijou. Disse que tinha sentido minha falta, que tava morrendo de vontade de ficar comigo e, mesmo depois de ter transado o fim de semana inteiro, fisicamente sem muita vontade e com a cabeça no que tinha rolado com a Mariza, tive que fazer umas safadezas com minha irmã. Depois que a gente terminou, como sempre, ela falou que tinha pensado muito e que, por me amar tanto, tava disposta a experimentar comigo, mas queria que fosse algo especial, então a gente deixaria pro fim de semana.

A semana passou normal, até que na quarta à tarde, minha irmã não tava em casa, a Mariza me pega pela cintura e fala que tava com uma vontade louca de foder. Falei que também queria, mas que não sabia quando minha irmã chegava. Ela disse que tinha acabado de falar com ela e que não ia chegar cedo, então a gente tinha umas duas horas pra meter com tudo. Não me segurei e a gente acabou no quarto dela transando feito bicho no cio, metendo no cu dela por um tempão.

Embora o sexo com a Mariza fosse incrível, eu me sentia mal por estar traindo minha irmã, mas não podia fazer nada, já tinha me metido nessa e sabia bem que ia acabar mal.

Minha irmã naquela semana tava mais fogosa do que nunca, não tinha uma noite que não me procurasse, e nossos encontros foram muito quentes, quase ao ponto de na quinta a gente quase acabar transando, só no final a gente se segurou pra fazer disso algo especial.

Finalmente chegou o fim de semana. A Mariza saiu bem cedo no sábado pra viajar e encontrar o corno do namorado dela, eu trabalhei até meio-dia e quando voltei, minha irmã tinha preparado um almoço delicioso. Depois de comer, ela mandou eu tomar banho e esperar ela no quarto da Mariza. Ela Entrou no banheiro, também tomou banho e, depois de um tempo, entrou no quarto da Mariza, com uma camisola branca minúscula que ficava espetacular nela. Tava uma delícia, linda demais. Não podia acreditar na mulher gostosa que naquela tarde ia me dar a virgindade dela.peitosEla me perguntou se eu gostava e, claro, falei que ela tava divina. Ela se deitou do meu lado e começamos a nos beijar e a nos tocar bem devagar. Depois de um tempo, como sempre, as lindas tetonas dela foram parar na minha boca. As tetas dela eram mil vezes melhores que as da Mariza, o tamanho, o cheiro, a textura macia da pele, a inocência dela…NuaDevagar tirei aquela peça, deixando ela completamente nua. Montei em cima de mim, me deliciei com os peitos dela no meu rosto enquanto passava a mão na bunda dela e ela roçava a buceta no meu pau, nos esquentando um ao outro. Senti a mão dela tocar meu pau, levando ele até a buceta molhada dela. Ela tava nervosa, muito nervosa, mas com vontade de fazer. Senti os pelinhos dela roçando a ponta do meu pau, depois os lábios da buceta dela se abrindo só um pouco, enquanto ela encaixava meu pau na intimidade dela e então, quando vi que tava bem posicionado, ela começou a descer bem devagar.BundaSuavemente eu me movia, bem devagar, tentando tirar a virgindade dela sem que doesse. Dava pra ver no rosto dela uma expressão de dor, mas ela continuava na missão, tentando enfiar meu pau pra dentro. Num momento, me deu uma certa pena ser eu quem ia colher aquele fruto proibido e, mesmo estando muito excitado, perguntei se ela queria voltar atrás.

Ela disse que não, só pra eu não me mexer. Continuou tentando enfiar e não conseguia, a dor era forte. Mudamos de posição. Desci até a buceta dela e chupei por um bom tempo pra deixar bem molhadinha. Com minha língua, enfiava o mais fundo que dava, até que ela mesma me fez parar e montar em cima dela. Com as mãos segurando aquelas nalgas gostosas, a mão dela guiou meu pau até a entrada da buceta, pedindo mais uma vez pra eu ir com calma.

Uma leve pressão da minha parte naquela buceta molhada e os olhos fechados da minha irmã mostraram um pouco de dor. Fiquei parado por um minuto e depois tentei de novo. De novo os olhos fechados e um gemidinho de dor, mas mesmo assim ela se agarrou nas minhas costas e me empurrou contra ela. Na terceira tentativa, parte do meu pau entrou no corpo dela. Senti a dor dela, ela pediu, reclamando, pra eu não me mexer, que tava doendo muito, mas pra eu não sair.fio dentalEla estava uma delícia, com as pernas abertas, com os peitões grandes e durinhos, que eu beijava de leve, apoiado nos meus braços, só com o peso do meu corpo na região da buceta dela. Mais uma tentativa e meu pau entrou um pouco mais. Eu tava devagar roubando a virgindade dela.

A cara de dor da minha irmã não dava pra esconder, mas ela pedia pra eu não sair. Eu também senti uma certa dor, porque ela era muito apertada, mas aguentei firme sem tirar. Comecei a me mexer bem devagar, tirando meu pau só um centímetro e voltando a fazer uma pressão suave, uma e outra vez, comendo ela bem, mas bem de leve. Minha irmã, com as pernas abertas, agarrada nas minhas costas, gemia de dor, mas aguentava as investidas curtas do irmão dela, que cada vez tentava entrar um pouco mais, até que numa dessas tentativas, senti a buceta dela se abrir e consegui chegar um pouco mais fundo.

Não tinha mais volta, a virgindade da minha irmã tinha morrido, era a passagem dela de menina pra mulher e, devagar, fui entrando cada vez mais fundo, sentindo as mãos dela apertando forte minhas costas, aguentando a dor nesse passo importante da vida dela.irmaPouco a pouco a buceta foi se acostumando e ela já sentia que as paredes tinham dilatado, meu pau entrava e saía da buceta da minha irmã, e apesar de tudo, ela me disse que ainda doía, mas que mesmo assim, estava gostando. Continuei metendo devagar, sentindo meu pau se perder lá dentro do corpo da minha irmã.Por um acaso do destino, fui morar com minha irmãDando uma olhadinha pra baixo, vejo um pouco de sangue, mas mesmo assim continuei.
Continuamos assim por um bom tempo, cada vez mais relaxada, ela aceitava minha pica. Fiquei parado com minha pica enfiada no corpo dela, sentindo como ela mesma contraía o útero apertando ela, me dizendo pra não me mexer, pra deixar ela ali, que assim sentia prazer.
Depois ela começou a relaxar e a curtir. Me disse que sentia muito gostoso, mas não tanto pra gozar, mas que queria me sentir gozando dentro dela, que queria sentir o irmão enchendo ela de porra e foi o que eu fiz. Me mexia um pouco mais forte, começando a foder ela um pouco mais duro. Ela já aguentava mais fácil, embora sentisse um pouco de dor, pedia mais e mais.
Minha pica entrava e saía num ritmo calmo do corpo da minha irmã, sem soltar a bunda gostosa dela, enfiando cada vez mais fundo. Depois deixei ela parada de novo, enfiada por completo, e ela começou a se mexer, apertando e se movendo cada vez mais rápido. Ela me disse pra esperar, que estava curtindo e que podia gozar. Fiquei sentindo um prazer físico ao sentir minha pica sendo chupada pela buceta da minha irmã e um prazer doentio ao ver o rosto dela, com os olhos fechados já começando a gozar.
Não demorou muito e minha irmã, se movendo muito rápido, começou a gemer mais e mais alto, até que soltou um grito forte, me agarrou com força no rabo e, gemendo, disse que estava gozando. Comecei a me mexer agora, enfiando com força a pica na minha irmã e também entre gemidos fortes, comecei a gozar, dizendo que estava me acabando, o que a excitou ainda mais, enchendo a buceta dela de porra incestuosa quente, que chegou no fundo do ser dela. Gemendo os dois como loucos, minha irmã agarrada no meu corpo com força, se mexendo e gritando, pedindo pra eu não parar de me mexer. Foi incrível, gozamos juntos, numa mistura de gritos e gemidos de prazer e um pouco de dor, terminando com um beijo ardente que só era interrompido pelos gemidos da minha irmã, que ainda estava gozando.
Já mais calmos, meu pau completamente molhado continuava entrando e saindo devagar, aproveitando a buceta da minha irmã, que ainda curtia o pau mole do irmão dela.
Eu saí dela e da pussy virgem dela. Começou a sair meu sêmen, misturado com um pouco de sangue, e uma mancha avermelhada evidente no lençol da Mariza, que deixava claro nosso incesto consumado. Não tinha mais volta, tínhamos consumado nossa relação.peitosFicamos deitados a tarde inteira e, depois de umas duas horas, a gente fez de novo. Mesmo assim, doeu nela, mas também consegui fazer ela gozar.

Convidei ela pra sair pra "comemorar" nosso encontro e, acredite se quiser, fui parar no mesmo PUB que tinha ido com a Mariza. Só ali contei que conhecia aquele lugar por causa dela. Ela não gostou muito de eu ter saído com a Mariza, mas como falei que foi só um rolê inocente, não deu em nada.

Depois de umas quantas doses da minha parte, e só duas da minha irmãzinha, voltamos pro apartamento, obviamente pra foder. Deitamos como se fôssemos um casal, cada um se despindo do seu lado da cama, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Enquanto minha irmã tirava a roupa, eu admirava aquele corpo gostoso, os quadris largos, a bunda redonda, macia, linda, num conjunto de lingerie preta que eu também nunca tinha visto antes, mais sensual, mais provocante. Os peitos divinos dela num sutiã de renda que destacava maravilhosamente aquelas tetonas. A verdade é que eu gostava muito mais do corpo da minha irmã, e embora a Mariza fodesse melhor, era só questão de treinar minha irmã na cama.NuaAssim que deitamos, começamos a nos beijar. Sem apagar a luz pra poder ver o rosto e o corpo dela, beijei ela com paixão, amassando aquela bunda gostosa com força, puxando ela pra perto de mim. Depois, como de costume, chupei os peitos dela várias vezes, e só aí comecei a tirar a calcinha e o sutiã, deixando ela completamente pelada.

Fiz ela chupar minha pica por um bom tempo, e como sempre, ela fez um trabalho espetacular. Da minha parte, também fiquei um tempinho beijando a buceta dela, até que fiz ela montar em mim e terminamos num 69 foda, enquanto eu lambia a bunda da minha irmã, que descansava o corpo no meu peito, deixando a buceta bem na minha cara.

Depois, deitei ela de lado e, por trás, fui acariciando a buceta dela com minha pica, até encontrar a posição certa e dei uma empurradinha, entrando sem esforço. No começo doeu um pouco, mas só um pouco; logo ela já se mexia sem problema nenhum, rebolando a bunda pra trás.BundaColoquei ela de costas e comi ela um tempão nessa posição. Depois me deitei de costas e ela subiu em cima, com as pernas abertas de cada lado, e ficou muito mais gostoso. Minha irmã se mexia deliciosamente de olhos fechados, com os peitões balançando pra cima e pra baixo, aproveitando a pica do irmão mais velho. Era divino ter ela assim, eu tinha uma visão perfeita dos peitos dela e da minha pica entrando nela. Agora era eu quem segurava ela pra não gozar tão rápido. Assim como tinha aprendido com a Mariza, falei pra ela que queria que esse encontro durasse muito, que queria comer ela por um bom tempo e que ela tentasse não gozar, mesmo sendo muito difícil, já que tudo era novo e excitante pra ela.fio dentalEntre gemidos, ela me dizia o quanto gostava e que queria aprender tudo comigo, que eu não tivesse vergonha de pedir qualquer coisa. Na hora, me veio à mente o cu da Mariza e que o da minha irmã também poderia ser usado para o mesmo prazer, mas era muito pra só um fim de semana, então decidi deixar pra depois. Mas pedi pra ela ficar de quatro. Nessa posição, com a bunda empinada, levantada, ela parecia maior, mais caderuda e mais gostosa, então não tive pena de meter tudo. Agarrado nas nádegas dela, meu pau entrou e saiu várias vezes, fazendo ela gemer de prazer. Ela já não sentia mais dor, só prazer, e pedia mais e mais, e eu não hesitava em dar.irmaFoi uma foda de campeonato. Por causa do álcool no meu sangue, fiquei bem duro e resistente, então meti nela por muito mais tempo. De novo com minha irmã sentada em cima de mim, cavalgando, colocando os peitos na minha cara enquanto era fodida, ela disse que não aguentava mais, que estava quase gozando. Eu soltei ela, ela sentou de vez no meu pau e enquanto gozava, agarrou os próprios peitos, com o rosto todo contraído, começou a gemer bem alto, levando as mãos na buceta, se acariciando e depois voltando a tocar os próprios peitos. Era algo realmente excitante, e quando ela começou a gritar que estava gozando, não aguentei mais e meti com tudo, gritando os dois bem alto, atingindo nossos respectivos orgasmos.Por um acaso do destino, fui morar com minha irmãCaímos exaustos, minha irmã deitada no meu peito, brincou com meu pau molhado, mole, já sem força, dizendo o quanto tinha gostado.
Já tinha me dito que naquele fim de semana era completamente impossível engravidar por causa do período dela, mas que na segunda-feira sem falta ia falar com a Mariza, pela experiência dela, pra ajudar a escolher umas pílulas anticoncepcionais.
Fiquei com medo da Mariza desconfiar de algo, mas ela disse que não tinha problema, que ia inventar um suposto namorado e que jamais poderia desconfiar.
Assim, cansados, dormimos. De manhã, transamos um par de vezes e mais algumas depois do almoço. Minha irmã realmente tinha virado uma viciada no meu pau e a toda hora me procurava. Felizmente, embaixo do nosso apartamento tinha uma lavanderia aberta, e mandamos lavar a colcha da Mariza, que mostrava nosso encontro incestuoso e fogoso.peitosMariza chegou no domingo à noite e nem desconfiou do que tinha rolado em cima da cama dela. Perguntou pelo cobertor, e minha irmã falou que tinha uma promoção de dois por um e que mandou lavar o dela e o da Mariza pra aproveitar a oferta, o que era verdade, claro. Só que ela não sabia que, dentro daquela máquina de lavar, os fluidos dela, os meus e os da Mariza estavam todos misturados.

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