Cadete de pedido ya 3

Fiz ela parar bem na minha pica e só deixei sentir a pontinha da cabeça, e ela começou a gemer mais forte. Num momento, com cara de brava e bem séria, ela grita comigo, e eu, meio assustado, pergunto o que foi. Ela se abaixa, me vira, se ajoelha e diz: "Filho da puta, agora vou espremer sua pica..." Olhei pra ela e falei: "Vai, puta, é isso que eu quero." E ela começou a chupar minha pica devagar, mas na verdade não tava chupando, tava passando a língua desde o nó e a bola até a ponta da pica. Quando chegava lá, mordia de leve e cuspia. Ficou nisso por um tempo, até que fomos pra cama, e aí sim ela começou a chupar minha pica direito. Enrolei o cabelo dela na minha mão e fiz garganta profunda até ela engasgar, tirava a pica, dava tapa na cara dela e falava o quanto ela era puta. E a Pame me contou que seria minha puta, só pra mim. Porque adorava como eu tratava ela na cama e as coisas que eu fazia. Nisso, apertei o nariz dela, ela abriu a boca, colocou a língua pra fora, e eu mandei a pica toda na boca dela até ela engasgar. Tirei, ela cuspiu de novo, e direto enfiei no cu dela bem devagar, enquanto ela gemia e eu entrava tudo até o tronco. Comecei a gozar, a gente começou a falar putaria, e enquanto ela gritava porque tinha a pica toda no cu dela, eu comecei a passar os dedos no clitóris dela, e mais puta ela ficava, até os dois gozarem. Eu deixei o cu dela cheio de porra. Quando tirei, ela se levantou, abriu o cu e disse: "Olha como você me encheu de porra." E começou a jogar no chão. Pra terminar, se ajoelhou e começou a passar a língua no chão pra limpar as provas. Hoje em dia, a gente ainda se vê.

1 comentários - Cadete de pedido ya 3