Mamãe e Tio Roberto

Finalmente se realizou pra mim, eu chupei e muito mais. Passaram alguns dias desde que o Tio Roberto esteve no meu quarto. A visão do seu pau enorme ainda estava na minha retina e eu me masturbei várias vezes imaginando o seu sabor. Uma tarde, quando a mamãe tinha ido fazer umas compras, meu tio se aproximou de mim e disse: "você ficou com vontade no outro dia, né?" e eu respondi que não sabia do que ele estava falando, mas um volume na minha calça estava me entregando. Ele disse: "tô falando que você ficou com vontade de tomar meu gozo, mas não se preocupa, já tá tudo arranjado, vai ser sua mãe que vai te pedir pra chupar ele". Com raiva (mas nem tanto) eu respondi que ele estava louco se achava que eu ia chupar, e ele respondeu: "tá bom, se você não quer, não quer" e virou pra ir embora. Eu o detive e disse "não não, tá bom, se a mamãe me pedir...". Sorrindo, ele agarrou minha bunda com uma das suas mãos enormes e disse "assim que eu gosto, sua safada, você vai ver". Naquela noite, depois que meu pai foi trabalhar, minha mãe me chamou da cozinha. Ao chegar, estavam ela e o tio Roberto conversando. Minha mãe me disse: "Carlitos, preciso falar muito sério com você", o que aconteceu, perguntei. "Você sabe que às vezes, seu tio e eu jogamos cartas", sim, respondi. "Bom, na outra noite estávamos jogando pôquer e ele ganhou de mim". E daí?, perguntei. "E bom, é..., eu teria que pagar o que apostamos". Eu disse: "para de enrolar, o que vocês apostaram?". "Apostamos 1000 dólares ou que eu deixaria ele meter o pinto dele na minha boca". Sua puta, pensava eu. "O caso é que ele me propôs que, pra eu não trair seu pai, você poderia ser quem pagaria a aposta", ela me disse, e imediatamente falou: "Mas eu não vou permitir de jeito nenhum que você faça isso, eu vou fazer". Nessa altura meu tio já estava com o pau fora da calça e dava pra ver o tamanho e as veias em toda a sua magnitude. Minha mãe estava com o olhar fixo no pau. Estava como hipnotizada. Eu eu disse "não vou permitir que você engane meu pai (embora mais chifres do que ele já tem não caibam na cabeça dele, eu pensava), vou fazer eu mesmo". Tá bom, disse meu tio, vamos pro quarto dos seus pais. Eu vou com vocês, disse minha mãe. Eu ia na frente, meu tio atrás de mim, me tocando a bunda e minha mãe atrás, dizendo pra ele me deixar em paz. Uma vez dentro do quarto, me ajoelhei na frente do meu tio, agarrei a cock dele com as duas mãos e fui introduzindo na minha boca enquanto olhava pra eles. Ele me piscou um olho e disse: "chupa bem, Carlitos". Eu comecei a meter e tirar da minha boca a porção de cock que cabia, que não era nem a metade, emitindo uns sons assim: "mmnm.. mmnn .. chop…chop". De canto de olho olho pra minha mãe e vejo ela se masturbando, tinha uma mão enfiada pelo elástico do joggin acariciando a pussy e a outra por baixo da blusa, massageando os peitos. Aí escuto ela dizendo pro meu tio: "Lembra, Roberto, que a outra coisa que perdi no pôquer é que eu tinha que deixar você chupar meus peitos" e sem mais preâmbulo, se aproximou do meu tio, levantou a blusa por cima dos peitos (que não tinham sutiã que os segurasse) e agarrando eles com as duas mãos, ofereceu. Meu tio, nem lento nem preguiçoso, começou a chupar os peitos dela de um jeito que parecia que ia arrancar eles. Minha mãe jogou a cabeça pra trás e soltando um peito, passou a mão pela nuca do tio pra atrair ele mais pra ela. Eu continuava embevecido saboreando essa cock linda quando vejo que a mão do meu tio estava dentro da calça da minha mãe, provavelmente enfiando algum dedo na pussy dela, a julgar pelos gemidos dela. Como pude, com a cock na boca disse: "tira essa mão daí", ao que mamãe, enquanto movia os quadris no compasso da mão do meu tio, respondeu: "Carlitos, já te disse mil vezes pra não falar com a boca cheia, continua mamando essa cock e deixa teu tio fazer". Naquele momento, me abandonei ao prazer de chupar e deixei que minha mãe aproveitasse a dedada que meu tio estava dando nela enquanto eu chupava os mamilos dela alternadamente. Em determinado momento, o tio disse: “Bom, agora vem o pagamento da outra aposta”. Minha mãe balbuciou: “Que aposta?”. O tio diz: “Carlitos vai pegar meu pau e vai te enfiar na buceta enquanto você senta em cima de mim, não lembra?”. Minha mãe imediatamente disse: “Sim sim sim, lembro perfeitamente”. Eu protestei, principalmente porque tinha que abandonar aquele pau antes de saborear a gozada prometida, e minha mãe me disse que aposta é aposta e tinha que pagar. Mamãe tirou as calças, o tio sentou na beira da cama e ela se ajoelhou na cama com uma perna de cada lado dele. Se virou para mim, que tinha ficado como criança que perde o brinquedo, e me disse com os olhos arregalados: “Vai Carlitos, vamos pagar a dívida, pega o pau do seu tio e vai me enfiando de uma vez”. O tio, vendo minha desolação, me disse: “Vem Carlitos, enquanto sua mãe monta em mim, você passa a língua nas bolas”. Algo é algo, pensei eu, me ajoelhei no chão, peguei o pau do meu tio com uma mão e coloquei a cabeça na porta da buceta da minha mãe que a essa altura escorria fluidos aos borbotões. Assim que mamãe sentiu a ponta do pau do tio batendo na porta, foi sentando e eu, na primeira fila, pude ver como o pau do tio ia desaparecendo dentro de mamãe. Comecei a beijar e lamber as bolas do tio enquanto mamãe subia e descia em grande ritmo empalada no pau do tio gemendo como uma possessa. Apesar de eu estar chupando as bolas dele de lado, não podia evitar que, cada vez que mamãe sentava, ela me batia na cara com as nádegas. Cada vez que mamãe subia, o tio chupava os peitos dela, e quando descia ele chupava a boca dela enfiando a língua até a campainha. Mamãe, com essas atenções, não demorou muito para gozar aos gritos. Quase em seguida, meu tio começou a gemer e despejou uma boa porção de porra nas entranhas dela. Minha mãe se desengatou e meu tio me disse: "Carlitos, limpa bem o meu pau pra mim, que não fique uma gota de porra nem de fluido da sua mãe". Adorei a ideia e assim o fiz enquanto me masturbava com o pau fora da calça. Estava curtindo o sabor do boquete quando meu tio me diz: "eu sei que você ficou com vontade de porra, então agora você vai limpar sua mãe". Olhei pra ela, estava deitada de costas na cama. Abriu as pernas pra mim e me disse: "Vem Carlitos, vem tomar a porra que seu tio me deu de presente". Assim o fiz, enfiei a cabeça entre as pernas da mamãe e comecei a meter a língua na buceta dela tirando toda a porra que o tio tinha deixado, enquanto isso, ela terminou meu trabalho de limpar o pau do tio Roberto. Não aguentei mais e gozei lançando vários jatos de porra na cama. Mamãe me disse: "olha que você é porquinho" e acariciou minha cabeça. "Não se preocupe, eu vou limpar isso antes que seu pai chegue. Vai dormir tranquilo que eu ainda tenho que fazer uns pagamentos pro Roberto". Meu tio que já estava de pau duro de novo me disse: "Carlitos, vai dormir mas vai pensando que isso vai se repetir porque sua mãe é muito ruim de jogo, hahaha". Enquanto eu saía, escutava meu tio que dizia "abre bem as nádegas, Dora, que lá vou eu". Não terminei de passar pela porta quando minha mãe já estava dando o cu. Fui pro meu quarto e me deitei pra dormir sem escovar os dentes, não queria perder o gostinho de esperma e fluido que tinha na minha boca.

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