Minha mina me come e minha cunhada bate punheta (cap 38)

Depois daquela viagem pra Mar del Plata, várias coisas vão mudar na linda e sempre doida família girl. Pra começar, eu fiquei sem trampo. Virei um vagabundo encostado cem por cento. Minha mina não se estressou muito porque, embora ela ame que eu dê presentes pra ela, também curtia me ter mais tempo em casa, basicamente o dia inteiro. Isso fazia com que, com os hormônios da gravidez a todo vapor, a gente vivesse na foda. Pouco e nada nos importava que minha cunhada tivesse que dividir o quarto com a gente. Minha mina me acordava literalmente chupando minha pica e rapidinho já estávamos fodendo como se nada fosse. O mais engraçado de tudo é que a gente acordava lá pro meio-dia ou às vezes mais tarde porque ficávamos ouvindo música, zoando e bebendo até altas horas da madrugada.

Isso dividiu a casa e botou minha cunhada do fundo contra minha mina e a Nahiara. A parada é que minha cunhada do fundo, embora fosse girl e matancera como toda girl de verdade, tinha alma de patricinha. Queria tocar a construção da casa, os detalhes, tudo. Acordava cedo e ia pro trampo. Jéssica, ao contrário, era bem girl de quebrada. Não ligava pra nada, podia ser bem boêmia que nem eu, zero materialista, mas na real era mais ultra preguiçosa. Nunca construímos nada, sempre ficamos no quarto velho dela, a grana que entrava era pra lingerie dela, unhas e sair pra passear. Claro que eu me excitava muito mais com o jeito da minha mina. Sinceramente, minha cunhada me entediaria em dois minutos. Nahiara, pela idade e pela vida anterior, era até pior que a Jéssica. Queria beber, zoar, fumar e nada mais. Óbvio que usava roupinha ousada, mas isso era o que mais importava pra ela. Os atritos começaram justamente porque todo dia minha mina e a Nahiara colocavam música e começavam a beber algo, e minha cunhada do fundo reclamava que não conseguia dormir e que tinha que acordar cedo. Minha mina basicamente eu respondia: "que me importa, é minha casa, chupa aqui se não gosta". E assim eles discutiam e, por assim dizer, a brecha ia aumentando. Como se não bastasse tudo junto naqueles dias de briga, o escapamento do Fiat 147 soltou. Imaginem o barulho que o escapamento faz literalmente partido no meio. Às vezes a gente saía com a minha mina e a Nahiara pra dar uma volta e chegava tipo duas da manhã em casa, e o barulho que a gente fazia pra entrar irritava a do fundo. Entre o escapamento e as risadas e gargalhadas da minha mina e da Nahiara, a outra ficava doida.

Uma noite quente de terça-feira, a gente tava como sempre bebendo e zoando os três no quintal. Mario Luis tocava bem alto nos alto-falantes, e a minha mina e a irmãzinha dela riam aos gritos. Como tava muito calor, a minha mina tava só com uma fio dental vermelha que ficava um fogo, segurando a duras penas aquela buceta bem buceta. Em cima, só uma regata cortada com tesoura, super decotada e super curta, mais um top do que uma regata, e sem sutiã dava pra ver absolutamente tudo. Nahiara, minha linda cunhada, não ficava atrás: tinha uma saia curta que deixava ver toda a fio dental branca dela, e em cima um top verde sem sutiã. Os peitinhos pequenos dela estavam marcados, e eu, um simples mortal, tava com o pau duro de estar entre essas duas minas.

Com as duas minas bem bêbadas, elas começaram a dançar as cumbias. Mexiam a raba que dava gosto, e eu comecei a dançar com a minha mina. Ela encostava a raba toda no meu pau, que ia ficando cada vez mais duro. Tava bem ereto, e aproveitando isso, a minha mina mais rebolava, mais me provocava. Nahiara, que tava de olho no meu volume, fala pra minha mina: "olha aí, gata, como o pau dele tá, coitado, não aguenta mais. Chupa ele, pelo menos."

A minha mina, rebolando e mexendo a raba toda, adorou o desafio da irmãzinha e respondeu:
Jésica: "cê acha que é tão fácil assim eu chupar ele? Que ele pague umas cervejas a mais, pelo menos?"
Nahiara: y weno, se for pedir já era, fode ele haha. Pede uma fio dental pra ele.

Jésica continuava rebolando pra mim como a melhor, virou e, na frente da minha cunhada, ajoelhou no chão. Minha rola toda dura estava na frente dela. Ela baixou meu short e minha rola dura e cabeçuda ficou nua na frente da minha mina e também na frente da minha cunhada. Eu olhei pras duas, que olhavam minha rola com desejo.

Jésica deu uns beijinhos na rola, me deixando doido, e fazendo a sonsa disse: "cê me daria umas fio dental nova?" Eu, quente igual chaleira fervendo, topei na hora gastar meus últimos reais em fio dental pra minha mina. Agora sim, a puta começou a chupar gostoso pra caralho, mas antes trocou um olhar cúmplice com a Nahiara.

Enquanto minha mina me chupava, engasgava com minha rola, a Nahiara já tava muito excitada e começou a passar a mão por cima da fio dental dela. A chupada de rola tava cada vez melhor. Ela passava a língua direitinho, me deixava louco. Enfiava até o fundo, bem babada pra caralho. Já os dois muito quentes, ela subiu em cima de mim. Afastou a fio dental e deixou minha rola toda dura e cabeçuda enfiar sem camisinha, pele com pele, dentro da buceta molhada dela. Minha mina deu dois gritos bem agudos, bem urros de prazer, enquanto minha rola entrava e saía da buceta dela. Ela cavalgava em mim, me enchendo de beijos e pulando em cima de mim, sem se importar que a gente tava no quintal. Minha cunhada, já super excitada, tinha tirado a fio dental e tava se tocando na buceta. Eu não conseguia olhar muito porque tinha minha mina cavalgando em mim, mas a situação tava um fogo do caralho. Jésica pulava em cima de mim que dava gosto, minha rola enfiava na buceta dela bem até o fundo, no ritmo dos gritos e gemidos dela. Enquanto minha cunhada, a um metro da gente, tava enfiando um dedo na buceta e gemendo de prazer. Eu chupava os peitos da minha mina e beijava o pescoço dela, alternando. No melhor momento do porra e com a pica pulsando que minha cunhada aparece do fundão puta da vida. Ela vinha gritando "me deixa dormir, sua puta que te pariu, não vê que horas são, garota?" quando percebeu que minha mina tava me cavalgando gostoso pra caralho e ainda por cima a Nahiara se tocando do lado.

Jésica: que merda você quer, sua idiota? Não vê que tô com meu macho?
Cunhada: ah, não são duas faveladas de merda, vocês. Me deixa dormir, você não sabe que eu trabalho amanhã cedo?
Jésica: e eu lá ligo, sua bocó? Me deixa foder tranquila.
(Nisso, minha mina nunca parou de me cavalgar).
Cunhada: vão pra um hotel e desliga essa música de merda. Eu trabalho, não que nem você, sua vagabunda de merda, que nem a casa começou.
Jésica: e eu lá ligo? Pelo menos eu como.
E soltou um gemido bem exagerado, agudo, como se quisesse mostrar que a foda era um espetáculo. Eu já não aguentava mais com toda aquela situação. Tinha a pica pulsando, prestes a explodir.
Cunhada: são duas faveladas de merda. Transam no meio da sujeira.
Aí a Nahiara entrou, que continuava se tocando na buceta, e respondeu: "pelo menos ela come, você nem isso, mamãe. Dá pra ver que você é mal comida."
Jésica soltou uma risada e olhou de novo pra mim, ignorando a irmã mais velha, e disse: "me come toda, meu amor." Enquanto minha pica continuava enfiada na buceta da minha mina, minha cunhada do fundão se virou e foi embora puta da vida. Indo embora, disse: "quero sair daqui, já encheu o saco!"
Jésica, ainda com minha pica bem dentro, gritou: "muda daí pra gente roubar sua casa." Ela se olhou com a Nahiara e as duas riram.

Minha mina continuou me cavalgando por mais um tempinho, mas minha pica já não aguentava mais de tanta tesão. Por sorte, a Jésica gozou um pouco antes de eu explodir. Foi um orgasmo lindo, com muito grito, bem agudo e exagerado, e muito fluxo que encharcava minha pica e minhas pernas. Eu enchi ela de porra bem gostoso por dentro. Foi uma gozada linda que minha mina recebeu com prazer. A Nahiara continuou tocando enquanto minha mina me dava beijinhos na boca ainda com meu pau dentro. Minha mina levantou com a buceta toda cheia de porra e sem nem arrumar direito a fio dental, foi tomar o que restava da bebida. A gente ficou transando mais um tempo, ela com a buceta leitada, e acabamos dormindo umas seis da manhã.Minha mina me come e minha cunhada bate punheta (cap 38)
peitos

16 comentários - Minha mina me come e minha cunhada bate punheta (cap 38)

nano652 +1
Tremendo van 10 y la cuñada del fondo merece le des una buena cojida
gracias genio y demasiado alma cheta jaja dejame a estas dos turraa
nano652 +1
@Joaquinyjesica un esfuerzo por tus seguidores dale matraca embarazala ja
Che me qede cm ganas d saber mas de esas vacaciones. No t cogiste ala tia turra?
Cogete a tu cuñada malcogida asi no chiya mas 😂
jajaja esa no se arregla mas jaja alma de cheta tiene jaja
vamos las turras y la guerra con la del fondo jajaj se esta poniendo buena la historia
gracias y sabelo q vienen altos capitulos en esta vida turra
Terrible la cuñadita, da para un trio...y a la otra la histerica le falta una buena pija..me parece...genio, escribi mas seguido..jajajaja +10
olvidate la otra ni se la cojen y vive fastidiosa re anti
secuencia espectacular +10 somos varios los que queremos que le des murra a la cuñada insatisfecha pero seguro ahí se te viene la 3ra guerra mundial con jesica
jajajajjaa me.hiciste reir. tiene demasiada alma de cheta malos recuerdos jaja. pero vienen mas secuencias esonte lo aseguro
La verdad que espero tus relatos con ganas, jajaja. Me encanta como describis el mundo turro. Yo también tengo una mamá luchona, de 30 y algo, flaquita y muy puta. Pero tengo que tenerla en el freezer porque pide más que un fiscal.
jajajajajaja si te entiendo jesi te funde tambien e
@Joaquinyjesica la mía tiene 4 Bendis, y los papis Turros ambos en cana. Imagínate lo que pide esta mina.
que buen relato con estas turras mugrientas, bien delincuentes las muy hijas de puta, como calientan las 2 piojosas estas.