


Meu nome é Bastian, numa saída pra uma praia de Marbella nas férias com minha família. Eu e meu melhor amigo Valentino saímos do hotel porque já estávamos entediados pra caralho de ficar presos, e fomos caminhar pela costa enquanto olhávamos as bucetas e rabões e morríamos de rir das merdas que a gente falava um pro outro. Sem perceber, já estávamos bem longe do hotel, e aí descobrimos uma mulher não tão velha, era uma loira. De longe dava pra ver que ela tinha um corpão gostoso, não dava pra ver direito por causa das árvores que tinha naquele lugar, mas conseguimos ver da distância que estávamos que aquela mulher estava completamente nua, ajoelhada na areia, chupando o pau de um homem negro.



Com meu amigo Valentino, nos aproximamos um pouco mais sem fazer barulho, porque a gente queria ver direito quem era aquela loira, já que não dava pra enxergar bem por causa das árvores que tinha naquela parte da praia. Valentino teve mais coragem e chegou a uns metros mais perto do que eu, e ele começou a fazer sinal pra eu ir até onde ele tava, e me disse: "parece a sua mãe, Evangelina". Meu irmão se acabando de rir, nada a ver, falei empurrando ele.


Enquanto já estávamos a poucos metros deles, lá estava a mulher loira com uma bunda gostosa que conseguimos apreciar com meu amigo Valentino, ela não estava de costas pra nós dois, ajoelhada na areia chupando a pica do negão e pudemos ver muito melhor que o negão tinha uma pica enorme e ele estava segurando a cabeça da loira e começou a fazer ela se afogar com a pica enorme dele, uma bela engasgada na mulher, uma bela garganta profunda o negão pirocudo fez na loira, e naquele momento ele começou a dar muitos tapas na cara e nas tetas da loira, também conseguimos ver que ele a enforcava segurando o pescoço dela com a outra mão como ele a dominava, era como os filmes pornôs interraciais que a gente via com meu amigo, nós dois já começamos a nos masturbar vendo aquela loira engolir toda aquela pica enorme do negão a poucos metros de nós.


Até que consegui enxergar bem quando a loira se virou, e sim, ela era minha mãe, Evangelina, sendo tratada como uma verdadeira puta por um negão na costa de Marbella a poucos metros de nós. Aí eu enlouqueci, fiquei cheio de raiva e ódio, e já naquele momento, cego de fúria, saí correndo na direção deles e pude ver bem como aquele negão começou a dar tapas fortes na cara da minha mãe, Evangelina, enquanto dizia o quanto ela era puta. O negão até levantou a vista, mas já era tarde, eu já tinha empurrado ele, estava cego de tanta raiva que nem vi meu amigo Valentino, que também vinha atrás de mim, e o negão começou a correr de medo ao ver dois caras querendo partir pra cima dele.


Enquanto eu comecei a correr atrás do negão pra dar uma surra nele, eu reagi ao ouvir uns gritos de mulher chamando meu nome: Bastian, Bastian, vem, vem. Quando voltei pra onde tava minha mãe Evangelina, consegui ver como meu melhor amigo Valentino tava abraçando ela, enquanto o safado pegava na bunda dela abrindo as nádegas. Minha mãe tava chorando no peito do Valentino. Naquele momento, mil imagens passaram pela minha cabeça. Enquanto eu me aproximava deles, via como o filho da puta do Valentino não perdia a chance de começar a chupar os peitos dela, e eles também começaram a se beijar. Eu, vendo que minha mãe Evangelina tava correspondendo meu amigo Valentino, comecei a tirar o short e a cueca, deixando na areia a uns metros atrás, e comecei a me masturbar atrás da minha mãe Evangelina enquanto observava como meu amigo Valentino abria as nádegas dela com as duas mãos e também começou a dar tapas em cada uma das bundas da minha mãe.


Já era hora, já estava com a pica dura de tanto ver como meu amigo Valentino estava aproveitando a oportunidade de ter minha mãe pelada e ela bem gostosa, já que não deixamos aquele negão comer ela. Nesse momento, começamos a fazer um sanduíche nela, eu por trás e Valentino pela frente. Eu esfregava minha pica dura, de tanta excitação que era ver minha mãe Evangelina nua no meio da gente. Ela começou a jogar a raba pra trás pra eu encostar cada vez mais. No meio daquele cuzão gostoso da minha mãe, eu metia minha pica em pé, enquanto aproveitava que Valentino abria bem as nádegas dela. Comecei a apertar os peitos dela com minhas mãos. Minha mãe Evangelina começou a beijar meu amigo Valentino. Eu me ajoelhei na areia e comecei a meter a língua no cu da minha mãe, cuspindo pra lubrificar bem o cuzinho dela. Comecei a meter dois dedos pra dentro do cu da minha mãe Evangelina e, ao mesmo tempo, esfregava o clitóris dela. Quando vi que o cu dela já estava bem dilatado, me levantei de novo, cuspi na cabeça da minha pica e enfiei com tudo no cu dela, até a cabeça entrar naquele cuzinho apertado. Comecei a bombar cada vez mais forte, sentia minha pica entrando cada vez mais fundo no cu da minha mãe. Ela começou a gemer alto, pedindo: "devagar, bebê, devagarinho, tá doendo minha bucetinha apertada". Meu amigo Valentino também começou a fazer o mesmo, mas ele penetrava ela na buceta. E já estávamos comendo minha mãe Evangelina em pé, até que minha pica saiu do cu dela.




ela virou a cabeça para me olhar com aquela cara de puta e safada que ela tinha naquele momento, e eu apreciei ver como eu tinha deixado o cu da puta da minha mãe Evangelina aberto. E o Valentino já se deitou na areia de barriga pra cima, dizendo pra minha mãe subir em cima dele, e eu estava de pé vendo como a puta da minha mãe Evangelina deu atenção pro meu amigo. Aproximei minha pica em pé pra ela começar a me chupar, segurava a cabeça dela pra ela engolir minha pica inteira, enquanto ela cavalgava o Valentino por um bom tempo.





Já trocamos uma com o Valentino, agora minha mãe Evangelina começou a me montar e chupava o meu amigo, mas foi só por um tempinho, ele ficou atrás da minha mãe Evangelina e meteu no cu dela, fazendo uma dupla penetração. Minha mãe gemia e gemia cada vez mais forte, e assim a gente comeu minha mãe Evangelina, os dois de pé com meu amigo Valentino, enquanto minha mãe Evangelina ajoelhada na areia chupava as rolas da gente, um tempinho pra cada um, e a gente já não aguentava mais com meu amigo, e gozamos na cara dela e entre os peitos, enchemos ela de porra, enquanto ela pedia pra gente não contar pra ninguém o que a gente tinha visto e feito, que ia ser um segredo nosso, e que ela seria nossa putinha sempre que a gente tivesse vontade de comer ela.



Minha mãe Evangelina parou na nossa frente nos dando um abraço nos dois juntos, me deu um beijo na boca, em mim e no Valentino, enquanto a gente via ela começar a se vestir na nossa frente e saímos os três juntos caminhando até o hotel, enquanto eu pensava comigo mesmo: no apartamento a gente vai te comer de novo, sua putinha.





e todos os dias que ficamos de férias naquele apartamento do hotel, a gente transava os três, às vezes meu amigo Valentino comia sozinho a puta da minha mãe Evangelina e eu ficava puto porque não me chamavam pra transar, e ele trancava ela no quarto dele














e eu comia ela só pelo cu todos os dias, era impressionante como o cu dela abria, mano. Até fizemos dupla anal e vaginal com a minha mãe, ela gozava como a puta que ela é.







2 comentários - Fodemos minha mãe Evangelina na praia com meu melhor amigo