Claudia Depois da manhã no banheiro, o ar no apartamento mudou completamente. A barreira moral do Dom Gerardo não só tinha se quebrado, mas a conversa com o filho deu a ele uma espécie de permissão tácita que despertou toda a safadeza guardada. O senhor de postura impecável e olhar baixo não existia mais. Agora, toda vez que eu passava perto, sentia os olhos dele cravados na minha cintura, seguindo meu movimento sem o menor disfarce. Claudia Uns dias depois, o calor da capital estava insuportável. Era meio da manhã, o Gerardo estava no escritório e o Dom Gerardo lia o jornal na sala. Decidi que era hora de dar o próximo passo e apertar o cerco. Fui pra cozinha preparar o almoço, mas me vesti pra ocasião: tirei absolutamente tudo e só coloquei um avental de tecido fino amarrado no pescoço e na cintura. Na frente eu estava coberta, mas por trás me deixei totalmente nua, com as costas, a bunda e as pernas de fora.
ClaudiaO barulho das panelas e o cheiro do cozido fizeram o trabalho deles. Eu ouvi os passos lentos do Seu Geraldo se aproximando da cozinha com a desculpa de buscar um copo d'água. Fiquei de costas para a entrada, me inclinando levemente sobre o fogão para acentuar a curva das minhas nádegas à mostra. ClaudiaO Seu Geraldo entrou, parou seco ao ver a cena e não pensou duas vezes. Dessa vez não teve pânico nem desculpas. Com a decisão bruta de um homem do campo, deu dois passos firmes, esticou a mão grande e pesada, e agarrou minha bunda esquerda no nu com uma força brutal, apertando minha carne sem avisar.
Claudia Dei um pulinho com a surpresa do aperto e me virei devagar, apoiando os cotovelos na bancada da cozinha. O velho não tirou a mão da minha pele; pelo contrário, me olhou de frente com um sorriso malicioso, cheio de malícia e cinismo, curtindo a cara de pau. Claudia —Que que cê tá fazendo, sogrinho? — falei olhando nos olhos dele, devolvendo o sorriso com um tom brincalhão e sem cerimônia. Don Gerardo —Ah, tô aqui, norinha... te admirando — respondeu o velho com a voz grave e rouca, sem soltar minha bunda—. Te ver fazendo o serviço assim pela casa toda deixa a gente pensando umas coisas que não devia. Claudia —Ai, sogrão, cê é um safado mesmo... — falei soltando uma risadinha suave e me acomodando contra a firmeza da mão dele. Don Gerardo —Me diz uma coisa com sinceridade, Claudia... — falou o velho dando mais um passo, diminuindo a distância até eu sentir o calor do peito dele—. Cê realmente não se incomoda de eu tá te apalpando essa bunda assim? Não te dá vergonha desse velho aqui? Claudia —De jeito nenhum, sogrinho — respondi olhando fixo pros lábios dele—. Já te falei no banheiro: cê é da família, é meu sogro querido e eu não tenho vergonha nenhuma de você. Pelo contrário, gosto que cê me ajude e que não fique com frescura dentro de casa. Claudia Don Gerardo me deu um último aperto firme antes de me soltar, piscou um olho pra mim e serviu o copo d'água como se nada tivesse acontecido, saindo da cozinha com o peito estufado e um passo de vitória. Claudia Naquela mesma noite, enfiada nas cobertas, esperei o Gerardo terminar de responder uns e-mails pra contar a novidade. Me aproximei do ouvido dele, roçando meu corpo nu contra o dele, com voz de segredo e cumplicidade. Claudia —Meu amor... cê não imagina o que aconteceu hoje na cozinha enquanto cê trabalhava. Gerardo (Filho) —O que foi, meu amor? Me conta... — falou o Gerardo largando o celular na hora, procurando meu olhar com os olhos brilhando de tesão e metendo a mão pra se tocar por cima da calça. Claudia —Eu estava fazendo o almoço só de avental, totalmente nua por trás... e o velhinho não aguentou. Ele veio por trás de mim e passou a mão direto na minha bunda. Agarrou e apertou com uma força selvagem! Me disse que ver a sogrinha peladinha fazendo o serviço de casa deixava ele pensando umas coisas estranhas. Gerardo (Filho) —Não me diga! —exclamou Gerardo rindo baixinho, apertando o pau duríssimo—. E a senhora, o que disse? Claudia —Disse que não me incomodava nada, que ele era da família e que com ele não tinha vergonha... Mas me diz uma coisa, Gerardo... —sussurrei olhando nos olhos dele, sentindo um estalo de tesão sombrio—. Você não sente nada pela sua mãe? Não sente pena ou remorso de fazer isso com a velhinha lá na roça enquanto seu pai apalpa a sua esposa? Gerardo (Filho) —Pela minha mãe? —respondeu Gerardo soltando uma risada cínica, fria e sem vergonha—. Nada, meu amor! Minha mãe já aproveitou o velho dela a vida inteira. Além disso, eu, por ter um filho com meu próprio sangue, por ver meu pai metido na buceta dela e ver você prenha dele... sou capaz de qualquer coisa. Que se foda quem tiver que se foder, isso é entre nós três. Claudia Ouvir esse nível de perversão na boca do meu próprio marido me fez derramar um jato de tesão por dentro. Mordi o lábio, senti minha buceta se abrindo de puro tesão ao ver até onde estávamos dispostos a ir. Gerardo (Filho) —E tem mais... —continuou Gerardo respirando ofegante, olhando para a mão com que se masturbava—. Amanhã mesmo ele aperta mais o cerco. Amanhã não se esconde; deixa o velho te encurralar e deixa ele tocar no que tiver que tocar. Esse velho já é seu, meu amor.
ClaudiaO barulho das panelas e o cheiro do cozido fizeram o trabalho deles. Eu ouvi os passos lentos do Seu Geraldo se aproximando da cozinha com a desculpa de buscar um copo d'água. Fiquei de costas para a entrada, me inclinando levemente sobre o fogão para acentuar a curva das minhas nádegas à mostra. ClaudiaO Seu Geraldo entrou, parou seco ao ver a cena e não pensou duas vezes. Dessa vez não teve pânico nem desculpas. Com a decisão bruta de um homem do campo, deu dois passos firmes, esticou a mão grande e pesada, e agarrou minha bunda esquerda no nu com uma força brutal, apertando minha carne sem avisar.
Claudia Dei um pulinho com a surpresa do aperto e me virei devagar, apoiando os cotovelos na bancada da cozinha. O velho não tirou a mão da minha pele; pelo contrário, me olhou de frente com um sorriso malicioso, cheio de malícia e cinismo, curtindo a cara de pau. Claudia —Que que cê tá fazendo, sogrinho? — falei olhando nos olhos dele, devolvendo o sorriso com um tom brincalhão e sem cerimônia. Don Gerardo —Ah, tô aqui, norinha... te admirando — respondeu o velho com a voz grave e rouca, sem soltar minha bunda—. Te ver fazendo o serviço assim pela casa toda deixa a gente pensando umas coisas que não devia. Claudia —Ai, sogrão, cê é um safado mesmo... — falei soltando uma risadinha suave e me acomodando contra a firmeza da mão dele. Don Gerardo —Me diz uma coisa com sinceridade, Claudia... — falou o velho dando mais um passo, diminuindo a distância até eu sentir o calor do peito dele—. Cê realmente não se incomoda de eu tá te apalpando essa bunda assim? Não te dá vergonha desse velho aqui? Claudia —De jeito nenhum, sogrinho — respondi olhando fixo pros lábios dele—. Já te falei no banheiro: cê é da família, é meu sogro querido e eu não tenho vergonha nenhuma de você. Pelo contrário, gosto que cê me ajude e que não fique com frescura dentro de casa. Claudia Don Gerardo me deu um último aperto firme antes de me soltar, piscou um olho pra mim e serviu o copo d'água como se nada tivesse acontecido, saindo da cozinha com o peito estufado e um passo de vitória. Claudia Naquela mesma noite, enfiada nas cobertas, esperei o Gerardo terminar de responder uns e-mails pra contar a novidade. Me aproximei do ouvido dele, roçando meu corpo nu contra o dele, com voz de segredo e cumplicidade. Claudia —Meu amor... cê não imagina o que aconteceu hoje na cozinha enquanto cê trabalhava. Gerardo (Filho) —O que foi, meu amor? Me conta... — falou o Gerardo largando o celular na hora, procurando meu olhar com os olhos brilhando de tesão e metendo a mão pra se tocar por cima da calça. Claudia —Eu estava fazendo o almoço só de avental, totalmente nua por trás... e o velhinho não aguentou. Ele veio por trás de mim e passou a mão direto na minha bunda. Agarrou e apertou com uma força selvagem! Me disse que ver a sogrinha peladinha fazendo o serviço de casa deixava ele pensando umas coisas estranhas. Gerardo (Filho) —Não me diga! —exclamou Gerardo rindo baixinho, apertando o pau duríssimo—. E a senhora, o que disse? Claudia —Disse que não me incomodava nada, que ele era da família e que com ele não tinha vergonha... Mas me diz uma coisa, Gerardo... —sussurrei olhando nos olhos dele, sentindo um estalo de tesão sombrio—. Você não sente nada pela sua mãe? Não sente pena ou remorso de fazer isso com a velhinha lá na roça enquanto seu pai apalpa a sua esposa? Gerardo (Filho) —Pela minha mãe? —respondeu Gerardo soltando uma risada cínica, fria e sem vergonha—. Nada, meu amor! Minha mãe já aproveitou o velho dela a vida inteira. Além disso, eu, por ter um filho com meu próprio sangue, por ver meu pai metido na buceta dela e ver você prenha dele... sou capaz de qualquer coisa. Que se foda quem tiver que se foder, isso é entre nós três. Claudia Ouvir esse nível de perversão na boca do meu próprio marido me fez derramar um jato de tesão por dentro. Mordi o lábio, senti minha buceta se abrindo de puro tesão ao ver até onde estávamos dispostos a ir. Gerardo (Filho) —E tem mais... —continuou Gerardo respirando ofegante, olhando para a mão com que se masturbava—. Amanhã mesmo ele aperta mais o cerco. Amanhã não se esconde; deixa o velho te encurralar e deixa ele tocar no que tiver que tocar. Esse velho já é seu, meu amor.
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