E aí, amigos do Poringa, hoje trago essa história que rolou com a minha namorada. A gente saiu pra passear e tudo normal, ela tava usando um short de lycra bem justinho na bunda gostosa dela, que eu fiquei apalpando a tarde inteira. Na volta, já tava um pouco tarde e a gente pegou o último ônibus da noite, que já vinha com poucos passageiros. Então, eu e minha mina fomos pros bancos de trás, eu já pensando em continuar apalpando ela e ver no que dava.
Antes disso, a gente nunca tinha feito nada parecido, então comecei a passar a mão na bunda dela, falando que aquela lycra tava uma delícia nela, que tinha chamado atenção a tarde toda. Ela só ria, meio inocente, mas sabendo que era verdade, me perguntava: "Sério mesmo?" Eu respondia que tinha certeza. "E você não fica com ciúmes por causa disso?" Ela perguntou. Eu falei que não, porque adorava exibir que aquela buceta era só minha.
Então, incentivei ela a passar pros bancos da frente e me mostrar a raba.
pra depois fazer sinal pra ela abaixar e me mostrar a tanguinha que tava usando
Não precisei falar nada pra ela, sozinha, já ter abaixado a fio dental e me mostrar aquela bucetinha gostosa, toda depiladinha.
Agachando pra empinar a bunda o máximo possível e depois se tocando sozinha
Por instinto, eu tirei a pica da calça e comecei a bater uma, enquanto ela, ao me ver, levantou o moletom pra me mostrar os peitinhos dela. Mesmo sendo pequenos, adoro morder e chupar eles.
Depois ela atravessou o corredor de novo até onde eu tava pra começar a chupar minha pica e as bolas.


Me lambia como se fosse um picolé, enquanto eu acariciava a buceta dela com meus dedos e os enfiava dentro, sentindo o calor da buceta dela e os líquidos abundantes. Eu estava colado na janela e ela ajoelhada com a bunda virada para o corredor, ela estava tão tesuda que já não ligava mais pro ambiente, e pra falar a verdade, eu também não. Mas da posição que eu estava, dava pra ver na frente, percebendo como um moleque de uns 15 anos, acompanhado da mãe, virava de vez em quando. Eles estavam três fileiras na nossa frente, e ele se levantava do assento pra "procurar" coisas na mochila que ele tinha no bagageiro. Minha mina nem percebia nada disso, e eu fingia que também não tinha notado. O moleque, em pé, "discretamente" virava pra olhar a bunda da minha namorada, com a legging e a fio dental no joelho. Eu fingia fechar os olhos enquanto apertava as nádegas dela com a mão, abrindo pra que o moleque tivesse uma visão melhor.
A vista que o garoto tinha era parecida com essa foto, porque eu tava colado na janela, ela tava com os joelhos no banco do corredor e os pés balançando no ar. A real é que era tudo muito excitante, além do que eu já tava fazendo com a minha mina, saber que a gente tava sendo observado e, mais ainda, saber que se fosse um homem e não só um adolescente, a situação seria outra. Imaginar que alguém mais velho que a gente tava vendo a bunda exposta da minha mina, podia chegar perto e, enquanto eu tava apalpando a buceta dela e abrindo, ele podia chegar com um pauzão e meter na minha mina enquanto ela continuava me chupando. Tudo isso passava pela minha cabeça quando minha mina levantou pra falar que queria meu pau dentro dela. Óbvio que eu não neguei e deixei ela sentar em cima de mim. O garoto, quando viu minha mina levantar, parou de olhar, continuou procurando as coisas na mochila dele e sentou de novo no banco. Minha mina, vendo isso, me perguntou por que eu não falei nada. Eu só disse que não dava pra ver nada e que era só um moleque, pra deixar uma imagem pra ele bater uma. Ela só respondeu que eu era doido. Eu mandei ela colocar a fio dental de novo, porque adoro a vista quando ela só vira de lado. Ela obedeceu e começou a esfregar a bunda no meu pau.
Procedi a puxar a tanga dela pro lado pra começar a enfiar meus dedos na buceta dela, que já tava escorrendo os sucos gostosos.
Ela repetiu de novo que já queria meu pau dentro, então encaixei meu pau na entrada da buceta dela. Quando sentiu, começou a sentar devagar no meu pau, sentindo ele abrir caminho dentro da buceta apertada dela até minhas bolas baterem na buceta dela, e ela começou a pular no meu pau.
Ela começou a gemer baixinho, tentando não fazer barulho, e eu só pude ajudar tapando a boca dela com a mão enquanto a outra deslizava por baixo do moletom dela pra acariciar os peitos, beliscar os bicos e puxar ela ainda mais pra perto de mim, pra enfiar a pica o mais fundo possível.
Nós dois estávamos quase gozando e ela sabia disso, então sentou bem coladinha em mim e começou a rebolar em círculos. Nisso, ela olhou pra ver e o cara estava nos observando parado no corredor, já sem disfarçar. Então falei pra minha mina: "Temos plateia". Ela levantou a vista e, ao ver ele, só sorriu e puxou o moletom pra cima, mostrando os peitos pra ele, enquanto eu explodia enchendo ela de porra e ela molhava minhas pernas com os líquidos que escorriam da buceta dela. A gente ficou parado um momento, ela descansando a cabeça no banco da frente. Começamos a arrumar o moletom e ela colocou a calcinha fio-dental no lugar, que na hora encharcou com nossos sucos — o que não incomodou ela — e depois ajeitou a legging. "Foi errado mostrar os peitos pra ele?", ela me perguntou meio sem graça. "Na real, foi isso que me fez explodir de tesão", respondi. Ela só disse que também sentiu o mesmo. Espero que vocês curtam nosso relato e deixem comentários com mais ideias do que posso fazer com a minha mina.
Antes disso, a gente nunca tinha feito nada parecido, então comecei a passar a mão na bunda dela, falando que aquela lycra tava uma delícia nela, que tinha chamado atenção a tarde toda. Ela só ria, meio inocente, mas sabendo que era verdade, me perguntava: "Sério mesmo?" Eu respondia que tinha certeza. "E você não fica com ciúmes por causa disso?" Ela perguntou. Eu falei que não, porque adorava exibir que aquela buceta era só minha.
Então, incentivei ela a passar pros bancos da frente e me mostrar a raba.
pra depois fazer sinal pra ela abaixar e me mostrar a tanguinha que tava usando
Não precisei falar nada pra ela, sozinha, já ter abaixado a fio dental e me mostrar aquela bucetinha gostosa, toda depiladinha.
Agachando pra empinar a bunda o máximo possível e depois se tocando sozinha
Por instinto, eu tirei a pica da calça e comecei a bater uma, enquanto ela, ao me ver, levantou o moletom pra me mostrar os peitinhos dela. Mesmo sendo pequenos, adoro morder e chupar eles.
Depois ela atravessou o corredor de novo até onde eu tava pra começar a chupar minha pica e as bolas.


Me lambia como se fosse um picolé, enquanto eu acariciava a buceta dela com meus dedos e os enfiava dentro, sentindo o calor da buceta dela e os líquidos abundantes. Eu estava colado na janela e ela ajoelhada com a bunda virada para o corredor, ela estava tão tesuda que já não ligava mais pro ambiente, e pra falar a verdade, eu também não. Mas da posição que eu estava, dava pra ver na frente, percebendo como um moleque de uns 15 anos, acompanhado da mãe, virava de vez em quando. Eles estavam três fileiras na nossa frente, e ele se levantava do assento pra "procurar" coisas na mochila que ele tinha no bagageiro. Minha mina nem percebia nada disso, e eu fingia que também não tinha notado. O moleque, em pé, "discretamente" virava pra olhar a bunda da minha namorada, com a legging e a fio dental no joelho. Eu fingia fechar os olhos enquanto apertava as nádegas dela com a mão, abrindo pra que o moleque tivesse uma visão melhor.
A vista que o garoto tinha era parecida com essa foto, porque eu tava colado na janela, ela tava com os joelhos no banco do corredor e os pés balançando no ar. A real é que era tudo muito excitante, além do que eu já tava fazendo com a minha mina, saber que a gente tava sendo observado e, mais ainda, saber que se fosse um homem e não só um adolescente, a situação seria outra. Imaginar que alguém mais velho que a gente tava vendo a bunda exposta da minha mina, podia chegar perto e, enquanto eu tava apalpando a buceta dela e abrindo, ele podia chegar com um pauzão e meter na minha mina enquanto ela continuava me chupando. Tudo isso passava pela minha cabeça quando minha mina levantou pra falar que queria meu pau dentro dela. Óbvio que eu não neguei e deixei ela sentar em cima de mim. O garoto, quando viu minha mina levantar, parou de olhar, continuou procurando as coisas na mochila dele e sentou de novo no banco. Minha mina, vendo isso, me perguntou por que eu não falei nada. Eu só disse que não dava pra ver nada e que era só um moleque, pra deixar uma imagem pra ele bater uma. Ela só respondeu que eu era doido. Eu mandei ela colocar a fio dental de novo, porque adoro a vista quando ela só vira de lado. Ela obedeceu e começou a esfregar a bunda no meu pau.
Procedi a puxar a tanga dela pro lado pra começar a enfiar meus dedos na buceta dela, que já tava escorrendo os sucos gostosos.
Ela repetiu de novo que já queria meu pau dentro, então encaixei meu pau na entrada da buceta dela. Quando sentiu, começou a sentar devagar no meu pau, sentindo ele abrir caminho dentro da buceta apertada dela até minhas bolas baterem na buceta dela, e ela começou a pular no meu pau.
Ela começou a gemer baixinho, tentando não fazer barulho, e eu só pude ajudar tapando a boca dela com a mão enquanto a outra deslizava por baixo do moletom dela pra acariciar os peitos, beliscar os bicos e puxar ela ainda mais pra perto de mim, pra enfiar a pica o mais fundo possível.
Nós dois estávamos quase gozando e ela sabia disso, então sentou bem coladinha em mim e começou a rebolar em círculos. Nisso, ela olhou pra ver e o cara estava nos observando parado no corredor, já sem disfarçar. Então falei pra minha mina: "Temos plateia". Ela levantou a vista e, ao ver ele, só sorriu e puxou o moletom pra cima, mostrando os peitos pra ele, enquanto eu explodia enchendo ela de porra e ela molhava minhas pernas com os líquidos que escorriam da buceta dela. A gente ficou parado um momento, ela descansando a cabeça no banco da frente. Começamos a arrumar o moletom e ela colocou a calcinha fio-dental no lugar, que na hora encharcou com nossos sucos — o que não incomodou ela — e depois ajeitou a legging. "Foi errado mostrar os peitos pra ele?", ela me perguntou meio sem graça. "Na real, foi isso que me fez explodir de tesão", respondi. Ela só disse que também sentiu o mesmo. Espero que vocês curtam nosso relato e deixem comentários com mais ideias do que posso fazer com a minha mina.
5 comentários - Gozando com a minha mina no busão