Rapaziada, muito em breve começa a sair conteúdo exclusivo no Patreon.
Claro, não vou deixar meus seguidores na mão! Por isso, as histórias não vão parar.
O que tenho planejado são chats individuais, grupos, perguntas e respostas, etc.
Quero saber se posso contar com vocês! Espero vocês no LGT Studios no Patreon!Amigos, nessa altura eu já não sabia mais o que fazer. Queria transar a qualquer custo, mas também precisava que a Sofi continuasse me contando.
Eu: Gorda, sério, não consigo acreditar no que você tá me falando. Você, a Agus, o Nacho, tudo numa noite só.
Sofi: A Agus é uma foxy do caralho. O jeito que ela se esquentou com o Nacho não dá pra explicar.
Eu: Me conta como foi, por favor.
Nesse momento, a gente tava na cama. Eu tava deitado de lado, olhando pra ela. E ela sentada na beirada da cama, com uma perna pra cima e a outra com o pé no chão, com a maior cara de que ainda tinha que levantar pra tomar banho.
S: Nada. Daí a gente saiu da balada e foi pro carro do Nacho, que tava a umas quadras.
Eu: E no caminho não fizeram nada?
S: Não. A gente tomou cuidado, porque podia dar de cara com algum conhecido. Questão é que chegamos no carro, e eu fui me sentar no banco do carona. Mas a Agus me empurrou, de brincadeira, e falou: "Vou eu na frente. Você já chupou ele na ida, agora é minha vez."
Eu: Não acredito que puta gostosa. E você deixou?
S: É que nessa hora o Nacho falou, e disse: "Ainda não explicou pra sua amiga como são as regras aqui, puta?" De cara achei ousado ele soltar essa, ainda mais que a Agus tem uma personalidade muito forte. Mas a foxy da Agus me quebrou de novo quando falou: "Eu também quero ser sua puta." Pra quê...
Eu: Naaa, não acredito.
S: O Nacho sorriu, com aquela cara de superior que ele faz quando ganha, como sempre. E falou pra gente: "Se vocês querem brincar com minha pica, vão ter que merecer. Quero que vocês duas vão pro banco de trás e façam o que eu mandar. Ok?" E é isso. Tudo por aquela pica. A gente foi pro banco de trás as duas.
Nesse momento, eu já tava tão excitado que não aguentava mais. E percebi que, enquanto ela contava, ela também tava ficando com tesão. Aí me veio uma ideia.
Eu: Por que você não vem contar a história aqui comigo, sentada em cima de mim?
S: Olha que eu tô Toda suja, hein.
Y: Não importa. Eu também tô sujo. Vem, vai.
Sofi tirou a roupa. Subiu na cama e sentou em cima de mim, que também tava pelado. Eu tava deitado, com as costas um pouco reclinadas. E ela sentou na altura da minha pica, mas sem enfiar, só encostando a buceta.
Y: E aí, vai, me conta. Subiram e o que mais rolou?
S: Partimos pro apartamento do Nacho. Na hora, enquanto dirigia, ele falou: “Quero ver vocês se divertindo um pouco enquanto eu dirijo, senão deixo vocês aqui e hoje não comem nada.” Eu e a Agus nos olhamos, começamos a nos tocar na bunda, nos peitos, no corpo, e na hora começamos a nos beijar de língua.
Aos poucos, comecei a perceber que, enquanto ele falava devagar, eu ia mexendo a buceta, só esfregando de leve, mas já dava pra ver que tava ficando molhada.
Y: Ah, sim. Mas me conta mais. Como vocês faziam? O que ele tocava em você?
S: Aqui… e aqui.
Na hora, ela começou a se mexer mais. Esfregava com as mãos bem devagar a bunda, os peitos, a boca. Sofi já tava de olhos fechados, começando a perder o controle.
Y: Uh, que gostoso. E o que mais vocês faziam? Não tocavam na buceta?
Quase suspirando, ela respondeu:
S: Sim, na buceta também.
E começou a se tocar com uma mão na buceta, enquanto com a outra esfregava o resto do corpo todo. Eu só olhava, e me mexia um pouco pra bombar com a pica.
Y: E o que mais?
S: Ahhhhh… (toda excitada), e aí na hora o Nacho falou: “Quero ver minhas vadias brigando pra ver quem fica com a minha pica. Quero que vocês se peguem um pouco no pescoço, vai. Tão a fim ou não?”
Agus começou a subir uma mão pela minha barriga, tocando meus peitos, e começou a rodear meu pescoço, apertando um pouco, enquanto me beijava de língua com força.
Sofi a essa altura já tava quase gemendo. Em êxtase. Como se tivesse sedada, mas hiper quente.
Y: Que obedientes que vocês duas são. E você não fez nada?
S: Fiz, sim, eu também queria aquela pica.
Y: Vai, me mostra…
Sofi começou a me agarrar pelo pescoço, igual tinha feito com a Agus. Com uma mão me segurava, e com a outra se tocava e brincava com o corpo dela.
Já nessa altura eu tava tendo dificuldade pra ela me responder. Ela não conseguia segurar o fôlego, e ficava de olho fechado o tempo todo, ou olhando pra cima como se tivesse cega.
Y: E assim continuaram até chegar na casa do Nacho? Me mostra tudo que vocês fizeram, vai, por favor.
S: Não. O Nacho tava olhando pra gente pelo espelho e se tocando sem calça.
Y: Sim, e? Já não queriam comer a rola dele?
S: Sim, ele falou: “Vão querer comer isso agora, suas putinhas?”
Y: E vocês responderam o quê?
S: Sim. Queremos sua rola. E aí ele pediu pra eu mostrar pra Agus como era a rola dele na boca.
Y: Ah é? E como se mostra isso?
S: Enfiei os dedos na boca dela.
Y: Quantos?
S: 3, porque é muito grande.
Y: E como você fez?
S: Abri a boca.
Faaaaa. E ele enfiou os 3 dedos na minha boca. E eu comecei a chupar igual louca enquanto ela, com a outra mão, chupava outros 3 dedos também.
Num momento, a gente tava as duas doidas, chupando dedos igual malucas imaginando que era a rola gigante do Nacho. Sem acreditar na putaria do momento.
Eu queria saber mais…
Y: E depois?
S: Chegamos na casa do Nacho, descemos e já no elevador começamos a pegar os três.
Y: E se tocavam enquanto isso?
S: Sim, as duas pegamos na rola dele no elevador. A Agus se abaixou pra chupar ele enquanto eu tava beijando ele de pé.
Y: Que putas que vocês são.
S: Sim. Chegamos, e mal entramos já ficamos peladas e fomos pra cama.
Y: O que fizeram na cama?
S: O Nacho agarrou a gente pelo pescoço, as duas, e fez a gente ajoelhar pra chupar a rola dele.
Eu já nessa altura também tava gemendo. A gente não tinha controle da situação. As duas tavam em êxtase, ela lembrando e eu imaginando o que tinha rolado. A gente não conseguia se olhar fixo de tanta tesão que tava.
Y: Me mostra, vai.
A Sofi já tava flutuando. Não tinha mais nenhum freio nem culpa de nada. Tava em transe igual eu. Ela me disse: “Vem, ajoelha comigo”
E eu fui. Flutuando de tesão igual ela. Nem lembro o movimento que fiz, mas lá estava eu, ajoelhado em cima da cama do lado da minha namorada, colados, como se esperando aparecer uma rola imaginária pra chupar. Ou uma de verdade, não tava nem aí.
A Sofi levantou a mão, separou três dedos, e colocou entre ela e eu. E começou a chupar eles. Me pegou pela cabeça, e me empurrou pra chupar também.
E assim começamos a chupar os dedos da Sofi, por vários minutos, como se fosse a rola do Nacho.
Chupamos e chupamos, com um tesão do caralho os dois.
Num momento, tudo para. Sofi me olha e fala:
S: E o Nacho gozou ali.
Y: Gozou na cara delas?
Ela me olhou, com cara de puta, apontando pras tetas:
S: Não, aqui. Nas minhas tetas. Não vê que tão pegajosas?
Ela pegou minha mão, e levou até as tetas. Fez eu passar a palma da mão por esses dois balões lindos que ela tem.
Incrível. Tava bem pegajosa. Tipo quando cai refrigerante no corpo. E dava pra ver bem onde tinha passado a porra, e onde não.
Y: E na Agus não gozou nada?
S: Não. Pra Agus ele disse que a porra vinha depois. Que por enquanto ela se contentasse em chupar minhas tetas.
Y: E o que ela fez?
S: Olha
E aí, a gente quebrou mais uma barreira. Sim, mais uma, porque nunca era suficiente pra tanto tesão.
Sofi me agarrou com as duas mãos atrás da cara, e me empurrou pra mergulhar nas tetas dela.
Eu não aguentava mais. Abri a boca e coloquei a língua pra fora igual um doente. E chupei bem aquelas tetas pegajosas que quase me deixaram sem respirar.
Sofi gemia e enfiava os dedos enquanto me dizia “Vai, chupa, quero ver você chupar”
E aí eu gozei na hora. Sem chance de resistir. Já tinha me segurado demais. Gozei pra todo lado, enquanto ela continuou se tocando até gozar também.
E a gente dormiu os dois na cama, do jeito que tava. Com minha porra, a do Nacho, e o cheiro de buceta da Sofi e da Agus. Todos na mesma cama.
Amanhã ia ter tempo pra saber mais. Tudo parecia irreal. Mas era minha fantasia. Minha fantasia se tornando realidade.
Claro, não vou deixar meus seguidores na mão! Por isso, as histórias não vão parar.
O que tenho planejado são chats individuais, grupos, perguntas e respostas, etc.
Quero saber se posso contar com vocês! Espero vocês no LGT Studios no Patreon!Amigos, nessa altura eu já não sabia mais o que fazer. Queria transar a qualquer custo, mas também precisava que a Sofi continuasse me contando.
Eu: Gorda, sério, não consigo acreditar no que você tá me falando. Você, a Agus, o Nacho, tudo numa noite só.
Sofi: A Agus é uma foxy do caralho. O jeito que ela se esquentou com o Nacho não dá pra explicar.
Eu: Me conta como foi, por favor.
Nesse momento, a gente tava na cama. Eu tava deitado de lado, olhando pra ela. E ela sentada na beirada da cama, com uma perna pra cima e a outra com o pé no chão, com a maior cara de que ainda tinha que levantar pra tomar banho.
S: Nada. Daí a gente saiu da balada e foi pro carro do Nacho, que tava a umas quadras.
Eu: E no caminho não fizeram nada?
S: Não. A gente tomou cuidado, porque podia dar de cara com algum conhecido. Questão é que chegamos no carro, e eu fui me sentar no banco do carona. Mas a Agus me empurrou, de brincadeira, e falou: "Vou eu na frente. Você já chupou ele na ida, agora é minha vez."
Eu: Não acredito que puta gostosa. E você deixou?
S: É que nessa hora o Nacho falou, e disse: "Ainda não explicou pra sua amiga como são as regras aqui, puta?" De cara achei ousado ele soltar essa, ainda mais que a Agus tem uma personalidade muito forte. Mas a foxy da Agus me quebrou de novo quando falou: "Eu também quero ser sua puta." Pra quê...
Eu: Naaa, não acredito.
S: O Nacho sorriu, com aquela cara de superior que ele faz quando ganha, como sempre. E falou pra gente: "Se vocês querem brincar com minha pica, vão ter que merecer. Quero que vocês duas vão pro banco de trás e façam o que eu mandar. Ok?" E é isso. Tudo por aquela pica. A gente foi pro banco de trás as duas.
Nesse momento, eu já tava tão excitado que não aguentava mais. E percebi que, enquanto ela contava, ela também tava ficando com tesão. Aí me veio uma ideia.
Eu: Por que você não vem contar a história aqui comigo, sentada em cima de mim?
S: Olha que eu tô Toda suja, hein.
Y: Não importa. Eu também tô sujo. Vem, vai.
Sofi tirou a roupa. Subiu na cama e sentou em cima de mim, que também tava pelado. Eu tava deitado, com as costas um pouco reclinadas. E ela sentou na altura da minha pica, mas sem enfiar, só encostando a buceta.
Y: E aí, vai, me conta. Subiram e o que mais rolou?
S: Partimos pro apartamento do Nacho. Na hora, enquanto dirigia, ele falou: “Quero ver vocês se divertindo um pouco enquanto eu dirijo, senão deixo vocês aqui e hoje não comem nada.” Eu e a Agus nos olhamos, começamos a nos tocar na bunda, nos peitos, no corpo, e na hora começamos a nos beijar de língua.
Aos poucos, comecei a perceber que, enquanto ele falava devagar, eu ia mexendo a buceta, só esfregando de leve, mas já dava pra ver que tava ficando molhada.
Y: Ah, sim. Mas me conta mais. Como vocês faziam? O que ele tocava em você?
S: Aqui… e aqui.
Na hora, ela começou a se mexer mais. Esfregava com as mãos bem devagar a bunda, os peitos, a boca. Sofi já tava de olhos fechados, começando a perder o controle.
Y: Uh, que gostoso. E o que mais vocês faziam? Não tocavam na buceta?
Quase suspirando, ela respondeu:
S: Sim, na buceta também.
E começou a se tocar com uma mão na buceta, enquanto com a outra esfregava o resto do corpo todo. Eu só olhava, e me mexia um pouco pra bombar com a pica.
Y: E o que mais?
S: Ahhhhh… (toda excitada), e aí na hora o Nacho falou: “Quero ver minhas vadias brigando pra ver quem fica com a minha pica. Quero que vocês se peguem um pouco no pescoço, vai. Tão a fim ou não?”
Agus começou a subir uma mão pela minha barriga, tocando meus peitos, e começou a rodear meu pescoço, apertando um pouco, enquanto me beijava de língua com força.
Sofi a essa altura já tava quase gemendo. Em êxtase. Como se tivesse sedada, mas hiper quente.
Y: Que obedientes que vocês duas são. E você não fez nada?
S: Fiz, sim, eu também queria aquela pica.
Y: Vai, me mostra…
Sofi começou a me agarrar pelo pescoço, igual tinha feito com a Agus. Com uma mão me segurava, e com a outra se tocava e brincava com o corpo dela.
Já nessa altura eu tava tendo dificuldade pra ela me responder. Ela não conseguia segurar o fôlego, e ficava de olho fechado o tempo todo, ou olhando pra cima como se tivesse cega.
Y: E assim continuaram até chegar na casa do Nacho? Me mostra tudo que vocês fizeram, vai, por favor.
S: Não. O Nacho tava olhando pra gente pelo espelho e se tocando sem calça.
Y: Sim, e? Já não queriam comer a rola dele?
S: Sim, ele falou: “Vão querer comer isso agora, suas putinhas?”
Y: E vocês responderam o quê?
S: Sim. Queremos sua rola. E aí ele pediu pra eu mostrar pra Agus como era a rola dele na boca.
Y: Ah é? E como se mostra isso?
S: Enfiei os dedos na boca dela.
Y: Quantos?
S: 3, porque é muito grande.
Y: E como você fez?
S: Abri a boca.
Faaaaa. E ele enfiou os 3 dedos na minha boca. E eu comecei a chupar igual louca enquanto ela, com a outra mão, chupava outros 3 dedos também.
Num momento, a gente tava as duas doidas, chupando dedos igual malucas imaginando que era a rola gigante do Nacho. Sem acreditar na putaria do momento.
Eu queria saber mais…
Y: E depois?
S: Chegamos na casa do Nacho, descemos e já no elevador começamos a pegar os três.
Y: E se tocavam enquanto isso?
S: Sim, as duas pegamos na rola dele no elevador. A Agus se abaixou pra chupar ele enquanto eu tava beijando ele de pé.
Y: Que putas que vocês são.
S: Sim. Chegamos, e mal entramos já ficamos peladas e fomos pra cama.
Y: O que fizeram na cama?
S: O Nacho agarrou a gente pelo pescoço, as duas, e fez a gente ajoelhar pra chupar a rola dele.
Eu já nessa altura também tava gemendo. A gente não tinha controle da situação. As duas tavam em êxtase, ela lembrando e eu imaginando o que tinha rolado. A gente não conseguia se olhar fixo de tanta tesão que tava.
Y: Me mostra, vai.
A Sofi já tava flutuando. Não tinha mais nenhum freio nem culpa de nada. Tava em transe igual eu. Ela me disse: “Vem, ajoelha comigo”
E eu fui. Flutuando de tesão igual ela. Nem lembro o movimento que fiz, mas lá estava eu, ajoelhado em cima da cama do lado da minha namorada, colados, como se esperando aparecer uma rola imaginária pra chupar. Ou uma de verdade, não tava nem aí.
A Sofi levantou a mão, separou três dedos, e colocou entre ela e eu. E começou a chupar eles. Me pegou pela cabeça, e me empurrou pra chupar também.
E assim começamos a chupar os dedos da Sofi, por vários minutos, como se fosse a rola do Nacho.
Chupamos e chupamos, com um tesão do caralho os dois.
Num momento, tudo para. Sofi me olha e fala:
S: E o Nacho gozou ali.
Y: Gozou na cara delas?
Ela me olhou, com cara de puta, apontando pras tetas:
S: Não, aqui. Nas minhas tetas. Não vê que tão pegajosas?
Ela pegou minha mão, e levou até as tetas. Fez eu passar a palma da mão por esses dois balões lindos que ela tem.
Incrível. Tava bem pegajosa. Tipo quando cai refrigerante no corpo. E dava pra ver bem onde tinha passado a porra, e onde não.
Y: E na Agus não gozou nada?
S: Não. Pra Agus ele disse que a porra vinha depois. Que por enquanto ela se contentasse em chupar minhas tetas.
Y: E o que ela fez?
S: Olha
E aí, a gente quebrou mais uma barreira. Sim, mais uma, porque nunca era suficiente pra tanto tesão.
Sofi me agarrou com as duas mãos atrás da cara, e me empurrou pra mergulhar nas tetas dela.
Eu não aguentava mais. Abri a boca e coloquei a língua pra fora igual um doente. E chupei bem aquelas tetas pegajosas que quase me deixaram sem respirar.
Sofi gemia e enfiava os dedos enquanto me dizia “Vai, chupa, quero ver você chupar”
E aí eu gozei na hora. Sem chance de resistir. Já tinha me segurado demais. Gozei pra todo lado, enquanto ela continuou se tocando até gozar também.
E a gente dormiu os dois na cama, do jeito que tava. Com minha porra, a do Nacho, e o cheiro de buceta da Sofi e da Agus. Todos na mesma cama.
Amanhã ia ter tempo pra saber mais. Tudo parecia irreal. Mas era minha fantasia. Minha fantasia se tornando realidade.
12 comentários - Mi novia, su ex y yo. Primeras sensaciones Bi. Parte 7