Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

Nasci com uma particularidade que me destaca desde muito nova, sou rabuda pra caralho, não vou mentir que me incomoda, mas é tipo uma marca registrada na minha família, quase uma parada de herança genética, as mulheres tinham a bunda no sangue. Minha avó era rabuda, minha mãe é rabuda, eu sou rabuda. Na real, não me incomoda, mas é meio chato ter um farol que atrai o olhar de homens e mulheres. Já na adolescência, chamava atenção de professores e dos pais das minhas amigas, muitas vezes escondia com um moletom ou uma camiseta amarrada na cintura.
Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

vadia
O tempo foi passando e eu tive que aceitar minha herança, conviver com minha bunda, até aprender a gostar dela. Soube fazer dela minha arma de sedução e uma ferramenta pra conseguir coisas. Uma das coisas mais importantes na minha vida foi conseguir meu marido, sim, eu peguei ele com a bunda, ele era o mais bonito e o mais desejado pelas minhas amigas. Desde o primeiro momento eu enlouqueci ele, ele beijava minha bunda e chupava ela o tempo todo, enquanto a gente namorava, ele sempre pedia minha bunda e eu nunca dava, acho que manter o desejo vivo fez com que eu o levasse pro altar.


peitos
O tempo passou e com meu marido a gente se divertiu pra caramba, mas claro que no primeiro ano eu tive que dar a buceta pra ele, senão acho que ele me matava. Tivemos dois filhos, Gabriela e Martín, que são a luz dos meus olhos. Agora são dois adolescentes estudiosos. Gabriela é a preferida do meu marido, Martín sempre briga com ele e chega a ficar sem se falar por meses quando eles discutem.
O Martín, de 19 anos, falta um ano pra ele entrar na faculdade, e a Gabriela, de 18, é a caçula da família. Ele não é muito estudioso, mas se vira bem nas notas e passa, bem diferente da irmã, que sempre manda bem em tudo, igual eu quando era novinha.
Não quero esquecer de contar pra vocês, meu nome é Paula, tenho 36 anos e quero descrever um pouco meu corpo, embora já tenha dito que a bunda é a cereja do bolo.
Cu

, meu corpo é a sobremesa, peitões proporcionados com uma caída natural, bicos não muito escuros mas bem pontudos quando eu fico excitada e, por sorte, tenho uma cintura de pilão. O meu é tudo natural.
incestoComo descrever a bunda sem uma foto? Beleza, faz o seguinte: coloca as mãos na frente e afasta elas uns quarenta centímetros. Testa aí, você vai sentir. Abre os dedos o máximo que der e, mantendo os braços firmes, levanta as mãos pro céu, como se tivesse rezando pro Deus da bunda. Essa é a minha bunda. Sei que você consegue sentir ela entre as suas mãos. Imagina que, com o movimento das suas mãos, dá pra abrir e fechar ela pra ver aquele asterisco rosadinho que os peitões gordos protegem. É assim que eu sou.

mami
Todo mundo em casa pega na minha bunda, vão rir mas é verdade, quase como um Buda da sorte. Meu marido quando chega do trampo me dá um beijo e um tapinha na rabeta. Meu filho muitas vezes passa correndo e entra na cozinha quando tô cozinhando e pá! em vez de cumprimentar, me dá um tapa na bunda. Minha filha é mais carinhosa e fica beliscando. São terríveis, mas não me incomoda, eu rio e levo numa boa.
Meu sogro também morre de vontade de fazer isso, mas é proibido!
Mas de repente um dia a inocência mudou. Eu ia começar a lavar roupa e o Martín passa correndo por trás de mim em direção à porta.
—Onde cê vai?
—Meu nome é Javier, temos um jogo.
- Se tem roupa suja, traz ela
-Não sei. Acho que tem alguma coisa. Vai lá pegar ela.
-Mas, você poderia fazer isso
-Não, tenho que ir.
Ele terminou de me falar isso quase na porta, como sempre tive que ir no quarto dele pra ver se tinha deixado roupa suja. Termino de colocar o que tinha de roupa na máquina e vou pro quarto dele. Como sempre, tudo jogado no chão: cueca, camiseta, meia e calça. Recolho tudo do chão e começo a colocar em cima da cama. Enquanto tô nessa função, vejo que o idiota deixou o computador ligado. Chego perto pra fechar a sessão dele e desligar.
Quando olho pra tela, vejo que tem o que parecia uma página pornô. Olho direito e não era isso, era a página de uma rede social onde os amigos do colégio dela tinham formado um grupo pra compartilhar fotos, mas não era só isso.
Pego a cadeira da mesa dele e me sento pra investigar o que ele tava olhando, afinal sou a mãe dele e queria ver o que os amigos dele tão aprontando. Sabia que ele via pornô e nunca me deixava ver o que fazia, mas agora tinha a oportunidade. Não ia ficar puta com o que visse, mas era melhor saber.
Era uma lista de comentários sexuais entre os colegas e fotos de mulheres de costas, especificamente das bundas delas, mas não nuas, eram fotos que pareciam caseiras. A curiosidade não me deixava parar. Comecei a ler os comentários e percebi que tinha uma discussão entre eles, ou melhor, uma competição. Não conseguia entender sobre o quê e continuei lendo. Tinha um link que me levava a um blog, e lá estavam carregadas um monte de fotos de mulheres, ou mais especificamente, das bundas delas. Estavam classificadas pelos próprios caras com números que representavam votos. Na segunda página estava minha foto. Eu estava de costas, com uma calça de moletom que uso em casa. Fiquei gelada, não acreditava que a foto da minha buceta tava na web e que eu estava competindo sem saber com outras mulheres, sendo julgada pelo meu filho e pelos amigos dele. Continuei lendo e o título do blog era “bundas de mães gostosas”, e a quantidade de votos não se limitava só aos colegas do meu filho. Os números não batiam, eram muito mais.

Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

Leio de novo os comentários na rede social do meu filho e percebo que tinha uma competição clandestina entre vários institutos e colégios, sempre mencionavam a Natalie e tinha muita briga entre eles.
Decido copiar as páginas num papel pra ter acesso pelo meu PC, desligo o laptop dela e tento apagar os rastros da minha navegação.
No começo eu tava puta, mas passou rápido, ser o desejo de uns adolescentes me dava tesão, a ideia de contar pro Martín e dar uma bronca nele não durou nem um minuto na minha cabeça. Mas o que eu ia fazer, minha curiosidade era mais forte. Não sabia o que fazer com essa informação que me atormentava.
Vou pro meu quarto e me tranco, sabia que não tinha ninguém em casa, mas mesmo assim boto a chave. Ligo meu notebook e copio os links, minha curiosidade não me faz perder tempo.
Na sequência, me posiciono na minha foto e vejo a quantidade de votos que eu tinha, 2436. Primeiro sinto vergonha, mas passa na hora quando vejo em que posição eu estava, 14ª. Eu, sempre orgulhosa da minha bunda, redonda, lisinha, quase comestível, não podia acreditar como tinha sido humilhada por outras 13 rabetas, como se fossem os 13 Ronin que deram um golpe fatal no meu orgulho.
Isso não podia ficar assim, tinha que inventar alguma coisa pra garantir um lugar no pódio, e melhor ainda se conseguisse o primeiro lugar. Mas como eu faria isso ou o que me viria à cabeça, era algo que naquele momento eu ainda não sabia.
Comecei a observar minha concorrência, quem eu teria que vencer e a tão falada Natalie. Tinha bundas de todos os tamanhos, mas elas corriam com uma vantagem, muitas se mostravam quase por inteiro, de short, de legging, de calça justa, até a tal bunda da Natalie, só coberta por um fio dental vermelho, era algo imbatível, uma microtanga era o biquíni de uma mãe, era dourado, igual à bunda de uma garota da Playboy, linda, malhada na academia.
vadia

peitos
Quem era essa Natalie? Mãe de quem? Como eu poderia descobrir sem levantar suspeitas do meu filho?
Mas me veio uma ideia, quando cheguei, meu filho ia perguntar se ele sabia se alguma das mães dos colegas dele tava indo pra academia, porque eu queria fazer aulas. Tinha certeza que dava pra arrancar dele onde a Natalie treinava.
Espero até o Martín chegar e encaro ele quando vejo que tá sozinho.
-Oi, tá cansado?
—Mais ou menos.
—Tô afim de pegar umas aulas de ginástica, cê não conhece alguma mãe dos teus amigos que malha na academia?
-Nããão, pra ninguém
—Tem certeza?
Não, dos meus amigos não, mas sei que a mãe de um cara do San Agustín faz crossfit.
—O que é isso?
—É tipo um treino militar.
—Pode perguntar pra ela onde ela treina?
—Mas não conheço ela.
—Mas como é que você sabe que ela treina?
-Todo mundo sabe, tá no Facebook
-É gostosa?
—Sim
—Mais que sua mãe?
-hahaha Sim
-Que maldade. Sou sua mãe, eu é que deveria ser a mais gostosa.
-Bom, tua bunda é mais gostosa.
-hahaha, achei que você ia falar dos meus olhos
Foi uma conversinha que serviu pra eu arrancar uns dados sobre a Natalie e como encontrá-la, mas o principal foi saber o tesão que eu podia causar com a minha bunda.
Entrei na rede social e consegui descobrir uns dados sobre essa mãe. Ela tinha uma pá de amizades e era quase uma celebridade no mundo do crossfit. Pelo que vi, a competição era braba, ia ser quase impossível conseguir competir. Decidi localizar a academia pra ver ela de perto e conferir se tudo que ela tinha era real.
Consegui descobrir até os horários em que ela treinava. A ideia era aparecer na academia e compartilhar o treino com a desculpa de que estava escolhendo uma para malhar. Quando chego na academia e, depois de falar com várias pessoas que me explicaram o tipo de treino que faziam, me deixam participar de uma das aulas. Foi pesado pra mim, que não treinava há muito tempo, mas o objetivo era outro: era ir pro vestiário e poder ver minha concorrente.
Vou pro vestiário e tiro a roupa pra tomar banho, vejo que a Natalie tava tomando banho a uns metros de mim, me aproximo pra poder ver ela. Ela era gostosa pra caralho, a bunda parecia esculpida em mármore, as pernas musculosas brilhavam com a água. Me aproximo e percebo que sou bem mais alta, graças a Deus em alguma coisa eu podia ganhar dela.

Cu
Resolvo puxar uma conversa enquanto a gente tomava banho junto.
-Oi, sou a Paula.
-Natalie.
— Faz tempo que treina?
—Sim. Faz anos. É a primeira vez que você vem?
—Sim, quero afinar essa buceta um pouco.
Enquanto eu dizia isso, me virava e mostrava a bunda pra ele, pegava ela com as duas mãos.

incesto


- Por quê? O que tem de errado?
—Mas o seu é perfeito.
—Haha, não pense isso, é por causa da academia, mas metade do tempo eu tô sentindo dor, alongamentos, distensões. Prefiro ter o meu igual ao seu, que é lindo, natural, mais delicadinho.
Enquanto ela me dizia isso, ficava se tocando, eu deixava, estava admirando a número um, voltei a ter esperanças de poder tirar dela o primeiro lugar. Mas pra isso eu teria que ralar.
Já tinha visto minha concorrência, agora precisava de um plano pra entrar na disputa, subir de posição rápido e meu filho era o único que tinha a chave pra esse concurso.
Meu objetivo era que o Martín me fotografasse, eu sei que quando ele tá em casa, fica o tempo todo com o celular na mão, então eu teria que mostrar um pouco mais de pele pra ele poder me fotografar.
No dia seguinte, meu filho estava na sala deitado no sofá com o celular na mão. Aproveitei a situação pra servir de modelo e entrar na competição. Eu tava só de camiseta e calcinha — a camiseta é comprida e muitas vezes fico assim em casa. Sabia que se me abaixasse um pouco, ia deixar a raba exposta pra ele fotografar. Então comecei a pegar umas caixas que estavam em cima de um móvel na frente do meu filho. Me estiquei várias vezes, esperando dar tempo pra ele me fotografar. O resultado eu veria no dia seguinte, depois de um tempo razoável pra ele postar as fotos no blog, se é que ele tinha tirado as fotos.
Meu sogro quase teve um treco quando viu minha bunda pelada, capaz que ele até tirou umas fotos pra bater uma punheta depois!
mami
Não passava mais a hora, as expectativas eram enormes. Só quando fico sozinha em casa consigo acessar o site e ver se ele conseguiu carregar as fotos. A decepção foi grande: o masturbador não tirou nenhuma foto minha ou não as carregou, sei lá, mas eu tava ficando fora do jogo. Pelo menos a posição eu mantinha.
Teria que usar outra estratégia, já que em quatro dias iríamos pra casa de um amigo do meu marido passar dez dias aproveitando as férias de verão dos meus filhos. Tinha bolado uma ideia.
Eu tinha uma casa a metros de uma praia espetacular, um verdadeiro paraíso. A praia era minha desculpa pra planejar algo com meu filho. Primeiro, eu tinha que plantar a ideia na cabeça do meu marido e da minha filha. Eu sei o que eles gostam e o que não gostam, o que querem fazer e o que não querem, essa era minha vantagem.
A gente tava jantando os quatro e eu peço ajuda sabendo a resposta, primeiro pra minha filha e depois pro meu marido.
—Gaby, amanhã quero ir cedo no shopping comprar um biquíni pra usar na casa do Rubén (o amigo do Ricardo, meu marido), os que tenho tão tudo surrado.
—Não, mãe, eu não posso e você sabe que me cansa escolher roupa pra você, nunca se contenta com nada.
—Mas não posso ir sozinha, tenho que experimentar vários e não posso ficar entrando e saindo do provador toda hora pra pegar outro modelo. Se você não me acompanhar (falei isso olhando pro Ricardo).
—Por que eu não? Você sabe que não posso amanhã, tenho que ir trabalhar de manhã.
-Mas se ninguém quiser me acompanhar, não vou com teu amigo.
—Mas não enche o saco, porque o Martín não vai com você, se ele não tá fazendo nada.
-Não, o que é que eu vou fazer, isso é coisa de mulher.
-Vai, tarado, não vai virar viado se acompanhar sua mãe. Aproveita e pede pra ela comprar algo pra você.
—Você me acompanharia?
— Se me comprar alguma coisa, sim.
- Vê que teu filho é mais fácil que a tabuada do 1. Com um presente, já muda de ideia na hora.
Finalmente, todo mundo feliz, consegui meu objetivo sem muito esforço. Agora eu tinha que pensar em como poderia manipular meu filho.
Logo cedo, acordo meu filho pra levar ele pra fazer compras, queria que tivesse pouca gente nas lojas de roupa, pra poder escolher sem ninguém encher o saco.
Já no shopping, fui direto pra uma loja que vende roupa íntima e esportiva. Era uma loja bem grande e naquela hora da manhã tava praticamente vazia. A gente pode escolher as peças que quiser e ir experimentar nos provadores alinhados ao longo de uma parede de 10 metros. A única porta é uma cortina de tecido grosso que não encosta no chão e deixa ver os pés de quem tá experimentando a roupa.
Vou escolher vários e experimentar eles.
—Precisam de alguma coisa? (Uma vendedora pergunta pra gente)
-Não, obrigado. Posso pegar várias peças.
-Sim, sem problema, mas não pode levar todas juntas pro provador, é regra da empresa. Quer que eu vá pegando pra você?
Não, é muita gentileza, meu filho pega pra mim, não se incomode.
Não é incômodo nenhum, mas fica a seu critério. Qualquer dúvida, tô no balcão.
Já tava, eu tinha nas mãos uns dez modelos diferentes de maiô e a vendedora tinha deixado a gente sozinho, a música ambiente monótona de fundo me fazia lembrar dos filmes pornô dos anos noventa.
— Martín, vou experimentar todos esses. Vai me passando um por um.
-Sim, sem problema.
O Martin senta num banco comprido que tava na frente dos vestiários, enquanto isso eu entro num delas e levo uma maiô inteiro, tomei o cuidado de levar todos os modelos de tamanhos menores que o meu, tudo tinha um propósito.
- shh, shh, Martín, cê pode vir aqui? (falo enquanto enfio a cabeça por um lado da cortina)
—Sim, agora vou.
Ela se aproxima, eu já tinha vestido a minha malha inteiriça vermelha, o tamanho pequeno era o responsável por fazer meus peitos saltarem pelos lados e enfiar bem o tecido dentro da bunda, parecia que estava devorando ela.
- Olha, cê gosta? (ele deixava aparecer por um buraco que a cortina deixava).
-Mmm, deixa eu ver, vira pra cá.
-Vai, como é que fica em mim?
Não gosto da cor e de como fica em você.
-Bom, espera aí que vou vestir um biquíni
Corro a cortina e ela não fecha completamente, fica aberta uns três centímetros, percebo que o Martín fica por perto. Enquanto estou pelada, pego um biquíni de duas peças, não muito pequeno, mas o suficiente pra mostrar melhor minha bunda.
Visto a tanga e de repente a cabeça do meu filho aparece pela cortina.
-Para, para, que ainda não tô pronta.
O olhar dele crava nas minhas tetas e fica encarando, eu naturalmente termino de vestir a parte de cima.

Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

-Bom, agora como é que fica em mim?
- Um pouco melhor, mas é muito grande, deixa eu ver, vira pra cá.
Viro devagar no provador e vejo a reação dele pelo espelho, ele fica vidrado na minha bunda.

vadia

peitos


E aí?
-Fica melhor em você, mas experimenta outro.
- hahaha, não tô cansado não, você não gosta de nada. Por que você não escolhe logo o modelo que te agrada, a gente leva pra casa e eu experimento lá, dane-se, esses aqui eu levo do mesmo jeito.
-Bom, agora eu escolho e vou pagar, é um presente, mas você vê em casa.
- hahahaha, tenho que vir sempre com você pra fazer compras, papai nunca me compra nada.
Não conseguia esconder minha alegria e, pela cara dele, a dele também. Fui no caixa pagar o que tinha escolhido e experimentado, depois fomos pro carro. No carro, me sentia uma adolescente, a gente ria de qualquer besteira, tava ansioso pra chegar em casa.
Assim que chegamos em casa, peço pra ela me mostrar o que tinha comprado pra mim.


Vale, quero ver o que você comprou pra mim.
— Vai meter?
-Não, depois, por que tanta pressa?
-Bom, então te dou depois.
- hahahaha que safado, então beleza, vamos pro meu quarto, já que você tá tão apressado.
Eu não aguentava mais olhar o que eu tinha escolhido, e ele também não. O nosso lance era descarado, mas era um jogo onde a gente tentava mostrar outra coisa, indiferença diante da situação. Ele jogou na cama uma sacolinha de papel; dentro tinha uma caixinha de papelão dourada que guardava o maiô.
Tiro o saquinho de cima da caixa e abro, descubro com prazer um biquíni rosinha igual à caixa, era lindo e bem pequenininho.
-É muito bonito, mas cê acha que isso cabe em mim.
- Claro que tem que entrar em você.
- hahaha, mas é muito pequeno, olha atrás, tem um curativo, você é louco
-Você tem que vestir, é um presente.
- hahaha, mas com uma condição, você não pode rir
—fechado.
- Bom, vou vestir e te chamo pra ver como fica em mim.
Ela sai do quarto, eu não podia acreditar no que estava prestes a fazer, mas estava decidida e excitada demais pra voltar atrás. Tiro a roupa e fico pelada, passo a mão na buceta e ela já tava toda molhada, pego a camiseta de algodão que tinha tirado e me enxugo, não queria sujar o biquíni.
Primeiro eu coloco a parte de cima, um pedacinho minúsculo de pano que mal cobria meus bicos, as tetas vazavam pelos lados como se quisessem escapar. Depois pego a tanga e vejo que na frente tinha um triângulo pequeno que continuava numa tirinha rosada. Visto ela e era descarada do jeito que se enfiava na minha bunda, sumia entre minhas polpudas nádegas. Me olho no espelho pela última vez e crio coragem pra chamar ele.
—Martín! Pode entrar.
No segundo, meu filho abre a porta e entra no quarto, os olhos dele me varrem dos pés à cabeça, escaneando cada milímetro de pele.
—E aí? Como é que ficou em mim?
—Você tá gostosa. Deixa eu ver, vira aí.
-jajajaja
Viro devagar e fico de costas, mostrando a bunda pra ele, dava pra sentir o olhar dele cravado em mim.
Cu
- hahaha você acha que seu pai vai me deixar usar isso. Nem louco.
- Que mal tem nisso?
—parece que tô pelado.
—Mas essa bunda é pra mostrar.
— Martín, sou sua mãe.
-Que mal tem? Pena da etiqueta, senão tu tava pras capa de revista.
—Qual etiqueta?
- A da bunda.
Me viro e me olho no espelho, tava certo, entre minhas nádegas saía uma pequena etiqueta de pano retangular com a marca e o tamanho.
-hahaha, beleza, quero estar num pôster, vai, arranca ela
Subo na cama sem pensar e fico de quatro, na posição de cachorrinho, e ofereço a bunda pra ele arrancar a etiqueta.

incesto

Na mesma hora, ele se aproxima e senta na cama, pega a tira que passa entre minha bunda e puxa. Como eu imaginava, não consegue arrancar fácil. A tira se solta da bunda e eu percebo que estou mostrando o cu pra ele. Não consigo ver a cara dele, mas imagino. Decido quebrar o gelo e levar na brincadeira, pra ele encarar numa boa.
Então fecho a buceta de uma vez e prendo a mão dele com minha bunda.
—Te peguei, hahahaha.
Mas ele me surpreende de um jeito gostoso. Enquanto eu aperto a mão dele, ele aponta um dedo e enfia ele inteiro no meu cu. Eu, pela surpresa e por reflexo, tiro a bunda de uma vez, e o dedo sai do mesmo jeito.
— hahaha, que nojo, agora você vai ter que lavar o dedo. Hahahaha
Atinei a falar isso e dar risada, não queria deixar ele envergonhado e muito menos reprimir e assustar ele. De novo, a reação dele me surpreende.
—Por que nojo?
Ela me diz isso enquanto chupa o dedo igual a um pirulito gostoso.
—kkkkk, tu é doido.
—Posso chupar ele?
-Que coisa?
- a bunda.
—Mas, Martín, eu sou sua mãe.
-Vai fundo.
Não disse mais nada, aproxima a cabeça e enfia entre minhas nádegas, dava pra sentir a língua acariciando meu esfíncter e empurrando no buraco como se quisesse entrar. Abaixei a cabeça e apoiei no travesseiro enquanto levo a mão direita até a buceta, ele me chupa, eu mexo no clitóris com frenesi até deixar ele duro igual meus mamilos. Tava quase gozando, ele continuava chupando, entre suspiros e gemidos consigo falar.
-Mete no cu dela.
Tirou a cabeça do cu quase na hora e, depois de um segundo, sinto a cabeça do pau dele empurrando no meu ânus. Faz um pouco de força, mas entra de uma vez, sinto o calor dele nas minhas entranhas. Ele começa a bombar com força e rapidez. Não demora muito pra gozar, me enche com um jorro longo de porra.

mami
Me sinto como um enema me enchendo. Ele tira o pau e ficamos deitados um do lado do outro na cama, olhando pro teto, em silêncio. Quando a putaria baixou, não conseguia acreditar no que a gente tinha feito. Ela vira a cabeça e, num sussurro, me diz.
- você tem a raba mais gostosa do mundo.
—Isso tem que ficar entre a gente. Seu pai não pode ficar sabendo.
Não disse mais nada, já tava com a pica dura igual pedra, me coloca de quatro na cama e enfia no meu cu de novo, dessa vez não goza rápido, entra e sai com muita força, queria arrebentar minha buceta do cu, e eu adorava. Não sei quanto tempo de bombada passou, mas a gente teve que parar de repente quando ouviu um barulho na porta de entrada de casa, meu marido e minha filha tinham voltado. Lembro do barulho que fez quando ele puxou a pica do cu de uma vez, pareceu um peido bem alto. Martín sai correndo pro quarto dele, eu me visto o mais rápido possível pra ir pra cozinha e fingir normalidade.
Não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer com meu filho, fiquei conversando com meu marido como se nada tivesse acontecido, mas minha cabeça estava em outro lugar.
—E aí, compraram alguma coisa?
-Sim, não tinha muita variedade, mas consegui comprar.
—O Martín ficou de saco cheio?
Foi dar uma volta enquanto eu tava comprando.
Enquanto a gente conversava, eu sentia a umidade que tinha na buceta, tava com vontade de levar o dedo ao cu e chupar os restos de porra.
O resto do dia passou normal, só que toda vez que eu ficava sozinha com o Martín, ele enfiava a mão dentro da minha legging e metia o dedo no meu cu. Eu deixava, mas pedia pra ele tomar cuidado pra ninguém perceber o que a gente tava fazendo.
No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e minha filha saiu com umas amigas. Fiquei em casa sozinha com meu filho. A gente se olhou e saímos correndo pro meu quarto. Ainda dava pra sentir o calor do meu marido na cama. Fiquei de quatro e ofereci a bunda pra ele. Ele chupou e meteu com tudo, era uma máquina, enfiava e tirava a cabeça do pau com força, deixava meu cu dilatado e aproveitava pra enfiar a língua. Ele gozou e a gente ficou deitado, exausto. De repente, ele quebrou o silêncio com uma confissão.

Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩


-Mãe
-Sim
-Quero que você ganhe um concurso
—Um concurso?
—Sim, o da melhor bunda da escola.
—Tá maluco?
O destino fez com que meu desejo se realizasse sem eu pedir, ele me conta sobre o concurso sem desconfiar que eu já sabia, o desejo dele era o mesmo que o meu, que minha bunda ganhasse o concurso. Primeiro eu recuso, pra disfarçar, mas depois de conversar a gente chegou num acordo pra eu poder ganhar com minha bunda.
-Já sei o que a gente pode fazer: você vai tirar uma foto minha escondida no banheiro, eu agachada de costas, como se tivesse pegando alguma coisa no chuveiro, com o cu bem aberto. Isso vai chamar atenção. Vamos lá, bora preparar a foto pra você postar hoje.
Fizemos isso. No banheiro, preparei tudo e, especialmente, minha buceta, passei um creme no corpo pra dar um brilho suave. Depois, ele enfiou o pau várias vezes e tirava pra tirar várias fotos pela porta entreaberta, como se a foto tivesse sido tirada de surpresa.



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Cu

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mami


Depois da sessão de fotos, fomos pro quarto escolher qual entraria no concurso, e depois a gente trepou mais várias vezes.
Tudo estava feito, agora era hora de esperar.
O dia terminou como qualquer outro, até que eu transei com meu marido à noite.
No dia seguinte, quando acordo, encontro meu filho na cozinha e ele sussurra no meu ouvido que eu era a número um. Finalmente meu sonho tinha se realizado, minha bunda era a primeira e era o sonho e as punhetas de centenas de caras e amigos do meu filho. Mal podia esperar pra encarar a espetacular Natalie e, mesmo que ela não saiba, me sentir superior.
Já era a bunda mais desejada da escola, ou de várias escolas. Já na casa do amigo do meu marido, eu via como aumentavam as visitas e os votos na página, e via como eu me afastava da Natalie.
Tudo era um sonho, quando podíamos ficar sozinhos com meu filho, eu dava a buceta pra ele, era dele.
Tudo rolou numa boa, eu me sentia observada e despida pelo olhar dos amigos do meu filho, adorava aquilo, até que um dia, quando estava sozinha com minha filha, ela vem como se fosse contar um segredo: tinha descoberto minha bunda na internet e me conta o que eu já sabia.
Minha filha me contou indignada e puta da vida com o irmão, queria contar tudo pro pai dela, sobre o que ele tinha feito comigo, como ele tinha me humilhado. Mas eu fui acalmando ela, transformando essa raiva em outra coisa. Primeiro falei que era normal o que o Martín tinha feito, pela idade dele, e aos poucos fui animando ela pra participar do concurso.
Como eu fiz, como a tornei cúmplice e como a gente arrombou a buceta dela com meu filho vai ser assunto de outro conto.

Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

11 comentários - Concurso do cuzão da mamãe 💦🍑😩

Necesito esa continuación, ya por favor!!! 🙏🏾🙏🏾🙏🏾 jajaja
Que buena aventura ojalá siga la continuación y yo creo que el suegro comió ese culote saludos deberías dejar tu correo para escribirle