Família dominada por 3 negrões

3 assaltantes entram em casa por engano e descontam na minha mãe. Naquela noite, nada parecia indicar que toda a nossa vida mudaria de repente em poucas horas. Minha irmã tinha saído com o namorado e, como era de se esperar, ia dormir na casa dele. Como eu não tinha planos, fiquei em casa vendo TV com meus pais. Meu pai se chama José, igual a mim, e minha mãe se chama Isabel. Os dois têm a mesma idade, 42 anos, embora minha mãe não aparente a idade tanto quanto meu pai, que tem uma barriga bem grande e já está meio careca há alguns anos. Já minha mãe se conserva muito bem, em parte por causa do trabalho dela, que exige um certo esforço físico.

Era 1h da manhã quando nós três fomos dormir. Era sexta-feira e a TV naquela hora estava bem chata. Acho que não demorei muito para pegar no sono, mas sei que acordei por volta das 2h30 da manhã ouvindo umas vozes que eu não reconhecia. "Pô, você é um idiota mesmo. Dá uma volta pela casa que com certeza deve ter mais alguém." Eu não entendia muito bem o que estava rolando até ver entrar no meu quarto um cara bem magro, mas muito alto. Ele era preto como carvão e, antes que eu fizesse qualquer coisa, ele se jogou em cima de mim. Ele estava com um rolo de fita isolante na mão, me amordaçou e tapou minha boca. Depois, me pegou no colo e me levou para a sala. Aquele cara, mesmo magro, era bem forte. Com meus 17 anos, não consegui fazer nada para evitar que ele me amordaçasse, e ele não parecia ter nenhum problema em carregar meus 65 quilos.

Quando chegamos na sala, ele me jogou no sofá, onde meus pais já estavam nas mesmas condições que eu. Na nossa frente, havia outros dois caras negros: um baixinho e meio gordinho, e outro bem alto e forte. Esse parecia ser o líder e foi o primeiro a falar. "Senhores, desculpem o transtorno. É uma merda ter uma banda tão incompetente que achava que não tinha ninguém em casa, mas vocês estavam aqui, os três. Mas fazer o quê, agora já era. Pode ser assim, vamos ser rápidos e isso vai ter sido só um pesadelo pra vocês. Agora vou tirar a mordaça da boca de vocês, não gritem porque não quero ficar puto." Dito isso, deixou uma pistola em cima da TV como ameaça e depois tirou a mordaça da nossa boca. Ele disse pro meu pai que sabia que ele trabalhava pra uma empresa de componentes de informática e que sabia que ele tinha muita grana em casa, mandou ele contar onde estava e tudo daria certo. Como eu entendi, aqueles caras tinham se fodido bonito, e meu pai também falou pra ele. "Pelo amor de Deus, vocês se enganaram, eu tenho uma locadora de vídeo, vocês tão falando do nosso vizinho que mora no 36 e aqui é o 26." O preto não acreditou, subiu pro quarto dos meus pais e viu na carteira o RG. Na hora ele percebeu que tava procurando o Fernando, o vizinho mais gostoso do condomínio, não o meu pai. O preto ficou uma fera, deu vários tapas nos homens dele, que mostraram ter muito medo dele, xingou eles de tudo e a situação podia até ter sido engraçada se eu e meus pais não estivéssemos amarrados de pés e mãos. "Tá bom, tá bom, vamos nos acalmar, já era, não tem conserto, então é melhor você me dar o que tiver e a gente vazar daqui." Como eu já sabia, meu pai falou que não tínhamos dinheiro em casa, o que era verdade. O homem deu um tapa na cara do meu pai como quem diz que não queria brincadeira, mas meu pai repetiu que não tínhamos grana em casa. Aquele homem mandou os caras dele procurar algum dinheiro e não demoraram nem 5 minutos pra revirar tudo e ver que só tinha 100 reais na casa toda. "Porra, porra, tô ficando de muito mau humor, não vamos sair daqui com 100 putos reais." Nessa hora, o homem que tinha me pegado virou pro chefe dele e falou que já que estavam ali, podiam se pagar com a dona, que era bem gostosa. Claramente, aquela mulher bem gostosa não era outra senão minha mãe, e o chefe achou uma boa ideia. a melhor ideia que o filho da puta do parceiro dele podia ter, e ainda por cima com uma certa gozação falou pro meu pai. "A culpa é sua, cavalheiro, se o senhor tivesse dinheiro em casa já tínhamos vazado daqui, mas assim não dá pra ir embora, então sua mulher vai ter que pagar pelo tempo perdido." Minha mãe começou a implorar pra não nos machucarem, choramingando angustiada, sabendo o que ia cair em cima dela, mas aquele homem que parecia tão educado disse bem calmamente pra minha mãe. "Olha, senhora, isso é muito simples, sou um cara tranquilo, mas gosto que as pessoas façam o que eu mando. Se a senhora não se comportar direitinho com a gente, vamos dar um tiro no seu filho e no seu marido, e depois vamos estuprar a senhora. Como pode ver, é melhor a senhora participar do que a gente ter que forçar." Aquele homem me dava um medo do caralho, os outros dois pareciam uns idiotas, mas aquele cara tão calmo era muito frio, e eu sentia que ele não piscaria nem um segundo se tivesse que nos matar ali mesmo. O preto gordinho desamarrou minha mãe, que só estava de camisola e calcinha, que transparentava, e os homens sentaram. "Bem, senhora, já imagina o que tem que fazer. Não se preocupe com seu marido ou seu filho, com certeza eles sabem o que é melhor pra eles e não vão abrir a boca pra nada, a não ser que queiram que as coisas fiquem feias." Aquele filho da puta ia nos humilhar comendo minha mãe na nossa cara e deixou claro que era melhor não abrirmos a boca se não quiséssemos ficar lá estirados de um tiro. Mamãe estava muito nervosa, tirou a camisola por cima da cabeça na frente dos homens e depois, como conseguiu, desabotoou o sutiã. Era a primeira vez que eu via os peitos da minha mãe em muito tempo; pra idade que ela tinha, os peitos dela estavam bem firmes. Depois, ela baixou a calcinha até os tornozelos e mostrou a buceta, que pra minha surpresa estava bem cuidada e depilada em formato de triângulo. Minha mãe nua se cobria como podia enquanto os homens riam e elogiavam a virtudes do corpo da minha mãe. "Porra, senhora, não é a primeira vez que como uma branca, mas tenho que admitir que nunca vi uma buceta tão gostosa quanto a sua." "Nem uns peitos daqueles, chefe, que vontade de chupar eles, haha." O chefe se levantou e, para nossa surpresa, foi até a cozinha, voltou com um pote de Nutella, outro de chantilly e um de mel, depois se despíram e sentaram de novo na frente da minha mãe. Mamãe não conseguiu evitar abrir a boca ao ver o que vinha pela frente, o mito dos negros parecia se tornar realidade naqueles homens, e mesmo não sendo uns paus enormes de impressionar, pareciam passar dos 15 centímetros. O chefe perguntou pra mamãe se ela tinha jantado, mamãe, estranhando, disse que não. "Hahaha, então ótimo, porque pelo menos vai comer a sobremesa." Dito isso, pegou o pote de chantilly, passou o mel pra um dos comparsas e a Nutella pra outro. Sacudiu o pote e se lambuzou de chantilly no pau e nas bolas inteiros, os amigos dele fizeram o mesmo com o mel e a Nutella. "Porra, chefe, isso é uma putaria, me sujei todo." "Não se preocupa, piranha, essa senhora vai limpar tudo com a boca dela." "Bom, rapazes (disse olhando pra mim e pro meu pai), agora quero que vocês incentivem essa senhora a chupar nossas bananas, parece que ela tá meio nervosa e precisa de apoio familiar. Sejam convincentes, não quero ficar puto." Aquele porco queria que a gente incentivasse mamãe a chupar aqueles paus na nossa frente, o filho da puta queria nos humilhar de verdade. Nem eu nem papai dizíamos nada, até que aquele homem fez menção de pegar a arma e meu pai falou: "Vai, querida, você sempre adorou banana split." "Isso, mãe, chupa tudo, com certeza você tá com fome." Reconheço que fomos uns covardes por jogar minha mãe pra chupar os paus deles, mas não tivemos outra escolha. Mamãe se aproximou do sofá onde os 3 homens estavam e se ajoelhou, começou pelo chefe, abriu a boca e enfiou o pau daquele cara o mais fundo que conseguiu, começou a lamber o chantilly que decorava o pau dele. aquele porco, eu lambia as bolas dele e papai e eu víamos como a cabeça da mamãe subia e descia conforme o pau daquele homem entrava e saía da boca da minha pobre mãe. Mamãe enfiava o pau na boca sem usar nem as mãos e aquele homem a humilhava fazendo ela dizer o que achava do pau dele "Adoro seu pau, tem um gosto muito bom e tenho certeza que o dos seus amigos são igualmente gostosos" Mamãe dizia isso com lágrimas nos olhos, depois passou a chupar o pau do cara da Nutella, deixou o pau dele limpo e brilhando enquanto o cara gritava "Ahh, deus, como essa puta mama" Na verdade, quando mamãe passou pro cara do mel, percebi que ela chupava aqueles paus com muito empenho, imaginei que ela sabia que tinha que fazer assim se quisesse que tudo terminasse bem naquela noite. O chefe disse "A senhora está indo muito bem, mas não está sendo participativa, vamos, peça o que quiser" Mamãe entendeu perfeitamente e sentou no colo daquele homem enquanto dizia "Me chupa as tetas, por favor!" O chefe riu e começou a lamber os peitos da minha mãe como um cachorro, quando cansou, disse pra minha mãe sentar no pau dele de frente pra nós, mamãe olhou pro chão envergonhada quando, de costas pro cara, foi se sentando devagar na estaca daquele homem que apontava orgulhosa pra buceta da minha mãe, mamãe sentiu a ponta daquele pau e parou, mas então o homem a agarrou pelos ombros e empurrou pra baixo, fazendo minha mãe ficar completamente empalada por aquele pau, aquilo fez meu pai chorar. Depois o homem mandou ela ficar quieta com o pau dele enfiado até o talo e dizer pro meu pai o que achava do pau dele. Mamãe recusou, mas aquele cara pegou a arma e minha mãe voltou a ser participativa. "Nunca tive um pau tão grande dentro de mim, adoro sentir ele nas minhas entranhas, sentir como esse pau enorme cresce dentro de mim, quero que esse preto me foda, querido, quero que me foda com a pica enorme dele". "HAHAHA, muito bem mulher, mas a partir de agora eu vou ser seu gostoso e você vai se dirigir ao seu marido como cuck, que é o que ele é desde o momento em que você comeu nossas rolas". Então mamãe gritou: "Me fode, filho da puta, me fode agora, por favor". Aquele homem não se fez de rogado e, pegando mamãe pelos quadris, começou a levantá-la e abaixá-la sobre a pica dele, os peitos de mamãe balançavam pra cima e pra baixo no ritmo das estocadas da pica daquele cara, que enfiava devagar pra depois meter inteira. O cara magro se levantou com a pica na altura da boca de mamãe, que entendeu o que ele queria e começou a chupar a pica daquele outro de novo. O chefe fodia minha mãe com tanta força que a coitada tinha dificuldade pra manter a pica do magrelo na boca; mamãe esticou a mão e deu vários tapas na perna do cara que estava fodendo ela, era como se ela pedisse pra ele ir mais rápido, e o chefe entendeu assim. As estocadas dele eram tão violentas que jogavam mamãe contra a pica do outro homem, fazendo a pica dele chegar até a garganta dela. Mamãe conseguiu tirar a pica da boca por um momento e gritou, pra nossa surpresa: "Ahh, continua, filho da puta, quero ouvir suas bolas batendo em mim". O magrelo enfiou de novo na boca dela. Pra nosso nojo, mamãe não aguentava mais, ela estava gozando sem soltar aquela pica da boca, o orgasmo era interminável enquanto o chefe descarregava as bolas dentro da buceta da minha mãe e ela gritava: "Isso, gostoso, inunda minha buceta, me dá seu leite". Antes que mamãe pudesse se recuperar, o magrelo começou a gemer como um louco e a se contorcer, eu sabia perfeitamente o que vinha: ele agarrou a cabeça de mamãe com força e quatro ou cinco jatos de leite encheram a boca dela, jorros caíam do queixo de mamãe no sofá. "Gozei sem nem me tocar, essa mina é foda", disse o magrelo enquanto recolhia o sêmen dos lábios de mamãe e enfiava de volta na boca dela. na boca. "Limpa bem pra mim, senhora". Papai e eu já não sabíamos mais se mamãe continuava fazendo o que fazia por obrigação ou porque realmente estava gostando, mas quando os dois que tinham gozado se levantaram, mamãe disse pro gordinho: "Me fode, por favor". Gargalhadas e zoação invadiram o quarto, os homens diziam que tinham despertado a puta que minha mãe carregava dentro dela e curtiam a situação de humilhação do meu pai e minha. Mamãe agarrou com uma mão as bolas do gordinho enquanto com a outra sentia o pau dele endurecendo e meteu na boca, mamãe chupava que nem uma louca. "Olha só a senhora, olha como chupa a mulherzinha de vocês, caras". Quando o pau daquele cara ficou bem duro, mamãe ficou de quatro no chão esperando ser fodida pelo preto gordinho, quando o homem não tinha nem enfiado metade do pau na buceta da minha mãe, foi ela mesma que se jogou pra trás pra se empalar naquele pau. "Ahhhhh, ahh me rasga, me rasga". Os peitos de mamãe foram agarrados por aquele cara que começou a meter e tirar devagar, mamãe gritava a cada centímetro, fechava os olhos, o prazer consumia ela, não tinha mais dúvida nenhuma, quando abriu os olhos se deparou com os membros dos outros dois, que começou a alternar na boca. Enquanto fazia isso, olhava nos olhos deles. "Cês tão gostando de como eu tô chupando o pau de vocês, garotos?" — ela dizia, mais safada do que nunca. Mamãe parecia nem notar a presença do meu pai nem a minha, o fato de pensar em como aqueles homens estavam fodendo ela, de como aquele pau entrava e saía dela, no prazer que ela tava dando com a buceta e com a boca era a única coisa que importava. Não sei como, mas parece que o sexo de rotina com meu pai durante tantos anos de casamento fez com que naquela noite mamãe se sentisse importante, desejada e poderosa, como se a buceta e a boca dela fossem armas capazes de deixar qualquer homem no chão. O gordinho aumentou a velocidade das estocadas, agarrando ela pela cintura. "Toma, Toma, sua puta!", ele gritava enquanto sofria uns espasmos incríveis. Mamãe não aguentou mais e gozou de novo igual uma vadia, gritando como se estivesse sendo morta: "Ahhhh, ahhh, tô gozando, tô gozando, não para, filho da puta, não para". Ela inundou ele de tal jeito que um monte de líquido grosso escorria de dentro dela pelo pau dele até o sofá. Ele saiu de dentro de mamãe, e ela desabou de prazer. "Muito bem, senhora, muito bem, mas agora, por favor, deixa a gente descansar um pouco, não podemos te atender como deve ser." Papai e eu ficamos de cara quando vimos mamãe pelada indo pra cozinha e voltando com umas cervejas que ofereceu pra aqueles homens sem nem olhar na nossa cara. Mamãe nos surpreendeu de novo quando, enquanto aqueles homens bebiam as cervejas deles, ela se ajoelhou e foi de quatro até eles e, com as mãos nas costas, chupou a rola que tava mais perto, a do magrelo. Até os homens se surpreenderam ao ver o tipo de puta em que tinham transformado uma mãe e esposa fiel numa vadia chupa-pau. Era a coisa mais humilhante que eu poderia imaginar, mamãe tava morrendo de vontade de chupar aqueles paus e que eles derramassem o leite deles no corpo dela, na boca dela. Mamãe chupou os paus do gordinho e do magro, a do chefe na verdade fodeu a boca da minha mãe, papai não conseguia nem imaginar o que tava vendo a mulherzinha dele fazer. Depois, o chefe se levantou e disse pra mamãe se apoiar nos meus joelhos, mamãe fez sem reclamar, agarrou meus joelhos e colocou a bunda pra cima. O chefe enfiou por trás, as estocadas dele eram cada vez mais fortes, e o chefe disse pra minha mãe que queria que ela me contasse como ela tava se sentindo naquele momento. Mamãe me olhou, eu via os peitos dela pulando a poucos centímetros enquanto o negão fodava ela, e ela me disse sem nenhum pudor: "Feito uma puta, feito uma puta submissa, continua, filho da puta, fodem todos vocês que quiserem, quero que gozem dentro, em cima de mim, na minha cara, sou a puta de vocês." Todos riram, mas mamãe tava fora de si, o negão Saiu dela, colocou ela de pé com uma perna de cada lado do corpo dela, virou a cabeça dela com um tapa e gozou na bochecha dela, na cara dela. Mamãe esticou a língua e colocou o esperma dele na boca. "Isso é foda, já tô duro de novo, acabei de gozar e essa branquinha me excita tanto que já tô duro outra vez, senhora, me diz uma coisa, você e seu marido já fizeram pelo cu?" Mamãe respondeu que não e eu já sabia o que aquilo significava. "Isso vai te encantar, quer que a gente meta no seu cu? Vamos ver, quantas picas você quer no seu cu?" Aquele homem queria nos humilhar e sempre conseguia. "Todas que vocês quiserem, quero que rasguem meu cu", respondeu mamãe. Era impossível que o preto enfiasse a pica enorme dele no cu virgem da minha mãe, ou pelo menos foi o que pensei quando ele colocou mamãe de quatro no sofá e se posicionou atrás, garantindo que meu pai e eu tivéssemos uma boa visão. Ele queria que a gente visse perfeitamente como ele ia comer o cu da minha mãe, sodomizando ela até a exaustão, e ainda por cima com o consentimento da minha mãe promíscua. O homem enfiou a língua no cu de mamãe enquanto os outros olhavam ansiosos, depois um dedo, depois outro, até que se preparou para enfiar a pica. Em segundos, enfiou tudo de uma vez, a pica daquele preto entrava e saía do cu da minha mãe como um martelo pneumático, uma e outra vez, o cu de mamãe engolia aquele pedaço enorme de carne. Depois de alguns gemidos de dor, mamãe começou a gozar como uma puta e a pedir que aquele homem rasgasse o cu dela com o pauzão dele. O preto montava nela enquanto o gordinho se enfiou debaixo da minha mãe. Eu já imaginava o que ia acontecer e, pelo que ouvi, mamãe também. "Isso aí, enfia a sua também, quero duas picas dentro de mim, quero picas, foder porcos, foder inteira." O de baixo enfiou de uma estocada e começou a destruir a buceta da minha mãe. Eles balançavam ela pra cima e pra baixo e riam, mas mamãe estava no paraíso e tentava levantar o olhar. ver como o magrinho que tinha entrado na festa se divertia, enfiando e tirando o pau da boca da minha mãe. Eles trocaram de posição, e assim minha mãe, que nunca tinha dado o cu, passou a ter três paus diferentes passando pelo buraco negro dela. Um por um, foram se ajoelhando atrás e na frente da mamãe, enchendo a boca dela, o cu e a buceta. Já tava bem claro: mamãe era a puta deles, a submisso, a chupa-pau. Incontáveis orgasmos invadiram ela enquanto ela agia como a vadiazinha de todos. Depois de alguns minutos, todos tinham gozado dentro da mamãe, e ela não conseguiu evitar gozar de novo e gritar que nem uma possessa. Aí o chefe olhou pro relógio e, rindo, disse que já tava muito tarde: "A gente já tem que ir. É melhor ninguém ficar sabendo disso, vai ser nosso segredo, ou vou ficar muito puto. Eu saio da cadeia, mas vocês não saem da tumba. Quanto a você, puta (falou olhando pra mamãe), você foi demais, então a gente se vê de novo." Dito isso, eles vazaram depois de se vestir. Nos deixaram sentados lá, e a mamãe jogada no chão, pelada, banhada de porra, cheirando a sexo. Mamãe nos desamarrou e tentou nos convencer de que fez tudo por nós. Meu pai acreditou, mas eu não. Eu vi ela pedir pau pro cu dela com paixão demais, e sei que aqueles homens despertaram uma puta na minha mãe.

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