Hoje minha mãe é uma mulher de 63 anos, mora com meu pai e dois dos meus irmãos... Hoje minha mãe é uma mulher de 63 anos, mora com meu pai e dois dos meus irmãos e, como sempre foi, é uma mulher caseira, bastante religiosa, muito formal e, como ela gosta de dizer, é uma mulher muito decente. Eu tenho 45 anos, sou casado com uma mulher maravilhosa, trabalho como contador e levo uma vida familiar muito estável em todos os aspectos. No entanto, apesar de todo o meu jeito formal, fruto da educação que recebi dos meus pais e especialmente da minha mãe, tenho que confessar que compartilho com ela um segredo, e não é outro senão o fato de que um dia eu possuí minha mãe, ou seja, eu comi ela como não lembro de ter comido ninguém. Exatamente naquela época ela tinha quarenta e cinco anos e eu acabava de completar dezoito. Nunca mais houve nada entre nós e jamais falamos sobre isso. Minha mãe tinha uma educação muito conservadora e as relações sexuais que ela tinha com meu pai eram bem escassas, mais por obrigação de cumprir. No entanto, como qualquer ser vivo, ela tinha necessidades que, quando surgiam, ela sufocava se masturbando até passar. Aconteceu que um tio da minha mãe faleceu numa época em que deslocar toda a família por uma semana podia ser um baita prejuízo financeiro, e por isso meu pai decidiu que eu fosse como acompanhante, porque ele trabalhava e também porque não tava a fim de se deslocar. Pegamos o trem e viajamos por quase um dia até a cidade do falecido, e quando chegamos no hostel caímos de exaustos, quase sem nos dar boa noite. Nos deram o único quarto disponível e não nos importamos em dividir a única cama que tinha. Uma cama de casal enorme, maior que a dos meus pais. Minha mãe tinha decidido que depois do enterro ficaríamos uns dois dias para acompanhar a família e depois voltar. O enterro foi como todos os de cidade do interior, muita gente e muita confusão, muita visitas e muito trabalho. Naquele dia voltamos para o albergue quase às 11 da noite e bem cansados, mas menos que no dia anterior. Deitamos e comentamos um pouco os acontecimentos do dia até que minha mãe disse que precisávamos dormir. Depois de nos dar um beijo de boa noite, viramos de lado, de modo que nossas bundas ficaram uma de frente para a outra, a um palmo de distância. Fazia calor naquele quarto, que cheirava a mofo e abafado. Eu não estava com sono. Primeiro desabotoei a camisa do pijama e depois acabei tirando a calça. Não tinha sono, então fiquei um bom tempo de olhos abertos, olhando para o teto sem ver nada além da escuridão absoluta que reinava no quarto. Minha mãe também não conseguia dormir. Ela se virou várias vezes procurando uma posição confortável, mas, não achando, acabou se deitando de barriga para cima, como eu já estava há um tempo. Primeiro notei um movimento estranho de baixo para cima, ao qual não dei importância, mas que deduzi mais tarde ter sido causado por ela ao levantar a camisola. Logo ela se mexeu de novo, mas o que fez foi puxar o cobertor que nos cobria, e então ouvi um barulho quase imperceptível que ela fazia ao passar a mão sobre o tecido da camisola. Ela estava se acariciando os peitos e, ao mesmo tempo, enfiando o dedo na buceta com uma rapidez maior que o normal. Com certeza queria gozar o mais rápido possível, não sei se para que eu não percebesse ou porque a incomodava ter que fazer aquilo. Diante do que estava acontecendo, minhas sensações, minha imaginação, meus dezoito anos e o calor fizeram meu pau disparar e todos os meus poros se abrirem. Ela continuava naquela, soltando de vez em quando um gemido involuntário. Eu me virei para o lado dela. Ela ficou parada. Esperou antes de continuar, mas eu me mexi de novo, e ela teve que parar outra vez. De novo esperou e de novo começou seu joguinho solitário. Ela estava com tesão e já não conseguia parar. Continuou. Então eu me mexi de novo, e ela ficou imóvel. Mexi meu Mano lentamente por cima do corpo dela até encontrar o braço dela, enquanto percebi que ela prendia a respiração. Desci a mão ao longo do braço até achar a mão e procurei o dedo molhado que descansava na buceta dela. Puxei a mão dela suavemente na minha direção e, sem que ela resistisse, levei até minha boca, onde coloquei o dedo molhado para chupar devagar. Ela ficou imóvel. Soltei a mão dela e ela a retirou na hora. Ela se virou. Dessa vez, a bunda nua dela tinha ficado de frente pra minha pica e, quase sem me mexer, pude sentir. Quando ela percebeu, se afastou o pouco que conseguiu, mas eu já estava muito excitado. Passei meu braço pela cintura dela e acariciei um peito. Era flácido, e o mamilo mole, mas pra mim aquilo era quente como porra e macio como seda. Ela se virou pra mim e sussurrou:
– O que você tá fazendo, filho? – parecia assustada por ter sido pega.
– Sssshhh – eu disse, e procurei a boca dela.
Beijei os lábios apertados dela. Uma vez e outra, suavemente. Passei a língua nos lábios dela sem que ela fizesse nada. Ela tentou se afastar, mas segurei o queixo dela com força e a forcei a ficar naquela posição. Minha outra mão acariciava o peito que estava ao alcance e notei que, bem de leve, o mamilo endurecia. Continuei passando a língua nos lábios dela, esperando alguma resposta da parte dela, mas não vinha. Continuei apalpando o peito com todo cuidado, apertando suavemente até o limite de não machucar. Ela separou os lábios um pouco e soltou um suspiro, engoliu saliva. Beijei ela de novo. Ofereci minha língua de novo e notei que aqueles lábios começavam a se abrir. Puxei ela pra perto de mim e coloquei minha mão na bunda dela, movendo lentamente em círculos e deslizando o dedo superficialmente na junção das nádegas. Minha pica dura e quente encostada na barriga dela, enquanto os pelos das minhas bolas se enroscavam nos pelos da ppk dela. Fiquei um bom tempo na bunda e no peito. Ela abria a boca e deixava escapar uns gemidos leves. quase inaudível. Notei que depois ela movia a cabeça pra frente como se estivesse me procurando, mas eu me afastava pra ela não conseguir. Passei a acariciar as coxas dela de fora pra dentro, mas parava bem antes de chegar na área mais sensível, uma e outra vez, pra aumentar a excitação dela. Ela avançou a cabeça de novo e eu me afastei outra vez, os gemidos dela já tinham subido de tom. Deixei minha mão acariciar a barriga dela, ela contraiu e eu não fui além. Percebi que tava deixando ela com tesão, mas queria enlouquecê-la. Continuei com meu jogo provocador. Retomei as carícias nas coxas e passei pra parte de dentro, subindo devagar. Ela levantou a perna pra me deixar chegar, mas assim que notei que a buceta já tava escorrendo pela coxa abaixo, baixei a mão pra manter a excitação dela. A gente continuava deitado de lado, um de frente pro outro. Me aproximei e procurei a boca dela. Encontrei aberta e receptiva, meti a língua e procurei a dela sem que ela soubesse o que fazer. Explorei a boca dela com suavidade, deixando minha língua parada lá dentro até que ela se atreveu a chupar primeiro e depois lamber. Devagar, nossas línguas começaram a dançar nas nossas bocas, de uma pra outra. Meu desejo aumentava, mas ela ia muito devagar e a posição não era ideal. Desabotoei a camisola puxando a fita que fechava e comecei a lamber o peito que tava mais perto, por baixo, pelos lados e pelo contorno do mamilo, que já tava um pouco mais duro. Ela gostou. Pela respiração dela, era inegável que tava gostando. Mordi o mamilo dela e ela soltou um gritinho, na hora beijei e peguei com meus lábios, molhando, chupando e puxando pra fora com os lábios. Ela se deitou reta. Tava se oferecendo na melhor posição que ela conhecia. Dobrou os joelhos e manteve as pernas juntas, esperando pra abrir ao menor sinal de desejo da minha parte. Mas não fiz nada, nem mudei de posição. Tava decidido a fazer ela falar, mesmo que tivesse que passar a noite toda assim, e até com risco de gozar. sobre os lençóis ou nas pernas dela. Com a mão que tinha livre, acariciei o rosto dela, as orelhas, molhei meus dedos na boca dela e continuei tocando sem chegar onde ela esperava. Ela abaixou as pernas e notei que tremia. — Me dá — ouvi ela sussurrar. — Me dá. Não liguei, tava pouco me fodendo se ela gozasse, e continuei acariciando até que ela não aguentasse mais e pusesse a mão no meu pau. Ela pegou com frenesi e começou a puxar. Peguei a mão dela que tava no meu pau e abri, fui guiando devagar numa carícia enquanto, agora sim, eu ia enfiando meus dedos na buceta encharcada dela. Um movimento leve da bacia dela me convidava a ir mais fundo, mas não quis porque a mão dela tinha parado. Ela percebeu o que tava apalpando e passou os dedos de novo, agora deslizando suavemente pela cabecinha e descendo até os colhões. — Me dá — ela disse de novo, dessa vez bem audível enquanto suspirava —, pelo amor, filho, apaga esse fogo que sinto dentro de mim, pelo amor, me faz tua, não aguento mais, filho, me come, eu quero tanto!. Sem dizer nada, me deitei sobre ela, que esperava de pernas abertas. As mãos dela procuraram meu pau e levaram até o destino, onde não precisou de ajuda pra se encaixar com toda facilidade. Comecei a me mover devagar, com investidas curtas de mete e tira, que ela curtia de verdade uma por uma. Tirei o travesseiro da cabeceira e coloquei debaixo dos rins dela pra levantar o púbis e dar mais prazer. Pus o outro travesseiro no rosto dela e sussurrei no ouvido que apertasse ele se quisesse gritar pra abafar os sons. Ela obedeceu sem responder e gritou, e como gritou, gritou até gozar como acho que nunca fez. Os espasmos do orgasmo fizeram ela pular na cama igual uma possessa e bufar que nem um rinoceronte. Eu gozei dentro dela e fiquei abraçado até a respiração ofegante dela começar a se misturar com um ar normal. entrecortada, momento em que decidi recomeçar.
– O que cê tá fazendo, amor? Não terminou? – ela disse.
– Não, mãe, não terminei – respondi.
– Gostou do que eu fiz? – perguntei.
– Muito, filho, muito.
– Pois ainda não acabei de te fazer feliz, quero que você solte a puta que tem dentro de você e que goze até ficar seca. Que me dê tudo que guarda e que caia rendida de prazer. Quando sua mente quiser mais e seu corpo não aguentar, aí sim terei terminado.
Comecei a beijá-la e ela correspondeu. Eu tinha me afastado e pedi que ela se virasse para acariciá-la por trás. Peguei seus peitos e acariciei sua barriga, descendo a mão pelo púbis até enfiar os dedos em busca do clitóris. Fui massageando e notei como ele crescia. Enquanto isso, minha pica já dura pressionava a bunda dela. Ajeitei a pica entre as nádegas dela e continuei a massagem. Ela não escondia o prazer que sentia.
– Que prazer, que delícia. Ah, ah.
Empurrei a perna dela para cima e ela levantou, dócil. Me aproximei mais e minha pica se plantou na porta da buceta, de modo que, assim que ela sentiu, enfiou tudo. Comecei a meter e ela se agarrou na minha perna, puxando e acompanhando as idas e vindas da pica, que deslizava fácil. Minhas bolas batiam na entrada da gruta dela, e ela gemia e gemia. A posição não era muito confortável, então, depois de um tempo, decidi montar nela e continuar um pouco antes de agarrá-la pelos ombros e girar com força, virando sem sair de dentro dela, até que ela ficasse por cima. Então, afastei as pernas dela e a fiz sentar, para que ficasse montada em mim. Comecei a mexer a pelve e minha pica foi mais fundo. Ela começou a cavalgar, cada vez com mais entusiasmo. Peguei os peitos dela e os amassei com as palmas das mãos. Ela pulava e ofegava. A excitação dela aumentava cada vez mais. Ela bufava e tremia de gosto enquanto a bunda dela batia em mim uma e outra vez.
Abafo seus gritos de prazer, colocando as mãos no rosto e pulou para trás, gozando em meio a espasmos, ao mesmo tempo que eu. Ficamos parados por um momento, recuperando o fôlego. Não queria deixar ela esfriar e, embora também precisasse me recuperar, decidi encarar a deliciosa buceta dela. Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e, com a ajuda das mãos, abri os lábios o máximo que pude e comecei a lamber, montado sobre ela de um jeito que coloquei minha bunda na cara dela enquanto meu pau ainda gotejava no peito dela. No começo, não senti resposta aos estímulos que eu estava dando. Aos poucos, ela começou a contrair os músculos da barriga e a respirar com mais dificuldade, despertando de novo para o prazer. Ela colocou as mãos nas minhas nádegas e apertou com força. Estava começando a ficar fora de si de novo. Minha língua doía. Eu descansava e substituía por meus dedos, esfregando com força. Senti uma certa umidade no meu traseiro e calor: ela estava me dando lambidas no cu! Meu pau cresceu até empurrar um dos peitos dela, como se quisesse se cravar nele. Continuei lambendo a doce xereca, ouvindo ela gemer. — Tô com sede, meu amor — ela sussurrava. E acariciava minha cabeça. Parei minha tarefa com a língua seca e dolorida e fui beijá-la, buscando a umidade da boca dela. — Preciso beber. — Sim, querido, agora você vai beber da minha fonte quente o doce licor do prazer que, quente das minhas entranhas, guardo pra você — eu disse. Deitei perto dela, peguei pelos ombros e a levantei, depois empurrei pra baixo, levando a mão dela ao meu pau e fazendo com que ela o segurasse. — Coloca na boca e chupa devagar. Passa a língua uma e outra vez até sentir como se inunda de doçura e deixa escorrer pela sua garganta. Saboreia esse momento e sente na sua boca o que sente na sua buceta deliciosa! — falei pra ela. Ela começou a chupar e lamber com frenesi enquanto eu enfiava os dedos na xereca dela, num vai e vem que a fazia se contorcer. Gozamos. Eu na boca dela e ela entre espasmos de prazer. Ela soprava e gemia. Quando tirei meu pau da boca dela, ela tava ofegante. No escuro, me levantei e fui tateando até o banheiro. Entrei, acendi a luz, tomei um banho rápido e saí. A luz do banheiro, quando voltei, mostrou ela deitada de bruços, exausta, em cima da cama. Vi rapidamente a bunda branca e larga dela e as pernas abertas, me convidando a possuir. Na hora fiquei de pau duro e fui pra cima dela. Peguei ela pela cintura e levantei com força, fazendo ela se ajoelhar e cair pra frente. — Não aguento mais, filho. Não aguento mais. Me deixa, por favor — implorou. Não escutei. Tava cego por aquela visão rápida da bunda dela e meti por trás. A buceta já não tava tão molhada, mas não foi difícil abrir caminho até o fundo. — Já chega. Tá doendo. Te imploro. Pelo amor de Deus! Ouvir isso me excitava ainda mais, e continuei empurrando no ritmo, agarrado naquelas nádegas carnudas que apertei com força até deslizar os dedos pela fenda e chegar no cu, onde me demorei pressionando de leve com o dedo. Ela levou a mão até a minha, que tava no cuzinho apertado dela, e tentou afastar com força enquanto dizia: — Por aí não! Por aí não! Empurrei o dedo com violência, e ele abriu caminho por aquela cavidade estreita até o fundo, e depois comecei a contrair e esticar dentro dela enquanto não parava de foder a buceta. — Não, não! Aaaahhh! — gritava no travesseiro que abafava os gemidos. Ela começou a soluçar, e entre lágrimas e ofegos, gozou de novo, e eu ainda dentro dela. Caiu pra frente, esticada, e no meio de um choro desolado, implorando pra eu deixar ela, dormiu. Não demorei pra cair exausto, abraçado nela, suado e feliz. Um barulho que pensei ser chuva me acordou horas depois. Era minha mãe tomando banho. Saiu do banheiro e me sacudiu, me tirando do torpor. — Vamos, preguiçoso, que a gente vai embora! — tava de muito bom humor. — Como assim? — falei, espreguiçando. — Dormiu bem? — perguntou. — Sim, mãe. respondi eu - E você? - Fantásticamente. Mas vamos, se apressa porque temos que tomar café da manhã e ir pra estação pra não perder o trem. Não falei nada. Levantei e tomei banho num piscar de olhos e depois do café pegamos um táxi que nos levou até a estação. Minha mãe estava radiante e muito simpática. Mal conversamos durante a viagem e chegamos em casa já de noite, sem ninguém nos esperar. Ela contou que a gente tinha adiantado a volta porque tinha muita família e porque ela entendeu que não tínhamos mais o que fazer lá depois do enterro. Todo mundo concordou e o assunto morreu. Provavelmente a prudência da mamãe fez com que aquilo nunca mais se repetisse e que fosse enterrado nas nossas mentes como se nunca tivesse acontecido, mas a verdade é que aconteceu e foi delicioso. Tanto quanto foi lembrar disso agora.
– O que você tá fazendo, filho? – parecia assustada por ter sido pega.
– Sssshhh – eu disse, e procurei a boca dela.
Beijei os lábios apertados dela. Uma vez e outra, suavemente. Passei a língua nos lábios dela sem que ela fizesse nada. Ela tentou se afastar, mas segurei o queixo dela com força e a forcei a ficar naquela posição. Minha outra mão acariciava o peito que estava ao alcance e notei que, bem de leve, o mamilo endurecia. Continuei passando a língua nos lábios dela, esperando alguma resposta da parte dela, mas não vinha. Continuei apalpando o peito com todo cuidado, apertando suavemente até o limite de não machucar. Ela separou os lábios um pouco e soltou um suspiro, engoliu saliva. Beijei ela de novo. Ofereci minha língua de novo e notei que aqueles lábios começavam a se abrir. Puxei ela pra perto de mim e coloquei minha mão na bunda dela, movendo lentamente em círculos e deslizando o dedo superficialmente na junção das nádegas. Minha pica dura e quente encostada na barriga dela, enquanto os pelos das minhas bolas se enroscavam nos pelos da ppk dela. Fiquei um bom tempo na bunda e no peito. Ela abria a boca e deixava escapar uns gemidos leves. quase inaudível. Notei que depois ela movia a cabeça pra frente como se estivesse me procurando, mas eu me afastava pra ela não conseguir. Passei a acariciar as coxas dela de fora pra dentro, mas parava bem antes de chegar na área mais sensível, uma e outra vez, pra aumentar a excitação dela. Ela avançou a cabeça de novo e eu me afastei outra vez, os gemidos dela já tinham subido de tom. Deixei minha mão acariciar a barriga dela, ela contraiu e eu não fui além. Percebi que tava deixando ela com tesão, mas queria enlouquecê-la. Continuei com meu jogo provocador. Retomei as carícias nas coxas e passei pra parte de dentro, subindo devagar. Ela levantou a perna pra me deixar chegar, mas assim que notei que a buceta já tava escorrendo pela coxa abaixo, baixei a mão pra manter a excitação dela. A gente continuava deitado de lado, um de frente pro outro. Me aproximei e procurei a boca dela. Encontrei aberta e receptiva, meti a língua e procurei a dela sem que ela soubesse o que fazer. Explorei a boca dela com suavidade, deixando minha língua parada lá dentro até que ela se atreveu a chupar primeiro e depois lamber. Devagar, nossas línguas começaram a dançar nas nossas bocas, de uma pra outra. Meu desejo aumentava, mas ela ia muito devagar e a posição não era ideal. Desabotoei a camisola puxando a fita que fechava e comecei a lamber o peito que tava mais perto, por baixo, pelos lados e pelo contorno do mamilo, que já tava um pouco mais duro. Ela gostou. Pela respiração dela, era inegável que tava gostando. Mordi o mamilo dela e ela soltou um gritinho, na hora beijei e peguei com meus lábios, molhando, chupando e puxando pra fora com os lábios. Ela se deitou reta. Tava se oferecendo na melhor posição que ela conhecia. Dobrou os joelhos e manteve as pernas juntas, esperando pra abrir ao menor sinal de desejo da minha parte. Mas não fiz nada, nem mudei de posição. Tava decidido a fazer ela falar, mesmo que tivesse que passar a noite toda assim, e até com risco de gozar. sobre os lençóis ou nas pernas dela. Com a mão que tinha livre, acariciei o rosto dela, as orelhas, molhei meus dedos na boca dela e continuei tocando sem chegar onde ela esperava. Ela abaixou as pernas e notei que tremia. — Me dá — ouvi ela sussurrar. — Me dá. Não liguei, tava pouco me fodendo se ela gozasse, e continuei acariciando até que ela não aguentasse mais e pusesse a mão no meu pau. Ela pegou com frenesi e começou a puxar. Peguei a mão dela que tava no meu pau e abri, fui guiando devagar numa carícia enquanto, agora sim, eu ia enfiando meus dedos na buceta encharcada dela. Um movimento leve da bacia dela me convidava a ir mais fundo, mas não quis porque a mão dela tinha parado. Ela percebeu o que tava apalpando e passou os dedos de novo, agora deslizando suavemente pela cabecinha e descendo até os colhões. — Me dá — ela disse de novo, dessa vez bem audível enquanto suspirava —, pelo amor, filho, apaga esse fogo que sinto dentro de mim, pelo amor, me faz tua, não aguento mais, filho, me come, eu quero tanto!. Sem dizer nada, me deitei sobre ela, que esperava de pernas abertas. As mãos dela procuraram meu pau e levaram até o destino, onde não precisou de ajuda pra se encaixar com toda facilidade. Comecei a me mover devagar, com investidas curtas de mete e tira, que ela curtia de verdade uma por uma. Tirei o travesseiro da cabeceira e coloquei debaixo dos rins dela pra levantar o púbis e dar mais prazer. Pus o outro travesseiro no rosto dela e sussurrei no ouvido que apertasse ele se quisesse gritar pra abafar os sons. Ela obedeceu sem responder e gritou, e como gritou, gritou até gozar como acho que nunca fez. Os espasmos do orgasmo fizeram ela pular na cama igual uma possessa e bufar que nem um rinoceronte. Eu gozei dentro dela e fiquei abraçado até a respiração ofegante dela começar a se misturar com um ar normal. entrecortada, momento em que decidi recomeçar.
– O que cê tá fazendo, amor? Não terminou? – ela disse.
– Não, mãe, não terminei – respondi.
– Gostou do que eu fiz? – perguntei.
– Muito, filho, muito.
– Pois ainda não acabei de te fazer feliz, quero que você solte a puta que tem dentro de você e que goze até ficar seca. Que me dê tudo que guarda e que caia rendida de prazer. Quando sua mente quiser mais e seu corpo não aguentar, aí sim terei terminado.
Comecei a beijá-la e ela correspondeu. Eu tinha me afastado e pedi que ela se virasse para acariciá-la por trás. Peguei seus peitos e acariciei sua barriga, descendo a mão pelo púbis até enfiar os dedos em busca do clitóris. Fui massageando e notei como ele crescia. Enquanto isso, minha pica já dura pressionava a bunda dela. Ajeitei a pica entre as nádegas dela e continuei a massagem. Ela não escondia o prazer que sentia.
– Que prazer, que delícia. Ah, ah.
Empurrei a perna dela para cima e ela levantou, dócil. Me aproximei mais e minha pica se plantou na porta da buceta, de modo que, assim que ela sentiu, enfiou tudo. Comecei a meter e ela se agarrou na minha perna, puxando e acompanhando as idas e vindas da pica, que deslizava fácil. Minhas bolas batiam na entrada da gruta dela, e ela gemia e gemia. A posição não era muito confortável, então, depois de um tempo, decidi montar nela e continuar um pouco antes de agarrá-la pelos ombros e girar com força, virando sem sair de dentro dela, até que ela ficasse por cima. Então, afastei as pernas dela e a fiz sentar, para que ficasse montada em mim. Comecei a mexer a pelve e minha pica foi mais fundo. Ela começou a cavalgar, cada vez com mais entusiasmo. Peguei os peitos dela e os amassei com as palmas das mãos. Ela pulava e ofegava. A excitação dela aumentava cada vez mais. Ela bufava e tremia de gosto enquanto a bunda dela batia em mim uma e outra vez.
Abafo seus gritos de prazer, colocando as mãos no rosto e pulou para trás, gozando em meio a espasmos, ao mesmo tempo que eu. Ficamos parados por um momento, recuperando o fôlego. Não queria deixar ela esfriar e, embora também precisasse me recuperar, decidi encarar a deliciosa buceta dela. Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e, com a ajuda das mãos, abri os lábios o máximo que pude e comecei a lamber, montado sobre ela de um jeito que coloquei minha bunda na cara dela enquanto meu pau ainda gotejava no peito dela. No começo, não senti resposta aos estímulos que eu estava dando. Aos poucos, ela começou a contrair os músculos da barriga e a respirar com mais dificuldade, despertando de novo para o prazer. Ela colocou as mãos nas minhas nádegas e apertou com força. Estava começando a ficar fora de si de novo. Minha língua doía. Eu descansava e substituía por meus dedos, esfregando com força. Senti uma certa umidade no meu traseiro e calor: ela estava me dando lambidas no cu! Meu pau cresceu até empurrar um dos peitos dela, como se quisesse se cravar nele. Continuei lambendo a doce xereca, ouvindo ela gemer. — Tô com sede, meu amor — ela sussurrava. E acariciava minha cabeça. Parei minha tarefa com a língua seca e dolorida e fui beijá-la, buscando a umidade da boca dela. — Preciso beber. — Sim, querido, agora você vai beber da minha fonte quente o doce licor do prazer que, quente das minhas entranhas, guardo pra você — eu disse. Deitei perto dela, peguei pelos ombros e a levantei, depois empurrei pra baixo, levando a mão dela ao meu pau e fazendo com que ela o segurasse. — Coloca na boca e chupa devagar. Passa a língua uma e outra vez até sentir como se inunda de doçura e deixa escorrer pela sua garganta. Saboreia esse momento e sente na sua boca o que sente na sua buceta deliciosa! — falei pra ela. Ela começou a chupar e lamber com frenesi enquanto eu enfiava os dedos na xereca dela, num vai e vem que a fazia se contorcer. Gozamos. Eu na boca dela e ela entre espasmos de prazer. Ela soprava e gemia. Quando tirei meu pau da boca dela, ela tava ofegante. No escuro, me levantei e fui tateando até o banheiro. Entrei, acendi a luz, tomei um banho rápido e saí. A luz do banheiro, quando voltei, mostrou ela deitada de bruços, exausta, em cima da cama. Vi rapidamente a bunda branca e larga dela e as pernas abertas, me convidando a possuir. Na hora fiquei de pau duro e fui pra cima dela. Peguei ela pela cintura e levantei com força, fazendo ela se ajoelhar e cair pra frente. — Não aguento mais, filho. Não aguento mais. Me deixa, por favor — implorou. Não escutei. Tava cego por aquela visão rápida da bunda dela e meti por trás. A buceta já não tava tão molhada, mas não foi difícil abrir caminho até o fundo. — Já chega. Tá doendo. Te imploro. Pelo amor de Deus! Ouvir isso me excitava ainda mais, e continuei empurrando no ritmo, agarrado naquelas nádegas carnudas que apertei com força até deslizar os dedos pela fenda e chegar no cu, onde me demorei pressionando de leve com o dedo. Ela levou a mão até a minha, que tava no cuzinho apertado dela, e tentou afastar com força enquanto dizia: — Por aí não! Por aí não! Empurrei o dedo com violência, e ele abriu caminho por aquela cavidade estreita até o fundo, e depois comecei a contrair e esticar dentro dela enquanto não parava de foder a buceta. — Não, não! Aaaahhh! — gritava no travesseiro que abafava os gemidos. Ela começou a soluçar, e entre lágrimas e ofegos, gozou de novo, e eu ainda dentro dela. Caiu pra frente, esticada, e no meio de um choro desolado, implorando pra eu deixar ela, dormiu. Não demorei pra cair exausto, abraçado nela, suado e feliz. Um barulho que pensei ser chuva me acordou horas depois. Era minha mãe tomando banho. Saiu do banheiro e me sacudiu, me tirando do torpor. — Vamos, preguiçoso, que a gente vai embora! — tava de muito bom humor. — Como assim? — falei, espreguiçando. — Dormiu bem? — perguntou. — Sim, mãe. respondi eu - E você? - Fantásticamente. Mas vamos, se apressa porque temos que tomar café da manhã e ir pra estação pra não perder o trem. Não falei nada. Levantei e tomei banho num piscar de olhos e depois do café pegamos um táxi que nos levou até a estação. Minha mãe estava radiante e muito simpática. Mal conversamos durante a viagem e chegamos em casa já de noite, sem ninguém nos esperar. Ela contou que a gente tinha adiantado a volta porque tinha muita família e porque ela entendeu que não tínhamos mais o que fazer lá depois do enterro. Todo mundo concordou e o assunto morreu. Provavelmente a prudência da mamãe fez com que aquilo nunca mais se repetisse e que fosse enterrado nas nossas mentes como se nunca tivesse acontecido, mas a verdade é que aconteceu e foi delicioso. Tanto quanto foi lembrar disso agora.
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