Fala galera, quero compartir com vocês o que vivi com a minha mãe. Meu nome é Raul e hoje tenho 44 anos, e tive uma relação incestuosa com a minha própria mãe. Quero começar contando sobre a minha família: sou o terceiro de 4 filhos, tenho um irmão mais velho que é 8 anos mais velho que eu, depois vem uma irmã que é 4 anos mais velha, e por último minha irmã mais nova, que é 3 anos mais nova que eu. Meus pais se divorciaram quando eu tinha 12 anos, e foi a partir dos meus 15 e 16 anos que comecei a reparar mais na minha mãe. Minha mãe me teve quando tinha 28 anos, ela é uma mulher de corpo cheinho, tem 1,70m, é de pele branca (diferente de mim, que sou moreno igual ao meu pai), e o que sempre me atraiu nela foi a bunda dela — ela tem uma buceta enorme, gorda, e também uns peitões enormes. De rosto, ela é muito gostosa.
Eu já tava doido pra pegar minha mãe, e não foi até eu ter 19 anos que tudo começou. Nessa época, meus irmãos mais velhos já não moravam mais em casa: meu irmão tinha casado e já tinha a própria casa, enquanto minha irmã mais velha (Andrea) tinha ido morar com meu pai — como sempre acontece em divórcios, os filhos escolhem um lado, e nesse caso minha irmã Andrea ficou do lado do meu pai e foi morar com ele. Eu e minha irmã mais nova, que na época tinha 16 anos, ficamos morando com a nossa mãe. Naquela noite, minha irmã não estava em casa — vale dizer que minha irmã é a mais problemática de todos, mas isso eu conto depois.
Eu já tava muito obcecado pela minha mãe, já tava num ponto que não aguentava mais ver ela sem ficar de pau duro. Não conseguia sair de casa de manhã sem ver aquela bunda enorme que ela carregava, e ela nunca tinha percebido como eu olhava pra ela. Naquela tarde, aconteceu algo que me deu abertura pra fazer o que fiz: quando voltei pra casa, fiquei surpreso ao ver meu tio, irmão do meu pai, lá em casa, já que estávamos No verão e com certeza estava muito calor, eles estavam tomando cervejas no quintal de casa, com música tocando no som, e foi por isso que não ouviram quando entrei. Ao sair no quintal por um momento, pude ver que meu tio tinha uma mão por baixo da saia da minha mãe, e assim que ela me viu chegar, fez ele tirar a mão. Eu fingi que não tinha visto nada. Esse irmão do meu pai tinha fama de mulherengo, apesar de ser casado.
Eu não fiz nada a respeito. Mais tarde, à noite, ele foi embora e fiquei sozinho com minha mãe, que parecia já ter bebido um pouco mais do que o normal. Apagamos as luzes e cada um foi para seu quarto. Já passava da meia-noite e eu não conseguia dormir. Entre o calor e sabendo que minha mãe tinha dado chance pro meu tio, fiquei pensando que ela precisava de sexo. E foi aí que não aguentei mais, me levantei e fui até o quarto dela.
Consegui entrar porque minha mãe não trancava a porta. Ao entrar, ouvi que ela já estava dormindo. Me aproximei devagar, sentei na cama dela e coloquei minha mão por baixo do lençol, direto nas pernas dela, e comecei a tocar. Aos poucos fui subindo até pegar na bunda dela. Quanto mais eu tocava, mais minha excitação aumentava, até que de repente ela acordou.
M - O que você tá fazendo?
Y - É que não consigo dormir, tô muito excitado.
M - Sim, mas o que você tá fazendo me tocando? Tira a mão e vai pro seu quarto.
Y - Já te falei, tô muito excitado.
M - Então vai pro seu quarto se masturbar.
Y - Isso já não adianta mais, quero você.
Nesse momento, me deitei ao lado dela e continuei tocando as pernas dela. Ela virou de costas pra mim, então comecei a pegar na bunda dela. Ela pegava minha mão e tirava.
M - Raul, não sei o que você tem, mas se não sair agora, vou contar pra todo mundo o que você tá fazendo comigo.
Y - Então vou contar o que meu tio tava fazendo com você. Acha que não vi?
M - Não rolou nada com seu tio.
Y - Isso não foi nada? o que vi.
Minha mãe voltou a ficar de barriga pra cima.
M – Se quiser, pode me tocar à vontade, bate uma e vaza do meu quarto.
Y – Já te falei que isso não adianta.
M – Então o que você quer?
Y – Quero te penetrar.
M – Você é doente, sou sua mãe.
Y – É isso que me excita.
Falando isso, comecei a tirar a calcinha dela e me posicionei entre as pernas dela. Tirei o short que tava vestindo junto com a cueca e aí, lá estava eu, com uma ereção da porra, prestes a penetrar minha mãe. Me inclinei pra tentar beijar ela, mas ela virou o rosto.
M – Faz o que tem que fazer e acaba logo.
Já não dava mais pra esperar, me ajeitei entre as pernas dela pronto pra meter. Como tava escuro, não conseguia ver nada, então usei a mão pra tatear o caminho até sentir a buceta dela. Tava quente e já meio molhada. Peguei meu pau com a outra mão e enfiei tudo de uma vez. Naquele momento, não tinha mais volta. Comecei o vai e vem, não tinha certeza se minha mãe tava gostando, porque ela não soltava nenhum gemido. O que eu consegui ver é que ela continuava olhando pro lado, de olhos fechados e mordendo os lábios, como se tentasse abafar qualquer som que pudesse sair da boca dela. Segui na foda até não aguentar mais e gozei fora dela. Não falei nada, só desci da cama, peguei minha roupa e saí do quarto dela. Quando saí, minha mãe trancou a porta e eu fui pro meu quarto.
Essa primeira vez não foi como eu queria. Em alguns momentos, me senti culpado e até preocupado, mas depois, vendo no que isso resultou, não me arrependo de ter feito.
Espero que tenham gostado e que continuem acompanhando meus relatos. Só pra deixar claro, isso aconteceu há 25 anos. Hoje sou casado, minha mãe também é casada há 10 anos, e ainda transamos de vez em quando, mas não com tanta frequência porque não moramos na mesma cidade. O que veio depois com minha mãe, acho que não pude sentir com outra mulher, foi único e muito maravilhoso.
Eu já tava doido pra pegar minha mãe, e não foi até eu ter 19 anos que tudo começou. Nessa época, meus irmãos mais velhos já não moravam mais em casa: meu irmão tinha casado e já tinha a própria casa, enquanto minha irmã mais velha (Andrea) tinha ido morar com meu pai — como sempre acontece em divórcios, os filhos escolhem um lado, e nesse caso minha irmã Andrea ficou do lado do meu pai e foi morar com ele. Eu e minha irmã mais nova, que na época tinha 16 anos, ficamos morando com a nossa mãe. Naquela noite, minha irmã não estava em casa — vale dizer que minha irmã é a mais problemática de todos, mas isso eu conto depois.
Eu já tava muito obcecado pela minha mãe, já tava num ponto que não aguentava mais ver ela sem ficar de pau duro. Não conseguia sair de casa de manhã sem ver aquela bunda enorme que ela carregava, e ela nunca tinha percebido como eu olhava pra ela. Naquela tarde, aconteceu algo que me deu abertura pra fazer o que fiz: quando voltei pra casa, fiquei surpreso ao ver meu tio, irmão do meu pai, lá em casa, já que estávamos No verão e com certeza estava muito calor, eles estavam tomando cervejas no quintal de casa, com música tocando no som, e foi por isso que não ouviram quando entrei. Ao sair no quintal por um momento, pude ver que meu tio tinha uma mão por baixo da saia da minha mãe, e assim que ela me viu chegar, fez ele tirar a mão. Eu fingi que não tinha visto nada. Esse irmão do meu pai tinha fama de mulherengo, apesar de ser casado.
Eu não fiz nada a respeito. Mais tarde, à noite, ele foi embora e fiquei sozinho com minha mãe, que parecia já ter bebido um pouco mais do que o normal. Apagamos as luzes e cada um foi para seu quarto. Já passava da meia-noite e eu não conseguia dormir. Entre o calor e sabendo que minha mãe tinha dado chance pro meu tio, fiquei pensando que ela precisava de sexo. E foi aí que não aguentei mais, me levantei e fui até o quarto dela.
Consegui entrar porque minha mãe não trancava a porta. Ao entrar, ouvi que ela já estava dormindo. Me aproximei devagar, sentei na cama dela e coloquei minha mão por baixo do lençol, direto nas pernas dela, e comecei a tocar. Aos poucos fui subindo até pegar na bunda dela. Quanto mais eu tocava, mais minha excitação aumentava, até que de repente ela acordou.
M - O que você tá fazendo?
Y - É que não consigo dormir, tô muito excitado.
M - Sim, mas o que você tá fazendo me tocando? Tira a mão e vai pro seu quarto.
Y - Já te falei, tô muito excitado.
M - Então vai pro seu quarto se masturbar.
Y - Isso já não adianta mais, quero você.
Nesse momento, me deitei ao lado dela e continuei tocando as pernas dela. Ela virou de costas pra mim, então comecei a pegar na bunda dela. Ela pegava minha mão e tirava.
M - Raul, não sei o que você tem, mas se não sair agora, vou contar pra todo mundo o que você tá fazendo comigo.
Y - Então vou contar o que meu tio tava fazendo com você. Acha que não vi?
M - Não rolou nada com seu tio.
Y - Isso não foi nada? o que vi.
Minha mãe voltou a ficar de barriga pra cima.
M – Se quiser, pode me tocar à vontade, bate uma e vaza do meu quarto.
Y – Já te falei que isso não adianta.
M – Então o que você quer?
Y – Quero te penetrar.
M – Você é doente, sou sua mãe.
Y – É isso que me excita.
Falando isso, comecei a tirar a calcinha dela e me posicionei entre as pernas dela. Tirei o short que tava vestindo junto com a cueca e aí, lá estava eu, com uma ereção da porra, prestes a penetrar minha mãe. Me inclinei pra tentar beijar ela, mas ela virou o rosto.
M – Faz o que tem que fazer e acaba logo.
Já não dava mais pra esperar, me ajeitei entre as pernas dela pronto pra meter. Como tava escuro, não conseguia ver nada, então usei a mão pra tatear o caminho até sentir a buceta dela. Tava quente e já meio molhada. Peguei meu pau com a outra mão e enfiei tudo de uma vez. Naquele momento, não tinha mais volta. Comecei o vai e vem, não tinha certeza se minha mãe tava gostando, porque ela não soltava nenhum gemido. O que eu consegui ver é que ela continuava olhando pro lado, de olhos fechados e mordendo os lábios, como se tentasse abafar qualquer som que pudesse sair da boca dela. Segui na foda até não aguentar mais e gozei fora dela. Não falei nada, só desci da cama, peguei minha roupa e saí do quarto dela. Quando saí, minha mãe trancou a porta e eu fui pro meu quarto.
Essa primeira vez não foi como eu queria. Em alguns momentos, me senti culpado e até preocupado, mas depois, vendo no que isso resultou, não me arrependo de ter feito.
Espero que tenham gostado e que continuem acompanhando meus relatos. Só pra deixar claro, isso aconteceu há 25 anos. Hoje sou casado, minha mãe também é casada há 10 anos, e ainda transamos de vez em quando, mas não com tanta frequência porque não moramos na mesma cidade. O que veio depois com minha mãe, acho que não pude sentir com outra mulher, foi único e muito maravilhoso.
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