Mis inicios como maestro en un pueblo

Bom, como já leram no título, sou um professor que há poucos meses entrou no serviço e, como acontece com os professores novos, fomos designados para escolas que ficam longe de onde moramos. No meu caso foi assim: cheguei a uma escola bem pequena, com apenas duas salas e pouquíssimas crianças, embora eu não fosse o único na escola, já que também havia uma professora que já estava lá há um ano. Quando cheguei pela primeira vez na comunidade, gostei porque me pareceu muito tranquila e as pessoas me disseram que, no geral, sempre era assim, sem perigo algum como roubos ou situações que pudessem me colocar em risco. Esqueci de mencionar que não sou muito alto, tenho pele branca, gosto muito de treinar, correr e me vestir bem, e no geral sou bonito, além de ser muito jovem, já que não passei dos 25 anos. Bom, com essa breve descrição física, vou contar o que vivi na primeira semana. Tive um primeiro, digamos, inconveniente, já que, por ser uma comunidade longe da minha casa, eu pensava em ficar na escola para viver, basicamente, já que é impossível para mim viajar ou ficar em alguma comunidade próxima, pois sairia mais caro viajar. Essa era minha ideia: ficar na escola. O que eu não contava era que a professora que já estava na comunidade ficava em uma sala da escola, praticamente vivia na escola. Ela já estava bem instalada lá com todas as suas coisas, e era malvisto que duas pessoas ficassem ali na escola. Nos primeiros dias, dormi na outra sala, mas era desconfortável, já que não tinha pelo menos um colchão, só tinha um colchão inflável que me emprestaram. Os dias foram passando e fiquei amigo dos pais dos alunos, conversando com eles. Comentei que se não tinham algum quarto para alugar para que eu pudesse ficar lá, e me disseram que, infelizmente, ninguém tinha. Fiquei um pouco desanimado, mas sabia que me acostumaria com minha vida na escola. Quanto à minha relação com minha colega... desde que cheguei, ela me recebeu muito bem e era super simpática. os dias foram passando e, conversando com a mãe de uma das minhas alunas, ela comentou que tinha ouvido que eu tinha perguntado se alguém poderia me alugar um quarto. ela, muito gentilmente, me disse que eu podia ficar na casa dela, já que tinha um quarto extra onde eu poderia ficar pra me sentir mais confortável. não pensei muito e fui pra casa dela. primeiro, comentei com minha colega professora sobre isso e notei que ela ficou meio em desacordo, já que me falou que os outros pais poderiam ver mal eu ficar na casa dessa senhora. mas não liguei e peguei minhas malas pra casa da senhora. ao chegar, pude notar que era uma casa muito bonita, não era muito grande, mas tinha um quintal grande com muitas árvores frutíferas, o que me deixou muito alegre e agradecido com essa mãe de família. bom, ela me mostrou o quarto, arrumei minhas coisas e me instalei.

os dias foram passando e alguns pais me perguntavam por que eu tinha mudado, mas não dei muita bola. conforme os dias iam, conversando com a senhora, ela me contou que trabalhava numa loja em outra comunidade e sempre chegava em casa por volta das 4 da tarde. ela me falou que era solteira há alguns anos. não vou dizer o nome real dela, mas vou chamá-la de Catia. ela era morena, mais baixa que eu, tinha dois filhos: um no ensino médio e uma menina pra quem eu dava aula. no geral, ela era atraente, dava pra notar uns peitões, além de ser muito paqueradora comigo. conforme os dias foram passando, ela principalmente começou a ganhar mais confiança, entrava no meu quarto quando eu tava lá dentro sem avisar, aproveitava qualquer oportunidade pra tocar nas minhas mãos, no meu peito, já que eu gostava muito de malhar e ela fazia questão de me elogiar. óbvio que eu já sabia as intenções dela, porque não era normal essa atitude que ela tava tendo comigo. na casa éramos 4 pessoas: Catia, os dois filhos dela e eu. como a casa era pequena, não sei se ela fazia de propósito ou eram situações que aconteciam por acidente, já que em várias ocasiões pude vê-la semidesnuda. Nas primeiras vezes, Catia aparecia com um roupão um pouco transparente e, óbvio, dava pra ver os seios, o bumbum, tudo. Além disso, ela passava bem colada em mim e eu, claro, também aproveitava para esfregar meu pau nela, haha. Em outro momento, já era de noite e pude escutar como se alguém estivesse tomando banho lá fora. Não achei estranho, já que o banheiro dela ficava do lado de fora da casa e, como disse antes, o quintal era bem grande e as outras casas ficavam um pouco afastadas, então não dava pra ver nada. Bom, ao sair no quintal, passei pelo banheiro dela e qual foi minha surpresa ao vê-la tomando banho, sim, mas com a porta aberta! Eu rapidamente virei de costas e me desculpei, disse que não sabia que estava aberta. Ela riu e disse para eu não me desculpar. Então, sem mais, ela me chamou com voz baixa, já que os filhos estavam dentro de casa. Ela me chamou de novo e eu me aproximei, mas pelo lado do banheiro para não vê-la, e perguntei se ela queria algo. Ela disse que sim, que eu passasse uma toalha que estava na frente do banheiro, já que tinha vergonha de sair nua. Então eu passei a toalha e, quando ela pegou, não só pegou a toalha como também agarrou meu braço e me disse em voz baixa para olhar para ela e perguntou se eu a achava atraente. Eu fiquei um pouco sem graça porque não esperava por aquilo, mas a situação me pareceu muito excitante, então fiquei com muito tesão rápido e disse que ela estava espetacular. Ela tinha uns seios meio grandes, a buceta era meio peluda e o bumbum estava muito bom. Perguntei se podia tocar e ela disse que sim, com um sorriso. Toquei os seios dela e foi muito excitante. Depois toquei sua buceta e ela deu um pequeno gemido, o que me deixou ainda mais excitado. Comecei a tocar mais rápido o clitóris e enfiei dois dedos. Tudo estava acontecendo muito rápido. Fiquei um tempo enfiando os dedos, depois me abaixei e quis fazer sexo oral nela. Só que ela resistiu um pouco, mas afastei as mãos dela e comecei a fazer sexo oral. Oral não foi muito longe, já que ela me disse que queria chupar meu pau e quando puxou para fora ficou surpresa ao ver, já que tenho um pau bem grande. Ela agarrou com as duas mãos e começou a dar beijinhos nele hahah. Justo quando estava ficando interessante, a filha dela gritou de dentro de casa: "MÃE!". Ao ouvir o grito, me assustei e me afastei dela, pois percebi que ela estava se aproximando rápido. Corri para me esconder e, de fato, a menina foi ao banheiro onde a Catia estava e disse: "Mãe, já estou com fome, anda logo!". Ela respondeu: "Sim, filha, já estou quase terminando" e entrou em casa. Pouco depois, o filho dela saiu, mas não me viu. Tive que deixar pra lá por enquanto. Naquela noite, durante o jantar, ela me olhava e dava risada, mas não houve mais oportunidade de fazer nada. Fiquei com muita vontade de comer ela naquele momento. Esta é a primeira parte do relato. Peço desculpas se não deu para entender bem em algumas partes ou se cometi algum erro ao escrever.

4 comentários - Mis inicios como maestro en un pueblo

Muy buen relato, me gustó mucho, espero la continuación
Bueno el relato, pero para ser un educador... te faltan comas ( , ) .