Bom dia, galera. Essa é uma refilmagem do meu primeiro relato e da minha primeira vez (já deletado) — adicionei detalhes que não tinha colocado antes e tirei outras coisas desnecessárias. Espero que gostem.
Quando eu era mais novo e virgem, achando que era 100% hétero, um dia me deparei em sites pornô com um vídeo de uma transexual. Ela era muito gostosa, quase não tinha peitos, mas mesmo assim me pareceu super excitante. Continuei procurando mais e mais vídeos para me masturbar. Comecei a explorar meu próprio corpo e a masturbação anal era uma delícia.
Uma noite, encontrei um site com anúncios sexuais de todo tipo: gay, hétero, transexual, entre outros. Por curiosidade, explorei a página e encontrei, entre várias minas, uma que me chamou a atenção — uma garota cujo nome já não lembro mais. Entre nervosismo e tesão, entrei em contato com ela, mas era só pra fazer um oral e, se eu me animasse, talvez algo mais.
No dia seguinte, depois do trampo, fui pra casa onde ela estava. Quando cheguei, ela tava de camiseta curta e só de fio dental. Não teve muita conversa, e eu fiz o que tinha que fazer. Ela tirou o fio dental, e eu peguei o pau dela com as mãos. Devagar, chupei ele por vários minutos até ela gozar. Depois disso, não rolou mais nada, porque eu não me sentia seguro pra transar com ela, então vazei. Hoje tenho que admitir que realmente adorei chupar aquele pau.
Meses depois, numa noite de muito tesão de novo, encontrei num anúncio a Maria Fernanda, mais conhecida como Mafer. O que mais me atraiu foi que no anúncio ela dizia ser expert em iniciantes, além daquelas tetonas e daquele bundão que ela tem. E o pau dela não era tão grande quanto o de outras minas. Deixo umas fotos recentes dela aqui.

Naquele dia eu estava muito nervoso. Já tinha falado com ela pelo WhatsApp e contado toda a minha situação. Ela, muito querida e gentil, me entendeu e me deu o voto de confiança dela pra que a experiência fosse a mais prazerosa possível. Demorei um pouco pra chegar porque nunca tinha estado naquela parte da cidade. Ela me guiou com muita paciência e, quando cheguei, me recebeu com um macaquinho de lycra que ia dos peitos dela até a bunda, que mal conseguia cobrir.
Ela percebeu o quanto eu estava nervoso, me levou até a cama e pediu pra eu sentar. De uma geladeirinha que ela tinha, tirou umas cervejas. Nós dois bebemos e conversamos um pouco, o que me fez relaxar. Era muito difícil tirar os olhos dos peitos dela. Sempre que ela percebia meu olhar, ria.
Em algum momento da conversa, Mafe começou a passar a mão na minha perna, massageando de leve. E, conforme ela me via mais relaxado, aproximava a mão da minha virilha e encostava o corpo dela no meu.
Entre risadas, finalmente começamos a nos beijar, devagar. Ela, tomando o controle, me fez deitar na cama e subiu em cima de mim com a bunda dela na minha virilha, que já começava a despertar. Foram vários minutos de beijos e carícias. Da minha parte, já estava bem relaxado e peguei confiança quando, por conta própria, levei as mãos até a bunda dela, apertando e massageando de leve. Mafe levantou o macaquinho e levou uma das minhas mãos direto pra calcinha fio dental dela, onde o pinto dela, meio tímido, ainda estava dormindo. Com delicadeza, eu apertava. Enfiei a mão na calcinha dela e, com massagens leves, ele foi ficando bem duro, igual ao meu.
Tirando o rosto do meu e me olhando de cima, Mafe tirou o macaquinho completamente e, com as mãos, acariciou o corpo todo de cima pra baixo, terminando com uns massagens leves no pinto lindo dela. Me deu um sorriso e depois se levantou. Pegou na minha mão pra me ajudar a levantar e nos beijamos de novo. Mafe sentou na cama e, com a voz... Delicada me disse: "Vem, vou te ensinar como fazer sexo oral".
Me ajoelhei na frente dela, segui cada instrução dela. Primeiro, peguei o pau dela com as mãos e, enquanto acariciava, olhei direto nos olhos dela. Segundo, sem tirar os olhos dos dela, lentamente aproximei minha boca do pau dela e beijei suavemente. Terceiro, com a mão, mantive o pau dela colado no corpo dela e, ainda segurando o olhar, comecei a lamber os ovos dela.
Fiquei surpreso e feliz ao ver como os ovos dela, perfeitamente depilados, estavam super molhados com minha saliva, porque, quando fico muito nervoso, minha garganta e boca secam completamente.
A Mafe tinha a mão direita na minha cabeça e me mandou colocar o pau dela na minha boca. Junto com os conselhos dela — lamber de cima pra baixo, usar a língua quando tiver dentro, usar a mão junto com a boca pra aumentar o prazer — faziam ela mexer o corpo devagar e gemer baixinho.
O pau dela entrava e saía da minha boca, totalmente molhado de saliva, e cada chupada que eu dava me deixava um pouco melhor no que tava fazendo. A Mafe pede pra eu parar, nós dois ficamos de pé e nos beijamos. Ela me jogou na cama e, com a boca dela, sem demora, começou a chupar meu pau. Ela fazia isso de um jeito impressionante, nunca tinha sentido algo assim. A língua dela rodeava meu pau quando tava dentro, fazia garganta profunda sem problema nenhum e, ao mesmo tempo, brincava com meus ovos com a boca.
Eu sentia os dedos dela brincando com delicadeza no meu cu, a saliva que escorria da boca dela usava pra massagear o buraco e, lentamente, enfiava os dedos, começando com 1, depois 2 e finalmente 3. O prazer que eu sentia era inimaginável, meu pau tava ardendo e pulsando de tão duro que tava, e meu coração batia a mil por hora. Ela percebeu o que tava rolando e parou. Se aproximou de novo da minha boca e nos beijamos enquanto a mão dela massageava meu pau molhado.
No meu ouvido, ela sussurrou: "Chegou a hora de você perder a virgindade". Ela se levantou e, da bolsa dela, tirou camisinhas e lubrificante. Colocou os dois nela. Pau e também no meu cu, ele enfiou os dedos cheios de lubrificante dentro de mim e por uns minutos ficou enfiando e tirando pra me abrir. De leve, com a ajuda das mãos, começou a meter o pau dele, primeiro a ponta e bem devagar o resto. A sensação era indescritível, uma mistura de dor e prazer me tomava.
Quando começou a mexer a cintura, pegou no meu pau com uma das mãos pra aumentar o tesão, rapidamente me acostumei com ele e cada movimento que fazia eu gostava mais. O que eu sentia naquele momento não dava pra comparar com nada, a Mafe sempre cuidadosa fazia questão de nós dois aproveitarmos, mas de repente parou. E com um olhar safado me disse pra eu meter nela.
Ela chegou perto de mim, colocou a camisinha com lubrificante e sentou em cima de mim, devagar meu pau entrou no cu dela até ficar tudo dentro. A pressão que meu pau sentia no cu dela era maravilhosa, não tem comparação com punheta. A Mafe tava no controle o tempo todo, guiava minhas mãos pros peitos dela, que eu apertava e beliscava os bicos.
Resolvi tomar a iniciativa um pouco e com a mão peguei no pau dela, comecei a bater uma rápida fazendo ela gemer alto, sem perceber gozei, derramando toda a porra dentro da camisinha enquanto meu corpo se contorcia de prazer, ela também gozou em cima de mim, quando parou tirou a camisinha e lambeu o leite que tinha ficado no meu pau, igualzinho na minha barriga e peito. Não teve vergonha e também lambeu meus mamilos.
No final, nós dois na cama abraçados, agradeci por uma experiência tão incrível porque ela tinha cumprido a promessa, me tratou do melhor jeito. Nunca vou esquecer a Mafe, minha primeira vez.
Quando eu era mais novo e virgem, achando que era 100% hétero, um dia me deparei em sites pornô com um vídeo de uma transexual. Ela era muito gostosa, quase não tinha peitos, mas mesmo assim me pareceu super excitante. Continuei procurando mais e mais vídeos para me masturbar. Comecei a explorar meu próprio corpo e a masturbação anal era uma delícia.
Uma noite, encontrei um site com anúncios sexuais de todo tipo: gay, hétero, transexual, entre outros. Por curiosidade, explorei a página e encontrei, entre várias minas, uma que me chamou a atenção — uma garota cujo nome já não lembro mais. Entre nervosismo e tesão, entrei em contato com ela, mas era só pra fazer um oral e, se eu me animasse, talvez algo mais.
No dia seguinte, depois do trampo, fui pra casa onde ela estava. Quando cheguei, ela tava de camiseta curta e só de fio dental. Não teve muita conversa, e eu fiz o que tinha que fazer. Ela tirou o fio dental, e eu peguei o pau dela com as mãos. Devagar, chupei ele por vários minutos até ela gozar. Depois disso, não rolou mais nada, porque eu não me sentia seguro pra transar com ela, então vazei. Hoje tenho que admitir que realmente adorei chupar aquele pau.
Meses depois, numa noite de muito tesão de novo, encontrei num anúncio a Maria Fernanda, mais conhecida como Mafer. O que mais me atraiu foi que no anúncio ela dizia ser expert em iniciantes, além daquelas tetonas e daquele bundão que ela tem. E o pau dela não era tão grande quanto o de outras minas. Deixo umas fotos recentes dela aqui.


Naquele dia eu estava muito nervoso. Já tinha falado com ela pelo WhatsApp e contado toda a minha situação. Ela, muito querida e gentil, me entendeu e me deu o voto de confiança dela pra que a experiência fosse a mais prazerosa possível. Demorei um pouco pra chegar porque nunca tinha estado naquela parte da cidade. Ela me guiou com muita paciência e, quando cheguei, me recebeu com um macaquinho de lycra que ia dos peitos dela até a bunda, que mal conseguia cobrir.Ela percebeu o quanto eu estava nervoso, me levou até a cama e pediu pra eu sentar. De uma geladeirinha que ela tinha, tirou umas cervejas. Nós dois bebemos e conversamos um pouco, o que me fez relaxar. Era muito difícil tirar os olhos dos peitos dela. Sempre que ela percebia meu olhar, ria.
Em algum momento da conversa, Mafe começou a passar a mão na minha perna, massageando de leve. E, conforme ela me via mais relaxado, aproximava a mão da minha virilha e encostava o corpo dela no meu.
Entre risadas, finalmente começamos a nos beijar, devagar. Ela, tomando o controle, me fez deitar na cama e subiu em cima de mim com a bunda dela na minha virilha, que já começava a despertar. Foram vários minutos de beijos e carícias. Da minha parte, já estava bem relaxado e peguei confiança quando, por conta própria, levei as mãos até a bunda dela, apertando e massageando de leve. Mafe levantou o macaquinho e levou uma das minhas mãos direto pra calcinha fio dental dela, onde o pinto dela, meio tímido, ainda estava dormindo. Com delicadeza, eu apertava. Enfiei a mão na calcinha dela e, com massagens leves, ele foi ficando bem duro, igual ao meu.
Tirando o rosto do meu e me olhando de cima, Mafe tirou o macaquinho completamente e, com as mãos, acariciou o corpo todo de cima pra baixo, terminando com uns massagens leves no pinto lindo dela. Me deu um sorriso e depois se levantou. Pegou na minha mão pra me ajudar a levantar e nos beijamos de novo. Mafe sentou na cama e, com a voz... Delicada me disse: "Vem, vou te ensinar como fazer sexo oral".
Me ajoelhei na frente dela, segui cada instrução dela. Primeiro, peguei o pau dela com as mãos e, enquanto acariciava, olhei direto nos olhos dela. Segundo, sem tirar os olhos dos dela, lentamente aproximei minha boca do pau dela e beijei suavemente. Terceiro, com a mão, mantive o pau dela colado no corpo dela e, ainda segurando o olhar, comecei a lamber os ovos dela.
Fiquei surpreso e feliz ao ver como os ovos dela, perfeitamente depilados, estavam super molhados com minha saliva, porque, quando fico muito nervoso, minha garganta e boca secam completamente.
A Mafe tinha a mão direita na minha cabeça e me mandou colocar o pau dela na minha boca. Junto com os conselhos dela — lamber de cima pra baixo, usar a língua quando tiver dentro, usar a mão junto com a boca pra aumentar o prazer — faziam ela mexer o corpo devagar e gemer baixinho.
O pau dela entrava e saía da minha boca, totalmente molhado de saliva, e cada chupada que eu dava me deixava um pouco melhor no que tava fazendo. A Mafe pede pra eu parar, nós dois ficamos de pé e nos beijamos. Ela me jogou na cama e, com a boca dela, sem demora, começou a chupar meu pau. Ela fazia isso de um jeito impressionante, nunca tinha sentido algo assim. A língua dela rodeava meu pau quando tava dentro, fazia garganta profunda sem problema nenhum e, ao mesmo tempo, brincava com meus ovos com a boca.
Eu sentia os dedos dela brincando com delicadeza no meu cu, a saliva que escorria da boca dela usava pra massagear o buraco e, lentamente, enfiava os dedos, começando com 1, depois 2 e finalmente 3. O prazer que eu sentia era inimaginável, meu pau tava ardendo e pulsando de tão duro que tava, e meu coração batia a mil por hora. Ela percebeu o que tava rolando e parou. Se aproximou de novo da minha boca e nos beijamos enquanto a mão dela massageava meu pau molhado.
No meu ouvido, ela sussurrou: "Chegou a hora de você perder a virgindade". Ela se levantou e, da bolsa dela, tirou camisinhas e lubrificante. Colocou os dois nela. Pau e também no meu cu, ele enfiou os dedos cheios de lubrificante dentro de mim e por uns minutos ficou enfiando e tirando pra me abrir. De leve, com a ajuda das mãos, começou a meter o pau dele, primeiro a ponta e bem devagar o resto. A sensação era indescritível, uma mistura de dor e prazer me tomava.
Quando começou a mexer a cintura, pegou no meu pau com uma das mãos pra aumentar o tesão, rapidamente me acostumei com ele e cada movimento que fazia eu gostava mais. O que eu sentia naquele momento não dava pra comparar com nada, a Mafe sempre cuidadosa fazia questão de nós dois aproveitarmos, mas de repente parou. E com um olhar safado me disse pra eu meter nela.
Ela chegou perto de mim, colocou a camisinha com lubrificante e sentou em cima de mim, devagar meu pau entrou no cu dela até ficar tudo dentro. A pressão que meu pau sentia no cu dela era maravilhosa, não tem comparação com punheta. A Mafe tava no controle o tempo todo, guiava minhas mãos pros peitos dela, que eu apertava e beliscava os bicos.
Resolvi tomar a iniciativa um pouco e com a mão peguei no pau dela, comecei a bater uma rápida fazendo ela gemer alto, sem perceber gozei, derramando toda a porra dentro da camisinha enquanto meu corpo se contorcia de prazer, ela também gozou em cima de mim, quando parou tirou a camisinha e lambeu o leite que tinha ficado no meu pau, igualzinho na minha barriga e peito. Não teve vergonha e também lambeu meus mamilos.
No final, nós dois na cama abraçados, agradeci por uma experiência tão incrível porque ela tinha cumprido a promessa, me tratou do melhor jeito. Nunca vou esquecer a Mafe, minha primeira vez.
3 comentários - Meu Primeiro Anal (Shemale) Remake
Me alegra que hayas vuelto a escribir relatos (aunque sean reediciones de post antigüos).