Mi primera vez tomando lechita

Meu nome é Kevin, tudo começou quando eu fiz ** anos, meus pais tinham me comprado meu primeiro celular com internet, eu tava muito empolgado e no dia seguinte levei ele pra escola. Já na escola, mostrei pro meu melhor amigo, Nicolas, meu celular novo.
Eu – E aí, Nico, olha o celular que meus pais me deram.
N – Da hora! Mas, já usou pra ver porno?
Eu fiquei confuso, não sabia o que era aquilo, e parecia que o Nico percebeu minha confusão.
N – VOCÊ NÃO SABE O QUE É PORNO!!!
Ele gritou tão alto que a sala inteira começou a olhar pra gente. Eu fiquei envergonhado, sempre fui tímido, ao contrário do Nicolas, que era bem extrovertido e parecia não ter vergonha na cara.
As horas passaram e quando a gente tava saindo da escola pra voltar pra casa, o Nico me chamou e me convidou pra ir na casa dele, disse que ia me mostrar o que era porno. Quando cheguei na casa dele, cumprimentamos a mãe dele e subimos pro quarto. A gente sentou na frente do computador, ele numa cadeira e eu noutra, mas como ele tinha ligado os fones de ouvido e era só um pra nós dois, a gente tava bem coladinho um no outro.
Ele colocou um vídeo muito estranho, era de uma mina e um cara brincando com pouca roupa, não sei por que tinha tanta fascinação por aquilo. De repente, eles começaram a tirar toda a roupa. Não tava me causando nada, a única coisa que eu sentia era um formigamento no meu pintinho quando via o homem fazendo coisas com aquela mulher. Virei pra olhar pro Nico, vi que ele tava com uma cara estranha, na hora eu não saberia descrever, mas olhando com mais detalhes vi o amiguinho dele, tava pra fora, mas o estranho é que tava tão duro. Não sei por que, mas quando vi o amiguinho dele, o meu começou a doer.
Quis chamar a atenção dele, mas ele tava tão concentrado esfregando o pau que não tive outra escolha a não ser parar ele. Como eu fiz? Colocando minhas mãos sobre as dele. Ele virou pra me olhar, o que eu não esperava é que ele parecesse tão puto.
N – QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO, BURRO!!!! TAVA QUASE GOZANDO.
Eu – De de desculpa.
N – DESCULPA NADA, AGORA VAI. COMO VOU TERMINAR? Eu-eu pu-posso ajudar você com isso. Ele me viu confuso, não sabia o que ele queria dizer com aquilo. Eu também não, pra ser sincera, só comecei a esfregar o pau dele igual ele tava fazendo até eu interromper. Ele parecia confuso, mas não me parou e disse:
N—Você tem as mãos muito macias, gostei.
Eu—Valeu, passo creme todo dia antes de dormir.
N—Então você gosta de passar creminho nas mãos?
Eu—Não só nas mãos, passo creminho no corpo inteiro.
Dava pra ver que minhas palavras esquentaram ele, porque ele tinha gozado e encheu minha mão de porra.

Eu, sem saber o que era aquilo na hora, fiquei curiosa, era tão pegajoso e grosso. No começo achei que era xixi, mas depois descartei a ideia porque era muito diferente da urina. Curiosa, enfiei os dedos na boca e comecei a provar aquele líquido. Nicolau me olhou surpreso, mas quase na hora, um sorriso se formou no rosto dele.
N—Gostou? É gostoso meu gozo?
Eu—Mmmmm, tem um gosto meio estranho, e não sabia que a gente podia dar gozo.
N—Haha, sim, a gente pode, mas não um gozo qualquer, esse gozo é mais gostoso se for tirado direto de onde sai.

Eu, intrigada e curiosa pra ver quão gostoso podia ser o gozo dele, comecei a lamber o pau dele. O gosto não tinha mudado, mas estar tão perto me deixou sentir o cheiro, e não sei por quê, mas passei de lamber a chupar. Não sabia o motivo, simplesmente precisava daquilo. Quando comecei a chupar o pau dele, ele endureceu de novo, o que facilitou pra eu chupar. Depois de um tempo chupando, ele soltou aquele líquido de novo, mas dessa vez foi direto na minha garganta, e não sei por quê, mas parecia mais gostoso assim.
N—Siim, que delícia você chupou, gostou mais do gozo direto do meu pau?
Eu—Sim, é mais gostoso.
N—Que bom que você gostou, porque a partir de agora você vai poder ter ele sempre que quiser.

Eu tava feliz, tinha amado o gozo dele, mas fiquei curiosa: será que eu também podia dar?
Eu—Ei, Nico, cê acha que eu também consigo dar? Porra, meu pau é bem menor que o seu e não sei se serve. N— Sério, deixa eu ver e te falo. Eu tirei o short e a cueca, mostrando meu pau que tinha ficado duro quando comecei a chupar o do Nico. Ao ver meu pau, ele deu uma risadinha e falou. N— Kkkk, é pequeno mesmo, quantos centímetros tem isso, uns 8cm? Mas relaxa, ainda vai conseguir dar cum, embora não sei se você merece. Eu, com a confusão estampada na cara, Nico passou a explicar que cum era sêmen, o que os caras do vídeo estavam fazendo e tal. Eu— Então, como eu engoli seu sêmen, sou uma menina? N— Pode-se dizer que sim, isso junto com seu pintinho tão pequeno, você é uma menina. Eu— Tá bom, entendi, mas já está tarde e quero ir pra casa. Eu ia embora, mas antes que eu abrisse a porta, ele me pegou pelo braço e me puxou pra perto dele, me fez ajoelhar e tirou a rola pra fora, e eu, já ciente de que sou uma menina, não tive outra opção a não ser chupar. Depois de uns 10 minutos chupando o pau dele, ele gozou, mas dessa vez foi tanto que não consegui engolir tudo, escorreu pela boca e deixou meus lábios cheios de branco. Eu ia me limpar, mas Nicolas só me segurou e me acompanhou até a porta. Quase chegando na saída, aparece a mãe dele. Ela estava me cumprimentando quando percebeu o branco nos meus lábios. Mãe do Nico— Ah, filho, por que não me falou que compraram iogurte? Eu também queria um pouco. N— Hehe, desculpa, mãe, não sabíamos que você queria, mas também não tenho certeza se o Kevin ia te oferecer. Eu só ri nervoso e lambi meus lábios, cumprimentei ela com um beijo na bochecha, e Nicolas me acompanhou até fora da casa dele. Eu ia cumprimentá-lo com um soco, mas ao ver que ele não estendeu a mão, olhei pra ele. Ele estava sorrindo e me disse pra dar um beijinho. Eu não entendi, ia dar um beijinho na bochecha até que vejo ele tirar a rola de novo. Eu suspiro e dou um beijo na cabeça do pau. Minha nova vida como putinha tinha começado.

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