No cemitério

Naquela época, eu trabalhava como vigia num cemitério municipal da zona norte. Era eu quem abria os portões pra galera entrar pra visitar os parentes, pros carros com deficientes e pras carretas funerárias com os defuntos. O cemitério tinha duas entradas, e eu ficava em qualquer uma delas, dependendo do dia. E nas entradas tinha várias floriculturas. Naquela época, eu tinha 27 anos, e uma das funcionárias da floricultura, chamada Yanina, tinha 18 anos. Fazia pouco tempo que ela tinha começado a trabalhar lá. Tudo começou com olhares, cumprimentos de longe. Um dia, por acaso, a gente conseguiu conversar uns minutos, e eu pedi o número dela. Ela me deu, e a gente começou a trocar mensagens. Depois de muitos dias de mensagens, combinamos que ela viria na portaria onde eu estava. Às 18h, o cemitério fechava pro público; nessa hora, não entrava mais ninguém, e quem tava dentro saía. Eu punha o cadeado e terminava meu trampo. Chegou a hora, e a Yanina veio quando eu tava quase fechando o portão. Não tinha mais ninguém. Deixei ela entrar, ainda não tinha escurecido de vez. A gente foi pro quartinho que a gente tinha pra guardar nossas coisas. Ela entrou primeiro; quando passamos pela porta, abracei ela por trás. Ela se deixou. Beijei o pescoço dela, perto da orelha, e falei que ela tava muito gostosa. Ela se virou, e a gente começou a se beijar, os dois muito tarados. Passei a mão nas costas dela e desci até a bunda, coberta pela calça jeans. Ela se deixava tocar, então continuei. Passei minhas mãos pra parte da frente, tocando os peitos dela, de tamanho normal. Meti minha mão por baixo do blusão e da camiseta dela, levantei o sutiã e toquei nos bicos, super duros. Soltei o sutiã dela e amassei os peitos dela do meu jeito. Ela me beijava com mais tesão do que antes. Já tinha aproveitado os peitos dela, queria tocar a bunda e a buceta dela sem roupa no meio. Comecei a desabotoar a calça jeans dela, ela se deixava. Abaixei um pouco, toquei a bunda dela, que tava usando uma calcinha fio dental rosa (que depois vi a cor). Passei uma mão pra frente pra tocar a buceta dela, tava super quentinha e molhada. Abaixei a calça jeans e a calcinha dela até quase os joelhos. Passei minha dedo no meio dos lábios da buceta dela, que tava super molhada, com a outra mão eu tocava e abria as nádegas dela. perguntei: "cê gosta?" ela balançou a cabeça que sim. tava tudo dito, tinha que comer ela. tirei o moletão dela, depois a camiseta e o sutiã, tudo junto, me abaixei e chupei os peitos dela enquanto continuava enfiando os dedos na pussy. depois de chupar os peitos dela, comecei a descer meus beijos dos peitos até o umbigo e cheguei nos lábios da buceta dela, cheirei, passei a língua e comecei a tirar o tênis e a calça jeans com a calcinha fio dental dela, deixei ela nua encostada na parede. aí sim pude chupar a pussy dela do meu jeito, abri uma perna dela e enfiava um dedo enquanto chupava, ela gemia e me puxava pelos cabelos. me levantei, dei um beijo bem quente nela pra sentir os sucos dela. virei ela de costas, mandei ela apoiar as mãos na parede e abrir um pouco as pernas. tirei minha roupa num instante e encostei meu pau nas nádegas dela, com as duas mãos segurei os peitos dela e empurrava com tudo. me ajoelhei e comecei a passar a língua nas nádegas dela e os meus dedos na pussy. abri as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela, ela soltou um gemido. chupava o cu e a pussy dela, passava minha língua, ela se mexia como se já tivesse sendo comida. me levantei, encaixei meu pau na entrada da pussy dela e meti de uma vez até o fundo, ela começou a se mexer e gemer. fodemos um bom tempo assim, eu apertava os peitos dela e enfiava meus dedos na pussy dela pela frente. Yanina gemia cada vez mais até que disse que ia gozar, e foi assim. virei ela de costas, mandei ela se ajoelhar pra chupar meu pau e gozei na boca dela. pensei que ela ia recusar, mas não foi assim. ela pegou meu pau com a mão direita, passou a língua na ponta, me olhou e começou a chupar ele inteiro, enfiava até o fundo, quando tirava me masturbava e passava a língua, apertava minhas bolas até que eu sentia que ia gozar, ela percebeu e aumentou a chupada até que gozei dentro da boca dela, ela engoliu tudo sem reclamar e me olhava nos olhos com um sorrisinho. como quem diz "cê gostou e se apaixonou". depois dessa vez, a gente continuou trepando no cemitério e às vezes se via num hotel.

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