Minha vida com minha tia parte 4

No capítulo anterior, a gente brincou na piscina e eu dei uma massagem nela. Ao acordar, ainda com a lembrança dela e a foto que me mandou, me levanto, me visto pra ir pra escola, desço pra tomar café, esbarro com todo mundo, ela inclusa, tava uma delícia, acho que ela sabe o que vestir pra me deixar doido. Tava de micro-short rosa, uma blusa decotada que dava pra apreciar aquele par lindo. Sentei na frente dela, pra tomar café, minha mãe servindo, meu pai do lado tomando café e comendo o pão dele.Minha vida com minha tia parte 4
 
- Aqui tem seu café da manhã, filho. (Ovos com tomate)
-Obrigada, mamãe.
- Ei, Kary, como tá a sua dor nas costas? – Pergunta minha mãe.
 
 Eu fico nervoso, observo minha tia de canto de olho. Ela, com a calma de sempre, diz: - Bem, muito melhor, a massagem que a Dany me deu me ajudou muito e dormi tranquilamente. Obrigado, Dany, você tem umas mãos maravilhosas. – Diz isso por último com uma piscadela. Minha mãe, alheia àquele tom de duplo sentido: 
- Que bom, filho, quando ela precisar e se você quiser, dá uma massagem nela.
 Eu quase cuspi a comida, o que fez minha tia rir e minha mãe me disse pra comer mais devagar. Me despeço de todo mundo, sigo em direção à porta pra ir pra escola, minha tia me alcança, se despede com um beijo, um abraço e me fala baixinho: 
—Quando quiser, você vai me dar a massagem assim, gostosa, como ontem. —Não foi pergunta, foi uma afirmação.
 Eu só digo que sim pra ela. Vou pra escola, durante as aulas não consigo parar de pensar na minha tia. As aulas parecem uma eternidade. Chegou em casa na hora do almoço, minha tia me recebe, continua vestida com aquela mesma roupa, mas vejo que antes de se aproximar de mim ela ajusta o short deixando-o mais justo. Me abraça, me dá um beijinho rápido nos lábios, enquanto minha mãe está distraída. Ela me diz: 
-Bem-vindo Da-ny, senti falta das suas mãos, hoje você vai me dar uma massagem de novo?
 Fazendo com que ela se incline na minha frente mostrando o decote, um olhar meigo, colocando as mãos nas bochechas, fazendo biquinho, algo infantil, mas com aquele toque sexy que só ela sabe dar. (Não consigo negar) 
-Cla-claro.
 Chego no meu quarto, me troco pra descer pra comer. Nisso, chega uma mensagem dela: 
-Me convida pra sair, tô entediada.
- Mmm... Pra onde você quer ir?
- Sei lá, me leva pra onde quiser. Mas me chama pra sair, tá?
- Tá bom, tá bom. Veste essa roupa e a gente já vai agora se você quiser.
- Isso!
 Ela vestiu uma blusa branca, meio decotada, uma minissaia azul turquesa, tênis. Estava DIVINA, a saia fazia aquele rabo saltar, aquelas pernas. Avisamos minha mãe que íamos sair, que eu precisava pesquisar umas coisas da escola, ela pergunta se não vamos comer, minha tia fala que a gente come num Oxxo ou algo leve. E a gente vai. 
Decido levar ela pra praça, a gente ficou andando por ali, por lá, por lá, e mais lá, loja que ela gostava, era entrar e olhar e re-olhar, cada loja, até que a gente chegou numa loja da Victoria Secrets. Ela me fala pra gente entrar.
 Tô vendo os tipos de lingerie que tem, cada conjunto eu me imagino nela, e começo a ficar duro, tento me acalmar. Nisso ela vê um que chama a atenção dela. E fala: 
- Que conjunto lindo! Eu quero, eu quero!
 Brinco igualzinho uma menininha quando quer sua boneca Barbie. Ela se aproxima de mim, põe sua carinha de dengo como fez há uns minutos. Me diz: 
- Você me compra? Se me comprar, vou te recompensar muito bem… me jogando um olhar que me arrepia a pele.
 Não me resta nada além de aceitar, eu pago. Ela fica contente, me abraça, me beija na boca, um beijo carinhoso e de agradecimento. Daí a gente continua andando pela praça, bate a fome, decidimos comer uns hambúrgueres ali mesmo, batemos papo sobre tudo um pouco. Ela me pergunta: 
- Por que você não tem namorada? Se você é tão gostoso.
- Ah? Pois é, não sei, acho que ainda não apareceu a certa.
- Sabe, essas coisas que você fez comigo hoje são o equivalente a um encontro.
- Pois é, me dá um prazer que você se sinta assim. Aliás, contigo eu me sinto à vontade…
- Vai com confiança que a gente se tem, ha, ha, ha… Sabe… você me faz sentir especial, com aquele -fazendo uma expressão de repulsa- eu não tinha nada disso, se me dava presentes, tinha o cartão de crédito dele, mas eu não me sentia amada, protegida. Já com você… -fez uma pausa- é diferente, me sinto segura, tranquila, me sinto querida, amada, desejada… e…
- E...? E mais o quê...
- E... tá na hora da gente ir... — fazendo um gesto cômico.
- Não seja assim, me fala…
- Não, não vou te fa-lar…
Mmmm…
 Olha a hora, já eram 7:30 da noite, já tínhamos passado mais de 4 horas juntos e o tempo voou enquanto a gente andava pela praça. Esperamos o Uber, e enquanto esperávamos, ela me agarra de um jeito que cruza o braço dela com o meu. Parecemos um casal, porque ela é tão animada, do jeito que se veste, fala, não aparenta a idade. Isso me faz pensar que muitos que nos viram entrar na seção de lingerie vão achar que ela é minha namorada, MINHA NAMORADA. O Uber chega, a gente senta, passa o endereço de casa, em poucos minutos a gente chega, minha mãe já estava servindo o jantar, ela vê a gente chegar, cumprimenta, pergunta se a gente vai jantar com eles, a gente responde que sim, algo leve. Nesse momento, ela vai pro quarto deixar o que comprei pra ela, volta pra perto da gente, senta do meu lado. A gente tá tomando café, minha mãe pergunta como a gente se divertiu, a gente falou que foi bem, que fomos na praça, ela comenta que fazia tempo que não saía pra dar uma volta na praça. Que fez bem pra ela sair na praça como terapia e voltou a tocar naquele mesmo ponto que a gente tinha conversado lá. Que ela precisava esvaziar a mente de todos os problemas que teve, de sentimentos confusos. Dizendo isso, ela acaricia levemente minha perna. Que por isso precisava sair para clarear essas dúvidas e que eu fui um BOM NAMORADO, fazendo ênfase nisso. Minha mãe sorri, diz que ela é doida, mas que achou graça no comentário. Ela responde que pelo menos eu me comportei como um namorado, esperando por ela, sendo paciente em cada loja que entrávamos. Ao terminar o jantar, nos despedimos dos meus pais, e ela me pede de novo: 
-Da-ny, com a caminhada de hoje minhas pernas e pés estão doendo, você pode me dar uma massagem? pra eu poder dormir TRANQUILA…
-Claro!
 Minha mãe, alheia a tudo que aconteceu, me agradece por ser um bom filho, por ajudar a mimar a irmã dela, e ela fala pro meu pai: "Tá vendo? Você devia, pelo menos uma vez, cortar meus pés." Meu pai só chama ela de doida e vão pro quarto deles. Levo minha tia para o quarto dela, mas ela me para na porta, vê que ninguém mais está à vista, me abraça, me dá um beijo cheio de paixão, a gente brinca com nossas línguas. Ela me abraça, me gruda no corpo dela, eu abraço a cintura dela, desço uma mão até a bunda dela, sinto ela dura, não sei se é por causa do tecido, mas sinto mais dura, mais firme. Ela dá um pulinho. Me olha, sorri e fala: 
-Espera um momento, tenho uma sur-pre-si-nha pra você.
 Entra, espero, espero, continuo esperando, e só se passaram 5 minutos, parecem uma eternidade, 8 minutos, 10 minutos… quando ouço ele dizer: 
- Passa aqui, fecha.
 Entro e chego ao paraíso, glória das glórias, oh divina e eterna majestosidade da criação. Ela está na cama, com a lingerie da Victoria's Secret que escolheu. Fico estupefato, e ao me ver parado, ela mexe os quadris que balançam, e é hipnótico. 
-Da-ny, me dá minha massagem que minhas pernas tão doendo, tá?
 Não respondo, me sento na lateral da cama, na altura do quadril dela, ela se acomoda colocando as pernas sobre as minhas, pra eu começar a massagear. Passo o creme que ela me dá, espalho nas minhas mãos, começo a acariciar os pés dela, toco com devoção, minhas mãos acariciam os dedos dela, os entrelaço nos meus. Quando comecei a esfregar os pés dela, eu olhava pra ela, ela só estava de olhos fechados, curtindo a massagem nos pés, me dava uma tranquilidade. Depois fui subindo, decidi massagear por cima das pernas dela pra ver como ela reagia e até onde ela me deixaria ir. Fui esfregando os músculos, até que consegui chegar nas panturrilhas. Ela começou a gemer, notei como a pele dela se arrepiou. Fui subindo devagar, até chegar na virilha, ela soltou um suspiro abafado: 
-Issooo, meu menino safado! Já tava precisando que você me desse uma massagem como ontem. Não paro de pensaaaar nas suas mãoooos… ahhh.
 Enquanto continuava massageando com uma mão, minha outra mão brincava com a virilha dela, roçava meus dedos nos lábios dela, ela começa a gemer cada vez mais, morde um lençol, pra abafar o gemido. Meus dedos começam a contornar a buceta dela, que já dá pra ver a calcinha fio dental totalmente transparente, toda molhada… Ela começa a balançar a cabeça de um lado pro outro, de tanto prazer que minhas mãos tão dando. Num momento de arroubo, ela me empurra, eu caio de costas na cama dela, ela sobe em cima de mim, senta nas minhas pernas, sente minha ereção. Ela me olha com aqueles olhos, que me dá medo. Não é um olhar de amor, é um olhar de paixão, de luxúria. Ela toca minha ereção, não fala nada, só desabotoa minha calça, se levanta, puxa ela pra baixo de uma vez, sente mais minha ereção, a barraca fica marcada, tô doendo de tanta excitação. 
-Coitadinho, ele tá precisando de carinho.
 O que ela faz me surpreende, ela monta direto em cima de mim, só nos separa a minha cueca boxer, e a calcinha fio dental bem fininha dela, ela começa a se mexer, dar reboladas leves, a cama começa a fazer aquele barulho típico, ela se move mais devagar, em círculos, a cintura dela marcando o ritmo, eu quero tocar nos peitos dela, porque vejo como eles balançam no compasso do movimento, ela segura minhas mãos, leva elas pra trás, me domina e diz: 
- Não! Ele se aproxima para me beijar, morde meu lábio, sussurra no meu ouvido – aproveita sua recompensa, garoto safado.
 Começa a gemer no meu ouvido: 
-Ahhh, ahh, sim, sim, que gostoso isso tá… me dá, Dany, Danyyy… quero sentir isso de novo, igual ontem…
 Começa a se mover. Mais freneticamente, o barulho da cama fica mais alto, mais perceptível. Ela começa a convulsionar, se ergue, crava as unhas no meu peito, solta um gemido forte que eu temo que meus pais ouçam. Ela arqueia, vejo que revira os olhos: 
-AHHHH, SIIIII, SIIIII AHHHHHHH DANYYYY…AHHHH
 Ao vê-la, sinto o orgasmo dela, não consigo segurar o meu, solto 4-5 jatos que atravessam minha boxer, ela sente, me olha nos olhos, desaba sobre mim. Ela tá ofegante, exausta. O fôlego tá indo embora, ela acaricia meus peitos, com as unhas dela, faz círculos neles, me olha com carinho, me beija a bochecha, depois minha boca. E me sussurra no ouvido: - EU TE AMO, DA-NY. 

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