No capítulo anterior, vi como meu filho ficou apalpando a mãe dele na piscina.
Por causa do que aconteceu entre minha esposa, meu filho e depois comigo, durante uma semana inteira fiquei pensando nos prós e contras dessa situação.
Será que eu topo minha esposa ficar com outro?
Será que topo que esse outro seja meu próprio filho?
Será que ela toparia me trair com meu próprio filho?
Essas e muitas outras perguntas rodavam na minha cabeça, isso sem contar a puta excitação que eu tava sentindo.
Para o mês de junho desse ano, pra ser mais preciso, aqui onde a gente mora faz um calor do caralho, então na maioria das vezes em casa a gente fica com pouca roupa. Geralmente minha esposa anda de shortinho tipo tecido que deixa transparecer a fio dental que ela usa, com regata sem manga, na hora de fazer e servir o café da manhã enquanto a gente desce.
Meu filho desce primeiro já com o uniforme pra ir pra escola, sei disso porque ouvi ele fechando a porta do quarto. Da minha parte, fiquei um tempo no meu quarto pra ver o que ele fazia ao ficar com a mãe alguns minutos sozinhos.
Saio do quarto com todo cuidado e observo de um lugar onde não me veem, e vejo que meu filho tá com a mãe dele, na cozinha, ele abraçando ela por trás, enquanto ela prepara os hot-cakes, com a cafeteira fazendo o dela. O que me surpreendeu é que ele começou a beijar o pescoço dela bem de leve, enquanto minha mulher se deixava levar. Num momento ela fala pra ele:
Ela: Ai, love, já vai nessa, não me deixa terminar o café da manhã e os hot-cakes vão queimar.
Filho: Desculpa, mas te ver assim me deu vontade de te abraçar e te falar o quanto eu te amo.
Ela: Eu também te amo, mas vai sentar logo antes que seu pai chegue.
Nesse momento que ela falou isso, vejo que ela EMPURRA com a bunda meu filho pra ele sair do abraço.
Da minha parte, chego e cumprimento os dois, eles respondem como se nada tivesse acontecido, mas quando olho pra minha mulher, vejo que os bicos dos peitos dela tão bem marcados e se destacando na regata. Ela serve o café da manhã, a gente come tranquilo sem nenhuma novidade. Já na hora de sair e levar nosso filho pra escola, me despeço dela e aperto uma bunda dela como mostra de carinho (sempre faço isso ou dou um tapa). Já no carro indo deixá-lo na escola, aconteceu algo inesperado. Meu filho me faz uma pergunta que seria normal, mas dado as coisas eu sabia ao que ele se referia.
Filho: Ó pai, posso te perguntar uma coisa?
Eu: Claro, o que foi, tem problemas na escola?
Filho: É... como eu sei se alguém gosta de mim? Como eu chamo a atenção de uma mulher? O que uma mulher gosta?
Eu quase pisei no freio de uma vez, kkkk e respondo:
Eu: Bom, depende da mulher, as mulheres às vezes dão certos sinais de que gostam de alguém, por exemplo olhares furtivos, elas ajeitam o cabelo, coisas assim. Agora, sobre como chamar a atenção, você tem que pesquisar os gostos dela, hobbies, coisas que interessam a ela.
Filho: Então se ela me olha às vezes e desvia o olhar significa que eu agrado ela. E se ela se inclina, tipo se curva na frente pra pegar alguma coisa, um lápis, o caderno, o que for, mas me deixa ver a bunda dela, isso conta?
Ele me responde com essa pergunta e aí eu caí na real sobre algo que eu tinha deixado passar ou pelo menos pra mim era normal. O que quero dizer, desde o primeiro incidente da piscina, eu notei que minha mulher se curvava pra pegar o lixo, os legumes, coisas assim. Mas lembrei de mais detalhes, ela fazia isso com mais frequência quando meu filho tava olhando. Ou seja, minha mulher gostava de flertar com nosso filho. Então respondi:
Eu: Sim, isso é possível, às vezes a gente vê essas ações como algo normal, mas se ela faz isso com você atrás ou na frente pra ver a bunda ou os peitos dela e ela sabendo que você pode ver, pode ter certeza que ela faz com essa intenção, pra chamar sua atenção.
Filho: Valeu pai, já entendi um pouco. Bom, te vejo em casa.
Fui pro trabalho, que foi um martírio, porque não tirava da cabeça as muitas Às vezes, eu já falei muito que minha esposa se abaixava pra pegar qualquer coisa, sempre com meu filho presente. Por isso, minha mente era um caos ambulante, mas também excitada pelo que pode rolar. Então, será que eu tô realmente disposto a deixar minha mulher dar mole pro nosso filho? Que eles transem? Que ela me traia? Seria traição se eu permitir? Que evento eu posso criar? Pra ver até onde ela deixa, se ela já deixou nosso filho apalpar ela e beijar os peitos (claro, por cima da roupa) e ela teve um orgasmo. Será que eu vou permitir mesmo? Será que eu quero ver?
Durante a semana, fiquei observando com mais detalhe o que rolava em casa e pude notar que, de fato, eles já estavam mais próximos. Ele abraçava ela, seja pela frente ou por trás, mas aqui tá o detalhe: as mãos dele, quando abraçavam pela frente, ele colocava na cintura dela e depois ia descendo pras nádegas, aquelas nádegas que são duras por causa das horas de academia que ela faz em casa. Quando ele abraça por trás, ele fica colado nela, se esfregando, e ela não afasta, pelo contrário, participa disso empurrando a bunda contra ele. Claramente eu saía ganhando porque à noite ela pedia (quase exigia) transar, mas agora ela não se segurava mais de jeito nenhum.
Numa dessas noites, enquanto a gente tava transando
Ela: Ahh, assim meu amor, assim meu rei, me come gostoso e forte. Mm, buceta, não tira não, já tô quase gozando, não para por favor, continua me dando forte, bate na minha bunda. Ahh, já tô gozando, gostoso, gostoso!!
Eu: Amor, que gostoso você geme e grita, nosso filho pode te ouvir
Ela: Não tô nem aí, que gostoso, tô gozando!
Nesse momento, eu vejo que nosso filho tá nos observando, como já virou costume, mas agora eu não ligo mais. O que eu faço é colocar minha esposa de quatro pra ela ver o rosto dele enquanto eu tô comendo ela.
Ela: Ai amor, que gostoso, me puxa pelo cabelo, bate na minha bunda, me faz tua. Assim, assim meu querido. Ahh
Eu: Toma amor, eu sei que essa é SUA POSIÇÃO FAVORITA, eu sei que você ADORA levar palmada, que você BEIJEM O PESCOÇO.
Sempre fazendo ênfase nessas palavras para que meu filho ouvisse e soubesse o que a mãe dele gostava.
Ela: Ai que gostoso, love, vem outro, me segura firme, love. Ahh!!
Ela termina quase à beira do desmaio, tremendo o corpo inteiro, respirando ofegante. Quando se recompõe, me abraça, me beija e me diz que me ama, que sou só dela. Será que ela é mesmo só minha? Eu me pergunto.
No dia seguinte, sendo um sábado, como sempre liga a máquina de lavar e, quando termina, ela me comenta:
Ela: love, tá um calor danado, e se a gente passar a tarde na piscina?
Meu filho concorda e eu não tenho escolha a não ser dizer sim.
Cada um de nós vai se trocar, meu filho sai primeiro e entra na água.
Enquanto nos trocamos, percebo que minha mulher está passando... perfume? Por que ela faria isso? E escolhe o biquíni mais minúsculo que tem, que não só cobre o necessário, mas faz os peitos dela se juntarem e parecerem mais volumosos.
Já todos na piscina, nadamos um pouco, mas durante esse momento em que estou nadando, vejo os olhares furtivos do meu filho para a minha esposa, que está nadando ou melhor dizendo, boiando (fazendo a morta), mas mostrando aquele par lindo. Então penso que meu filho não pode agir porque estou ali. E se eu me ausentar um momento? O que decido fazer com a desculpa de ir ao banheiro e oferecer trazer umas bebidas, e os dois respondem que sim.
Nisso eu vou, me posiciono para ver o que ele faz e o que eles fazem. Quando vejo meu filho se aproximando como um tubarão da presa dele, sempre de olho na porta pra ver se eu chego. Quando chega nela, cumprimenta e ela fica de frente pra ele, e ele aproveita pra abraçar e apalpar ela à vontade. Qual é a minha surpresa que ela se deixa, não participa, fica passiva, mas deixa o próprio filho tocar, beijar e beijar o pescoço dela, descendo lentamente até o busto. Ela, por sua vez, só inclina a cabeça pro lado, enquanto as mãos dela se movem na água, mas as mãos do meu filho a abraçam de de modo que ela tem que abraçá-lo com as pernas e braços.Quando ouço:
Filho: Já queria te abraçar assim de novo, mas com o pai por perto não me atrevo. Mas tava morrendo de vontade.
Ela: Ai bebê, qu-querido, não podemos, seu pai tá perto, não demora pra vo-voltaaar. Me solta, fi-filho, por fa-vor.
Nisso ele começa a alternar beijando o pescoço dela e no meio dos peitos.
Ela: Ahh, amooor, o-que que cê tá fazendo, ahhh, não faz isso, por favor, ahh.
Ele continuava beijando e apalpando já sem vergonha a mãe, ela só se deixava levar. Sei que isso vai deixar ela totalmente excitada e eu vou ter que apagar esse fogo, mas... e se eu recusar dessa vez, o que ela vai fazer? Essa ideia se plantou na minha cabeça.
Quando faço barulho pra dar tempo deles se soltarem, levo os refrigerantes, vejo meu filho agitado, minha esposa toda acalorada com um rubor que dá pra notar mesmo no sol, entrego as bebidas deles, me sento na cadeira pra descansar, em minutos vejo minha esposa sair, me diz que vai se lavar e preparar o jantar. Respondo que tá tudo bem, em minutos meu filho sai (imagino pra aliviar a ereção), me diz que vai tomar banho e depois ver se a mãe precisa de ajuda com o jantar (que sem-vergonha, penso, ainda quer apalpar ela), digo que tá bem, que eu vou tomar banho também e depois descansar.
Já no quarto sozinho, ouço meu filho descer pra ir pra cozinha, saio pra ver o que os dois tão fazendo.
Vejo minha esposa que tava com um top de biquíni e um shortinho, mas da minha posição não dava pra distinguir se tava de fio dental ou não. Mas percebo que meu filho não perde oportunidade e começa a apalpar ela, qual é minha surpresa que ela SE DEIXA APALPAR por ele, do lugar onde tô não consigo ouvir, mas observo que ela se deixa tocar, o corpo dela, se deixa acariciar, beijar o pescoço, sei que é um dos pontos fracos dela pra excitar demais. Ela não só se deixa, como começa a se mexer de forma sensual correspondendo às apalpadas do filho.
O que fiz foi fechar a porta com barulho para que eles parem. Começo a descer indo para a sala, observo que meu filho está com ela abraçada, dá um beijo e UM TAPA NA BUNDA, mais que nada foi um carinho e ele começa a secar os pratos e arrumá-los onde minha esposa vai indicando.
Me sento na sala vendo TV, mas observando de canto o que rola entre eles, vejo como minha esposa se inclina na frente do meu filho mostrando aquele lindo par de bundas, enquanto ele olha com desejo. Ela, ao perceber que ele está olhando, mexe de forma brincalhona, e ele só olha com mais desejo e vontade. Num momento ele se aproxima, eu estou vendo TV, mas me mexo um pouco pra tentar observar sem que percebam, vejo como meu filho dá uma chegada nela, e ela solta um gemido que consigo ouvir, ela olha pra ele, sorri, ele faz dois movimentos parecidos, o que faz com que aparentemente ele estivesse muito excitado, então sai correndo pro quarto tentando se esconder.
Já na hora do jantar, estamos todos, comendo, vendo TV, ela está feliz, animada, meu filho meio nervoso, assustado talvez. Depois de um tempo decidimos cada um ir dormir.
Já no nosso quarto, minha esposa está totalmente cheia de vontade, começa a me beijar, me acariciar, tento me controlar, é muito difícil, um sacrifício enorme, pensando em contratos, números, qualquer coisa, pra evitar a ereção que estava prestes a começar. Digo pra minha esposa
Eu: Desculpa, love, tô muito cansado, tive uma semana bem pesada, checando contratos, inventário, questões legais, de tudo. Até queria, mas vou acabar dormindo. Perdão, love.
Ela: Ai, love, não faz isso comigo, tô com muita vontade de ficar com você.
Digo que por mais que eu tente não vou conseguir cumprir meus deveres (Claro que consigo, mas quero ver o que ela vai fazer). Ela entende, mas vejo a irritação dela, se deita me dando as costas. Observo que ela só está de fio dental branco, sem mais nada. Está deliciosa, me dá vontade de me agarrar nela e fazer dela minha, mas me seguro. Tenho que pellizcarme pra que a dor acalme minha quentura.
Tô acordado, mas com os olhos fechados, fingindo que tô dormindo. Devem ter passado uns 30 minutos, quando vejo ela se mexer, meio que abro os olhos, vejo ela levantar, vestir só o robe que é um baby doll da mesma cor, vira pra me olhar, anda descalça até a porta, abre com todo cuidado. Consigo ouvir o som de fundo da TV do meu filho ligada, que ele tá vendo alguma coisa, suponho.
Vejo ela fechar a porta devagar pra não me acordar, espero uns segundos, abro a porta aos poucos e observo ela descendo as escadas, nisso escuto meu filho abrir a porta dele, eu fecho a minha quase toda, como tá tudo apagado ele não consegue me ver, mas vê a mãe dele descendo. O que ele faz é fechar a porta dele atrás de si, anda apressado, quase correndo, eu saio devagar, sem que me vejam.. observo minha esposa servindo água pra ela, meu filho chega e olha como ela tá vestida. Consigo me aproximar pra ver melhor e ouvir alguma coisa, graças à escuridão posso chegar um pouco mais perto sem descer as escadas.
Ela: Ai love, que que cê tá fazendo, me assustou pra caralho.
Filho: Desculpa mãe, é que ouvi um barulho e vi que cê tava descendo, cê tá bem?
Ela: Tô sim filho, é que tô com muito calor, vim pegar água gelada. Ai love, me desculpa por me mostrar assim.
Ela tentando se cobrir, mas é basicamente um baby doll transparente, o que não ajuda nada.
Filho: Não tem problema, pelo contrário, cê tá muito gostosa com isso vestido. Se eu fosse o pai, não te soltava essa noite. (QUE CARA DE PAU)
Ela: Ah, nem me lembra, ele dormiu porque trabalhou muito e eu me vesti assim pra ele e tudo à toa.
Filho: Que merda, se eu tivesse a chance de ter uma mulher como você, te comeria todinha sem ligar se tô cansado ou não.
Falando isso ele vai se aproximando cada vez mais dela, ela em vez de recuar, fica parada, com aquele sorriso safado.
Ela abraça, ele coloca as mãos direto naquelas bundas firmes, beija o pescoço dela, ela abraça ele colocando as mãos no pescoço dele, aceitando os carinhos dela, começa um apalpação da pesada, ela começa a gemer baixinho, noto como ela guia a mão dele até a ereção, quando ela toca, apalpa, faz cara de surpresa.
Ela: Ai, love, é por minha causa?
Filho: Sim, sempre é por você. Desde a primeira vez.
Ela: Amor, a gente não pode, tô lisonjeada, mas seu pai, a gente não pode machucar ele assim.
Filho: Só se deixa querer, quando você quiser que eu pare, eu paro.
O que ela faz me surpreende, ela pega na mão dele, tento observar se vem alguém, me afasto pra não ser descoberto, mas vejo que eles vão pra sala, lá eles começam a se beijar, feito namorados, ele toca ela, beija o corpo dela, ela começa a gemer um pouco mais alto. Mas num impulso, pensei que, por moralidade, ela empurra ele, ele fica surpreso, ela fala algo que me deixa perplexo:
Ela: NINGUÉM PODE SABER
Filho: Sim, vou ser um túmulo.
Ela se aproxima, beija ele apaixonadamente, abaixa a cueca que ele tava, observa a ereção que ele tinha, vejo como ela olha com vontade reprimida. Ela se aproxima, olha como se fosse um doce, cheira, aspira, passa a língua rapidinho, como quem prova. Meu filho suspira, dá um pulinho causado pela lambida da mãe dele. Ela olha nos olhos dele, fala pra não dizer uma palavra pra ninguém. Quando ela engole, começa a fazer um boquete como ela já fez em mim muitas vezes. Meu filho não acredita que a própria mãe tá fazendo um boquete nele, ele só fala: Ahhh, que gostoso, que boca mais deliciosa.
Ela: Tá gostando, meu céu?
Filho: Você é a melhor do mundo, ahh
Ela: Só me avisa, love, tá uma delícia.
Ela engole de novo, começa devagar, depois rápido, marcando o ritmo ela.
Nesse momento meu filho fala: Já, já vou gozar.
Ela olha pra ele, sorri, fala APROVEITA.
Ela coloca de novo, faz mais rápido, tira, passa a língua como se fosse um sorvete, coloca de novo, nesse momento consigo ouvir,
Filho: Já, já tô quase terminando.
Ela em vez de parar começa a chupar com força, quando vejo meu filho dar um gemido ¡¡Ahhh, vou gozar, e na sua boca!! Por parte dela ela não solta, chupa tudo sem tirar nada da boca, suga até o último gozo, tira, observa, dá um beijinho na cabeça da pica, como se fosse um bebê. Levanta com a ajuda do sofá. Olha pra ele, dá boa noite pro meu filho, limpa o canto dos lábios com o resto que escapava, chupa, caminha em direção às escadas, então eu corro, deito, finjo que tô dormindo, ouço ela abrir a porta, tirar o baby doll, deitar, em minutos começo a ouvir os gemidos dela, ela se masturba, fica mais rápido, consigo ouvir o gemido abafado, depois silêncio. Tá dormindo.
Por causa do que aconteceu entre minha esposa, meu filho e depois comigo, durante uma semana inteira fiquei pensando nos prós e contras dessa situação.
Será que eu topo minha esposa ficar com outro?
Será que topo que esse outro seja meu próprio filho?
Será que ela toparia me trair com meu próprio filho?
Essas e muitas outras perguntas rodavam na minha cabeça, isso sem contar a puta excitação que eu tava sentindo.
Para o mês de junho desse ano, pra ser mais preciso, aqui onde a gente mora faz um calor do caralho, então na maioria das vezes em casa a gente fica com pouca roupa. Geralmente minha esposa anda de shortinho tipo tecido que deixa transparecer a fio dental que ela usa, com regata sem manga, na hora de fazer e servir o café da manhã enquanto a gente desce.
Meu filho desce primeiro já com o uniforme pra ir pra escola, sei disso porque ouvi ele fechando a porta do quarto. Da minha parte, fiquei um tempo no meu quarto pra ver o que ele fazia ao ficar com a mãe alguns minutos sozinhos.
Saio do quarto com todo cuidado e observo de um lugar onde não me veem, e vejo que meu filho tá com a mãe dele, na cozinha, ele abraçando ela por trás, enquanto ela prepara os hot-cakes, com a cafeteira fazendo o dela. O que me surpreendeu é que ele começou a beijar o pescoço dela bem de leve, enquanto minha mulher se deixava levar. Num momento ela fala pra ele:
Ela: Ai, love, já vai nessa, não me deixa terminar o café da manhã e os hot-cakes vão queimar.
Filho: Desculpa, mas te ver assim me deu vontade de te abraçar e te falar o quanto eu te amo.
Ela: Eu também te amo, mas vai sentar logo antes que seu pai chegue.
Nesse momento que ela falou isso, vejo que ela EMPURRA com a bunda meu filho pra ele sair do abraço.
Da minha parte, chego e cumprimento os dois, eles respondem como se nada tivesse acontecido, mas quando olho pra minha mulher, vejo que os bicos dos peitos dela tão bem marcados e se destacando na regata. Ela serve o café da manhã, a gente come tranquilo sem nenhuma novidade. Já na hora de sair e levar nosso filho pra escola, me despeço dela e aperto uma bunda dela como mostra de carinho (sempre faço isso ou dou um tapa). Já no carro indo deixá-lo na escola, aconteceu algo inesperado. Meu filho me faz uma pergunta que seria normal, mas dado as coisas eu sabia ao que ele se referia.
Filho: Ó pai, posso te perguntar uma coisa?
Eu: Claro, o que foi, tem problemas na escola?
Filho: É... como eu sei se alguém gosta de mim? Como eu chamo a atenção de uma mulher? O que uma mulher gosta?
Eu quase pisei no freio de uma vez, kkkk e respondo:
Eu: Bom, depende da mulher, as mulheres às vezes dão certos sinais de que gostam de alguém, por exemplo olhares furtivos, elas ajeitam o cabelo, coisas assim. Agora, sobre como chamar a atenção, você tem que pesquisar os gostos dela, hobbies, coisas que interessam a ela.
Filho: Então se ela me olha às vezes e desvia o olhar significa que eu agrado ela. E se ela se inclina, tipo se curva na frente pra pegar alguma coisa, um lápis, o caderno, o que for, mas me deixa ver a bunda dela, isso conta?
Ele me responde com essa pergunta e aí eu caí na real sobre algo que eu tinha deixado passar ou pelo menos pra mim era normal. O que quero dizer, desde o primeiro incidente da piscina, eu notei que minha mulher se curvava pra pegar o lixo, os legumes, coisas assim. Mas lembrei de mais detalhes, ela fazia isso com mais frequência quando meu filho tava olhando. Ou seja, minha mulher gostava de flertar com nosso filho. Então respondi:
Eu: Sim, isso é possível, às vezes a gente vê essas ações como algo normal, mas se ela faz isso com você atrás ou na frente pra ver a bunda ou os peitos dela e ela sabendo que você pode ver, pode ter certeza que ela faz com essa intenção, pra chamar sua atenção.
Filho: Valeu pai, já entendi um pouco. Bom, te vejo em casa.
Fui pro trabalho, que foi um martírio, porque não tirava da cabeça as muitas Às vezes, eu já falei muito que minha esposa se abaixava pra pegar qualquer coisa, sempre com meu filho presente. Por isso, minha mente era um caos ambulante, mas também excitada pelo que pode rolar. Então, será que eu tô realmente disposto a deixar minha mulher dar mole pro nosso filho? Que eles transem? Que ela me traia? Seria traição se eu permitir? Que evento eu posso criar? Pra ver até onde ela deixa, se ela já deixou nosso filho apalpar ela e beijar os peitos (claro, por cima da roupa) e ela teve um orgasmo. Será que eu vou permitir mesmo? Será que eu quero ver?
Durante a semana, fiquei observando com mais detalhe o que rolava em casa e pude notar que, de fato, eles já estavam mais próximos. Ele abraçava ela, seja pela frente ou por trás, mas aqui tá o detalhe: as mãos dele, quando abraçavam pela frente, ele colocava na cintura dela e depois ia descendo pras nádegas, aquelas nádegas que são duras por causa das horas de academia que ela faz em casa. Quando ele abraça por trás, ele fica colado nela, se esfregando, e ela não afasta, pelo contrário, participa disso empurrando a bunda contra ele. Claramente eu saía ganhando porque à noite ela pedia (quase exigia) transar, mas agora ela não se segurava mais de jeito nenhum.
Numa dessas noites, enquanto a gente tava transando
Ela: Ahh, assim meu amor, assim meu rei, me come gostoso e forte. Mm, buceta, não tira não, já tô quase gozando, não para por favor, continua me dando forte, bate na minha bunda. Ahh, já tô gozando, gostoso, gostoso!!
Eu: Amor, que gostoso você geme e grita, nosso filho pode te ouvir
Ela: Não tô nem aí, que gostoso, tô gozando!
Nesse momento, eu vejo que nosso filho tá nos observando, como já virou costume, mas agora eu não ligo mais. O que eu faço é colocar minha esposa de quatro pra ela ver o rosto dele enquanto eu tô comendo ela.
Ela: Ai amor, que gostoso, me puxa pelo cabelo, bate na minha bunda, me faz tua. Assim, assim meu querido. Ahh
Eu: Toma amor, eu sei que essa é SUA POSIÇÃO FAVORITA, eu sei que você ADORA levar palmada, que você BEIJEM O PESCOÇO.
Sempre fazendo ênfase nessas palavras para que meu filho ouvisse e soubesse o que a mãe dele gostava.
Ela: Ai que gostoso, love, vem outro, me segura firme, love. Ahh!!
Ela termina quase à beira do desmaio, tremendo o corpo inteiro, respirando ofegante. Quando se recompõe, me abraça, me beija e me diz que me ama, que sou só dela. Será que ela é mesmo só minha? Eu me pergunto.
No dia seguinte, sendo um sábado, como sempre liga a máquina de lavar e, quando termina, ela me comenta:
Ela: love, tá um calor danado, e se a gente passar a tarde na piscina?
Meu filho concorda e eu não tenho escolha a não ser dizer sim.
Cada um de nós vai se trocar, meu filho sai primeiro e entra na água.
Enquanto nos trocamos, percebo que minha mulher está passando... perfume? Por que ela faria isso? E escolhe o biquíni mais minúsculo que tem, que não só cobre o necessário, mas faz os peitos dela se juntarem e parecerem mais volumosos.
Já todos na piscina, nadamos um pouco, mas durante esse momento em que estou nadando, vejo os olhares furtivos do meu filho para a minha esposa, que está nadando ou melhor dizendo, boiando (fazendo a morta), mas mostrando aquele par lindo. Então penso que meu filho não pode agir porque estou ali. E se eu me ausentar um momento? O que decido fazer com a desculpa de ir ao banheiro e oferecer trazer umas bebidas, e os dois respondem que sim.
Nisso eu vou, me posiciono para ver o que ele faz e o que eles fazem. Quando vejo meu filho se aproximando como um tubarão da presa dele, sempre de olho na porta pra ver se eu chego. Quando chega nela, cumprimenta e ela fica de frente pra ele, e ele aproveita pra abraçar e apalpar ela à vontade. Qual é a minha surpresa que ela se deixa, não participa, fica passiva, mas deixa o próprio filho tocar, beijar e beijar o pescoço dela, descendo lentamente até o busto. Ela, por sua vez, só inclina a cabeça pro lado, enquanto as mãos dela se movem na água, mas as mãos do meu filho a abraçam de de modo que ela tem que abraçá-lo com as pernas e braços.Quando ouço:
Filho: Já queria te abraçar assim de novo, mas com o pai por perto não me atrevo. Mas tava morrendo de vontade.
Ela: Ai bebê, qu-querido, não podemos, seu pai tá perto, não demora pra vo-voltaaar. Me solta, fi-filho, por fa-vor.
Nisso ele começa a alternar beijando o pescoço dela e no meio dos peitos.
Ela: Ahh, amooor, o-que que cê tá fazendo, ahhh, não faz isso, por favor, ahh.
Ele continuava beijando e apalpando já sem vergonha a mãe, ela só se deixava levar. Sei que isso vai deixar ela totalmente excitada e eu vou ter que apagar esse fogo, mas... e se eu recusar dessa vez, o que ela vai fazer? Essa ideia se plantou na minha cabeça.
Quando faço barulho pra dar tempo deles se soltarem, levo os refrigerantes, vejo meu filho agitado, minha esposa toda acalorada com um rubor que dá pra notar mesmo no sol, entrego as bebidas deles, me sento na cadeira pra descansar, em minutos vejo minha esposa sair, me diz que vai se lavar e preparar o jantar. Respondo que tá tudo bem, em minutos meu filho sai (imagino pra aliviar a ereção), me diz que vai tomar banho e depois ver se a mãe precisa de ajuda com o jantar (que sem-vergonha, penso, ainda quer apalpar ela), digo que tá bem, que eu vou tomar banho também e depois descansar.
Já no quarto sozinho, ouço meu filho descer pra ir pra cozinha, saio pra ver o que os dois tão fazendo.
Vejo minha esposa que tava com um top de biquíni e um shortinho, mas da minha posição não dava pra distinguir se tava de fio dental ou não. Mas percebo que meu filho não perde oportunidade e começa a apalpar ela, qual é minha surpresa que ela SE DEIXA APALPAR por ele, do lugar onde tô não consigo ouvir, mas observo que ela se deixa tocar, o corpo dela, se deixa acariciar, beijar o pescoço, sei que é um dos pontos fracos dela pra excitar demais. Ela não só se deixa, como começa a se mexer de forma sensual correspondendo às apalpadas do filho.
O que fiz foi fechar a porta com barulho para que eles parem. Começo a descer indo para a sala, observo que meu filho está com ela abraçada, dá um beijo e UM TAPA NA BUNDA, mais que nada foi um carinho e ele começa a secar os pratos e arrumá-los onde minha esposa vai indicando.
Me sento na sala vendo TV, mas observando de canto o que rola entre eles, vejo como minha esposa se inclina na frente do meu filho mostrando aquele lindo par de bundas, enquanto ele olha com desejo. Ela, ao perceber que ele está olhando, mexe de forma brincalhona, e ele só olha com mais desejo e vontade. Num momento ele se aproxima, eu estou vendo TV, mas me mexo um pouco pra tentar observar sem que percebam, vejo como meu filho dá uma chegada nela, e ela solta um gemido que consigo ouvir, ela olha pra ele, sorri, ele faz dois movimentos parecidos, o que faz com que aparentemente ele estivesse muito excitado, então sai correndo pro quarto tentando se esconder.
Já na hora do jantar, estamos todos, comendo, vendo TV, ela está feliz, animada, meu filho meio nervoso, assustado talvez. Depois de um tempo decidimos cada um ir dormir.
Já no nosso quarto, minha esposa está totalmente cheia de vontade, começa a me beijar, me acariciar, tento me controlar, é muito difícil, um sacrifício enorme, pensando em contratos, números, qualquer coisa, pra evitar a ereção que estava prestes a começar. Digo pra minha esposa
Eu: Desculpa, love, tô muito cansado, tive uma semana bem pesada, checando contratos, inventário, questões legais, de tudo. Até queria, mas vou acabar dormindo. Perdão, love.
Ela: Ai, love, não faz isso comigo, tô com muita vontade de ficar com você.
Digo que por mais que eu tente não vou conseguir cumprir meus deveres (Claro que consigo, mas quero ver o que ela vai fazer). Ela entende, mas vejo a irritação dela, se deita me dando as costas. Observo que ela só está de fio dental branco, sem mais nada. Está deliciosa, me dá vontade de me agarrar nela e fazer dela minha, mas me seguro. Tenho que pellizcarme pra que a dor acalme minha quentura.
Tô acordado, mas com os olhos fechados, fingindo que tô dormindo. Devem ter passado uns 30 minutos, quando vejo ela se mexer, meio que abro os olhos, vejo ela levantar, vestir só o robe que é um baby doll da mesma cor, vira pra me olhar, anda descalça até a porta, abre com todo cuidado. Consigo ouvir o som de fundo da TV do meu filho ligada, que ele tá vendo alguma coisa, suponho.
Vejo ela fechar a porta devagar pra não me acordar, espero uns segundos, abro a porta aos poucos e observo ela descendo as escadas, nisso escuto meu filho abrir a porta dele, eu fecho a minha quase toda, como tá tudo apagado ele não consegue me ver, mas vê a mãe dele descendo. O que ele faz é fechar a porta dele atrás de si, anda apressado, quase correndo, eu saio devagar, sem que me vejam.. observo minha esposa servindo água pra ela, meu filho chega e olha como ela tá vestida. Consigo me aproximar pra ver melhor e ouvir alguma coisa, graças à escuridão posso chegar um pouco mais perto sem descer as escadas.
Ela: Ai love, que que cê tá fazendo, me assustou pra caralho.
Filho: Desculpa mãe, é que ouvi um barulho e vi que cê tava descendo, cê tá bem?
Ela: Tô sim filho, é que tô com muito calor, vim pegar água gelada. Ai love, me desculpa por me mostrar assim.
Ela tentando se cobrir, mas é basicamente um baby doll transparente, o que não ajuda nada.
Filho: Não tem problema, pelo contrário, cê tá muito gostosa com isso vestido. Se eu fosse o pai, não te soltava essa noite. (QUE CARA DE PAU)
Ela: Ah, nem me lembra, ele dormiu porque trabalhou muito e eu me vesti assim pra ele e tudo à toa.
Filho: Que merda, se eu tivesse a chance de ter uma mulher como você, te comeria todinha sem ligar se tô cansado ou não.
Falando isso ele vai se aproximando cada vez mais dela, ela em vez de recuar, fica parada, com aquele sorriso safado.
Ela abraça, ele coloca as mãos direto naquelas bundas firmes, beija o pescoço dela, ela abraça ele colocando as mãos no pescoço dele, aceitando os carinhos dela, começa um apalpação da pesada, ela começa a gemer baixinho, noto como ela guia a mão dele até a ereção, quando ela toca, apalpa, faz cara de surpresa.
Ela: Ai, love, é por minha causa?
Filho: Sim, sempre é por você. Desde a primeira vez.
Ela: Amor, a gente não pode, tô lisonjeada, mas seu pai, a gente não pode machucar ele assim.
Filho: Só se deixa querer, quando você quiser que eu pare, eu paro.
O que ela faz me surpreende, ela pega na mão dele, tento observar se vem alguém, me afasto pra não ser descoberto, mas vejo que eles vão pra sala, lá eles começam a se beijar, feito namorados, ele toca ela, beija o corpo dela, ela começa a gemer um pouco mais alto. Mas num impulso, pensei que, por moralidade, ela empurra ele, ele fica surpreso, ela fala algo que me deixa perplexo:
Ela: NINGUÉM PODE SABER
Filho: Sim, vou ser um túmulo.
Ela se aproxima, beija ele apaixonadamente, abaixa a cueca que ele tava, observa a ereção que ele tinha, vejo como ela olha com vontade reprimida. Ela se aproxima, olha como se fosse um doce, cheira, aspira, passa a língua rapidinho, como quem prova. Meu filho suspira, dá um pulinho causado pela lambida da mãe dele. Ela olha nos olhos dele, fala pra não dizer uma palavra pra ninguém. Quando ela engole, começa a fazer um boquete como ela já fez em mim muitas vezes. Meu filho não acredita que a própria mãe tá fazendo um boquete nele, ele só fala: Ahhh, que gostoso, que boca mais deliciosa.
Ela: Tá gostando, meu céu?
Filho: Você é a melhor do mundo, ahh
Ela: Só me avisa, love, tá uma delícia.
Ela engole de novo, começa devagar, depois rápido, marcando o ritmo ela.
Nesse momento meu filho fala: Já, já vou gozar.
Ela olha pra ele, sorri, fala APROVEITA.
Ela coloca de novo, faz mais rápido, tira, passa a língua como se fosse um sorvete, coloca de novo, nesse momento consigo ouvir,
Filho: Já, já tô quase terminando.
Ela em vez de parar começa a chupar com força, quando vejo meu filho dar um gemido ¡¡Ahhh, vou gozar, e na sua boca!! Por parte dela ela não solta, chupa tudo sem tirar nada da boca, suga até o último gozo, tira, observa, dá um beijinho na cabeça da pica, como se fosse um bebê. Levanta com a ajuda do sofá. Olha pra ele, dá boa noite pro meu filho, limpa o canto dos lábios com o resto que escapava, chupa, caminha em direção às escadas, então eu corro, deito, finjo que tô dormindo, ouço ela abrir a porta, tirar o baby doll, deitar, em minutos começo a ouvir os gemidos dela, ela se masturba, fica mais rápido, consigo ouvir o gemido abafado, depois silêncio. Tá dormindo.
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