Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)




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Compêndio III56: PREPARATIVOS PARA A FESTA DE BOAS-VINDAS (I)Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)Aquela manhã fria de junho, a visita da Ingrid ao meu escritório me pegou de surpresa. Embora eu receba visitas das minhas amantes com frequência (a maioria dos meus problemas sérios de trabalho se resolve por videoconferência), algumas delas aparecem de vez em quando, e Ingrid era um desses casos. Tinha algo na forma como ela se apoiava no batente da porta que fez meu pulso acelerar. Os dedos dela se curvavam na borda, com as unhas pintadas de um carmesim profundo que combinava com o leve rubor que subia pela garganta dela. Ela é uma das poucas mulheres que realmente me faz sentir culpado por ser infiel (a outra é a Glória, a namorada do meu amigo Nelson e minha ex-assistente pessoal), já que a Ingrid é casada. Mas, surpreendentemente, meu caso com a Ingrid na verdademelhorou o casamento dele, um pequeno e retorcido paradoxo que ainda me desconcerta. Não entendo completamente, mas aparentemente, a Ingrid tinha a fantasia de umromance corporativo: ser a amante e o brinquedo sexual de um chefe empresarial. Essa fantasia virou parte das preliminares na cama com o marido. E quando se tornou realidade (quando Ingrid e eu começamos a transar no meu escritório), o sexo com o marido dela ficou ainda melhor, porque ela estava constantemente excitada pelas coisas que fazíamos juntos. Era como se eu tivesse virado um participante involuntário nas brincadeiras conjugais deles, um fantasma nos lençóis deles.

Mas assim que tivemos uma data confirmada para o retorno da nossa CEO, Edith, tanto a Maddie quanto a Cristina decidiram organizar a festa de boas-vindas. Aparentemente, as duas estavam gratas pelo retorno da Edith e uma forma de expressar essa gratidão (já que eu tinha sido quem sugeriu que a Edith fizesse um tour pelos depósitos de minério da nossa empresa no interior da Austrália) foi me entregar a Ingrid temporariamente. Não passou despercebida a ironia. Aqui estava eu, sendo recompensado pelo que foi essencialmente uma decisão logística com uma mulher cujo marido provavelmente não fazia ideia de o quanto a descrição do cargo da esposa dele tinha se expandido.
sexo no escritorioAssim que ela entrou no meu escritório, não perdemos tempo nenhum: me joguei nos lábios dela, apertando a bunda dela e pressionando o corpo dela contra o meu. Ela correspondeu aos sentimentos; a buceta dela já pressionava minha ereção crescente. A respiração dela ficou ofegante (aquele gemidinho agudo que eu já tinha aprendido a reconhecer) e os dedos dela se cravaram nos meus ombros, me puxando pra perto como se quisesse fundir nossos corpos. O cheiro do perfume dela, algo caro e floral, se misturava com o almíscar sutil da antecipação.

• Te senti falta! — ela murmurou contra a minha boca, com a voz já grossa de tesão.

Depois, ela começou a desabotoar a blusa. Eu quase tava babando: os peitos dela eram majestosos; talvez menores que os da Cristina, mais redondos que os da Maddie, mas simplesmente perfeitos. Se eu tivesse nomeado a Ingrid como minha assistente pessoal, agora ela não seria casada, não seria mãe de dois filhos. Não, ela estaria dobrada debaixo da minha mesa todas as tardes, com os lábios me envolvendo até minhas pernas tremerem. O corpo dela exigia esse tipo de adoração: peitos que balançavam a cada respiração, uma raba que implorava pra ser agarrada e gemidos que soavam como se ela estivesse sendo destruída da melhor maneira possível.
infidelidade consentidaA blusa da Ingrid caiu no chão com um sussurro de seda contra a madeira, quase me fazendo chorar, e o sutiã azul elétrico que ela usava brilhava sob as luzes do escritório como uma espécie de troféu obsceno. Ela tem o tipo de peito que você quer afundar a cara, chupar e ser fodido com eles. As taças se esticavam sob o peso dos seios dela, a renda mal contendo eles, e eu não hesitei: minha boca estava nela antes que ela pudesse continuar me provocando. Ela se arqueou em minha direção com uma risada gutural, enroscando os dedos no meu cabelo enquanto eu lambia o vale entre os peitos dela, o sal da pele dela se misturando com a doçura suave do perfume.esposa infiel• Você é insaciável! - ela ofegou, mas o jeito que seus quadris giravam contra os meus traía a própria fome dela.

Então, a saia dela seguiu o mesmo caminho...

O tecido se amontoou ao redor dos tornozelos dela, revelando a calcinha pecaminosamente justa que se agarrava aos seus quadris: preta, fina, praticamente transparente. Minhas calças e cueca viraram uma prisão. Invejei o marido dela naquele momento, não porque eu a quisesse pra sempre (Marisol é a dona do meu coração, mesmo ela curtindo compartilhar meu corpo com outras mulheres), mas porque aquele cara podia desembrulhar esse presente toda noite. Ingrid se virou, lenta e deliberadamente, me deixando apreciar a vista daquele rabo: redondo, firme, daqueles que imploram pra ser mordido e apertado até ficarem marcados com digitais.

Enquanto via a saia de Ingrid deslizar sobre a bunda dela, comecei a me imaginar comendo aquela buceta toda manhã depois de receber meus relatórios diários.
colega de trabalhoEla sorriu com malícia por cima do ombro, prendendo os polegares na cintura daquela calcinha.

• Você ficou olhando! - brincou, e eu não neguei. Como eu poderia? Era uma obra-prima.

Claro, a Ingrid tinha percebido e sorriu sedutoramente, com o lábio inferior preso entre os dentes enquanto o olhar dela se cravava no volume inegável que esticava minha calça. Talvez minha única vantagem real sobre o marido devoto dela fosse o tamanho: a grossura, o comprimento, o jeito que meu pau se sentia agora como uma panela de pressão a segundos de estourar as costuras.

O ar entre nós estalava com eletricidade estática enquanto os dedos da Ingrid traçavam o contorno da minha ereção através do tecido da minha calça. Ela suspirou quando eu agarrei o pulso dela e pressionei a palma firmemente contra mim, deixando ela sentir cada centímetro pulsante que esticava o zíper. O aroma do perfume elegante dela se misturava com o almíscar da nossa excitação, algo inebriante e primitivo que fez meu aperto se fechar reflexivamente ao redor dela.
Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)• Posso sentir seu pulso. — comentou, deslizando levemente as unhas pelo meu peito antes de desabotoar o botão da minha calça. O som do zíper descendo ficou obscenamente alto no escritório silencioso.

Lá fora, o zumbido distante do sistema de ventilação e o barulho ocasional dos elevadores nos lembravam que não estávamos sozinhos no prédio. O joelho da Ingrid bateu na borda da minha mesa enquanto ela se ajoelhava, as coxas revestidas de renda sussurrando contra o carpete. As luzes fluorescentes capturaram o brilho do gloss dela quando ela me olhou por entre os cílios.

• Me fez esperar demais! — protestou, com a voz grossa de desejo contido enquanto o hálito quente provocava a cabeça do meu pau através do tecido úmido da minha cueca.

Um arrepio percorreu minhas costas quando os lábios dela roçaram a mancha molhada onde tinha vazado líquido pré-seminal, e a língua dela saiu rapidinho pra me provar através do material. Meu aperto se fechou instintivamente no cabelo dela; não o suficiente pra machucar, mas o bastante pra fazer a respiração dela parar por um instante.

- Você
Não.Você gosta de esperar! — respondi, sorrindo para ela enquanto ela me lançava um olhar que era ao mesmo tempo desafio e rendição.sexo no escritorioSua risada vibrou contra minhas coxas enquanto eu finalmente abaixava minha cueca, e sua respiração ficou ofegante quando meu pau ficou livre.
• Caralho! – ela sussurrou, com os olhos azuis escurecendo de tesão enquanto me olhava de cima a baixo: grosso, cheio de veias, já vazando na ponta.
A língua dela saiu rapidinho pra pegar uma gota de lubrificante antes que caísse, soltando um som de aprovação ao sentir o gosto.
• Nossa!
sim.Me fez esperar! - protestou, mas o jeito que os dedos dela se apertaram ao redor da minha base traía a ansiedade dela.infidelidade consentidaEntão, ela respirou fundo, abriu seus lábios carnudos e me afundou no banco. Recebo muitas boquetes no meu escritório, mas o da Ingrid parecia mais faminto; como se ela tivesse fantasiado com esse momento durante cada ligação de conferência entediante; cada planilha que formatou: cada vez que o marido dela a beijava para dar bom dia sem perceber para onde a mente dela realmente vagava. A língua dela girou em volta da cabeça da minha pica com precisão, mas havia algo desesperado no jeito que os dedos dela cravavam nas minhas coxas, como se ela precisasse provar que aquilo era real.

Na minha cabeça, eu racionalizei que ela fazia isso porque o marido não dava conta, mantendo-a num vórtice constante de desejo. Mas ter minha pica na boca dela era tudo o que ela queria há muito tempo, e eu não tinha intenção nem vontade de tirar isso dela.
esposa infielEla continuou sugando e senti meu estresse se dissipando, como se o peso dos relatórios trimestrais e das falhas de equipamento se dissolvesse sob o calor da boca dela. Meus dedos se tensionaram no cabelo dela, sem forçar, apenas guiando; um suspiro silencioso que a fez gemer ao meu redor, e a vibração viajou direto para minha virilha. A cadeira do escritório rangeu sob meu peso quando me mexi, um som abafado pelos ruídos úmidos e rítmicos dos lábios dela deslizando sobre mim. Lá fora, passos abafados passaram pela minha porta, alheios ao pecado que se desenrolava ali atrás da madeira.

O gosto de sal e almíscar devia ter coberto a língua dela até então, mas Ingrid não diminuiu o ritmo. Se é que algo mudou, o ritmo dela ficou mais desesperado, a garganta se contraindo enquanto me engolia mais fundo, os lábios se esticando obscenamente ao redor da minha grossura. Uma gota de suor escorreu pela minha têmpora enquanto eu a observava: os cílios piscando, as bochechas se afundando a cada sucção. O cheiro do shampoo dela (algo floral e caro) se misturava com o forte odor de tesão, enchendo o escritório com uma intimidade que parecia quase criminosa. Lá fora, o murmúrio abafado dos funcionários passando pela porta fez meu pulso acelerar. A aliança de casamento de Ingrid brilhou sob as luzes fluorescentes enquanto ela agarrava minha base, enquanto a outra mão subia para acariciar minhas bolas com naturalidade.

- Você está inacreditavelmente
insaciável— exclamei, com a voz rouca.

Ela se separou com um estalo molhado, com os lábios inchados e brilhando sob as luzes do escritório. Um fio fino de saliva ainda a conectava ao meu pau quando ela me olhou através daqueles cílios escurecidos: o tipo de detalhe obsceno que fazia meu estômago apertar.

• Você não faz ideia! — ela ofegou, limpando a boca com as costas da mão num gesto que deveria ter sido vulgar, mas que nela parecia elegante.

A aliança de casamento dela capturou a luz enquanto ela falava, o ouro brilhando contra a pele corada.

• Eu estava faminta! Sonhei com isso a semana inteira! Meu marido... — Ela mordeu o lábio, deixando a frase inacabada entre nós como uma confissão.

Não precisei que ela terminasse. Eu sabia. Provavelmente, o cara saía toda manhã para o trabalho se sentindo cansado, mas com um sorriso enorme... completamente alheio ao fato de que os gemidos da esposa dele eram, em parte, destinados ao fantasma de outro homem que rondava entre os lençóis deles. A renda molhada se colava às curvas dela como uma tatuagem, a mancha escura entre as coxas era a prova de que ela tinha se esfregado contra a minha lembrança enquanto o marido dormia ao lado dela.
colega de trabalhoNão tive tempo de refletir sobre a poesia tortuosa do casamento deles. Num instante eu estava de joelhos (com os lábios brilhando e as pupilas dilatadas) e no seguinte ela estava montada em mim com a graça de uma predadora, subindo aquele retalho ridículo de renda até sumir entre as nádegas dela. O calor que irradiava através do tecido molhado fez meus dentes doerem.

• "Quero que você me encha bem!" — sussurrou sensual no meu ouvido, mordiscando o lóbulo com uns dentes que mandaram faíscas pela minha espinha. — "Pra eu sentir amanhã quando ele me comer.
Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)O calor úmido dela através da renda era uma tortura; aquele tipo de agonia lenta e doce que fazia meu pau dar um pulo contra os limites apertados da calcinha dela. Eu podia sentir cada relevo da renda se impregnando na minha pele, a umidade onde ela tinha ficado gotejando pra mim. Pode ser que o marido dela tivesse o corpo dela à noite, mas naqueles momentos? Cada gemido, cada tremor, cada pulsação da buceta dela em volta do nada era meu.

Minhas mãos agarraram os quadris dela, a seda da calcinha deslizando sob a ponta dos meus dedos.

- Você é um perigo! - eu rosnei, mas já estava levantando ela, girando a gente pra que as costas dela pressionassem contra a escrivaninha.
sexo no escritorioOs arquivos se espalharam e uma caneta rolou pela borda com um leve tilintar.O som de um tapa.. Ingrid riu (aquele som sincero e atrevido que sempre fazia meu estômago revirar) enquanto os ombros nus dela batiam contra a mogno fria. A cadeira do escritório rangeu para trás quando eu a chutei, deixando a gente exposto sob as luzes fluorescentes estéreis.

A risada da Ingrid era ofegante enquanto eu enfiava os polegares na cintura da calcinha dela.

• E você adora! — ela me desafiou, com a voz grossa de tesão.

A renda rasgou com um estalo seco, um som que abalou nós dois. As pupilas dela dilataram ainda mais e os lábios se abriram num gemido mudo enquanto o pano amassado deslizava pelas coxas dela. Fora das minhas paredes à prova de som, um telefone tocou ao longe. Alguém tossiu. O mundo continuava girando. Mas naquele momento, tudo que eu conseguia ouvir era a respiração ofegante da Ingrid enquanto eu a segurava pelos quadris e me enterrava nela, com a mesa tremendo sob a gente a cada estocada.

Como sempre, ela era apertada. A maioria das mulheres com quem já estive é apertada (a Marisol ainda jura que eu estico ela como se fosse a primeira vez toda noite, mesmo depois de quatro filhos), mas a Ingrid? A Ingrid me apertava como uma prensa hidráulica. Aposto que a Maddie e a Cristina tinham seus próprios brinquedinhos a pilha guardados nas mesinhas de cabeceira, mas o marido da Ingrid? Ou o cara era fino que nem um palito, ou nunca tinha se dado ao trabalho de aprender a abrir ela direito.
infidelidade consentidaClaro que percebeu. Porque soltou um gemido (um gemido real, erótico e prazeroso) no momento em que entrei nela. Não eram os sons teatrais que fazia para o marido, mas o barulho genuíno, como um baque seco, de alguém que tinha esquecido como era se sentir devidamente preenchida. O corpo inteiro dela se tensou; não só as coxas apertando meus quadris, mas os dedos cravando como meias-luas nos meus ombros, a respiração falhando daquele jeito agudo e involuntário que me mostrou que ela não esperava tanta profundidade. Os cílios dela tremeram, os lábios se abriram numOh!Silencioso e, por um segundo vertiginoso, pensei que ela pudesse se render.

Então ela riu (um som ofegante, incrédulo, delicioso) e balançou os quadris contra os meus, forçando-me a entrar mais fundo.

• Caralho! — ela ofegou, enquanto as unhas arranhavam minhas costas. — Tô sentindo você enorme hoje!

Sorri contra a clavícula dela, saboreando o sal e o Chanel No. 5.

— Talvez seja porque você tá tensa.
esposa infielDeslizei minhas mãos por baixo da bunda dela, levantando-a levemente para ajustar o ângulo. A escrivaninha gemeu sob nós, os papéis farfalharam. A respiração da Ingrid cortou de novo; aquele som delicioso e involuntário que ela tentava abafar toda vez que eu chegava no fundo dela. O jeito que o corpo dela resistia antes de ceder sempre fazia minha visão embaçar nas bordas.

- Relaxa! - sussurrei contra o pescoço dela, sentindo o martelar do pulso dela sob meus lábios. - Respira!

A respiração da Ingrid engasgou de novo quando cheguei no fundo. Ela enganchou as pernas na minha cintura, pressionando os calcanhares na base das minhas costas.

- Não, é que...
vocêvocê está...Ahh... além dissogrossoque da última vez… - a voz dela vacilou na última palavra, enquanto os quadris se mexiam em círculos pequenos e involuntários.colega de trabalhoMordisquei o lóbulo da orelha dela, saboreando o jeito que a respiração dela tropeçava contra o meu pescoço.

- Ou talvez seu marido esteja mancando...

Ela me deu um tapa no ombro, sem vontade, distraída, enquanto eu me afastava devagar, observando o corpo dela se agarrar ao meu.

- Idiota! - murmurou, mas as coxas dela tremeram quando eu entrei de novo, mais forte dessa vez.

O ritmo acelerou rápido, bagunçado. A Ingrid não era silenciosa (nunca foi), mas naquele dia os gemidos dela estavam abafados, desesperados, como se ela lutasse pra segurar. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, puxando com força suficiente pra doer.

-
Marco...! Eu conhecia aquele tom. Sabia o que significava. Aquele gemido agudo e trêmulo; o que não era só prazer, mas rendição. Então reduzi o ritmo, saindo dela quase por completo num deslize agonicamente lento. Ingrid gemeu, mexendo os quadris para cima em busca do atrito. A mesa rangeu com a mudança de peso e as canetas se espalharam. • Não,Não.... não para...! — suplicou, com a voz se quebrando entre as palavras.Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)O rubor que se espalhava pelo peito dela me dizia que ela estava perto, perto demais, e eu não pensava em deixar ela cair no abismo sem a minha permissão.
- Então
comporte-se bem! - grunhi, pressionando meu polegar contra o clitóris dela em círculos bruscos.

O corpo inteiro dela arqueou sobre a mesa, e uma pasta de arquivos amassou sob as escápulas dela. Os músculos das coxas dela tremiam enquanto ela lutava para ficar parada, e as unhas dela cravavam meias-luas nos meus antebraços.

Enquanto eu metia nela, o calor úmido do corpo da Ingrid se fechava ao meu redor como uma prensa de veludo. O primeiro orgasmo dela se formou devagar (aqueles espasmos reveladores contra o meu pau, o jeito que a respiração dela engasgava entre gemidos), mas eu não tava disposto a deixar ela cair no abismo ainda. Não enquanto os peitos dela balançavam a cada movimento, e a renda do sutiã apertava contra uns bicos que endureciam sob meu olhar. Nós dois sabíamos que aquilo era errado. Que não devíamos estar fazendo aquilo, especialmente no trabalho. Sabíamos que nossas alianças brilhavam acusadoramente sob as luzes fluorescentes, ambos felizmente casados e com filhos. Mas, Deus, o jeito que o corpo dela cedia ao meu, como se a evolução tivesse nos projetado exclusivamente pra arruinar os casamentos um do outro.
sexo no escritorioOu, mais exatamente, meu pau fazia a gente se encaixar perfeitamente: uma peça de quebra-cabeça obscena se encaixando no lugar a cada estocada. Porque ela era apertada. Mais apertada que o aperto da Cristina, mais apertada que o fechamento entusiasmado das pernas da Maddie (mulheres que tinham seus próprios substitutos de silicone guardados discretamente nas mesinhas de cabeceira). Mas a Ingrid? A Ingrid tinha um marido que claramente não entendia a geometria do prazer, deixando ela perpetuamente faminta da plenitude que só eu podia dar pra ela.

Continuei metendo, fazendo uma bagunça na minha mesa: o café derramou em cima de algumas pastas, as canetas rolaram pra borda e meu notebook ficou pendurado perigosamente, seguro só pela tensão do cabo. Mesmo assim, os gemidos deliciosos da Ingrid faziam tudo valer a pena. A voz melodiosa dela ecoava nas minhas paredes à prova de som como se eu estivesse matando ela devagarinho.

O rangido rítmico da mesa sincronizava com os suspiros da Ingrid, cada estocada pontuada pelo estalo molhado da pele. As unhas bem cuidadas dela (pintadas num tom de vinho profundo que combinava com as dos pés) cavavam arranhões nos meus bíceps enquanto eu segurava os pulsos dela acima da cabeça. O cheiro da excitação dela se misturava com os vestígios evanescentes do perfume de jasmim e o cheiro estéril do toner da impressora dos documentos espalhados debaixo da gente.

• Você vai me...! —ela ofegou, com a voz falhando enquanto eu aprofundava em ângulo—
Partindo…!infidelidade consentidaSua garganta trabalhou para articular as palavras, enquanto o pulso pulsava visivelmente sob a pele delicada.

Sorri com suficiência, girando meus quadris em um círculo lento e deliberado que fez as coxas dela tremerem.

- Isso!

Uma caneta rolou para fora da mesa, batendo no tapete com um som abafado. Lá fora, o tilintar fraco do elevador chegando mal se registrou por cima dos sons úmidos entre nós. A respiração da Ingrid cortou quando arrastei meu polegar pelo lábio inferior dela, e os dentes dela rasparam a ponta do dedo enquanto mordia: não o suficiente para tirar sangue, mas sim para me fazer gemer.

A risada dela foi ofegante, convencida.

• Vingança!
esposa infielRespondi jogando meu quadril pra frente, com uma força que entortou uma foto de família emoldurada na mesa ao nosso lado. O vidro pegou a luz do teto, espalhando reflexos prismáticos pelo peito rosado dela: arco-íris minúsculos dançando na pele brilhando de suor, bem onde o rosto sorridente da minha esposa estava virado pra baixo entre papéis espalhados. Os peitos dela balançavam a cada investida punitiva, e as alças do sutiã azul elétrico escorregavam pelos ombros como bandeiras de rendição.

• Caralho...! - ela se arqueou, levantando as costas da mesa enquanto o segundo orgasmo se formava. Os músculos da barriga dela se contraíram, e uma camada de suor fazia a pele brilhar sob as luzes fluorescentes. - Tô quase lá! Tô...!
Oh, meu Deus!...
Soltei uma risadinha, pensando nela como uma máquina de pinball com a bola presa na área de
pontuação extraO calcanhar de Ingrid se enganchou na minha panturrilha e os dedos dela se contraíram enquanto tentava me puxar ainda mais fundo, até o impossível. A escrivaninha protestou com um gemido agudo: uma das pernas deslizou um centímetro sobre o carpete, deixando uma marca tênue de arrasto.

O orgasmo dela veio como um tremor, e o corpo dela se fechou ao meu redor em pulsos erráticos. O som que ela soltou foi metade soluço, metade risada, enquanto os dedos dela se enredavam no meu cabelo e ela se estremecia.

• ¡
Jesus, Marco...!

Não cedi, continuei pressionando através da hipersensibilidade dela até que seus gemidos viraram choramingos abafados e seus quadris começaram a se mover em pequenos círculos involuntários contra os meus. A renda rasgada da calcinha dela arranhava minhas palmas enquanto eu apertava as coxas dela com mais força, a textura áspera contrastando com a seda da pele. O sangue floresceu na minha língua onde eu tinha mordido meu lábio com força demais; aquele sabor metálico cortando o resíduo floral do batom dela como um alarme que nenhum de nós dois quis atender.

As coxas dela tremeram quando apertei mais forte, a renda da calcinha rota parecendo lixa contra a seda nas minhas palmas. O terceiro orgasmo a atingiu de um jeito diferente: menos como uma onda quebrando sobre ela e mais como um raio abrindo ela ao meio. Os olhos azuis dela reviraram, os lábios se abrindo em sílabas silenciosas antes de recuperar a voz.
colega de trabalhoAiMeuDeusaiMeuDeusaiMeuDeus...-! - arfou Ingrid, a voz se quebrando como gelo se estilhaçando enquanto o terceiro clímax a atravessava.

As coxas dela se fecharam em volta do meu quadril como uma mulher se afogando que se agarra a um pedaço de madeira, o corpo inteiro tremendo sob as réplicas. Vi as pupilas dela dilatarem até os olhos azuis ficarem quase pretos, os lábios brilhantes e entreabertos enquanto soltava respirações ofegantes que embaçavam o ar entre nós. O cheiro de sexo se misturava com café derramado e toner de impressora: uma espécie de trindade profana de libertinagem corporativa.

- Isso! - Interrompi, aproveitando o clímax com uma sacudida particularmente brusca do meu quadril que fez as unhas dela arranharem minhas costas.

A ardência mal se registrou; não quando o corpo dela se fechou em volta de mim como um punho, me ordenhando a cada pulso errático. Ingrid soltou um gemido abafado, com a cabeça jogada para trás enquanto a mesa tremia mais uma vez. Uma pilha de relatórios cedeu, deslizando para o chão com um leve *
bum*.Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)Quando finalmente gozei, foi com a testa pressionada contra a clavícula dela, afundando os dentes no músculo do ombro dela o suficiente pra deixar uma marca que sumiria de manhã. O nome dela escapou dos meus lábios num sussurro rouco, abafado pelo suspiro de satisfação enquanto ela passava os dedos pelo meu cabelo. As tremedeiras seguintes deixaram minhas coxas bambas (uma confissão vergonhosa pra um cara que se orgulhava da resistência), mas o humminho presunçoso da Ingrid me avisou que ela tinha notado.

Por um longo momento, os únicos sons foram nossa respiração ofegante e o zumbido distante do sistema de ventilação do prédio. Aí, com um grunhido relutante, comecei a me afastar, fazendo careta pro estrago que a gente tinha feito na mesa… e um no outro.

Papéis grudados na pele úmida, café escorrendo pelos relatórios financeiros e meu notebook pendurado precariamente no cabo de carregamento, tipo um enforcado em algum purgatório corporativo. A aliança de casamento da Ingrid brilhou sob as luzes fluorescentes enquanto ela se espreguiçava, o corpo ainda vibrando com as tremedeiras.

• Isso foi
re-fres-can-te! - suspirou Ingrid, se espreguiçando como uma puta sob o sol, toda costa arqueada e ronronados satisfeitos.sexo no escritorio(Isso foi re-fres-can-te!)

Os dedos dela desceram pela clavícula, traçando a marca desvanecida dos meus dentes com algo perigosamente próximo do orgulho. O abajur da escrivaninha capturou o dourado da aliança de casamento dela enquanto ela procurava a blusa amassada, o metal ainda quente pelo calor corporal compartilhado.

• Tá sentindo as bolas mais leves e vazias? - a voz da Ingrid era grossa como mel, carregada de satisfação enquanto ela se espreguiçava, encolhendo os dedos dos pés contra o carpete.
infidelidade consentidaAs luzes fluorescentes captaram o brilho do suor que ainda secava entre os peitos dela; aquele sutiã azul elétrico agora era mais uma sugestão do que uma peça de roupa. Observei uma gota escorrer pelo esterno dela, sumindo no vale que eu tinha adorado minutos antes.

Dei mais um tapa na bunda dela (mais forte dessa vez), só pra ouvir aquele estalo seco ecoar pelas paredes à prova de som. Ingrid soltou um grito, mas o jeito que ela arqueou as costas com a ardência entregava o prazer dela.

- Te
encantaSer uma malcriada! — murmurei, vendo a marca vermelha da minha mão florescer na bochecha perfeita dela.esposa infielEla se virou com um sorriso debochado, os lábios inchados brilhando sob a luz fluorescente.

A risada dela o seguia enquanto ela circulava pelo meu escritório como se fosse dona do lugar, deixando um rastro de sexo e Chanel No. 5 pelo caminho. O jeito que os quadris dela balançavam a cada passo (aquele balanço deliberado e exagerado) me dizia que ela sabia exatamente o que estava fazendo. Minha rola, já exausta, teve um espasmo fraco de protesto enquanto ela se inclinava para pegar a calcinha arruinada, me presenteando com uma vista daquele rabo redondo que parecia esculpido por algum mestre do Renascimento. Larga e curvilínea como uma abóbora gostosa, as nádegas ainda guardavam a marca vermelha da minha mão onde eu tinha batido há instantes.

- Eu... não tenho certeza se você deveria fazer isso. - consegui dizer, observando ela rebolando enquanto subia a calcinha destruída pelas coxas.
colega de trabalhoO encaje preto (agora mais pano rasgado do que peça de verdade) estalava contra a pele dela a cada movimento provocador. Em algum ponto entre minha mesa e o carpete, uma gota do meu gozo fez sua descida, brilhando sob as luzes fluorescentes antes de sumir entre as fibras.

Ela notou minha excitação e sorriu sedutoramente, parando os dedos no ar enquanto desacelerava de propósito o movimento de subir o encaje rasgado. A calcinha esticou obscenamente entre as coxas dela, sem cobrir quase nada já; só uma moldura preta rasgada em volta da evidência brilhante do nosso encontro.

• Ah, eu já sei! – A risada dela ecoou no escritório, gostosa e cúmplice, enquanto ela se virava completamente pra mim; com o quadril torto, uma mão apoiando a curva da cintura enquanto a outra balançava a calcinha arruinada como um troféu, fazendo os peitos dela quicarem no processo.

As luzes fluorescentes pegaram o brilho entre as coxas dela, traçando caminhos reluzentes sobre a pele íntima.

• Mas é difícil evitar que você escorra de mim.

A língua dela saiu pra umedecer o lábio inferior, lenta e deliberadamente, como se já pudesse sentir o gosto da próxima rodada.

Engoli seco. Ela estava depilada zero (Igual a Marisol, porque diz que sente mais intenso), mas a imagem da Ingrid andando sem calcinha pelo escritório, com meu gozo escorrendo pelas coxas dela a cada passo, quase me deixou duro de novo. As luzes fluorescentes pegaram a umidade entre as pernas dela enquanto ela se abaixava pra pegar a saia, e Deus, do jeito que os músculos dela tensionaram...

Ela sorriu com safadeza enquanto a gente começava a se vestir.

– Então, por que a Cristina queria minha ajuda pra organizar a festa de boas-vindas da Edith? Pensei que elas dariam conta sozinhas... – perguntei enquanto abotoava a camisa, observando os dedos da Ingrid brigarem com os botõezinhos de pérola da blusa dela.

Do jeito que o decote dela esticava contra o tecido ao se mover fez meus dedos tremerem com a vontade de desfazer todo o trabalho dela de novo.
• Ah! – ela se virou, abotoando a blusa com um sorriso safado que enrugou os cantos dos olhos.
Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)As luzes fluorescentes captaram o brilho sutil do suor que ainda secava ao longo do pescoço dela, aquela cavidade delicada que eu tinha mordido há menos de dez minutos.

• Elas acharam que era a melhor forma de agradecer... e eu concordei com elas.

É difícil processar meus pensamentos durante esses momentos, preso entre o absurdo e a excitação, o profissional e o primitivo. Maddie e Cristina, ambas deusas corporativas por direito próprio, sabiam exatamente o que estavam fazendo quando orquestraram esse pequeno
Agradecimentocom a Ingrid. Elas estão muito cientes das minhas atividades extracurriculares com minhas colegas e as mulheres do conselho, e mesmo assim decidiram colocar a Ingrid na minha frente como se fosse um prêmio. A ironia não me passava despercebida: duas mulheres pelas quais eu me inclinaria de bom grado sobre minha mesa, me entregando a uma terceira como se fosse um revezamento corporativo retorcido.sexo no escritorioDepois que finalmente nos vestimos, a Ingrid tinha aquele brilho pós-coito, daqueles que não dá pra fingir. Não era só o rubor no alto das maçãs do rosto dela ou o jeito que os lábios dela ficavam levemente entreabertos, inchados pelos meus beijos. Não, era o jeito que os olhos dela se franziam ao perceber que eu ficava olhando pra ela, como se estivesse saboreando um segredo que só a gente conhecia. Ajeitei a gola dela, alisei a saia, mas quanto mais eu tentava deixá-la apresentável, mais bagunçada ela parecia: o cabelo revirado só o suficiente pra sugerir o pecado, a blusa grudando no suor na curva das costas dela.

De alguma forma, aos meus olhos, ela acabou ficando ainda mais gostosa: os lábios ainda inchados do nosso encontro anterior, a blusa levemente torta de um jeito que sugeria uma vestida apressada mais do que descuido. Aquele sorriso reservado dela fez meu pulso acelerar, o jeito que a língua dela saiu rapidinho pra umedecer o lábio de baixo, como se já pudesse sentir o gosto do que viria depois…
infidelidade consentida


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1 comentários - Preparativos da Festa de Boas-Vindas (I)

Como en un harem, a veces las propias concubinas se ponían de acuerdo en quien era la que iba a pasar la noche con el amo jajajajajaj