Peru com amor...

Isso aconteceu no final de 2019, eu já estava estabelecido na Espanha… Saía de um relacionamento bem tóxico… Tinha me cansado dos problemas e das confusões que não eram minhas. No fim das contas, minha autoestima estava lá embaixo. Sem falar na minha vida sexual, que era zero, principalmente depois de estar com alguém que, acho eu, não curtia minha companhia.
Com 40 e tantos, não estava a fim de engolir histórias estranhas, então decidi deixar pra lá e ignorar os problemas.

Depois de uns dias de paz, baixei um desses aplicativos modernos e fui atrás de algo… Muito papo e muito interrogatório, as mil perguntas ou, como eu chamo, muito questionário pra tomar um café e ver alguém. Tava começando a cansar de toda essa mecânica dos aplicativos até que apareceu a Ale.

Ale era uma peruana de 40 e tantos também, independente, solteira, mas acima de tudo com vontade de conversar cara a cara, então combinamos de tomar algo numa sexta à tarde.

Chegou o dia e marcamos num shopping, as fotos já tinham me adiantado o que eu encontraria: uma mulher pequena, com curvas, normal, de pele morena e um sorriso lindo.

Nos encontramos e começamos a falar de tudo um pouco, contando sobre a vida e curtindo uma cerveja. O papo foi muito bom, ela era bem culta e dava pra falar sobre qualquer coisa.

O tempo passou e anoiteceu, me ofereci pra levá-la em casa, o que ela agradeceu. No caminho de carro, continuamos conversando. Eu tinha um compromisso à noite com um amigo e não podia furar porque precisava devolver uma câmera que ele tinha me emprestado. Quando chegamos na casa dela, ela me convidou pra subir e, infelizmente, falei que não dava. Nos despedimos e segui meu caminho.

Durante a semana, continuamos nos falando por mensagens e marcamos de novo na sexta, já direto na casa dela.

Chegou o dia e a hora, fui pra casa dela, levei uns alfajores pra tomar com café, que tinha prometido. Ela me recebeu como receberia um amigo, embora eu tenha notado ela um pouco distante, mas tudo bem. Ela me contou que ficou surpresa por eu ter chamado ela pra sair de novo, porque tinha recusado o convite pra subir na semana passada.

A gente sentou no sofá da sala da casa dela, ela numa ponta e eu na outra, dava pra ver que ela tava meio nervosa… Mas num momento da conversa ela me fala:

Ale: A verdade é que a gente já conversou sobre tudo, já sabe o que quer e o que procura.

A gente falou sobre o que queria e que, na nossa idade, não precisava ficar enrolando nem enchendo o saco de ninguém só pra dar uma trepada.

Eu: É… E como você me vê…?
Ale: Papi, você tá de dar água na boca…

Na hora eu pensei: “Essa quer guerra!”.

Eu: Mas tá tudo bem? Te vejo meio distante e nervosa.
Ale: Tá tudo bem, sim, é que eu tô menstruada…
Eu: Ahhh, por isso que você tá assim?
Ale: Sim! Mesmo que a gente não possa foder, eu chupo você, adoro fazer isso.

Não esperava que ela fosse falar isso, na lata, sem rodeios, hahaha.

Eu: Que tal você chegar mais perto e primeiro me deixar te dar um beijo?

Ela, que tava num lado do sofá, se aproximou, se acomodou do meu lado, eu passei o braço, abracei ela e beijei… Ela me abraçou e começou a meter a língua… Comecei a apalpar os peitos dela enquanto a gente tava no sofá, ela foi se deitando… Entre beijos e carícias, eu via e sentia como ela se remexia no sofá, abrindo as pernas, me deixando acariciar a buceta por cima da calça jeans que ela tava usando.

Ale: Ummm, papi, como você tá me deixando…

Cada vez que ela falava “papi”, eu sentia que minha pica ia explodir.

Eu: Olha como você me deixou…

Peguei a mão dela e coloquei na minha pica dura… Eu tava num tesão danado… Já vinha de uns meses só na punheta, sentir os peitos dela na mão, a língua dela na minha boca… Me deram uma ereção que dava vontade de arrancar a calça.

Ale: Ummm, papi, como você tá dura… Deixa eu…

Ela se ajoelhou na minha frente, eu me recostei no sofá e ela tirou minha calça e a cueca… Olhou pra minha pica e falou…

Ale: Que pica linda. Você tem um papi.
Enquanto eu começava a me masturbar, segurando meu pau bem firme. Eu estava no paraíso…

Eu: Você gosta, mamita…?
Ale: Quer que eu chupe ele, papi?

Ela me perguntou e já tinha me dito que era um pouco submissa, então entrei na brincadeira.

Eu: Sim, mami, coloca ele na boca e aproveita.

Ela, sem dizer mais nada, sem soltar meu pau, se aproximou e, sem parar de me olhar, começou a chupar devagar, soltando um gemido…

Ale: mmmm (Tirou ele da boca) Que duro você tá com o pau, muito duro, papi, e que grande… tudo isso você vai meter em mim?
Eu: Quer que eu te foda, mami?
Ale: Papi, tô menstruada…
Eu: Tá bom, pra próxima… Continua chupando…
Ale: Vamos pra cama?

A gente levantou e foi pro quarto, que tava a poucos passos… Quando chegamos na cama, comecei a despir ela… comecei a chupar os peitos dela (Não eram muito grandes, mas tinha uns bicos duros). Ela tirou minha camiseta e eu ajudei ela a tirar a calça jeans que tava usando, ficando só de calcinha…

Ale: Deita, papi, fica confortável…

Eu me deitei na cama, arrumei os travesseiros pra ter uma boa visão da ação e abri as pernas. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e começou a me masturbar com força…

Ale: Papi, que vontade de você meter ele em mim…

Ela se inclinou pra colocar meu pau de novo na boca, deixando a bunda empinada… A cena toda era incrível, a bundinha redonda dela com a calcinha enfiada entre as nádegas… ouvindo como ela saboreava meu pau e sentindo a língua dela brincar com a cabeça… sentir como ela molhava meu pau com a baba dela…

Ale: Na próxima vez você me fode bem forte, papi, mete esse pau todo em mim e me empurra bem…
Eu: mmmm, mamita, que gostoso você me falar isso…
Ale: Goza na minha boca, papi, que eu engulo tudo…

Eu tava explodindo, aquela bunda… Os gemidos dela… Ela não parava de chupar… minhas pernas tremiam…

Eu: Como você chupa bem, puta! (Falhei sem pensar).
Ale: Você gosta como essa puta chupa o seu pau?
Eu: Você tá me deixando louco… Louco…
Ale: Cê já sabe o que dizem, uma senhora na rua e uma puta na cama… É assim que eu gosto de ser…
Eu: Era o que eu precisava, uma puta bem puta!
Ale: Essa puta puta é só sua, papai…

Eu me masturbava e ficava olhando pra pica…

Ale: Gosto da sua pica, papai… Amo ela… tá bem dura…

Naquele momento, ela cuspiu na pica pra lubrificar…

Eu: Como me excita você fazer isso, puta… que gostoso como você cospe… te ver bem suja…
Ale: Quero seu gozo, papai, quero tomar tudo…
Eu: Quer na boca?
Ale: Onde você quiser, papai… quero seu gozo.

Ela continuava chupando e eu não aguentava mais… O prazer que eu sentia era incrível, a melhor chupada que eu levei em muito tempo… Minhas pernas tremiam. Ela percebeu minha reação, tirou a pica da boca, cuspiu de novo e enfiou na boca. Sem conseguir me controlar, joguei todo o gozo dentro da boca dela sem avisar. Ela fechou os olhos, aproveitando o momento enquanto gemia… esperou eu terminar de gozar… recolheu até a última gota do meu gozo, abriu os olhos, tirou minha pica da boca e, olhando nos meus olhos, vi ela engolir tudo que tinha na boca, abriu a boca e mostrou a língua, provando que tinha engolido tudo…

Eu: Que lindo você fazer isso…
Ale: Amo… (ela disse quase sussurrando).

Ficamos na cama conversando um pouco, tentei colocar a mão na calcinha dela, mas ela disse que era melhor não…

Combinamos de nos ver no próximo fim de semana e eu voltei pra casa completamente seco…

CONTINUA.

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