Um saludo pra comunidade, que bom estar de volta com um novo relato, espero que vocês curtam. Lembrem de deixar pontos e comentar se gostaram, sem mais delongas, vamos começar. Dessa vez vou falar sobre minha vizinha, uma milf, o nome dela é Daniela, bem putinha, peitos naturais e grandes, uma bunda bem formada com pernas torneadas, amante de pica jovem. Fomos vizinhos por cerca de 4 anos, eram apartamentos e a porta dela ficava bem de frente pra minha, então todas as manhãs ao sair eu a via com suas leggings apertadas que destacavam sua bunda gostosa, e ao voltar também a via às vezes com decote ou com calças coladinhas. Ela era mãe de duas crianças, além de ser casada, mas isso não a impedia de andar de putinha. Minha mãe falava bem com ela e elas tinham uma boa amizade, então ela também vinha na minha casa. Eu sempre aproveitava pra olhar pra ela e dedicar umas punhetas, a gente trocava um tipo de olhares, era como se a gente se desejasse, mas eu não tinha coragem de falar com ela de outro jeito. Mas um dia tudo mudou. Era domingo, por volta das 11 da manhã, eu acordei e fui na cozinha pegar algo pra beber, e como não ouvi barulho nenhum, saí só de cueca e com uma ereção matinal, vocês me entendem. Ao chegar, ela estava tomando café, foi uma surpresa vê-la. Claro que fiquei nervoso, não sabia que ela estava na minha casa. "Oi, bom dia", eu disse com uma voz nervosa e meio insegura. "Bom dia", ela respondeu enquanto fixava o olhar na minha pica. "Desculpa por sair assim, não sabia que você estava aqui e como não ouvi barulho, pensei que estava sozinho." "Não se preocupa, seus pais saíram agora, vão voltar logo, e eu fiquei esperando, estamos tomando café." "Bom, fique à vontade na casa, vou pegar uma roupa e já volto." "Não se preocupa, pega o que precisar na cozinha, não vou contar pra ninguém que você me recebeu assim", ela dizia isso com uma voz sensual que fazia minha pica ficar ainda mais dura. "Ok, só vim pegar algo pra beber." Fui até a geladeira e peguei um suco, peguei um copo e me servi um pouco, tudo isso sob o olhar dessa tremenda puta. "O preto cai muito bem em você. e essa cueca fica muito bem em você - ao dizer isso, toquei seus peitos lentamente, me provocando
- Obrigada, senhora D.
- Não me chame de senhora, não sou tão velha assim, ou sou? - ela perguntou enquanto se aproximava de mim.
- Não, claro que não, só falo por respeito, vizinha. Ela parou na minha frente e com um olhar disse tudo. Sabia que ela queria que eu a comesse, mas não sabia se dava o primeiro passo, como ela iria reagir. Mas para minha surpresa, ela deu.
D - Parece que você precisa de uma boa esvaziada, Sweetie, ou é normal tê-lo tão duro assim? - ela perguntou.
- Que pena que percebeu, não era minha intenção. Eu ainda estava pensando no assunto, não queria problemas nem com seu marido nem com meus pais.
D - Está tão duro que é difícil não notar, posso? - ao dizer isso, uma de suas mãos começou a pegar no meu pau, começou a esfregar e apertar um pouco.
- Claro que pode, mas... e seu marido? - perguntei.
D - Ele não vai perceber se formos discretos.
Ela rapidamente abaixou minha cueca e começou a me masturbar. Não podia acreditar, minha vizinha, que tantas vezes olhei com luxúria e desejo de comer, estava na minha cozinha pegando no meu pau. Era maravilhoso, eu a desejava tanto. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a lamber a cabeça, passava a língua enquanto com uma das mãos o segurava. Começou a colocá-lo na boca, primeiro devagar, mas rapidamente meteu tudo na boca e ao tirar deixava um rastro de saliva no meu pau, vindo de sua boca. Sentia super gostoso como ela fazia, alternando chupando e puxando enquanto cuspia no meu pau. E senti mais confiança, então peguei sua cabeça e enfiei tudo na sua boca. Aí entendi que ela seria minha putinha. Metia e tirava a meu prazer e na velocidade que eu desejava. Ela me olhou nos olhos e disse:
- Goza no meu café, Sweetie.
Ela dizia isso e continuava me masturbando rapidamente, ela queria que eu terminasse para adoçar seu café com minha porra.
Ouvi um barulho na porta e rapidamente fui para meu quarto. Era o marido dela e meus pais chegando. Fechei a porta do meu quarto com o pau cheio de saliva, escorrendo de tão molhado que ela tinha deixado. Não pude dar para ela. Minha porra estava quente, mas foi só o começo, claro. Não podia ficar assim, então aproveitei e dediquei outra punheta pra ela. Coloquei um pouco de roupa e saí de novo. Foi um momento bem constrangedor, e eu tava muito nervoso de ficar na frente do marido dela, sabendo que minutos antes a esposa dele tava chupando meu pau no mesmo lugar. Tudo aconteceu sem problemas, e o dia terminou assim.
No dia seguinte, eu tava esperando pra sair, a vi e ela sorriu. Disse: "Tava te esperando, lembrei daquele momento... você disse que se eu passar meu celular, você aceita?" Eu aceitei, e trocamos números rapidinho pra ninguém perceber. A gente se mandou mensagens e estabeleceu algumas regras pra gente se ver: ser bem discretos e nos encontrar sempre que tivéssemos chance, nada de ciúmes, seria só sexo sem compromisso, já que eu tinha namorada. Às vezes, ela também vinha na minha casa. Depois de combinar tudo, marcamos o primeiro encontro.
Foi numa quarta-feira, lembro bem. Eu saí da escola mais cedo naquele dia, e ela ia pra academia e fazer umas compras. Então, fiquei esperando num shopping enquanto ela fazia o supermercado. Ela saiu, e eu ajudei a colocar tudo no carro. Direto pro motel. Ela sugeriu ir chupando meu pau no caminho, então eu dirigi e deixei ela começar a mamar. Era incrível sentir ela enfiando tudo enquanto eu dirigia, uma delícia. Aproveitei e com uma mão agarrei a bunda dela enquanto ela continuava mamando.
Chegamos, ela pagou o motel, a gente se instalou e pediu umas cervejas. Conversamos um pouco, e ela me contou que o marido não satisfazia ela, além de que ela queria um pau maior e um bom sexo fora de casa. Comecei a tirar a blusa dela e vi seu sutiã de renda branca, que decorava perfeitamente seus peitos. Toquei por cima, eram macios e grandes. Ao tirar, vi seus mamilos duros, aréola grande... peitos perfeitos. Lambi seus mamilos e mordi de leve enquanto apertava com minhas mãos. Ela tirou minha camisa e passou a língua no meu peito. Sentei na cama e desci sua calça de exercício, daquelas que deixam a bunda mais gostosa. Ela tinha uma calcinha fio dental... Lingerie também branca, uau, essa bunda era linda, bem durinha e malhada. Ao tocar, sentia o paraíso e meu pau explodia. Beijava suas nádegas enquanto ela se inclinava e sobre sua calcinha sentia sua buceta molhada. Ao baixá-la e deitá-la para abrir suas pernas, via que sua vagina estava totalmente encharcada, bem molhada e depilada. Me dava água na boca ver tamanho banquete na minha frente. Me aproximei e comecei a lamber, saboreando seus fluidos e creme vaginal abundante. Metia minha língua e movia em círculos, alternando para cima e para baixo, querendo saber como ela gostava mais e fazê-la ficar ainda mais molhada. Então chupava aquela buceta repetidamente, passava minha língua por seus lábios e também beijava, metia minha língua naquela vagina molhada. Ela gritava como uma louca, me dizia: "Come toda minha ppk, está molhadinha, que gostoso. Você mete sua língua lá dentro de mim, que está muito quente, desejando seu pau, papi". E com as mãos me pressionava contra sua vagina. Me levantei e ela começou a me beijar, metia sua língua e saboreava seus próprios fluidos. Fiquei por cima dela e ela começou a chupar meu pau de novo. Metia tão rápido, mamava tão gostoso, cuspia e puxava ao mesmo tempo, uma verdadeira especialista em mamar pau. Uma garganta profunda à minha disposição, pensei enquanto enfiava tudo e sentia ela tirar a língua e passar pelas minhas bolas. Me deitei e ela abriu minhas pernas um pouco, com as mãos massageava minhas bolas e pau ao mesmo tempo, tentando colocar tudo junto e enfiar na boca com as bolas também. E assim tentou: primeiro cuspiu e meteu tudo rapidamente, depois tentou colocar minhas bolas na boca também. Senti como ela as colocou na boca também, era a sensação mais gostosa que já tinha sentido, realmente deliciosa. Além disso, ela me olhava nos olhos com um olhar de puta que nunca vou esquecer. Ao tirar, deixou meu pau todo melado e escorrendo saliva. Ela se levantou e sentou em mim, pegou meu pau e passou pela sua vagina, para cima e para baixo, e de repente sentou, enfiando meu pau de uma vez. Peguei sua cintura e ela começou a se mover em círculos. primeiro sentia o contorno da sua buceta abraçando meu pau numa dança erótica, sexual, e nossos fluidos se misturavam. Ela se levantou e colocou as mãos no meu peito, de cócoras começou a cavalgar sozinha, se deixando cair com força uma e outra vez, e os gemidos não demoraram. Ela gritava tão gostoso, enquanto eu agarrava seus peitos que balançavam no ritmo das sentadas. "Quem é minha putinha?" eu perguntava enquanto ela cavalgava sozinha. "Eu, papi, sou sua putinha. Enche de porra minha boceta", ela me dizia enquanto se movia em círculos, da ponta da cabeça até enfiar tudo. Nos beijávamos como dois amantes apaixonados depois de uma longa ausência sem se ter. Me sentei na beirada da cama e ela me deu as costas, sentando no meu pau de novo e com as mãos nos meus joelhos começou a descer devagar e enfiava tudo, subia igual devagar, e de repente se deixava cair tão forte, fazia muito gostoso e com um ritmo perfeito. Então começou a dar sentadas e eu via como entrava na sua bucetinha molhada e me enchía do seu creme ao agarrar suas nádegas bem formadas. Adorava ver como suas nádegas batiam no meu pau. Ela se levantou e ficou de frente para mim, levando o pau à boca, chupando e saboreando seus fluidos, me dando num beijo. Era hora de colocá-la de quatro, então ela se posicionou dando a curvatura perfeita. Enfiei meu pau e comecei a comer ela assim, num ritmo rápido, pois ela aos gritos pedia. Queria ouvir minhas bolas batendo nas suas nádegas, e assim fiz. Senti um jato quente e como ela empurrava meu pau ao tirar, um squirt me surpreendeu, então coloquei meu rosto para ela me dar tudo, me deixando encharcado. Levantei de novo e comi ela ainda mais forte, ela me deixou bastante excitado. Fomos para o banheiro e transamos lá, ela sentada na pia e eu na frente segurando suas pernas e enfiando tudo. Ela me abraçava e eu sentia como apertava minhas costas, e no ouvido não parava de gemer e passava a língua na minha orelha. Estávamos fundidos numa enorme paixão e desejo, e ela começou a esguichar de novo, agora escorrendo. sobre meu pau e abdômen e de novo eu lambia sua buceta, ela era uma putinha completa, então continuamos transando. Eu puxava seu cabelo e enfiava bem forte enquanto ela gritava para eu gozar dentro de sua vagina. Perguntei sério? Não dá nada? Enquanto sentia meu sêmen querendo sair, ou na cara? Foda-se, minha porra, perguntei. D- nãooo, goza na minha boceta, ela dizia. E assim foi, comecei a gozar dentro dela enquanto a beijava e agarrava seus peitos. E mesmo depois de gozar, continuei metendo um pouco. Ao tirar, vi como meu sêmen saía daquela buceta linda e ela espalhava tudo ao redor com os dedos, também os levava à boca enquanto eu a observava com o pau duro, tudo pronto para o segundo round. Ela pediu para eu enfiar no cu enquanto estava de quatro e abria suas nádegas. Ela se levantou e começou a chupar de novo quando seu celular começou tocar. Era o marido, então fiquei quieto enquanto ela atendia e chupava meu pau. Ela respondia e enfiava na boca enquanto o marido dizia que chegaria com amigos em casa para assistir a um jogo, e ela respondia com ternura com meu pau na boca, passando por todo o rosto. Desligou e voltamos ao que estávamos. Deixou meu pau ereto escorrendo saliva de novo e se posicionou de quatro, com as mãos abrindo as nádegas, esperando. Ela pedia no cu e comecei a enfiar enquanto ela gritava de prazer. Uma vez dentro, senti como seu ânus fazia uma pressão tão gostosa no meu pau, e assim fodi até gozar, agarrando suas nádegas e dizendo que ela era uma putinha tão gostosa. Ao tirar, meu sêmen começou a escorrer por seu ânus dilatado e bem fodido, suas mãos abrindo as nádegas e eu aproveitando a cena. Então peguei meu pau e o sêmen que escorria, coloquei na cabeça e enfiei de novo. Deitamos suados e ofegantes, tínhamos transado como loucos. Ela se encostou no meu peito e me propôs continuar nos vendo. Claro que aceitei na hora, sem hesitar. E assim começou uma série de encontros, fizemos muitas loucuras, das mais gostosas. Chegamos cada um por seu lado e ao chegar em o marido dela estava nos apartamentos, cumprimentei ele educadamente e segui meu caminho. Foi assim que ficamos transando por vários anos. Se você gostou e quer uma segunda parte, deixa seus pontos e comenta. Valeu por chegar no relato, salve galera! Deixo umas fotos dela pra vocês curtirem











- Obrigada, senhora D.
- Não me chame de senhora, não sou tão velha assim, ou sou? - ela perguntou enquanto se aproximava de mim.
- Não, claro que não, só falo por respeito, vizinha. Ela parou na minha frente e com um olhar disse tudo. Sabia que ela queria que eu a comesse, mas não sabia se dava o primeiro passo, como ela iria reagir. Mas para minha surpresa, ela deu.
D - Parece que você precisa de uma boa esvaziada, Sweetie, ou é normal tê-lo tão duro assim? - ela perguntou.
- Que pena que percebeu, não era minha intenção. Eu ainda estava pensando no assunto, não queria problemas nem com seu marido nem com meus pais.
D - Está tão duro que é difícil não notar, posso? - ao dizer isso, uma de suas mãos começou a pegar no meu pau, começou a esfregar e apertar um pouco.
- Claro que pode, mas... e seu marido? - perguntei.
D - Ele não vai perceber se formos discretos.
Ela rapidamente abaixou minha cueca e começou a me masturbar. Não podia acreditar, minha vizinha, que tantas vezes olhei com luxúria e desejo de comer, estava na minha cozinha pegando no meu pau. Era maravilhoso, eu a desejava tanto. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a lamber a cabeça, passava a língua enquanto com uma das mãos o segurava. Começou a colocá-lo na boca, primeiro devagar, mas rapidamente meteu tudo na boca e ao tirar deixava um rastro de saliva no meu pau, vindo de sua boca. Sentia super gostoso como ela fazia, alternando chupando e puxando enquanto cuspia no meu pau. E senti mais confiança, então peguei sua cabeça e enfiei tudo na sua boca. Aí entendi que ela seria minha putinha. Metia e tirava a meu prazer e na velocidade que eu desejava. Ela me olhou nos olhos e disse:
- Goza no meu café, Sweetie.
Ela dizia isso e continuava me masturbando rapidamente, ela queria que eu terminasse para adoçar seu café com minha porra.
Ouvi um barulho na porta e rapidamente fui para meu quarto. Era o marido dela e meus pais chegando. Fechei a porta do meu quarto com o pau cheio de saliva, escorrendo de tão molhado que ela tinha deixado. Não pude dar para ela. Minha porra estava quente, mas foi só o começo, claro. Não podia ficar assim, então aproveitei e dediquei outra punheta pra ela. Coloquei um pouco de roupa e saí de novo. Foi um momento bem constrangedor, e eu tava muito nervoso de ficar na frente do marido dela, sabendo que minutos antes a esposa dele tava chupando meu pau no mesmo lugar. Tudo aconteceu sem problemas, e o dia terminou assim.
No dia seguinte, eu tava esperando pra sair, a vi e ela sorriu. Disse: "Tava te esperando, lembrei daquele momento... você disse que se eu passar meu celular, você aceita?" Eu aceitei, e trocamos números rapidinho pra ninguém perceber. A gente se mandou mensagens e estabeleceu algumas regras pra gente se ver: ser bem discretos e nos encontrar sempre que tivéssemos chance, nada de ciúmes, seria só sexo sem compromisso, já que eu tinha namorada. Às vezes, ela também vinha na minha casa. Depois de combinar tudo, marcamos o primeiro encontro.
Foi numa quarta-feira, lembro bem. Eu saí da escola mais cedo naquele dia, e ela ia pra academia e fazer umas compras. Então, fiquei esperando num shopping enquanto ela fazia o supermercado. Ela saiu, e eu ajudei a colocar tudo no carro. Direto pro motel. Ela sugeriu ir chupando meu pau no caminho, então eu dirigi e deixei ela começar a mamar. Era incrível sentir ela enfiando tudo enquanto eu dirigia, uma delícia. Aproveitei e com uma mão agarrei a bunda dela enquanto ela continuava mamando.
Chegamos, ela pagou o motel, a gente se instalou e pediu umas cervejas. Conversamos um pouco, e ela me contou que o marido não satisfazia ela, além de que ela queria um pau maior e um bom sexo fora de casa. Comecei a tirar a blusa dela e vi seu sutiã de renda branca, que decorava perfeitamente seus peitos. Toquei por cima, eram macios e grandes. Ao tirar, vi seus mamilos duros, aréola grande... peitos perfeitos. Lambi seus mamilos e mordi de leve enquanto apertava com minhas mãos. Ela tirou minha camisa e passou a língua no meu peito. Sentei na cama e desci sua calça de exercício, daquelas que deixam a bunda mais gostosa. Ela tinha uma calcinha fio dental... Lingerie também branca, uau, essa bunda era linda, bem durinha e malhada. Ao tocar, sentia o paraíso e meu pau explodia. Beijava suas nádegas enquanto ela se inclinava e sobre sua calcinha sentia sua buceta molhada. Ao baixá-la e deitá-la para abrir suas pernas, via que sua vagina estava totalmente encharcada, bem molhada e depilada. Me dava água na boca ver tamanho banquete na minha frente. Me aproximei e comecei a lamber, saboreando seus fluidos e creme vaginal abundante. Metia minha língua e movia em círculos, alternando para cima e para baixo, querendo saber como ela gostava mais e fazê-la ficar ainda mais molhada. Então chupava aquela buceta repetidamente, passava minha língua por seus lábios e também beijava, metia minha língua naquela vagina molhada. Ela gritava como uma louca, me dizia: "Come toda minha ppk, está molhadinha, que gostoso. Você mete sua língua lá dentro de mim, que está muito quente, desejando seu pau, papi". E com as mãos me pressionava contra sua vagina. Me levantei e ela começou a me beijar, metia sua língua e saboreava seus próprios fluidos. Fiquei por cima dela e ela começou a chupar meu pau de novo. Metia tão rápido, mamava tão gostoso, cuspia e puxava ao mesmo tempo, uma verdadeira especialista em mamar pau. Uma garganta profunda à minha disposição, pensei enquanto enfiava tudo e sentia ela tirar a língua e passar pelas minhas bolas. Me deitei e ela abriu minhas pernas um pouco, com as mãos massageava minhas bolas e pau ao mesmo tempo, tentando colocar tudo junto e enfiar na boca com as bolas também. E assim tentou: primeiro cuspiu e meteu tudo rapidamente, depois tentou colocar minhas bolas na boca também. Senti como ela as colocou na boca também, era a sensação mais gostosa que já tinha sentido, realmente deliciosa. Além disso, ela me olhava nos olhos com um olhar de puta que nunca vou esquecer. Ao tirar, deixou meu pau todo melado e escorrendo saliva. Ela se levantou e sentou em mim, pegou meu pau e passou pela sua vagina, para cima e para baixo, e de repente sentou, enfiando meu pau de uma vez. Peguei sua cintura e ela começou a se mover em círculos. primeiro sentia o contorno da sua buceta abraçando meu pau numa dança erótica, sexual, e nossos fluidos se misturavam. Ela se levantou e colocou as mãos no meu peito, de cócoras começou a cavalgar sozinha, se deixando cair com força uma e outra vez, e os gemidos não demoraram. Ela gritava tão gostoso, enquanto eu agarrava seus peitos que balançavam no ritmo das sentadas. "Quem é minha putinha?" eu perguntava enquanto ela cavalgava sozinha. "Eu, papi, sou sua putinha. Enche de porra minha boceta", ela me dizia enquanto se movia em círculos, da ponta da cabeça até enfiar tudo. Nos beijávamos como dois amantes apaixonados depois de uma longa ausência sem se ter. Me sentei na beirada da cama e ela me deu as costas, sentando no meu pau de novo e com as mãos nos meus joelhos começou a descer devagar e enfiava tudo, subia igual devagar, e de repente se deixava cair tão forte, fazia muito gostoso e com um ritmo perfeito. Então começou a dar sentadas e eu via como entrava na sua bucetinha molhada e me enchía do seu creme ao agarrar suas nádegas bem formadas. Adorava ver como suas nádegas batiam no meu pau. Ela se levantou e ficou de frente para mim, levando o pau à boca, chupando e saboreando seus fluidos, me dando num beijo. Era hora de colocá-la de quatro, então ela se posicionou dando a curvatura perfeita. Enfiei meu pau e comecei a comer ela assim, num ritmo rápido, pois ela aos gritos pedia. Queria ouvir minhas bolas batendo nas suas nádegas, e assim fiz. Senti um jato quente e como ela empurrava meu pau ao tirar, um squirt me surpreendeu, então coloquei meu rosto para ela me dar tudo, me deixando encharcado. Levantei de novo e comi ela ainda mais forte, ela me deixou bastante excitado. Fomos para o banheiro e transamos lá, ela sentada na pia e eu na frente segurando suas pernas e enfiando tudo. Ela me abraçava e eu sentia como apertava minhas costas, e no ouvido não parava de gemer e passava a língua na minha orelha. Estávamos fundidos numa enorme paixão e desejo, e ela começou a esguichar de novo, agora escorrendo. sobre meu pau e abdômen e de novo eu lambia sua buceta, ela era uma putinha completa, então continuamos transando. Eu puxava seu cabelo e enfiava bem forte enquanto ela gritava para eu gozar dentro de sua vagina. Perguntei sério? Não dá nada? Enquanto sentia meu sêmen querendo sair, ou na cara? Foda-se, minha porra, perguntei. D- nãooo, goza na minha boceta, ela dizia. E assim foi, comecei a gozar dentro dela enquanto a beijava e agarrava seus peitos. E mesmo depois de gozar, continuei metendo um pouco. Ao tirar, vi como meu sêmen saía daquela buceta linda e ela espalhava tudo ao redor com os dedos, também os levava à boca enquanto eu a observava com o pau duro, tudo pronto para o segundo round. Ela pediu para eu enfiar no cu enquanto estava de quatro e abria suas nádegas. Ela se levantou e começou a chupar de novo quando seu celular começou tocar. Era o marido, então fiquei quieto enquanto ela atendia e chupava meu pau. Ela respondia e enfiava na boca enquanto o marido dizia que chegaria com amigos em casa para assistir a um jogo, e ela respondia com ternura com meu pau na boca, passando por todo o rosto. Desligou e voltamos ao que estávamos. Deixou meu pau ereto escorrendo saliva de novo e se posicionou de quatro, com as mãos abrindo as nádegas, esperando. Ela pedia no cu e comecei a enfiar enquanto ela gritava de prazer. Uma vez dentro, senti como seu ânus fazia uma pressão tão gostosa no meu pau, e assim fodi até gozar, agarrando suas nádegas e dizendo que ela era uma putinha tão gostosa. Ao tirar, meu sêmen começou a escorrer por seu ânus dilatado e bem fodido, suas mãos abrindo as nádegas e eu aproveitando a cena. Então peguei meu pau e o sêmen que escorria, coloquei na cabeça e enfiei de novo. Deitamos suados e ofegantes, tínhamos transado como loucos. Ela se encostou no meu peito e me propôs continuar nos vendo. Claro que aceitei na hora, sem hesitar. E assim começou uma série de encontros, fizemos muitas loucuras, das mais gostosas. Chegamos cada um por seu lado e ao chegar em o marido dela estava nos apartamentos, cumprimentei ele educadamente e segui meu caminho. Foi assim que ficamos transando por vários anos. Se você gostou e quer uma segunda parte, deixa seus pontos e comenta. Valeu por chegar no relato, salve galera! Deixo umas fotos dela pra vocês curtirem












2 comentários - Mi vecinita