Depois de duas semanas daquela experiência com minha mãe e meus amigos, os dias ficaram muito estranhos pra mim. Eu não queria ir pra escola, queria ficar em casa e passava o tempo me masturbando, lembrando daqueles momentos e do que aquele merda do Gael fez com a minha mãe. Quase não falei com meus amigos desde então, embora eles tivessem dito que se divertiram pra caralho. Quem eu mais conversava era com o Luis, e a gente mal tinha tocado no assunto daquelas férias.
Chamei ele lá em casa pra tomar umas cervejas, só eu e ele. Ele topou, chegou cedo, e a gente comprou uns cartões de cerveja. Fomos enchendo a cara, cerveja atrás de cerveja, e depois fomos comprar mais. Entre um copo e outro, a gente batia papo sobre vários assuntos. Eu confio pra caralho no Luis, e acho que ele confia ainda mais em mim. Até que o assunto da viagem pra praia e do que rolou com a minha mãe veio à tona.
L: O que você quer que eu te diga? Sua mãe, você sabe que é uma mulher linda, e sem querer te desrespeitar, ela é uma gostosa do caralho.
H: Pois é, eu sei, porra. Se você fala assim dela na minha frente, imagina o que falam pelas minhas costas.
L: Ah, não acho que a gente fale muito sobre isso. — Luis falou, mas eu percebi que ele queria meio que minimizar o assunto pra não me deixar mal.
H: E o Gael?
L: O que tem ele?
H: O que ele falou sobre o fim de semana que passou com a minha mãe? Ele contou alguma coisa do que fizeram?
L: Então, não vai ficar puto... No fim de semana passado, a gente se reuniu, eu, Dani, Mario, Gael e outros amigos. Saímos pra beber e terminamos na casa do Mario, onde ele começou a contar o que tinha feito com a Iveth.
H: Aham, e mais?
L: Ah, nada. Ele contou o que fez com ela, e depois os dois, ele e o Dani, ficaram se gabando, rindo, de como comeram ela juntos.
H: E o Gael? O que ele dizia? — Eu tava curioso pra saber o que ele ia contar.
O que o Luis falou em seguida foi mais doloroso de ouvir do que eu esperava...
L: O que vou te contar é meio pesado. Tem certeza que quer ouvir?
H: Sim, me conta, e quero todos os detalhes. detalhes..
Ela me disse que Gael contou que desde o primeiro dia em que a gente foi no bar e depois na piscina, ele já tinha ficado de olho na minha mãe e queria comer ela com tudo... Que dava pra ver umas tetas enormes e que ele viu quando quase o mamilo escapou quando ela saiu da piscina. Ele não achava que fosse rolar nada entre ele e minha mãe, mas não queria perder a esperança e o milagre aconteceu quando ela foi se deitar.
Luis tinha se deitado do lado avesso e o mais perto da borda que conseguiu pra evitar contato com Gael..
L- Aí Dani contou que você e sua mãe entraram no quarto e que sua mãe se pelou toda na frente de vocês, que dava pra ver uma silhueta perfeita na luz da lua mas quase não dava pra enxergar as partes íntimas dela por causa da escuridão no quarto, embora ele tenha conseguido ver claramente que sua mãe tinha um pouco de pelinhos na buceta. Diz que ficou calado se fazendo de dormido com o pau duro.
L- Gael conta que sentiu alguém subir na cama e deitar do lado dele, quase tava dormindo, então demorou uns minutos pra perceber que era sua mãe de costas pra ele, quase colada. Ele tinha se deitado só de cueca por ordem da Iveth e da sua mãe.. Então interpretou que era uma indireta pra ter menos roupa e se aproximou da sua mãe abraçando ela de conchinha.... Sua mãe não reagiu, ele tocou a barriga dela por cima do roupão que ela tava usando e sua mãe pegou na mão dele, mas não resistiu. Então Gael aproveitou pra começar a beijar devagar a orelha dela e passar a mão nos peitos... Começou a apertar mas sua mãe reagiu um pouco e falou que não e tirou a mão dele... Gael ficou parado como se tivesse assustado e quando viu que não teve uma reação exagerada da sua mãe, continuou passando a mão nela, dessa vez com mais cuidado pra não ser tão bruto.
H- Que filho da puta
L- Disse que começou a levantar o roupão dela e enfiou a mão por baixo pra poder apalpar as tetas mais à vontade... sua minha mãe tirava a mão dele, mas com pouca força. Ele sentiu os mamilos e não aguentou mais, tirou o pau da cueca. Deu umas batidinhas e encostou de novo na bunda da sua mãe.
Quer que eu continue?
H – Continua.
Ele passou a mão pra baixo pra tirar a calcinha dela, mas sua mãe resistia, e ele mandou ela tirar, mas “sem muita firmeza”, já que ela tava quase dormindo.
Ele pegou a perna da sua mãe, colocou por cima dele e encostou o pau na entrada da buceta dela, que só tava coberta por uma calcinha fina... Começou a empurrar, e sua mãe começou a reagir com movimentos lentos. Ele tentou enfiar a mão na calcinha, mas sua mãe não deixava e tirava, então ele pegou a mão dela e enrolou no pau dele, começando a mover. Sua mãe apertava bem fraquinho, mas parecia que mexia por reflexo...
Ele quis voltar pros peitos dela, e dessa vez sua mãe não resistiu... Começou a tocar e queria chupar, mas sua mãe não virava. Ele tentou virar ela de barriga pra cima, mas sua mãe meio que reagiu por um momento e falou “não”, dessa vez num tom mais forte, soltou o pau dele e virou.
Mas Gael naquela noite não ia ficar por isso. Ele colocou o pau de novo entre as pernas da sua mãe e começou a esfregar na buceta dela, e sua mãe respondia com movimentos leves enquanto ele segurava a cintura dela... Mas sua mãe reagiu, dessa vez mais lúcida, virou com cara de brava e mandou ele parar. Isso assustou Gael, que preferiu se acalmar.
H – Filho da puta, minha mãe tava dormindo e bêbada, o desgraçado tava praticamente abusando dela (falei na cara dura).
L – Bom, se você quer ver por esse lado, não sei o que te dizer.
H – E depois? O que aconteceu depois?
L – Só isso que ele contou daquela noite. O resto que ele contou foi da noite que a gente jogou baralho.
H – O que ele disse sobre isso? O que ele falou que aconteceu quando a gente se meteu?
L – Ele contou que sua mãe parecia que queria ele... A verdade é que ela tava meio a fim. Forte o que o Hugo nos contou...
H - Como?
L - Ele disse que antes da gente entrar, ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni da sua mãe, deixando ela completamente nua, e que sua mãe se deitou no peito dele, segundo ele, pra evitar que o pau dele entrasse em contato direto com a buceta dela. Ela não queria que houvesse contato no começo. Quando a gente entrou, ele ainda tava por cima.
Sua mãe completamente bêbada, nua e recostada nele, continuava tapando os peitos.
G - Tira as mãos daí, Sandra, deixa eu ver esses peitos.
S - Não posso fazer isso.
G - Do que você tá falando? Você já tá completamente pelada, é só se deixar levar...
S - Não posso fazer isso com o Hugo, Gael, por favor, deixa eu levantar, vamos dormir - minha mãe falava com cara de preocupação.
G - Espera, já te falei que é só essa cerveja e a gente entra.
S - Já chega, Gael, não vai rolar nada.
G - Me dá um beijo então... - Gael falou enquanto continuava esfregando o tronco molhado dele contra a bunda da sua mãe.
S - Pra quê? Já chega, Gael, por favor.
G - Você disse quando a gente tava brincando que não tinha problema em dar um beijo em qualquer um de nós... Vai lá, me dá um beijo e eu tento terminar a cerveja mais rápido.
S - Jura?
G - Juro.
L - Ele disse que sua mãe virou a cabeça pro lado pra dar um selinho no Gael.
Primeiro ela se aproximou devagar, com medo, e deu. Se afastou, deu outro selinho mais devagar, e aí começaram a se beijar mais "apaixonadamente", nas palavras dele.
Sua mãe parou de resistir, de querer levantar, embora continuasse tapando os peitos.
Continuaram se beijando, e Gael aproveitou pra passar as mãos pelo corpo da sua mãe, pela barriga, cintura, e subiu até quase chegar nos peitos dela. Sabia que se tentasse tocar em alguma parte muito íntima, sua mãe ia se afastar, então ele disse que resolveu jogar devagar e na inteligência.
Ele tava sentado quase com as costas naquela cadeira, então tava desconfortável, pegou sua mãe e quis mover ela pra... levando ela para o chão e montar nela, mas de novo sua mãe não se deixou.
Gael não parava de beijá-la, sabia que os beijos eram a chave pra sua mãe se soltar. Do jeito que deu, tentou manter as costas retas, o que forçou sua mãe a virar mais pro lado direito pra continuar se beijando.
Depois ela cobriu os peitos com a mão esquerda e passou o outro braço por trás da cabeça dele, abraçando-o.
Ele quis descer pra beijar o peito direito da sua mãe, mas ela recusou e procurou a boca dele com a dela de novo. Aí Gael começou a se desesperar. Já não tinha mais o pau no meio daquela bunda, mas sua mãe tinha um braço ocupado atrás da cabeça dele e dava pra aproveitar pra fazer outra coisa.
Começou a acariciar as coxas da sua mãe e, embora ela sempre mantivesse as pernas fechadas, aos poucos deixava Gael subir mais a mão. Até que fez contato com a buceta peluda dela, as pernas estavam apertadas demais pra forçar tocar a buceta, mas continuou acariciando os pelos.
G- Deixa eu chupar seu mamilo
S- Não posso, Gael, não quero que você veja meus peitos, é sério
G- Por que não, simples assim? Já estamos na confiança, você já me viu todo, além disso quase não tem luz, não vou conseguir ver, ou vira pra mim melhor, você sabe pra gente se beijar mais à vontade.
Sua mãe sabia que se virasse pra ele, ia ter que abrir as pernas e praticamente montar nele. A buceta dela ficaria exposta e em contato direto com o pau dele.
S- Vou deixar você beijar meu peito, mas não olha, ok?
G- Mas por que não posso ver?
S- Meus peitos são especiais, são a parte favorita do meu corpo.
G- Agora só quero ver eles mais, Sandra
S- Não posso, não quero que você se apaixone
Gael diz que soltou uma risada debochada e colou a boca no peito da sua mãe, aos poucos beijando em volta. Pegou a mão esquerda dela que cobria o outro peito e tirou.
Começou a procurar o mamilo com a boca. Beijou devagar ao redor e sentiu o mamilo endurecer.
Ele diz que Tua mãe segurou ele pela nuca e puxou pra perto. Ele começou a mamar e com a mão direita começou a apalpar o outro peito que tua mãe tentava continuar cobrindo.
Ele via como tua mãe virava a cabeça pra cima com os olhos fechados, como se estivesse curtindo o que Gael fazia com o peito dela.
Depois, com a mão esquerda, pegou a mão da tua mãe com a qual ela abraçava ele e colocou no pau dele, embora não tenha feito nenhum movimento, mas isso obrigou tua mãe a se virar um pouco mais pra frente de Gael.
G — Passa a perna — disse Gael.
Tua mãe ficou calada e cobriu o peito que Gael tinha desocupado. — Ela tentou passar a perna direita pro lado esquerdo dele pra ficar de frente, já tinha cedido e tava disposta a deixar a buceta exposta. Mas Gael mudou o jogo.
G — Espera — disse — vou deitar no chão.
S — Não Gael, já deu — falou tua mãe com cara de preocupada enquanto cobria os peitos e virava pra olhar a porta do quarto onde a gente tava.
Tua mãe conseguiu finalmente se levantar, mas ele também levantou, agarrou ela pela cintura pela frente e começou a beijar. Os beijos eram claramente o ponto fraco da tua mãe.
Já os dois de pé, ele aproveitou pra passar o pau no meio das pernas dela, fez contato com a buceta dela, finalmente. Continuava beijando ela, mas agora metendo e tirando o pau entre as pernas da Sandra. Sentia como os fluidos que os dois soltavam se misturavam. Ela também tava molhada, fazendo o pau deslizar sem problema nenhum.
Começou a ouvir a respiração da tua mãe acelerar, e ele dobrou um pouco os joelhos pra se abaixar e conseguir se impulsionar pra penetrar ela. Tua mãe rapidamente adivinhou o que Gael ia fazer e ficou na ponta dos pés pra evitar.
S — Não Gael, isso não — falou com a voz ofegante.
G — Siiim, vai lá, vem.
S — Não Gael, é sério.
Gael colocou o pau de novo entre as pernas da tua mãe e começou a apertar a bunda dela com as duas mãos, levantando, separando e, por consequência, abrindo um pouco. mas aquela buceta que cada vez ficava mais lubrificada.
Gael se agachava e investia pra cima tentando a penetração, mas sua mãe não deixava.
Ele optou por pegar ela pela cintura e puxar pra baixo. Sua mãe, ainda se cobrindo os peitos, não conseguiu resistir muito e caiu devagar de joelhos em cima dele, que ajeitou ela pra que a buceta ficasse em cima do pau dele, que tava apontando pra barriga dela. SUA MÃE AGORA TAVA SENTADA EM CIMA DO PAU DO GAEL!!.
Gael puxou ela pra perto, começou a beijar ela e esfregar o pau dele, tentando encorajar ela a se soltar mais. O que funcionou. Sua mãe começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, agora era ela quem esfregava a buceta no pau do Gael.
Gael sentia como a buceta molhada da sua mãe fazia o prepúcio dele subir e descer pelo pau. ELA TAVA MASTURBANDO ELE COM A BUCETA.
Ele pegou sua mãe pelos braços, puxou ela pra perto e pediu pra ela descobrir os peitos. Sua mãe finalmente cedeu.
Ela descobriu os peitos dela que, mesmo não dando pra ver tão bem por causa da luz, já dava pra perceber a forma e a textura.
Ela se aproximou pra beijar ele e colou os peitos no peito dele. O movimento da cintura dela, embora não fosse rápido, tinha uma velocidade suficiente pra dar um prazer enorme pro pau do Gael.
G – Quero meter em você
S – Não, Gael – disse sua mãe e parou todo movimento da cintura, se cobrindo os peitos de novo.
Gael ficou com uma impotência do caralho.
G – Bom, então, te proponho uma coisa
S – Chega de propostas, Gael, acho que já deu...
G – Faz eu gozar, só isso que te peço, e juro que vou te deixar em paz
S – Sua mãe ficou calada ainda em cima do membro do Gael
G – Deixa eu meter em você
S – Já te falei que não, Gael – disse sua mãe irritada com a insistência
G – Então chupa ele
S – Claro que não, Gael, não posso fazer nada disso, entende, não tá certo.
Gael puxou ela pra beijar de novo e começou a mexer a cintura novamente. Sua mãe continuou beijando ele, mas já sem tanta emoção e sem responder. Tanto o roçar daquele pau na buceta dela.
Ficaram assim por mais um tempo até que sua mãe voltou a se movimentar.
Gael via como sua mãe aproveitava e gemia baixinho. Era óbvio que ela também estava se masturbando com o pau que tinha debaixo dela.
Quando paravam de se beijar, era praticamente só pra respirar. Os dois ouviam a respiração ofegante um do outro, e isso os excitava ainda mais.
Sua mãe ergueu o tronco pra aumentar o ritmo dos movimentos. Dava pra ver que ela estava fora de controle.
Gael via de baixo como sua mãe fechava os olhos e apertava os próprios peitos em sinal de prazer. Ele estava apreciando o corpo daquela deusa que estava por cima dele.
Ele a puxou de volta pra perto e perguntou no ouvido:
G — Só a cabecinha? — e continuou beijando ela.
Sua mãe ficou em silêncio. Só se ouvia a respiração ofegante dela.
S — MAS SÓ A PONTINHA — disse com cara de aviso.
Ele sorriu. Sua mãe deslizou a buceta em direção à barriga de Gael e empinou a bunda.
Ela estava encaixando o pau na entrada mais preciosa do corpo dela.
Gael sentiu a entrada daquela buceta em volta da ponta do pau dele.
S — Não vai se mexer, eu faço tudo — disse Sandra.
Com a entrada da buceta, ela empurrou o pau de Gael pra cima e depois arqueou as costas pra trás pra se posicionar, e foi se deixando cair.
Ele sentia aquela buceta envolvendo cada vez mais o pau dele até cobrir toda a cabeça. Sandra virou pra olhar pra ele e descobriu os peitos de novo, dessa vez deixando-os totalmente à vista de Gael. Gael pegou os dois com as mãos, e sua mãe se deitou por cima dele pra beijá-lo, enquanto mexia os quadris devagar, em círculos.
O melhor de tudo era a quantidade de lubrificação que tinha entre os dois.
Sua mãe respirava ofegante e mexia os quadris devagar, tomando cuidado pra não deixar a ponta do pau de Gael sair da buceta dela. Mais do que sexo (se é que dava pra chamar assim), parecia mais amor.
S — Anda logo, goza logo
G — Deixa eu meter tudo
S — Já te falei que não
G-Já tô quase gozando - disse Gael com cara de sofrimento
Num impulso de desespero, tentou enfiar o pau até o fundo da buceta da sua mãe, que reagiu rápido e impediu que isso acontecesse.
Ela tirou o pau da entrada da buceta e olhou pra Gael com cara de raiva.
S-Te falei pra não fazer isso, você passou dos limites. Já acabou.
G-Espera, Sandra, já não falta muito, por favor, eu te imploro - disse Gael segurando ela com força pela cintura pra não se afastar
Sua mãe fez uma cara de reprovação e encaixou o pau de Gael bem atrás dela, entre a buceta e a bunda, e se deitou abraçando Gael.
Ela encostou o rosto no ombro dele e começou a mexer a cintura pra cima e pra baixo, mais rápido. Já não tava mais penetrando a cabeça dele, mas o atrito e o lubrificante faziam Gael se sentir nas nuvens. De repente, ele começou a gozar.
O leite esporrou pra cima e caiu nos ovos de Gael e na bunda da sua mãe, que continuava com os movimentos de cintura roçando o pau de Gael até ele parar de pulsar.
Ela já tava fazendo aquilo mais pra Gael deixar ela ir embora em paz do que porque tava gostando. Dava pra ver na cara dela que ela tinha caído na real do que tinha feito.
Gael suspirou e sua mãe se levantou. Pegou a calcinha que Gael tinha tirado e limpou o leite que tinha caído na parte de trás das nádegas dela e o que tinha escorrido pra buceta, tirou o excesso de líquido e jogou a peça pra Gael com desprezo.
S-Onde você deixou o biquíni que tirou de mim?
G-Fica assim, assim você tá gostosa - disse Gael, que com a luz que entrava de fora conseguiu ver os peitos da sua mãe mais claramente por um momento.
S-Gael, agora sério, espero que não me encha o saco depois disso.
G-Vem deitar comigo, gostosa - disse Gael
Sua mãe fez uma cara de nojo e raiva e foi direto pro quarto, pelada.
Gael seguiu ela em segundos e viu que ela tinha se deitado no sofá com você.
G-Vem Vem pra cama comigo, não vou fazer mais nada com você.
S—Me deixa em paz, Gael, por favor — dizia sua mãe, que já entre a bebedeira e o sono, estava caindo de cansada.
Gael tirou o pau pra fora, aproximou do rosto da sua mãe e deu a última condição pra ela antes de deixá-la em paz.
G—Enfia isso na boca.
S—GAEL, JÁ CHEGA, o Hugo vai acordar! — falou sua mãe com voz de brava, o que fez ele recuar um pouco.
G—Dá um beijo nele, então.
Ele aproximou o pau do rosto dela, e sua mãe pegou com uma mão e deu um beijo na pontinha.
S—Pronto, agora me deixa em paz, por favor.
Gael foi pra cama e se cobriu com o lençol.
Enquanto Luís me contava aquilo, eu tava com sentimentos confusos, e percebi que tava com uma ereção do caralho por ouvir aquelas palavras do que tinha rolado naquela noite. Agora tudo fazia sentido.
H—Porra, Luís, acredita que esse cara fez isso com a minha mãe?
L—Espera, Hugo.
H—O quê?
L—Tem mais...
H—Como assim tem mais? — falei com um sentimento de curiosidade.
L—Lembra quando você saiu do banho e a gente foi conversar na praia? Então, quando a gente foi embora, chegaram os outros: Mario, Gael e Dani.
H—Hum...
L—Acontece que Mario e Iveth entraram de novo no quarto pra, supostamente, dar a última rapidinha antes de acabar as férias. Só que nessa hora sua mãe tava tomando banho. Gael percebeu isso, aproveitou e entrou junto com eles.
Enquanto Mario e Iveth se beijavam na cama, Gael aproveitou pra entrar no banho com sua mãe.
H—Não pode ser — falei, meio decepcionado.
L—Desculpa, irmão.
H—E o que mais aconteceu?
Pelo que Gael contou, quando ele entrou, sua mãe deu um grito.
S—EI, O QUARTO TÁ OCUPADO, TÔ TOMANDO BANHO, VOCÊS NÃO TÃO VENDO?
I—Calma, amiga, sou eu e o Mario, vamos aproveitar o que resta dessa casa.
Mas Gael também tinha entrado, tinha tirado a roupa e entrado de cueca no chuveiro com sua mãe.
Quando ele abriu a porta, diz que sua mãe se virou. pra se cobrir e tapou as partes íntimas dela. Tava toda cheia de shampoo e sabão no corpo.
S— Gael, cê tá fazendo? Sai daqui, pelo amor de Deus, IVETH, Pelo amor de Deus, tira esse menino daqui!!
I— Relaxa, amiga, cê também devia aproveitar o que sobrou da estadia.
Sua mãe fez cara de vergonha e baixou o olhar, num sinal de vergonha e fraqueza.
G— O que cê acha, Sandra? A gente faz o que a Iveth falou?
S— Gael, pelo amor de Deus, o que aconteceu ontem foi a última vez.
G— Eu só entrei pra tomar banho, cê tem que me entender, não dá mais tempo de esperar você sair, além disso a gente economiza água, que tal? — Disse Gael enquanto tirava a cueca que tava usando, mostrando uma ereção apontada pro corpo da sua mãe.
Lá no fundo dava pra ouvir o Mario e a Iveth já transando, dava pra ouvir as peles se batendo e uns gemidos leves dos dois.
Gael foi se aproximando e pegou ela por trás, enfiando o pau entre as pernas da sua mãe, de novo procurando a entrada da buceta dela.
S— Sai pra lá, pelo amor de Deus, Gael — disse sua mãe
G— Ok, vou sair, juro, só faz eu gozar, por favor, não vou demorar muito, prometo, e não vai te custar nada, cê só vai fazer o mesmo que fez ontem.
S— Não, Gael, chega, cê tá passando dos limites. Vou contar isso pro Hugo.
G— O Hugo me deu permissão pra fazer isso, por que cê acha que ele se meteu ontem à noite?
Sua mãe ficou calada e pensativa, essas palavras com certeza causaram um efeito dolorido nela e, combinado com a bebedeira e a situação de nudez que ela tava, sua mãe era uma presa fácil.
G— Mostra os peitos pra mim, por favor, quero ver eles de novo, agora com luz, ontem não consegui ver direito, tava muito escuro, além disso quero confirmar aquilo que cê me disse ontem, quero confirmar que vou me apaixonar. — Dizia Gael enquanto esfregava o pau no meio das pernas da sua mãe.
Começou a beijar o pescoço dela e empurrou ela pro jato d'água pra tirar o excesso de espuma. Esses beijos fizeram sua mãe se soltar. Ela arrebitou a bunda pra fazer mais contato com o pau dele e se virou pra encarar o Gael de frente. Ainda tava se cobrindo as partes.
G — Só faz eu gozar, quanto mais rápido, mais rápido eu vou embora, te prometo.
S — Ok, mas não me toca, você vai ter que se virar sozinho.
G — Como?
Sua mãe lentamente se descobriu as partes, deixando tudo à mostra debaixo do jato d’água.
Gael finalmente pôde ver aqueles peitos, que ele descreveu como os peitos mais perfeitos que já tinha visto.
Ele enfatizou isso várias vezes e não parava de falar deles quando contou essa história naquele dia.
Inevitavelmente, quando sua mãe se mostrou toda pra ele, começou a se masturbar na frente dela.
Ele quis se aproximar, mas sua mãe disse que não, sem tocar. Mas Gael já tinha sacado o esquema. Os beijos eram a chave.
Ele se aproximou pra beijá-la, e sua mãe, mesmo tendo recuado um pouco, não ofereceu muita resistência.
Além disso, os gemidos da Iveth e do Mario ao fundo só facilitavam as coisas pro Gael.
Com uma mão ele se masturbava e com a outra massageava os peitos da sua mãe. Ele se afastou um pouco e se separou dela por um momento.
Parou pra apreciar a mulher que tinha na frente. Descreveu ela como um anjo cor de creme com os mamilos rosados, os peitos perfeitos, uma bunda de dar água na boca e uma buceta com um pêlo pubiano encantador, onde dava pra ver que por baixo daquele pêlo se escondia uma buceta cor-de-rosa, quase dava pra descrever como uma mulher sabor morango.
Isso mesmo, ele disse. Sandra é uma mulher sabor morango com creme. E tudo isso ainda sob o efeito do álcool.
Gael se aproximou de novo da sua mãe e a pegou pela cintura, beijou ela e começou a massagear a bunda dela, igual na noite anterior, passando o pau dele por fora da buceta dela, queria meter a todo custo.
G — Agora você vai deixar eu te comer?
S — Entende que não, Gael, não posso deixar você fazer isso, você é amigo do meu filho, por favor, termina logo.
G — Me ajuda — disse Gael.
Sua mãe pegou o pau do Gael e começou a masturbando ele devagar enquanto o beijava,
Gael também tomou a iniciativa e começou a tocar a buceta dela. Começou a masturbar ela, fazendo círculos no clitóris dela com a ponta dos dedos. Diz que nessa hora sua mãe acelerou a respiração e abriu um pouco as pernas. Ela começou a dar uns gemidos leves enquanto beijava Gael e só se separava pra respirar ofegante.
G. Me dá um beijo – disse Gael, e sua mãe respondeu aproximando a boca da dele – Não, igual ao de ontem à noite.
Gael pegou sua mãe pela cabeça e começou a empurrar ela pra baixo. Sua mãe foi beijando ele no pescoço, depois no peito, depois na barriga, depois no ventre e por último em volta do pau dele. Sua mãe ficou agachada lá embaixo. Tava linda, e ficava ainda mais gostosa com aquele pau na frente dela, apontando pro rosto dela.
G – Chupa
S – Já te falei que não vou fazer isso
G – Então beija ele
Sua mãe começou a masturbar aquele pau, olhando fixamente pra ele, usando uma mão e depois as duas, depois voltando a usar uma. Gael só ficava de pé, olhando pra baixo, admirando a vista gostosa que tinha: era uma mulher bonita pra caralho, nunca imaginaria ela naquela posição, com um pau na frente da boca dela.
G – Dá um beijo nele, por favor, já tô quase lá..
Sua mãe, ouvindo isso, se aproximou e deu um beijinho na ponta, e continuou masturbando ele.
G – Mais um..
Sua mãe obedeceu, deu outro beijinho naquela cabeça.
G – Mais um.. – sua mãe obedeceu de novo, só que dessa vez deixou os lábios colados na ponta do pau enquanto masturbava ele.
Gael ficou um tempão aproveitando aquele trabalho que sua mãe tava fazendo, até que empurrou a cabeça dela pra dentro, mas sua mãe resistia em meter aquele pau na boca.
Por outro lado, ela começou a passar os lábios, meio que fazendo bico de beijo, por todo o tronco do pau, sem desgrudar, como se estivesse passando batom.
Gael disse que nunca tinha sentido algo tão provocante.
G – Pelo menos prova – disse Gael pra sua mãe
S – Não, obrigada Gael, vai logo termina logo, por favor.
G – Pra você saber que gosto tem...
S – Já sei que gosto tem, Gael, já provei outros... PELO AMOR DE DEUS, ANDA LOGO – disse sua mãe antes de dar uma lambida rápida na ponta do pau.
M – TÁ MAMANDO ELE! – ouviu-se Mario falar lá fora, obviamente ele e a Iveth estavam observando de fora do box tudo o que aqueles dois faziam, com certeza de fora do box parecia que sua mãe tava dando um boquete no Gael.
Sua mãe, ao ouvir isso, se levantou e limpou o líquido pré-seminal que tinha se espalhado pela boca dela.
Gael se abaixou, pegou ela por uma coxa e colocou no ombro esquerdo dele e disse:
G – Eu quero saber que gosto você tem...
Antes de se aproximar dela, ficou observando aquele aparelho que tinha na frente dele, por baixo daqueles pelos se via uma buceta linda, estética, carnuda e suculenta. Deu uma cheirada colado nela. Mas antes de poder lamber, sua mãe o afastou.
S – Não – disse sua mãe pro Gael
G – Por que não, o que foi?
S – Não quero e pronto – levantou ele, pegou no pau dele e começou a masturbar de novo, dessa vez um pouco mais rápido, tentando fazer o Gael gozar o mais rápido possível.
Gael não entendia por que ela não tinha deixado, mas enfim, a ação não tinha acabado e ele ainda podia fazer alguma coisa.
G – Só a pontinha?
S – Não, Gael, ontem você abusou da minha confiança.
G – Não vai acontecer de novo, eu prometo, além disso já tô quase gozando, por favor, faz rápido.
S – Tá bom então, MAS SÓ A PONTINHA, HEIN! – disse sua mãe apontando o dedo pra ele como se estivesse repreendendo ou avisando.
Sua mãe abriu um pouco as pernas e Gael pegou ela de uma vez, levantou ela no ombro dele manobrando pra não escorregar e colocou ela de lado, ela se apoiou na parede. Sua mãe é uma mulher flexível, pelo visto.
Depois colocou o pau dele na entrada daquela buceta linda.
S – Eu faço tudo, não vai se mexer – disse sua mãe
Começou a empurrar contra o Gael e os dois sentiram o começo da penetração. Sua mãe começou a se mexer devagar, Gael queria empurrar e enfiar tudo. tocava os peitos dela com a mão direita e usava de desculpa um aproximação pra beijar ela pra poder enfiar um pouco mais o pau. Sua mãe parecia perceber e afastava os quadris.
Ela tinha uma cara de prazer digna de filme, embora não deixasse entrar mais que a ponta daquele pau dentro dela.
Sua mãe começou a fazer movimentos mais constantes com o quadril e gemia baixinho de olhos fechados.
Gael começou a sentir que tava prestes a gozar.
G — Vou gozar — disse Gael.
Sua mãe olhava pra ele calada e continuava com o movimento gemendo quase em silêncio.
Gael não aguentou mais.
Deu um empurrão e sua mãe não conseguiu se defender daquilo. Enfiou o pau até o fundo e deixou lá por dois segundos completos sem se mexer. Sua mãe olhava pra ele com cara de ódio, até que conseguiu se soltar.
Gael confessou que nunca tinha sentido uma buceta tão quente e apertada.
No momento em que o pau dele saiu, começou a jorrar leite bem na entrada da buceta da sua mãe. Ela se afastou e deu um tapa na cara de Gael.
S — TE FALEI QUE NÃO — disse enquanto entrava no chuveiro com uma cara furiosa. Limpou o leite que tinham jogado nela e se enrolou numa toalha. Saiu furiosa do banheiro e do quarto.
Gael saiu vitorioso do banheiro.
Isso é tudo que aconteceu, ou pelo menos o que Gael nos contou.
Eu tava em choque, não sabia o que dizer depois de ouvir uma história dessas.
Nisso minha mãe chegou do trabalho, cumprimentou o Luis e pra mim disse boa noite. Eu não queria nem olhar na cara dela.
H — Minha mãe me disse que não tinha acontecido nada, Luis, isso foi antes dela entrar no banho. Cê acha que o que rolou conta como ter comido ela?
Minha mãe é uma puta?
L — Sua mãe não é uma puta, Hugo, teve um descuido, todo mundo foi parte daquilo e a verdade é que todas as circunstâncias pareciam feitas pra isso acontecer. Ela não tem culpa, nem você.
As palavras do Luis sempre me confortavam, mas nunca me convenciam.
Eu, pessoalmente, sinto que minha mãe não é nenhuma puta. Vadia, mas se comportou como uma verdadeira vadia. Pra isso não tem desculpa, nem o álcool, nem a situação que eu não esperava que rolasse, nem nada.
Uns dias depois, encontrei o Gael, convidei ele pra minha casa, sabia que ele ia vir, o filho da puta. Obviamente queria vir pra ficar bem comigo e ver minha mãe. As leis daqui de onde eu sou permitem você se defender se estiver dentro da sua própria casa, então assim que ele pisou lá dentro, eu bati nele até cansar. Ameacei ele de nunca mais chegar perto da minha mãe e, se eu soubesse que ele tava falando demais de novo, eu não ia ficar quieto. Como contei pra vocês, minha vida inteira treinei artes marciais, etc., então vi um medo genuíno nos olhos dele enquanto ele gritava pra eu parar.
A verdade é que tudo mudou depois que isso aconteceu. A única coisa que acho que foi boa nisso tudo é que eu consegui transar com a minha mãe, embora nunca imaginasse pensar como penso agora, porque nunca vi minha mãe como um objeto sexual até aquela ocasião. E mesmo que ela estivesse dormindo (quero acreditar que ela tava acordada e gostou do que rolou), toda vez que a vejo passando na minha frente, lembro daquela ocasião e fico excitado.
Esse é o fim da história, senhoras e senhores. Honestamente, só queria perguntar as únicas dúvidas que me restam: O que o Gael fez com a minha mãe conta como uma foda? O Gael comeu minha mãe? Vocês consideram que minha mãe é uma vadia? Devo me sentir mal pelo que fiz?
Chamei ele lá em casa pra tomar umas cervejas, só eu e ele. Ele topou, chegou cedo, e a gente comprou uns cartões de cerveja. Fomos enchendo a cara, cerveja atrás de cerveja, e depois fomos comprar mais. Entre um copo e outro, a gente batia papo sobre vários assuntos. Eu confio pra caralho no Luis, e acho que ele confia ainda mais em mim. Até que o assunto da viagem pra praia e do que rolou com a minha mãe veio à tona.
L: O que você quer que eu te diga? Sua mãe, você sabe que é uma mulher linda, e sem querer te desrespeitar, ela é uma gostosa do caralho.
H: Pois é, eu sei, porra. Se você fala assim dela na minha frente, imagina o que falam pelas minhas costas.
L: Ah, não acho que a gente fale muito sobre isso. — Luis falou, mas eu percebi que ele queria meio que minimizar o assunto pra não me deixar mal.
H: E o Gael?
L: O que tem ele?
H: O que ele falou sobre o fim de semana que passou com a minha mãe? Ele contou alguma coisa do que fizeram?
L: Então, não vai ficar puto... No fim de semana passado, a gente se reuniu, eu, Dani, Mario, Gael e outros amigos. Saímos pra beber e terminamos na casa do Mario, onde ele começou a contar o que tinha feito com a Iveth.
H: Aham, e mais?
L: Ah, nada. Ele contou o que fez com ela, e depois os dois, ele e o Dani, ficaram se gabando, rindo, de como comeram ela juntos.
H: E o Gael? O que ele dizia? — Eu tava curioso pra saber o que ele ia contar.
O que o Luis falou em seguida foi mais doloroso de ouvir do que eu esperava...
L: O que vou te contar é meio pesado. Tem certeza que quer ouvir?
H: Sim, me conta, e quero todos os detalhes. detalhes..
Ela me disse que Gael contou que desde o primeiro dia em que a gente foi no bar e depois na piscina, ele já tinha ficado de olho na minha mãe e queria comer ela com tudo... Que dava pra ver umas tetas enormes e que ele viu quando quase o mamilo escapou quando ela saiu da piscina. Ele não achava que fosse rolar nada entre ele e minha mãe, mas não queria perder a esperança e o milagre aconteceu quando ela foi se deitar.
Luis tinha se deitado do lado avesso e o mais perto da borda que conseguiu pra evitar contato com Gael..
L- Aí Dani contou que você e sua mãe entraram no quarto e que sua mãe se pelou toda na frente de vocês, que dava pra ver uma silhueta perfeita na luz da lua mas quase não dava pra enxergar as partes íntimas dela por causa da escuridão no quarto, embora ele tenha conseguido ver claramente que sua mãe tinha um pouco de pelinhos na buceta. Diz que ficou calado se fazendo de dormido com o pau duro.
L- Gael conta que sentiu alguém subir na cama e deitar do lado dele, quase tava dormindo, então demorou uns minutos pra perceber que era sua mãe de costas pra ele, quase colada. Ele tinha se deitado só de cueca por ordem da Iveth e da sua mãe.. Então interpretou que era uma indireta pra ter menos roupa e se aproximou da sua mãe abraçando ela de conchinha.... Sua mãe não reagiu, ele tocou a barriga dela por cima do roupão que ela tava usando e sua mãe pegou na mão dele, mas não resistiu. Então Gael aproveitou pra começar a beijar devagar a orelha dela e passar a mão nos peitos... Começou a apertar mas sua mãe reagiu um pouco e falou que não e tirou a mão dele... Gael ficou parado como se tivesse assustado e quando viu que não teve uma reação exagerada da sua mãe, continuou passando a mão nela, dessa vez com mais cuidado pra não ser tão bruto.
H- Que filho da puta
L- Disse que começou a levantar o roupão dela e enfiou a mão por baixo pra poder apalpar as tetas mais à vontade... sua minha mãe tirava a mão dele, mas com pouca força. Ele sentiu os mamilos e não aguentou mais, tirou o pau da cueca. Deu umas batidinhas e encostou de novo na bunda da sua mãe.
Quer que eu continue?
H – Continua.
Ele passou a mão pra baixo pra tirar a calcinha dela, mas sua mãe resistia, e ele mandou ela tirar, mas “sem muita firmeza”, já que ela tava quase dormindo.
Ele pegou a perna da sua mãe, colocou por cima dele e encostou o pau na entrada da buceta dela, que só tava coberta por uma calcinha fina... Começou a empurrar, e sua mãe começou a reagir com movimentos lentos. Ele tentou enfiar a mão na calcinha, mas sua mãe não deixava e tirava, então ele pegou a mão dela e enrolou no pau dele, começando a mover. Sua mãe apertava bem fraquinho, mas parecia que mexia por reflexo...
Ele quis voltar pros peitos dela, e dessa vez sua mãe não resistiu... Começou a tocar e queria chupar, mas sua mãe não virava. Ele tentou virar ela de barriga pra cima, mas sua mãe meio que reagiu por um momento e falou “não”, dessa vez num tom mais forte, soltou o pau dele e virou.
Mas Gael naquela noite não ia ficar por isso. Ele colocou o pau de novo entre as pernas da sua mãe e começou a esfregar na buceta dela, e sua mãe respondia com movimentos leves enquanto ele segurava a cintura dela... Mas sua mãe reagiu, dessa vez mais lúcida, virou com cara de brava e mandou ele parar. Isso assustou Gael, que preferiu se acalmar.
H – Filho da puta, minha mãe tava dormindo e bêbada, o desgraçado tava praticamente abusando dela (falei na cara dura).
L – Bom, se você quer ver por esse lado, não sei o que te dizer.
H – E depois? O que aconteceu depois?
L – Só isso que ele contou daquela noite. O resto que ele contou foi da noite que a gente jogou baralho.
H – O que ele disse sobre isso? O que ele falou que aconteceu quando a gente se meteu?
L – Ele contou que sua mãe parecia que queria ele... A verdade é que ela tava meio a fim. Forte o que o Hugo nos contou...
H - Como?
L - Ele disse que antes da gente entrar, ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni da sua mãe, deixando ela completamente nua, e que sua mãe se deitou no peito dele, segundo ele, pra evitar que o pau dele entrasse em contato direto com a buceta dela. Ela não queria que houvesse contato no começo. Quando a gente entrou, ele ainda tava por cima.
Sua mãe completamente bêbada, nua e recostada nele, continuava tapando os peitos.
G - Tira as mãos daí, Sandra, deixa eu ver esses peitos.
S - Não posso fazer isso.
G - Do que você tá falando? Você já tá completamente pelada, é só se deixar levar...
S - Não posso fazer isso com o Hugo, Gael, por favor, deixa eu levantar, vamos dormir - minha mãe falava com cara de preocupação.
G - Espera, já te falei que é só essa cerveja e a gente entra.
S - Já chega, Gael, não vai rolar nada.
G - Me dá um beijo então... - Gael falou enquanto continuava esfregando o tronco molhado dele contra a bunda da sua mãe.
S - Pra quê? Já chega, Gael, por favor.
G - Você disse quando a gente tava brincando que não tinha problema em dar um beijo em qualquer um de nós... Vai lá, me dá um beijo e eu tento terminar a cerveja mais rápido.
S - Jura?
G - Juro.
L - Ele disse que sua mãe virou a cabeça pro lado pra dar um selinho no Gael.
Primeiro ela se aproximou devagar, com medo, e deu. Se afastou, deu outro selinho mais devagar, e aí começaram a se beijar mais "apaixonadamente", nas palavras dele.
Sua mãe parou de resistir, de querer levantar, embora continuasse tapando os peitos.
Continuaram se beijando, e Gael aproveitou pra passar as mãos pelo corpo da sua mãe, pela barriga, cintura, e subiu até quase chegar nos peitos dela. Sabia que se tentasse tocar em alguma parte muito íntima, sua mãe ia se afastar, então ele disse que resolveu jogar devagar e na inteligência.
Ele tava sentado quase com as costas naquela cadeira, então tava desconfortável, pegou sua mãe e quis mover ela pra... levando ela para o chão e montar nela, mas de novo sua mãe não se deixou.
Gael não parava de beijá-la, sabia que os beijos eram a chave pra sua mãe se soltar. Do jeito que deu, tentou manter as costas retas, o que forçou sua mãe a virar mais pro lado direito pra continuar se beijando.
Depois ela cobriu os peitos com a mão esquerda e passou o outro braço por trás da cabeça dele, abraçando-o.
Ele quis descer pra beijar o peito direito da sua mãe, mas ela recusou e procurou a boca dele com a dela de novo. Aí Gael começou a se desesperar. Já não tinha mais o pau no meio daquela bunda, mas sua mãe tinha um braço ocupado atrás da cabeça dele e dava pra aproveitar pra fazer outra coisa.
Começou a acariciar as coxas da sua mãe e, embora ela sempre mantivesse as pernas fechadas, aos poucos deixava Gael subir mais a mão. Até que fez contato com a buceta peluda dela, as pernas estavam apertadas demais pra forçar tocar a buceta, mas continuou acariciando os pelos.
G- Deixa eu chupar seu mamilo
S- Não posso, Gael, não quero que você veja meus peitos, é sério
G- Por que não, simples assim? Já estamos na confiança, você já me viu todo, além disso quase não tem luz, não vou conseguir ver, ou vira pra mim melhor, você sabe pra gente se beijar mais à vontade.
Sua mãe sabia que se virasse pra ele, ia ter que abrir as pernas e praticamente montar nele. A buceta dela ficaria exposta e em contato direto com o pau dele.
S- Vou deixar você beijar meu peito, mas não olha, ok?
G- Mas por que não posso ver?
S- Meus peitos são especiais, são a parte favorita do meu corpo.
G- Agora só quero ver eles mais, Sandra
S- Não posso, não quero que você se apaixone
Gael diz que soltou uma risada debochada e colou a boca no peito da sua mãe, aos poucos beijando em volta. Pegou a mão esquerda dela que cobria o outro peito e tirou.
Começou a procurar o mamilo com a boca. Beijou devagar ao redor e sentiu o mamilo endurecer.
Ele diz que Tua mãe segurou ele pela nuca e puxou pra perto. Ele começou a mamar e com a mão direita começou a apalpar o outro peito que tua mãe tentava continuar cobrindo.
Ele via como tua mãe virava a cabeça pra cima com os olhos fechados, como se estivesse curtindo o que Gael fazia com o peito dela.
Depois, com a mão esquerda, pegou a mão da tua mãe com a qual ela abraçava ele e colocou no pau dele, embora não tenha feito nenhum movimento, mas isso obrigou tua mãe a se virar um pouco mais pra frente de Gael.
G — Passa a perna — disse Gael.
Tua mãe ficou calada e cobriu o peito que Gael tinha desocupado. — Ela tentou passar a perna direita pro lado esquerdo dele pra ficar de frente, já tinha cedido e tava disposta a deixar a buceta exposta. Mas Gael mudou o jogo.
G — Espera — disse — vou deitar no chão.
S — Não Gael, já deu — falou tua mãe com cara de preocupada enquanto cobria os peitos e virava pra olhar a porta do quarto onde a gente tava.
Tua mãe conseguiu finalmente se levantar, mas ele também levantou, agarrou ela pela cintura pela frente e começou a beijar. Os beijos eram claramente o ponto fraco da tua mãe.
Já os dois de pé, ele aproveitou pra passar o pau no meio das pernas dela, fez contato com a buceta dela, finalmente. Continuava beijando ela, mas agora metendo e tirando o pau entre as pernas da Sandra. Sentia como os fluidos que os dois soltavam se misturavam. Ela também tava molhada, fazendo o pau deslizar sem problema nenhum.
Começou a ouvir a respiração da tua mãe acelerar, e ele dobrou um pouco os joelhos pra se abaixar e conseguir se impulsionar pra penetrar ela. Tua mãe rapidamente adivinhou o que Gael ia fazer e ficou na ponta dos pés pra evitar.
S — Não Gael, isso não — falou com a voz ofegante.
G — Siiim, vai lá, vem.
S — Não Gael, é sério.
Gael colocou o pau de novo entre as pernas da tua mãe e começou a apertar a bunda dela com as duas mãos, levantando, separando e, por consequência, abrindo um pouco. mas aquela buceta que cada vez ficava mais lubrificada.
Gael se agachava e investia pra cima tentando a penetração, mas sua mãe não deixava.
Ele optou por pegar ela pela cintura e puxar pra baixo. Sua mãe, ainda se cobrindo os peitos, não conseguiu resistir muito e caiu devagar de joelhos em cima dele, que ajeitou ela pra que a buceta ficasse em cima do pau dele, que tava apontando pra barriga dela. SUA MÃE AGORA TAVA SENTADA EM CIMA DO PAU DO GAEL!!.
Gael puxou ela pra perto, começou a beijar ela e esfregar o pau dele, tentando encorajar ela a se soltar mais. O que funcionou. Sua mãe começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, agora era ela quem esfregava a buceta no pau do Gael.
Gael sentia como a buceta molhada da sua mãe fazia o prepúcio dele subir e descer pelo pau. ELA TAVA MASTURBANDO ELE COM A BUCETA.
Ele pegou sua mãe pelos braços, puxou ela pra perto e pediu pra ela descobrir os peitos. Sua mãe finalmente cedeu.
Ela descobriu os peitos dela que, mesmo não dando pra ver tão bem por causa da luz, já dava pra perceber a forma e a textura.
Ela se aproximou pra beijar ele e colou os peitos no peito dele. O movimento da cintura dela, embora não fosse rápido, tinha uma velocidade suficiente pra dar um prazer enorme pro pau do Gael.
G – Quero meter em você
S – Não, Gael – disse sua mãe e parou todo movimento da cintura, se cobrindo os peitos de novo.
Gael ficou com uma impotência do caralho.
G – Bom, então, te proponho uma coisa
S – Chega de propostas, Gael, acho que já deu...
G – Faz eu gozar, só isso que te peço, e juro que vou te deixar em paz
S – Sua mãe ficou calada ainda em cima do membro do Gael
G – Deixa eu meter em você
S – Já te falei que não, Gael – disse sua mãe irritada com a insistência
G – Então chupa ele
S – Claro que não, Gael, não posso fazer nada disso, entende, não tá certo.
Gael puxou ela pra beijar de novo e começou a mexer a cintura novamente. Sua mãe continuou beijando ele, mas já sem tanta emoção e sem responder. Tanto o roçar daquele pau na buceta dela.
Ficaram assim por mais um tempo até que sua mãe voltou a se movimentar.
Gael via como sua mãe aproveitava e gemia baixinho. Era óbvio que ela também estava se masturbando com o pau que tinha debaixo dela.
Quando paravam de se beijar, era praticamente só pra respirar. Os dois ouviam a respiração ofegante um do outro, e isso os excitava ainda mais.
Sua mãe ergueu o tronco pra aumentar o ritmo dos movimentos. Dava pra ver que ela estava fora de controle.
Gael via de baixo como sua mãe fechava os olhos e apertava os próprios peitos em sinal de prazer. Ele estava apreciando o corpo daquela deusa que estava por cima dele.
Ele a puxou de volta pra perto e perguntou no ouvido:
G — Só a cabecinha? — e continuou beijando ela.
Sua mãe ficou em silêncio. Só se ouvia a respiração ofegante dela.
S — MAS SÓ A PONTINHA — disse com cara de aviso.
Ele sorriu. Sua mãe deslizou a buceta em direção à barriga de Gael e empinou a bunda.
Ela estava encaixando o pau na entrada mais preciosa do corpo dela.
Gael sentiu a entrada daquela buceta em volta da ponta do pau dele.
S — Não vai se mexer, eu faço tudo — disse Sandra.
Com a entrada da buceta, ela empurrou o pau de Gael pra cima e depois arqueou as costas pra trás pra se posicionar, e foi se deixando cair.
Ele sentia aquela buceta envolvendo cada vez mais o pau dele até cobrir toda a cabeça. Sandra virou pra olhar pra ele e descobriu os peitos de novo, dessa vez deixando-os totalmente à vista de Gael. Gael pegou os dois com as mãos, e sua mãe se deitou por cima dele pra beijá-lo, enquanto mexia os quadris devagar, em círculos.
O melhor de tudo era a quantidade de lubrificação que tinha entre os dois.
Sua mãe respirava ofegante e mexia os quadris devagar, tomando cuidado pra não deixar a ponta do pau de Gael sair da buceta dela. Mais do que sexo (se é que dava pra chamar assim), parecia mais amor.
S — Anda logo, goza logo
G — Deixa eu meter tudo
S — Já te falei que não
G-Já tô quase gozando - disse Gael com cara de sofrimento
Num impulso de desespero, tentou enfiar o pau até o fundo da buceta da sua mãe, que reagiu rápido e impediu que isso acontecesse.
Ela tirou o pau da entrada da buceta e olhou pra Gael com cara de raiva.
S-Te falei pra não fazer isso, você passou dos limites. Já acabou.
G-Espera, Sandra, já não falta muito, por favor, eu te imploro - disse Gael segurando ela com força pela cintura pra não se afastar
Sua mãe fez uma cara de reprovação e encaixou o pau de Gael bem atrás dela, entre a buceta e a bunda, e se deitou abraçando Gael.
Ela encostou o rosto no ombro dele e começou a mexer a cintura pra cima e pra baixo, mais rápido. Já não tava mais penetrando a cabeça dele, mas o atrito e o lubrificante faziam Gael se sentir nas nuvens. De repente, ele começou a gozar.
O leite esporrou pra cima e caiu nos ovos de Gael e na bunda da sua mãe, que continuava com os movimentos de cintura roçando o pau de Gael até ele parar de pulsar.
Ela já tava fazendo aquilo mais pra Gael deixar ela ir embora em paz do que porque tava gostando. Dava pra ver na cara dela que ela tinha caído na real do que tinha feito.
Gael suspirou e sua mãe se levantou. Pegou a calcinha que Gael tinha tirado e limpou o leite que tinha caído na parte de trás das nádegas dela e o que tinha escorrido pra buceta, tirou o excesso de líquido e jogou a peça pra Gael com desprezo.
S-Onde você deixou o biquíni que tirou de mim?
G-Fica assim, assim você tá gostosa - disse Gael, que com a luz que entrava de fora conseguiu ver os peitos da sua mãe mais claramente por um momento.
S-Gael, agora sério, espero que não me encha o saco depois disso.
G-Vem deitar comigo, gostosa - disse Gael
Sua mãe fez uma cara de nojo e raiva e foi direto pro quarto, pelada.
Gael seguiu ela em segundos e viu que ela tinha se deitado no sofá com você.
G-Vem Vem pra cama comigo, não vou fazer mais nada com você.
S—Me deixa em paz, Gael, por favor — dizia sua mãe, que já entre a bebedeira e o sono, estava caindo de cansada.
Gael tirou o pau pra fora, aproximou do rosto da sua mãe e deu a última condição pra ela antes de deixá-la em paz.
G—Enfia isso na boca.
S—GAEL, JÁ CHEGA, o Hugo vai acordar! — falou sua mãe com voz de brava, o que fez ele recuar um pouco.
G—Dá um beijo nele, então.
Ele aproximou o pau do rosto dela, e sua mãe pegou com uma mão e deu um beijo na pontinha.
S—Pronto, agora me deixa em paz, por favor.
Gael foi pra cama e se cobriu com o lençol.
Enquanto Luís me contava aquilo, eu tava com sentimentos confusos, e percebi que tava com uma ereção do caralho por ouvir aquelas palavras do que tinha rolado naquela noite. Agora tudo fazia sentido.
H—Porra, Luís, acredita que esse cara fez isso com a minha mãe?
L—Espera, Hugo.
H—O quê?
L—Tem mais...
H—Como assim tem mais? — falei com um sentimento de curiosidade.
L—Lembra quando você saiu do banho e a gente foi conversar na praia? Então, quando a gente foi embora, chegaram os outros: Mario, Gael e Dani.
H—Hum...
L—Acontece que Mario e Iveth entraram de novo no quarto pra, supostamente, dar a última rapidinha antes de acabar as férias. Só que nessa hora sua mãe tava tomando banho. Gael percebeu isso, aproveitou e entrou junto com eles.
Enquanto Mario e Iveth se beijavam na cama, Gael aproveitou pra entrar no banho com sua mãe.
H—Não pode ser — falei, meio decepcionado.
L—Desculpa, irmão.
H—E o que mais aconteceu?
Pelo que Gael contou, quando ele entrou, sua mãe deu um grito.
S—EI, O QUARTO TÁ OCUPADO, TÔ TOMANDO BANHO, VOCÊS NÃO TÃO VENDO?
I—Calma, amiga, sou eu e o Mario, vamos aproveitar o que resta dessa casa.
Mas Gael também tinha entrado, tinha tirado a roupa e entrado de cueca no chuveiro com sua mãe.
Quando ele abriu a porta, diz que sua mãe se virou. pra se cobrir e tapou as partes íntimas dela. Tava toda cheia de shampoo e sabão no corpo.
S— Gael, cê tá fazendo? Sai daqui, pelo amor de Deus, IVETH, Pelo amor de Deus, tira esse menino daqui!!
I— Relaxa, amiga, cê também devia aproveitar o que sobrou da estadia.
Sua mãe fez cara de vergonha e baixou o olhar, num sinal de vergonha e fraqueza.
G— O que cê acha, Sandra? A gente faz o que a Iveth falou?
S— Gael, pelo amor de Deus, o que aconteceu ontem foi a última vez.
G— Eu só entrei pra tomar banho, cê tem que me entender, não dá mais tempo de esperar você sair, além disso a gente economiza água, que tal? — Disse Gael enquanto tirava a cueca que tava usando, mostrando uma ereção apontada pro corpo da sua mãe.
Lá no fundo dava pra ouvir o Mario e a Iveth já transando, dava pra ouvir as peles se batendo e uns gemidos leves dos dois.
Gael foi se aproximando e pegou ela por trás, enfiando o pau entre as pernas da sua mãe, de novo procurando a entrada da buceta dela.
S— Sai pra lá, pelo amor de Deus, Gael — disse sua mãe
G— Ok, vou sair, juro, só faz eu gozar, por favor, não vou demorar muito, prometo, e não vai te custar nada, cê só vai fazer o mesmo que fez ontem.
S— Não, Gael, chega, cê tá passando dos limites. Vou contar isso pro Hugo.
G— O Hugo me deu permissão pra fazer isso, por que cê acha que ele se meteu ontem à noite?
Sua mãe ficou calada e pensativa, essas palavras com certeza causaram um efeito dolorido nela e, combinado com a bebedeira e a situação de nudez que ela tava, sua mãe era uma presa fácil.
G— Mostra os peitos pra mim, por favor, quero ver eles de novo, agora com luz, ontem não consegui ver direito, tava muito escuro, além disso quero confirmar aquilo que cê me disse ontem, quero confirmar que vou me apaixonar. — Dizia Gael enquanto esfregava o pau no meio das pernas da sua mãe.
Começou a beijar o pescoço dela e empurrou ela pro jato d'água pra tirar o excesso de espuma. Esses beijos fizeram sua mãe se soltar. Ela arrebitou a bunda pra fazer mais contato com o pau dele e se virou pra encarar o Gael de frente. Ainda tava se cobrindo as partes.
G — Só faz eu gozar, quanto mais rápido, mais rápido eu vou embora, te prometo.
S — Ok, mas não me toca, você vai ter que se virar sozinho.
G — Como?
Sua mãe lentamente se descobriu as partes, deixando tudo à mostra debaixo do jato d’água.
Gael finalmente pôde ver aqueles peitos, que ele descreveu como os peitos mais perfeitos que já tinha visto.
Ele enfatizou isso várias vezes e não parava de falar deles quando contou essa história naquele dia.
Inevitavelmente, quando sua mãe se mostrou toda pra ele, começou a se masturbar na frente dela.
Ele quis se aproximar, mas sua mãe disse que não, sem tocar. Mas Gael já tinha sacado o esquema. Os beijos eram a chave.
Ele se aproximou pra beijá-la, e sua mãe, mesmo tendo recuado um pouco, não ofereceu muita resistência.
Além disso, os gemidos da Iveth e do Mario ao fundo só facilitavam as coisas pro Gael.
Com uma mão ele se masturbava e com a outra massageava os peitos da sua mãe. Ele se afastou um pouco e se separou dela por um momento.
Parou pra apreciar a mulher que tinha na frente. Descreveu ela como um anjo cor de creme com os mamilos rosados, os peitos perfeitos, uma bunda de dar água na boca e uma buceta com um pêlo pubiano encantador, onde dava pra ver que por baixo daquele pêlo se escondia uma buceta cor-de-rosa, quase dava pra descrever como uma mulher sabor morango.
Isso mesmo, ele disse. Sandra é uma mulher sabor morango com creme. E tudo isso ainda sob o efeito do álcool.
Gael se aproximou de novo da sua mãe e a pegou pela cintura, beijou ela e começou a massagear a bunda dela, igual na noite anterior, passando o pau dele por fora da buceta dela, queria meter a todo custo.
G — Agora você vai deixar eu te comer?
S — Entende que não, Gael, não posso deixar você fazer isso, você é amigo do meu filho, por favor, termina logo.
G — Me ajuda — disse Gael.
Sua mãe pegou o pau do Gael e começou a masturbando ele devagar enquanto o beijava,
Gael também tomou a iniciativa e começou a tocar a buceta dela. Começou a masturbar ela, fazendo círculos no clitóris dela com a ponta dos dedos. Diz que nessa hora sua mãe acelerou a respiração e abriu um pouco as pernas. Ela começou a dar uns gemidos leves enquanto beijava Gael e só se separava pra respirar ofegante.
G. Me dá um beijo – disse Gael, e sua mãe respondeu aproximando a boca da dele – Não, igual ao de ontem à noite.
Gael pegou sua mãe pela cabeça e começou a empurrar ela pra baixo. Sua mãe foi beijando ele no pescoço, depois no peito, depois na barriga, depois no ventre e por último em volta do pau dele. Sua mãe ficou agachada lá embaixo. Tava linda, e ficava ainda mais gostosa com aquele pau na frente dela, apontando pro rosto dela.
G – Chupa
S – Já te falei que não vou fazer isso
G – Então beija ele
Sua mãe começou a masturbar aquele pau, olhando fixamente pra ele, usando uma mão e depois as duas, depois voltando a usar uma. Gael só ficava de pé, olhando pra baixo, admirando a vista gostosa que tinha: era uma mulher bonita pra caralho, nunca imaginaria ela naquela posição, com um pau na frente da boca dela.
G – Dá um beijo nele, por favor, já tô quase lá..
Sua mãe, ouvindo isso, se aproximou e deu um beijinho na ponta, e continuou masturbando ele.
G – Mais um..
Sua mãe obedeceu, deu outro beijinho naquela cabeça.
G – Mais um.. – sua mãe obedeceu de novo, só que dessa vez deixou os lábios colados na ponta do pau enquanto masturbava ele.
Gael ficou um tempão aproveitando aquele trabalho que sua mãe tava fazendo, até que empurrou a cabeça dela pra dentro, mas sua mãe resistia em meter aquele pau na boca.
Por outro lado, ela começou a passar os lábios, meio que fazendo bico de beijo, por todo o tronco do pau, sem desgrudar, como se estivesse passando batom.
Gael disse que nunca tinha sentido algo tão provocante.
G – Pelo menos prova – disse Gael pra sua mãe
S – Não, obrigada Gael, vai logo termina logo, por favor.
G – Pra você saber que gosto tem...
S – Já sei que gosto tem, Gael, já provei outros... PELO AMOR DE DEUS, ANDA LOGO – disse sua mãe antes de dar uma lambida rápida na ponta do pau.
M – TÁ MAMANDO ELE! – ouviu-se Mario falar lá fora, obviamente ele e a Iveth estavam observando de fora do box tudo o que aqueles dois faziam, com certeza de fora do box parecia que sua mãe tava dando um boquete no Gael.
Sua mãe, ao ouvir isso, se levantou e limpou o líquido pré-seminal que tinha se espalhado pela boca dela.
Gael se abaixou, pegou ela por uma coxa e colocou no ombro esquerdo dele e disse:
G – Eu quero saber que gosto você tem...
Antes de se aproximar dela, ficou observando aquele aparelho que tinha na frente dele, por baixo daqueles pelos se via uma buceta linda, estética, carnuda e suculenta. Deu uma cheirada colado nela. Mas antes de poder lamber, sua mãe o afastou.
S – Não – disse sua mãe pro Gael
G – Por que não, o que foi?
S – Não quero e pronto – levantou ele, pegou no pau dele e começou a masturbar de novo, dessa vez um pouco mais rápido, tentando fazer o Gael gozar o mais rápido possível.
Gael não entendia por que ela não tinha deixado, mas enfim, a ação não tinha acabado e ele ainda podia fazer alguma coisa.
G – Só a pontinha?
S – Não, Gael, ontem você abusou da minha confiança.
G – Não vai acontecer de novo, eu prometo, além disso já tô quase gozando, por favor, faz rápido.
S – Tá bom então, MAS SÓ A PONTINHA, HEIN! – disse sua mãe apontando o dedo pra ele como se estivesse repreendendo ou avisando.
Sua mãe abriu um pouco as pernas e Gael pegou ela de uma vez, levantou ela no ombro dele manobrando pra não escorregar e colocou ela de lado, ela se apoiou na parede. Sua mãe é uma mulher flexível, pelo visto.
Depois colocou o pau dele na entrada daquela buceta linda.
S – Eu faço tudo, não vai se mexer – disse sua mãe
Começou a empurrar contra o Gael e os dois sentiram o começo da penetração. Sua mãe começou a se mexer devagar, Gael queria empurrar e enfiar tudo. tocava os peitos dela com a mão direita e usava de desculpa um aproximação pra beijar ela pra poder enfiar um pouco mais o pau. Sua mãe parecia perceber e afastava os quadris.
Ela tinha uma cara de prazer digna de filme, embora não deixasse entrar mais que a ponta daquele pau dentro dela.
Sua mãe começou a fazer movimentos mais constantes com o quadril e gemia baixinho de olhos fechados.
Gael começou a sentir que tava prestes a gozar.
G — Vou gozar — disse Gael.
Sua mãe olhava pra ele calada e continuava com o movimento gemendo quase em silêncio.
Gael não aguentou mais.
Deu um empurrão e sua mãe não conseguiu se defender daquilo. Enfiou o pau até o fundo e deixou lá por dois segundos completos sem se mexer. Sua mãe olhava pra ele com cara de ódio, até que conseguiu se soltar.
Gael confessou que nunca tinha sentido uma buceta tão quente e apertada.
No momento em que o pau dele saiu, começou a jorrar leite bem na entrada da buceta da sua mãe. Ela se afastou e deu um tapa na cara de Gael.
S — TE FALEI QUE NÃO — disse enquanto entrava no chuveiro com uma cara furiosa. Limpou o leite que tinham jogado nela e se enrolou numa toalha. Saiu furiosa do banheiro e do quarto.
Gael saiu vitorioso do banheiro.
Isso é tudo que aconteceu, ou pelo menos o que Gael nos contou.
Eu tava em choque, não sabia o que dizer depois de ouvir uma história dessas.
Nisso minha mãe chegou do trabalho, cumprimentou o Luis e pra mim disse boa noite. Eu não queria nem olhar na cara dela.
H — Minha mãe me disse que não tinha acontecido nada, Luis, isso foi antes dela entrar no banho. Cê acha que o que rolou conta como ter comido ela?
Minha mãe é uma puta?
L — Sua mãe não é uma puta, Hugo, teve um descuido, todo mundo foi parte daquilo e a verdade é que todas as circunstâncias pareciam feitas pra isso acontecer. Ela não tem culpa, nem você.
As palavras do Luis sempre me confortavam, mas nunca me convenciam.
Eu, pessoalmente, sinto que minha mãe não é nenhuma puta. Vadia, mas se comportou como uma verdadeira vadia. Pra isso não tem desculpa, nem o álcool, nem a situação que eu não esperava que rolasse, nem nada.
Uns dias depois, encontrei o Gael, convidei ele pra minha casa, sabia que ele ia vir, o filho da puta. Obviamente queria vir pra ficar bem comigo e ver minha mãe. As leis daqui de onde eu sou permitem você se defender se estiver dentro da sua própria casa, então assim que ele pisou lá dentro, eu bati nele até cansar. Ameacei ele de nunca mais chegar perto da minha mãe e, se eu soubesse que ele tava falando demais de novo, eu não ia ficar quieto. Como contei pra vocês, minha vida inteira treinei artes marciais, etc., então vi um medo genuíno nos olhos dele enquanto ele gritava pra eu parar.
A verdade é que tudo mudou depois que isso aconteceu. A única coisa que acho que foi boa nisso tudo é que eu consegui transar com a minha mãe, embora nunca imaginasse pensar como penso agora, porque nunca vi minha mãe como um objeto sexual até aquela ocasião. E mesmo que ela estivesse dormindo (quero acreditar que ela tava acordada e gostou do que rolou), toda vez que a vejo passando na minha frente, lembro daquela ocasião e fico excitado.
Esse é o fim da história, senhoras e senhores. Honestamente, só queria perguntar as únicas dúvidas que me restam: O que o Gael fez com a minha mãe conta como uma foda? O Gael comeu minha mãe? Vocês consideram que minha mãe é uma vadia? Devo me sentir mal pelo que fiz?
0 comentários - Pesadilla con mi madre y mis amistades 5