Olá, boa tarde a todos os meus leitores. Hoje vou contar o que, pra mim, é um fim de semana normal na minha vida cotidiana. Era sexta-feira e eu tava numa audiência cuidando do caso de uma senhora acusada de matar um desgraçado que tava tentando chantagear ela. Já tava um tempão na sala e o juiz deu um recesso pro promotor, marcando a volta pra daqui a quinze dias. Saí pra tomar uma cerveja nos barzinhos da região, e vejo entrar no lugar um cavalheiro, um moreno bem vestido e bem plantado, que eu já tinha visto várias vezes no fórum durante as audiências. Ele chega na minha mesa e me cumprimenta, estendendo a mão. Eu cumprimento ele sorrindo, estico a mão e, uau, sinto aquele pequeno choque que dá quando alguém é bem dotado. Me encolho, surpresa, e ele percebe na hora.
— Muito prazer, doutora Saavedra. Meu nome é Eduardo Char.
— Boa tarde, cavalheiro.
Fico esperando ele continuar falando.
— Cê deve tá se perguntando por que tomei a liberdade de te contatar.
— Ahã, sim, senhor?
— Venho te seguindo esses dias, e por favor, não se preocupa, porque fiz isso porque precisamos dos seus serviços e queria ter certeza do seu profissionalismo. Deixa eu te dizer, cê é a pessoa certa pro que a gente precisa.
— É? E no que eu poderia ajudar?
— Acontece que a mãe do meu patrão foi presa por um crime que cometeu.
Com minha cara de interrogação, ele responde:
— Ahã, e quem é a senhora?
— Isso cê vai saber quando se encontrar com meu patrão.
— Bom, mas pelo menos me diz quem é seu patrão.
Ele respondeu, me deixando surpresa com quem era, e me fazendo lembrar dos tempos em que minha irmã me recomendava pros amigos traficantes dela pra defendê-los. Era uma situação meio desconfortável, voltar de novo com essa gente que, apesar de eu ganhar uma boa grana, também me fez enfrentar uns desgraçados que quase me mataram, e que, graças aos meus treinos de defesa pessoal, várias vezes me salvei de morrer.
Continuamos. Enquanto conversava, ele me contou o que aconteceu. Já que o cara que dona Cleo matou tava extorquindo ela, e o filho da puta não esperava, ela matou ele sem piedade. Pedi mais uma cerveja, e Arturo — que era o nome dele — me convidou pra outro lugar. Aceitei na hora, a ideia era conhecer ele e até levar pra cama, adorei o jeito dele e a lábia mostrava classe. Enquanto caminhávamos, chegaram duas caminhonetes do tráfico com vidros pretos, nós dois entramos numa delas e arrancamos.
— Bom, e como cês me acharam? Quem me recomendou pra ligar e agradecer?
— Sua irmã.
— Alicia?
— Sim, senhora dona Alicia.
— Puta que pariu, a desgraçada continuou enchendo o saco. E o que ela tá fazendo com vocês?
— Dona Alicia cuida de arrumar as meninas pras festas do patrão.
— Por isso que ela pediu minha agenda de contatos.
Eu, sem dizer pra onde ir, saí direto pela dezenove e depois pela avenida da Esperança, chegamos em Modelia e procuramos um barzinho, entramos e pedimos cerveja, ficou na minha cabeça que aqueles caras tavam me vigiando direitinho, o que me incomodou, mas não quis entrar nesse assunto. Tomamos três cervejas, ficamos mais à vontade, ele me falou sobre ele: era casado, a mulher morava em Montería, duas filhas. Tocou um vallenato e eu quis dançar.
— E sua mulher é ciumenta?
— Não, de jeito nenhum.
— Sério? Sendo tão gostoso e nesse mundo do tráfico que tem tanta tentação, mulher bonita, dinheiro pra pagar elas.
— Não me deito com qualquer uma, me orgulho de ter bom gosto e selecionar mulheres lindas, como você.
— Ah, que bom, boneco, isso é um ponto a seu favor que me anima.
Continuamos dançando, coloquei minha cabeça no peito dele e encostei meu corpo no dele. Dançamos mais três músicas, terminamos andando abraçados até a mesa, e quando chegamos, já me aninhei mais nele, continuamos conversando, coloquei minha mão direita na perna esquerda dele, que ele levantava quando falava alguma coisa e eu colocava de volta na perna dele. Coisa que... Tava mais solto e a gente se juntou mais, e quando Eduardo começou a segurar minha mão esquerda, já tive certeza que íamos acabar na minha cama. — Imagino que você sabe dos meus gostos, me sinto em desvantagem com você. — Pois doutora, não se preocupa com isso, esses gostos só eu vou saber, e ainda por cima adoraria te satisfazer. — E a sua esposa, o que ela vai dizer se descobrir suas traições? — Acho que ela não vai descobrir, a menos que você conte. — Como é que você pensa isso? Eu fico quietinha, por mim ela nunca vai saber que você vai transar comigo. Ele me encara e sorri, e eu sorrio de volta. Aproximei minha boca da dele, sorri de novo e esperei ele me beijar. A gente se beijou por quase dois minutos. Minha mão direita acariciou a calça dele, subindo pela perna até sentir o pau dele, que eu acariciei. — Vamos andando pra minha casa e botamos chifre nos nossos parceiros. — Então vamos, doutora, que tô morrendo de vontade de te comer. A gente levantou, na hora ele pagou a conta, saímos sem esperar o troco e entramos na caminhonete, que saiu voando pra minha casa. Chegamos na quadra e vi que tinha vários carros na frente da minha casa. — Nossa, e isso, doutora? Por que tantos carros? Tem festa ou algo assim? — Ah, não sei. E me faz um favor, não me chama mais de doutora, me chama pelo nome. — Vai ter que deixar pra outro dia, ou se quiser a gente vai pra outro lugar. — Não, meu lindo, vamos entrar e ver o que rola. Você não vai me deixar na vontade de transar com você. — A gente pode ir pra outro lugar, Lucia. — Kkkk Lucia, quase ninguém me chama assim. — Bom, agora eu vou te chamar por esse nome. — Não, vem, vamos entrar, te apresento pro meu marido e daqui a pouco a gente sobe pro meu quarto pra passar um tempo gostoso. — Beleza, vamos entrar. Quando entrei, tinha gente pra todo lado. Cumprimentei quem eu conhecia e apresentei o Eduardo. O David saiu da cozinha, a gente se aproximou e eu apresentei o Eduardo pra ele, eles se cumprimentaram bem amigavelmente. Meu marido já sabia que eu ia transar com ele, então deu as boas-vindas e o convidou pra entrar. passar uma delícia. E no ouvido de Eduardo e no meu, ele disse:
— Com a minha mulher.
Ele se afastou e sorriu.
— Com certeza, papi, e eu vou fazer questão de que seja uma noite inesquecível, Eduardo.
A gente se juntou à festa, que rolou depois que aprovaram uma licitação pra eles. Como não tinham nada planejado, porque não esperavam uma resposta tão rápida, decidiram fazer na minha casa. David me apresentou pra um dos amigos de infância dele, outro engenheiro, mas mecânico, o Nacho, com quem a gente conversou um bom tempo. David já tava bêbado, começaram cedo e a essa altura os drinques já estavam fazendo efeito no organismo dele.
— Ô David, não bebe mais não, papi, que ainda é cedo e você já tá bem bêbado. Já tô imaginando a ressaca amanhã.
— Ah, não, querida Diana, que amanhã eu convido vocês pra um restaurante que ressuscita defunto, fazem um caldo fenomenal.
Nacho me olhava com vontade de falar alguma coisa, até que soltou:
— Tenho a impressão de que a gente vai se conhecer muito bem.
— Eu também acho, boneco.
Esse "boneco" é sinal de que quero sexo com quem eu falo.
A gente tomou uns aguardentinhos e, depois de trinta minutos, já tava com vontade de subir pro quarto. Falei pro meu marido:
— Meu amor, vou subir com Eduardo pro quarto.
— Beleza, mãe, vai lá se divertir com esse negão, que imagino que deve ser bem dotado.
— Pois é, papi, já fiquei apalpando ele e amei o que minhas mãos sentiram.
Dei um beijo na boca dele e me aproximei do Eduardo:
— Vamos, boneco, sobe logo.
A gente foi abraçado e, no segundo andar, encontramos o engenheiro Alexander, que notei que tava meio nervoso.
— Engenheiro, como é que cê tá? Finalmente vem na minha casa.
— Diana, desculpa, não consegui vir antes, não é que não quisesse, mas foi impossível. Mas prometo que vou vir.
— Alex, é o que eu espero. Se me deixar de novo na vontade de te ter aqui e passar um bom tempo, nunca mais falo com você.
— Dianita, quando você quiser, eu venho.
— Domingo, vem no domingo.
— Beleza, Dianita, a gente se vê no domingo.
Eu continuava abraçada no Eduardo, ele desceu e... Nós paramos nos beijando, abri a porta da escada do terceiro andar e entramos. Ao fechar, vi que a porta do quarto de hóspedes se abria e saía um dos motoristas da empresa, o que achei estranho. Mas, ao esperar alguns segundos, vi também sair a secretária da gerência, uma senhora de 50 anos, que me deixou surpresa — uma coroa daquelas com um rapaz que mal deve ter 25 anos. O que a vida ensina, viu.
Subimos com Eduardo rindo e comentando o que acabávamos de ver. Ao chegar no quarto, nos beijamos com uma paixão imensa, nos despindo completamente, só ficando com minhas meias arrastão tipo liga. Sentei ele no sofá que tenho no quarto, montei em cima dele nos beijando, segurava o rosto dele com minhas mãos e o abraçava, colocando meus peitos na cara dele. Fui descendo pelo peito dele, beijando, minhas mãos acariciavam o pau e as bolas dele. Admiro e vejo que ele é bem dotado.
— Além de ser um puta gostoso, você tem um pau delicioso, é bem dotado, digno representante da sua raça.
Com minhas mãos, coloco o pau dele na minha boca, chupo e lambo as bolas dele enquanto masturbo ele suavemente. De repente, sem querer, percebo que alguém está nos espiando. Consigo ver quem era: o engenheiro Alexander. Fiquei surpresa ao vê-lo ali nos olhando, o que me excitou ainda mais. Comecei a chupar o pau do Eduardo com capricho, deixando o Alexander me ver como eu adoro fazer isso. Já o convidei para vir em casa duas vezes, mas surgiram coisas inevitáveis e por isso não consegui transar com ele, o que é uma pena porque eu gosto dele, e sempre que nos encontramos, ele me dá uns choques elétricos que eu adoro.
Continuo chupando o pau do Eduardo, agora com uma paixão que faz meu corpo todo tremer. Parece que o Alexander não percebia que eu estava olhando para ele enquanto chupava o pau do Eduardo. Eduardo nem notou o que estava rolando, porque tinha a cabeça jogada para trás no sofá, com a cara desfigurada. Depois, deitei ele, o que também não permitiria que... Eduardo percebeu que tinha alguém nos espionando, continuei chupando ele e nessa posição consegui ver o Alexander com uma visão melhor, lambendo a pica do Eduardo. Me virei por cima do Eduardo fazendo agora um 69 sem parar de olhar pro Alexander, que subiu mais uns degraus pra ver como o Eduardo chupava minha bucetinha.
Foram quase vinte minutos até eu gozar, jorrando meus líquidos na cara dele, e ele engoliu parte deles. Depois levantamos e fomos pra cama, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima, peguei a pica dele e coloquei nos meus lábios vaginais, roçando, e então deslizei pelo tronco dele até o fundo, sentindo as bolas dele batendo na minha bunda, e comecei a pular sem parar, me fazendo sentir sensações excitantes. Transar sendo espionada é muito excitante, me enlouquece demais. Meu corpo inteiro sente choques elétricos intermitentes, eu gemo de prazer. Isso me leva ao paraíso.
Viro pra olhar pra trás e vejo o Alexander ainda ali, tiro a pica do Eduardo e me viro, deixando o Alexander me ver enquanto ele me penetra com a pica, de costas pro Eduardo. Fecho os olhos e me deixo levar pelas emoções que meu corpo sente, acaricio meus peitos, mordo meus lábios, e pulo com mais força, me levando a um orgasmo múltiplo e prolongado que me satisfez. Me mexo, deixando minha bunda na cara dele e chupo a pica dele, então o Eduardo me deita de barriga pra cima, se ajoelha entre minhas pernas e me penetra de novo, se estica sobre mim e minhas pernas o abraçam.
Sinto a pica dele perfurando meu corpo, me dando sensações gostosas, e ao longe se ouve a música do primeiro andar, onde meu marido curte com os amigos enquanto sua mulherzinha transa com um desconhecido, e olha que ela curte pra caralho. Mudamos de posição, ficamos de lado, ele atrás de mim, levanto a perna esquerda e ele me penetra de novo. Já estamos há mais de uma hora transando, sinto o Eduardo tremendo em espasmos intermitentes. inundando minha bucetinha com o esperma dele, tiro o pau dele, seguro e meto na boca, tomando as últimas gotas e lambendo o tronco. Um pano do meu marido serviu pra limpar o esperma que escorria da minha bucetinha, fomos no banheiro mijar e terminar de me limpar, voltamos pra cama e nos aninhamos, o celular dele tocou, ele atendeu e me disse:
-Preciso viajar pro Panamá.
-Ah, que pena, meu bem, queria passar a noite toda com você.
-Teria sido fantástico, princesa, mas preciso viajar.
-E será que não dá tempo de a gente dar uma trepadinha antes de você ir?
Nos beijamos, nos abraçando, acariciando nossos corpos, minhas mãos agarraram o pau dele, a língua dele lambia minha nuca, as mãos dele percorriam meu corpo, ele monta em cima de mim abrindo minhas pernas, continua lambendo meus peitos e descendo pela minha barriga até chegar na minha bucetinha, lambendo, beijando e chupando. Depois monta em cima de mim, seguro o pau dele e coloco na entrada dos meus lábios vaginais, ele me penetra fazendo eu sentir sensações que me fazem gemer e gritar, o pau dele entrava e saía como um pistão acelerado.
Eu gozo, meus dedos massageiam minha pélvis aumentando a excitação, desço pra chupar ele por uns minutos, trocamos de posição e eu monto em cima dele, seguro o pau dele e esfrego na minha bucetinha, Eduardo se levanta me penetrando, fico parada e ele continua me comendo, sentindo o pau dele roçar nas minhas paredes vaginais. Ficamos mais de 20 minutos até quando viramos de costas pra ele, seguro o pau dele e coloco na entrada do meu cu, ele me penetra devagar e tira de novo, me penetrando várias vezes aumentando a velocidade a cada metida até meter com tudo, me levando ao êxtase.
Foram mais de vinte minutos de puro prazer com o pau dele arrombando meu cu, sinto ele tremer em espasmos fortes, meus dedos dedilham minha bucetinha me fazendo jorrar líquidos enquanto Eduardo enche meu cu de esperma, me viro pra beijar ele em agradecimento pelo Momento delicioso que acabamos de passar.
- Que gostoso foi, boneco, e espero te ver muito em breve, meu negão lindo.
- Ah, pode crer, mamãe, agora você é minha putinha e vou te comer toda vez que eu vier.
- Por mim, tô satisfeita.
A gente se beijou por uns dois minutos, ele se levantou, entrou no chuveiro e tomou banho. Espiei na escada e não vi o Alexander, fiquei pensando onde ele tinha ido. Eduardo foi embora e eu entrei no banheiro pra tomar banho, pensando em descer pra buscar o Alexander e terminar a noite aproveitando outra rola.
Saí, me enxuguei, coloquei minha calcinha e sutiã, tava parada na frente da cama e sinto uma mão pegar meu ombro, me viro e era o Alexander que, sem me deixar reagir, me beija, me abraça, me deita na cama. A gente se beija em silêncio, sinto que o coitado vai pirar de tanta emoção, o olhar dele era de ansiedade, continuávamos nos beijando em silêncio. Comecei a acariciar a cabeça dele, as costas, descendo até a bunda que apertei contra mim, ele beijava minha nuca, meus peitos, voltava e a gente se beijava.
- Que surpresa gostosa, Alex, finalmente te tenho na minha cama, boneco, há tempo tô com vontade de te comer.
- Eu também, Dianita, e algo me dizia que hoje eu ia conseguir.
- E o que cê tava fazendo me espiando, hein?
- Confirmando o que imaginei quando te vi subir com seu amigo.
- E pelo visto você gostou de me ver, né? Porque ficou um tempão me olhando?
- Ah, Dianita, me desculpa, mas não consegui me controlar. Te ver ali transando com um negão daquele foi muito excitante, mamãe, quase bati uma punheta te vendo aproveitar como uma putinha. No final, desci e esperei ele ir embora pra subir e te comer.
- Bom, ainda bem que ele foi, porque eu queria ele a noite toda, mas assim posso ter você a noite inteira.
A gente se beijou de novo e continuou na ação. Ele tirou meu sutiã, pegou meus peitos e chupou eles, eu apertava a cabeça dele contra meu corpo, soltei os botões da camisa dele, tirei, e ele continuou descendo pelo meu umbigo. chegando na minha bucetinha, puxando minha calcinha de lado pra poder lamber ela por uns dez minutos, levantei, levantei ele, ele beijava meus peitos de novo e depois nos beijamos, enfiando nossas línguas na boca. minhas mãos começaram a soltar a calça dele, enfiei a mão e peguei na piroca dele dura, as mãos dele ajudaram a abaixar a calça, aí os pés dele terminaram de tirar. comecei a acariciar a piroca e as bolas dele enquanto descia lambendo a nuca dele, depois passei pelos mamilos chupando eles, virei ele, ele ficou sentado na beira da cama, me ajoelhei, terminei de tirar os sapatos que estavam incomodando meus joelhos com a mão direita e segurando a piroca dele, enfiei na boca pra chupar ele por quase meia hora.
—Ah, Alexander, que gostoso isso, adoro sua piroca.
Volto e enfio de novo, chupando várias vezes.
—Se eu soubesse que você era bem dotado, tinha dormido com você há muito tempo.
Volto e chupo ele de novo, passo a língua no tronco dele, dou beijinhos na glande. Da uretra dele sai um líquido que eu lambo, chupo e engulo, esfrego a piroca no meu rosto sentindo a maciez da pele dele, e um cheiro gostoso de suor que me lembra o do Augusto, com quem perdi minha virgindade. Esse cheiro me seduz, me deixando à mercê do dono dele.
Continuo chupando a piroca dele, até ele me avisar pra parar porque estava quase gozando. A gente parou e ficamos de pé, nos abraçando e nos beijando com paixão e luxúria. Ele me vira e me joga na cama, eu quico e fico sentada, volto e chupo a piroca dele por uns segundos. Ele pega meus tornozelos e me levanta, fico de barriga pra cima, ele se abraça nas minhas pernas e coloca a piroca na entrada da minha bucetinha, esfregando nos meus lábios vaginais. Ele enfia até o fundo, me fazendo gritar de prazer.
Ele me fode com tudo, sinto que estou bem lubrificada, ou tarada e quente como um vulcão em erupção. Ele continua me comendo, me levando ao paraíso a cada estocada. Os minutos passam e eu sinto meu corpo todo tremer, até que não aguento mais e Soltou um jato de líquidos no chão, ao tirar a rola, me levanto e abraço ele pela cintura, encosto minha cabeça no estômago dele apertando.
— Aí, boneco, que gostoso.
— Mamacita, você me deixa louco, quem diria que eu ia te comer.
— A vida dá surpresas e a gente tem que aproveitar, boneco, se você não tivesse subido, eu ia descer pra te buscar e terminar a noite te comendo.
Desci pra chupar a rola dele de novo por cinco minutos, deito ele de barriga pra cima, monto em cima, me toco na bucetinha passando os dedos e depois esfrego eles na rola dele e coloco ela nos meus lábios vaginais, vou descendo pelo tronco dele enfiando até o fundo, me mexo em círculos, me abaixo apoiando os cotovelos na cama e começo a pular o mais rápido que consigo sentindo a rola grossa dele roçar minhas paredes vaginais, ele consegue chupar meus peitos, enquanto pulo com força, até eu gozar, levanto um pouco e me dedilho soltando mil jatos de líquidos em cima do Alexander.
Trocamos de posição, fico de costas pra ele, levanto a perna e ele penetra minha bucetinha de novo, e eu sinto aquelas sensações excitantes que fazem meu corpo todo tremer, ao mesmo tempo que senti que o Alex estava quase gozando, aumentei a velocidade da foda e soltamos nossos líquidos, tiro a rola dele e termino enfiando o pau dele na minha boca recebendo o leite, engulo tudo e chupo ele por um bom tempo. Descansamos um pouco. Peguei duas cervejas na geladeira e acendi um cigarro.
Lá embaixo a música tocava e a galera fazia barulho. Nos enroscamos debaixo das cobertas por uns minutos e depois continuamos nos acariciando, nos beijando, desci pra chupar a rola dele, acariciando as bolas, lambendo o tronco e a cabeça. Tiro da boca e olho o pau dele já duro.
— Que rola gostosa você tem, Alex, eu imaginava ela assim mesmo, grossa e deliciosa.
Volto a enfiar na boca gemendo de prazer ao sentir a carne macia e o tronco duro como uma barra de aço pronta pra me fazer gozar de novo numa boa foda, me levanto em cima dele, coloco Coloco o pau dele na entrada do meu cu, devagar vou deslizando até sentir ele bater no fundo, sentindo meu rabo cheio de carne dura, o que me dá umas sensações gostosas e excitantes. Do nada começo a pular, aumentando o ritmo conforme meu cu vai dilatando a cada metida, até pegar um ritmo rápido, gostoso, gozo em alguns minutos. A gente para uns segundos, deixo o Alex fazer o trabalho, me levanto um pouco pra ele poder me comer com toda força, até que em alguns minutos eu gozo de novo, jorrando tudo.
Deito em cima dele, acariciando e beijando o pescoço dele, subindo até o rosto, lambo a cara dele várias vezes, deixando ele todo babado. Me ajoelho, chego perto da cara dele e coloco minha buceta na boca dele, ele lambe e chupa meus líquidos, enquanto eu me acaricio os peitos e bagunço meu cabelo. Mordo meus dedos de tanta emoção, tanta delícia, que eu curto sem frescura e com quem eu bem entender, o que mais posso pedir da vida. Gozo soltando meus jatos na cara dele, deixando ele todo molhado, chego perto e lambo ele, beijo ele, depois deito de bruços. O Alex monta em mim, me penetra o cu por quase vinte minutos até a gente gozar junto num mar de líquidos. Terminando, deito do lado dele, virada, ele me abraça e eu coloco minha perna direita por cima das dele.
Já tem mais de duas horas que a gente tá transando. Levantei, me vesti, e desci pra dar uma olhada. Ainda dava pra ouvir a bagunça lá embaixo. Mas só tinha umas oito pessoas ainda, já mais bêbadas do que em condições normais. Comecei a apagar umas luzes que não precisavam, abaixar o volume do som e de certo modo fazer a reunião acabar. Chamei uma empresa de táxi pra mandar três carros pra despachar os bêbados. Depois de 30 minutos, todo mundo já tinha ido embora. Subi com o David e coloquei ele num dos quartos de hóspedes, deitei ele lá e subi pro meu pra continuar minha noite com O Alex. Fico pelada e quando me mexo, percebo que o filho da puta caiu no sono. Sacudo ele, mas nada, não acorda. Não me resta outra opção senão deitar e dormir.
No dia seguinte, acordo umas 11 da manhã, desço pra fazer um café bem forte e levar pro Alex acordar ele. Enquanto me arrumo um pouco, ligo pra Ernestina pra vir dar uma geral na casa, que tá uma zona. Volto e desço pra acordar o David.
— Então, pai, acorda, meu amor. O David se senta, encostando na cabeceira da cama.
— Que horas são, mãe?
— Onze e dez.
— Qual é, mãe, e por que você me acorda tão tarde? Não viu que ontem eu bebi demais e tô de ressaca?
— Pai, a gente combinou de ir na casa do seu amigo curar a ressaca com um caldo levanta-defunto.
— É, eu falei que sim, mas mãe, não tô nem um pouco a fim de ir. Prefiro ficar na minha cama dormindo a tarde toda.
— Então é simples, pai: a gente vai, come o caldo e depois vamos pro depósito onde ele mora. Você pode deitar e dormir, enquanto isso, seu amigo e eu vamos pegar um tempo gostoso.
O David fica me olhando e diz:
— Ah, mãe, que puta que você é. Por que não vai sozinha e pega ele sem problema? Pra mim não tem problema, foda-se, você tem minha permissão.
— Anda, pai, levanta, toma um banho aqui nesse banheiro, vou despachar o Alex que passou a noite comigo e a gente vai.
— Percebi, não vi ele de novo e imaginei que tava contigo.
— Beleza, vou tomar banho.
Chegamos com o David no depósito. O Engenheiro tava na hora na frente, numa papelaria comprando uns materiais. Ele vê a gente chegar e dá um assobio. Na hora, o David levanta a mão cumprimentando ele. O Nacho se aproxima, cumprimenta o David. Eu tô no carro, saio e vou até eles, cumprimentando ele com um abraço e beijo na bochecha.
— Então, fico feliz em ver vocês, mas olha só a cara desse aqui, tá morto.
— Pois viemos pra você levantar ele com aquele caldo que falou ontem à noite.
— Então, não se fala mais nisso. Vamos, que já tô com fome também. Deixem o Carro ali e vamos caminhando.
Alfredo me ofereceu carona, mas eu peguei ele pelas costas e ele também. Chegamos no restaurante, comemos, tomamos umas cervejas e depois voltamos pro depósito. Ele mora no terceiro andar, não tem divisórias — ele ocupa o andar inteiro: tem a cozinha, o banheiro, o quarto, o guarda-roupa dele.
Eu tinha vestido um jeans azul desfiado e elástico, uma jaqueta preta e uma peça de laços soltos que vão do ombro e se juntam no centro, caindo em círculos que mal cobrem meus peitos, sem costas. Não estava de sutiã, e tinha ficado cheia com tudo que comemos. Nacho nos ofereceu cervejas que tirou da geladeira enquanto eu tirava a jaqueta e soltava os botões da calça, deixando ela aberta e as pontas caídas, mostrando minha pélvis peluda. Quando me viu, Nacho ficou me encarando.
— Diana, definitivamente, cada vez mais eu invejo o David.
David se aproxima e diz:
— Companheiro, eu ganhei o céu com ela.
David me abraça com a mão na minha cintura e a gente se beija.
— O céu, o paraíso, o éden, companheiro.
— Nacho, me empresta seu computador pra ver meus e-mails?
David pergunta pra ele.
— Sim, claro. Tem que ligar ele conectando o cabo branco.
— Beleza.
David subiu os degraus, conectou o cabo branco e o computador ligou.
No rádio começou a tocar um disco do Hot Chocolate, "You Sexy Thing", que eu dancei mexendo meus quadris, deixando Nacho de boca aberta, que não parava de olhar minha pélvis. Eu me mexia, deixando ele ver e colocando minha mão direita em cima dela. Depois tocou "Kiss and Say Goodbye", do UB40, e aí eu chamei Nacho pra dançar. E olha que a gente dançou bem coladinho e com bom ritmo. Depois tocou "Killing Me Softly", do Fugees, e esse foi o começo da diversão — o motivo pelo qual eu vim: transar com Nacho. Dançando bem coladinhos, a ponto de eu me virar, ficando de costas pra ele, e mexer minha bunda contra a calça dele, enquanto as mãos dele acariciavam minha cintura e meus peitos.
Eu levei as mãos pra trás, segurando a cabeça dele. e aproximando a boca nos meus ombros, que beijo e dou mordidinhas leves, passando a língua até minha nuca. Me viro e coloco minha cabeça no peito dele, as mãos dele continuam acariciando minha cintura e descem até minha bunda, apertando ela contra ele. Ele move o corpo, esfregando em mim, e aí nos beijamos até o disco acabar, coisa de um minuto. Vejo meu marido saindo do escritório, ele sorri pra mim, manda um beijo com a mão e vai pra cama.
O disco acabou e eu e o Nacho continuamos nos beijando e nos acariciando. De repente, ele me levanta e me leva pra cama, coloca o joelho nela e me deita do lado do David. Antes de me soltar, a gente se beija de novo. Ele levanta, vai até a mesa pegar as cervejas e, como o David queria dormir, nós três deitamos, eu ficando no meio. Ele ligou a TV, e em minutos o David apagou de vez.
— Nacho, e você, não tem namorada, concubina ou amigas com direitos?
— Não, namorada não tenho, só duas amigas que eu transo.
— Duas? Olha só ele. E como é que tá isso?
— Bom, agora tá tudo bem. No começo foi uma tempestade, viu? Nem te conto.
— Fala, me conta isso. Tenho a tarde toda pra te ouvir.
Me virei de lado e a peça que eu tava usando escorregou, deixando meus peitos de fora. Aí soltei o fecho e tirei tudo. O Nacho ficou me olhando as tetas.
— Bom, agora para de olhar pras minhas tetas e me conta.
— Vai ser difícil contar isso com esses dois melões tão lindos.
Ele acariciou eles com os dedos.
— Então, o que eu ia te dizer... Acontece que tudo começou quando eu tava saindo com a Amparo. Fui numa festa na casa de um tio dela, e gostei de uma amiga da prima dela. Acabei esbarrando com ela um dia no centro. A gente continuou se vendo, ela me deu o número de telefone e um dia fui pego quando a Amparo me flagrou com ela. Foi um show de ciúmes. A Amparo terminou comigo, mas voltou um mês depois. A gente reatou, e dessa vez foi a Sandra que terminou comigo quando descobriu que a Amparo tinha voltado. Mas ela também voltou uns dias depois, e aí a gente ficou nessa.
— Ou seja, as duas te Compartem?
- Sim.
- E você já ficou com as duas, fez um menage com ambas?
- Que menage?
- Sim, um menage com as duas.
- Não, nunca, seria uma loucura, com certeza elas iam se pegar no tapa. A Amparo não suporta ela nem um pouco.
- E por que você não tenta? Quem sabe dá certo.
- Você parece louca, "quem sabe" o quê.
- Talvez dê certo e você possa aproveitar as duas. Eu adoro menage.
- E você, Dianita, já fez algum?
- Sim, um não, vários, e os que eu mais gosto são com dois homens.
Comecei a acariciar as pernas dele. E ele, os meus peitos.
- Nossa, mulher, com dois homens, que delícia, você é toda uma gulosa. Com a Sandra a coisa é diferente, ela é mais aberta.
Olhei pra ele atenta, ele continuou me contando.
- Sim, a Sandra é comissária de bordo de voos intercontinentais e geralmente anda com uma colega. A primeira menina que ela trouxe foi a Laura, uma garota linda, e como trocam de avião ou voo, a Laura vem sozinha e já veio com mais três colegas.
- Ah, mas olha só, você deu sorte, hein? E tem mais?
- Sim, claro, a Sandra já veio com outras dez meninas.
- Uau! Por favor, mas o filho da mãe comeu todas as comissárias de bordo intercontinentais. E você acha que a Sandra não te chifra?
- Sei que sim, já ouvi elas falando das amigas e aventuras. E você, imagino que também faz menage direto?
- Adoro aproveitar as oportunidades que a vida me dá, e pra isso Deus me deu esse corpo, pra seduzir até o mais casto e puro.
Nacho se abaixou e chupou meus peitos.
- E você não gostaria de saber por que tenho tanto sucesso com as mulheres?
Fechei meus olhos e acariciei o cabelo dele, deixando-o chupar meus mamilos.
- Tô morrendo de curiosidade.
Virei pra olhar meu marido, que já dormia tranquilamente. Nacho colocou a mão dentro da minha calça e enfiou os dedos na minha bucetinha, tirou e cheirou.
- Devíamos aproveitar que o David tá dormindo e você me mostrar por que tem tanto sucesso com as comissárias.
Minha mão direita acariciou a calça dele na virilha, sentindo o pau dele crescendo. Vontade de sair do meu esconderijo, a gente se beija trocando língua.
– Nossa, parece que esse monstrozinho quer sair pra causar estrago. Espera, vai andando e me mostra no sofá.
A gente levanta, eu desço o jeans e fico pelada, e ele senta me olhando enquanto eu tirava a roupa, ao mesmo tempo que tirava as botas e depois a calça e a cueca, eu tirei a camisa dele. Me ajoelhei no sofá, peguei a pica dele, virei pra olhar pra ele e ele diz:
– Tá gostando do que vê?
– Tô amando, boneco, que pica deliciosa que você tem, espero deixar ela sem uma gota de porra.
E na hora fui enfiando na boca, chupando por vários minutos, lambendo, chupando os ovos, sentindo a grossura, a gente trocou de posição fazendo um 69, continuei chupando a pica dele e deixando ele chupar minha buceta, até eu gozar, depois sentei ele e montei por cima enfiando a pica dele na minha buceta e começando uma transa gloriosa que durou três horas de muito sexo.
Ele me beijava e chupava os peitos, eu abraçava a cabeça dele contra meu peito, sentia a pica dele entrando e saindo do meu corpo, sem parar, esquecendo de tudo e de todos, tava seguindo meus instintos, gozei jorrando molhando a barriga toda dele com meus líquidos, me abaixei pra chupar de novo, sentindo como ela é grossa dentro da minha boca, gemia de tesão ao sentir ela enchendo minha boca com o tronco, esfregava ela no meu rosto pra sentir a pele macia, Nacho me deita de costas, levanta meus pés e chupa minha buceta por uns minutos, levanta e me penetra de novo, começa a me foder com tudo, me deixando louca de tesão, meus gemidos meio roucos como um ronronar ecoavam pelo galpão inteiro, me dando sensações excitantes e deliciosas.
Gozo de novo num orgasmo prolongado, que faz meu corpo todo tremer, ele abaixa minhas pernas e sobe até minha boca, coloca a pica dele na minha boca, eu pensei que ele ia gozar mas não, comecei a chupar e ele a me foder mexendo o corpo enfiando e tirando a pica da minha boca. boca. Cinco minutinhos a gente troca de pose e eu levanto, ele me coloca na borda do sofá deitada de barriga pra cima, abro as pernas bem abertas e ele, em pé, segurando meus tornozelos, mete na minha bucetinha.
Eu tô louca de prazer, que prazer do caralho que eu tô sentindo, olho pro meu marido e agradeço mentalmente por todo esse prazer que ele me deixa ter, agarro ele pelo pescoço e, com paixão, gozo de novo num grito ensurdecedor. Nacho se abaixa pra receber meus líquidos na cara, abre a boca e toma um pouco, enquanto eu me dedo e dirijo o jato pra cara dele. Na hora, me coloco de quatro no sofá e Nacho mete de novo na minha bucetinha, continuando uma tarde excitante e deliciosa, me fazendo sentir sensações gostosas que me levam ao clímax. Me levanto, fico de joelhos no sofá e ele beija minha nuca e massageia meus peitos, minhas mãos seguram a cintura dele e faço ele meter mais rápido.
Volto a me abaixar, Nacho continua me comendo, se movendo a todo vapor, sinto ele entrando e saindo do meu corpo, sentindo a grossura dele. Sem tirar, ele me deita no sofá e continua montado em cima de mim, abre minhas pernas e segue me comendo, e eu continuo gemendo numa vibração por causa do movimento que Nacho mantém. Começo a sentir que vou gozar, Nacho acelera e, de repente, em espasmos, Nacho goza dentro da minha buceta, terminamos gemendo e gritando.
—Aí, Dianita, que gostoso que foi isso, mamãe, que sensação mais prazerosa fazer isso com o David ali dormindo. Porra, ter seu maridinho ali dormindo enquanto sua mulherzinha aproveita uma boa comilança com outro homem.
Nacho tira o pau todo lambuzado de esperma dele e eu levanto pra chegar perto e chupar, limpando ele. Depois, deito em cima dele, a gente se beija suavemente por quase um minuto.
—Você é sempre tão gostosa assim, de hoje em diante me declaro seu fã número um, adorei, boneca.
A gente se beijou de novo por quase dois minutos, minhas mãos acariciaram o pau dele que não perdia o jeito, continuava duro.
—Aí, mas olha esse monstro teu quer mais ação.
- Pois é, essa é uma das razões pelas quais eu faço tanto sucesso com as mulheres.
- Vale, vale, mas espera porque eu tô ressecada.
A gente parou, andou pelado até a geladeira e pegou umas cervejas. Quase tomei uma de uma vez, acendi um baseado, fumamos juntos, conversamos sobre várias coisas. Contei um pouco da relação que tenho com o David, que ele me deixa transar com outros caras, que na noite anterior o senhor com quem eu cheguei e me viu subindo pro meu quarto era pra eu dormir com ele.
O pau do Nacho continuava duro, graças a eu ficar acariciando ele direto. A gente tava no escritório pequeno dele, ele me mostrou fotos dos trabalhos no computador, parecíamos dois apaixonados se beijando a toda hora. Descemos pra pegar outra cerveja na geladeira. Ele fecha a porta e me abraça por trás, beija meu pescoço, se levanta e coloca o pau dele entre minhas pernas, me deita no chão de novo, eu viro.
- Agora quero que você arrebente meu cu com esse teu pau.
- Uffa, mamacita, o que você quiser.
A gente foi pro sofá, ele sentou, eu chupei o pau dele por uns 10 minutos, depois montei nele de costas, peguei o pau dele, coloquei na entrada do meu cu e fui descendo devagar pelo tronco dele até bater no fundo, sentindo ele todo lá dentro. Me mexo suavemente em círculo, gemo de prazer e começo a pular, metendo e tirando, aumentando a velocidade a cada segundo, e não paro até gozar, soltando o jato com a ajuda da minha mão direita me dedando a bucetinha. Trocamos de posição, o Nacho se deita de lado e eu do lado dele de costas, ele me penetra o cu de novo e me fode pra caralho, me abraça e a gente se beija apaixonadamente enquanto ele me fode, até eu gozar soltando o jato de líquidos.
A gente levantou do sofá, ele me levou até onde tinha um banco, me sentou e chupou minha buceta por vários minutos, depois se levantou e me penetrou o cu de novo, levantando meus pés. os que se agarram pra se segurar enquanto me comiam, por causa dos movimentos bruscos, a gente teve que voltar pro sofá. eu deito de barriga pra cima, levanto os pés, Nacho monta em cima de mim e mete no meu rabo, e aqueles foram os cinco minutos mais fodásticos, onde o Nacho não parou de me dar com tudo, me fazendo gozar duas vezes e trabalhando pra fazer ele gozar, terminando juntos aquele momento tão gostoso, ficando exaustos, abraçados e suados.
a gente levantou, entrou no chuveiro pra se refrescar, se acariciando, se ensaboando, saiu, se secou, e o Nacho preparou um cafezinho. eu vesti uma camisa do Nacho que peguei no armário, ele ainda tava com a toalha, e eu tirei, deixando ele pelado. abracei ele por trás e acariciei a pica dele, que tava dura. ele me deu meu café e a gente foi pro sofá de novo, tomou o café e deitou pra conversar sobre tudo um pouco. já tava três horas transando e meu marido ainda tava dormindo, o que me animou a continuar comendo o Nacho. ele me abraçava, segurando minha mão, e a outra mão dele acariciava meus peitos, meu umbigo várias vezes, até que chegou na minha buceta com os dedos e começou a roçar, me fazendo gemer.
a gente se beijou, eu montei em cima dele e depois me deixei rolar até descer pra chupar a pica dele. já tava uns cinco minutos chupando quando a gente sentiu meu marido levantar pra pegar um café fresquinho. ele serviu e sentou pra nos observar na poltrona onde a gente tinha transado com o Nacho. eu continuei chupando a pica do Nacho por mais dez minutos.
— não vai me dizer que não te excita eu chupar a pica na frente do meu marido.
eu lambo a pica dele.
— porra, gostosa, me deixa a mil, além de sentir sua boquinha me chupando me enlouquece.
David tomou o café e subiu pro escritório pra entrar na internet. aí eu levantei, montei em cima do Nacho, peguei a pica dele e coloquei na minha buceta, me deixei rolar pelo tronco dele e comecei a dar pra ele, aumentando a excitação por saber que meu amado Meu marido podia me ver aproveitando a pica de outro homem, nos beijando, eu me mexo, ele chupa meus peitos, começo a gemer, a sentir sensações deliciosas e excitantes, sentindo a pica dele entrando e saindo do meu corpo. Pulamos os dois num turbilhão de paixões que nos envolvia num mar de luxúria e pura putaria, ele me comia com mais paixão, gemendo e gritando tão alto que dava pra ouvir lá na rua. Mudamos de posição, ele me coloca de quatro e me fode de joelhos, eu me agarro na borda do sofá, ele me dando com tudo. Mudamos de novo, eu deito de barriga pra cima e levanto minhas pernas, coloco elas atrás da cabeça. Nacho monta em cima de mim e, esticando as pernas dele, me penetra de novo. Já faz mais de uma hora que a gente tá aproveitando, transando desde que meu marido acordou. Depois, abraço ele com minhas pernas e ele continua me dando pica até a gente gozar. Sinto ele gozar e me levanto, ele se aproxima e coloca a pica dele na frente da minha cara, com a pica dura, que solta quando eu abro a boca e recebo todo o sêmen dele, tomando tudo. Descansei um pouco e depois fui com Nacho pra cama nos amassar, enquanto meu marido entrava na internet. Tava exausta e consegui tirar um cochilo. Quando acordei, Nacho tava conversando com David, me vesti, já era noite. Nos despedimos do Nacho, um novo amante com quem voltei várias vezes a transar, mas agora eu ia sozinha. Até aqui esse relato.
— Muito prazer, doutora Saavedra. Meu nome é Eduardo Char.
— Boa tarde, cavalheiro.
Fico esperando ele continuar falando.
— Cê deve tá se perguntando por que tomei a liberdade de te contatar.
— Ahã, sim, senhor?
— Venho te seguindo esses dias, e por favor, não se preocupa, porque fiz isso porque precisamos dos seus serviços e queria ter certeza do seu profissionalismo. Deixa eu te dizer, cê é a pessoa certa pro que a gente precisa.
— É? E no que eu poderia ajudar?
— Acontece que a mãe do meu patrão foi presa por um crime que cometeu.
Com minha cara de interrogação, ele responde:
— Ahã, e quem é a senhora?
— Isso cê vai saber quando se encontrar com meu patrão.
— Bom, mas pelo menos me diz quem é seu patrão.
Ele respondeu, me deixando surpresa com quem era, e me fazendo lembrar dos tempos em que minha irmã me recomendava pros amigos traficantes dela pra defendê-los. Era uma situação meio desconfortável, voltar de novo com essa gente que, apesar de eu ganhar uma boa grana, também me fez enfrentar uns desgraçados que quase me mataram, e que, graças aos meus treinos de defesa pessoal, várias vezes me salvei de morrer.
Continuamos. Enquanto conversava, ele me contou o que aconteceu. Já que o cara que dona Cleo matou tava extorquindo ela, e o filho da puta não esperava, ela matou ele sem piedade. Pedi mais uma cerveja, e Arturo — que era o nome dele — me convidou pra outro lugar. Aceitei na hora, a ideia era conhecer ele e até levar pra cama, adorei o jeito dele e a lábia mostrava classe. Enquanto caminhávamos, chegaram duas caminhonetes do tráfico com vidros pretos, nós dois entramos numa delas e arrancamos.
— Bom, e como cês me acharam? Quem me recomendou pra ligar e agradecer?
— Sua irmã.
— Alicia?
— Sim, senhora dona Alicia.
— Puta que pariu, a desgraçada continuou enchendo o saco. E o que ela tá fazendo com vocês?
— Dona Alicia cuida de arrumar as meninas pras festas do patrão.
— Por isso que ela pediu minha agenda de contatos.
Eu, sem dizer pra onde ir, saí direto pela dezenove e depois pela avenida da Esperança, chegamos em Modelia e procuramos um barzinho, entramos e pedimos cerveja, ficou na minha cabeça que aqueles caras tavam me vigiando direitinho, o que me incomodou, mas não quis entrar nesse assunto. Tomamos três cervejas, ficamos mais à vontade, ele me falou sobre ele: era casado, a mulher morava em Montería, duas filhas. Tocou um vallenato e eu quis dançar.
— E sua mulher é ciumenta?
— Não, de jeito nenhum.
— Sério? Sendo tão gostoso e nesse mundo do tráfico que tem tanta tentação, mulher bonita, dinheiro pra pagar elas.
— Não me deito com qualquer uma, me orgulho de ter bom gosto e selecionar mulheres lindas, como você.
— Ah, que bom, boneco, isso é um ponto a seu favor que me anima.
Continuamos dançando, coloquei minha cabeça no peito dele e encostei meu corpo no dele. Dançamos mais três músicas, terminamos andando abraçados até a mesa, e quando chegamos, já me aninhei mais nele, continuamos conversando, coloquei minha mão direita na perna esquerda dele, que ele levantava quando falava alguma coisa e eu colocava de volta na perna dele. Coisa que... Tava mais solto e a gente se juntou mais, e quando Eduardo começou a segurar minha mão esquerda, já tive certeza que íamos acabar na minha cama. — Imagino que você sabe dos meus gostos, me sinto em desvantagem com você. — Pois doutora, não se preocupa com isso, esses gostos só eu vou saber, e ainda por cima adoraria te satisfazer. — E a sua esposa, o que ela vai dizer se descobrir suas traições? — Acho que ela não vai descobrir, a menos que você conte. — Como é que você pensa isso? Eu fico quietinha, por mim ela nunca vai saber que você vai transar comigo. Ele me encara e sorri, e eu sorrio de volta. Aproximei minha boca da dele, sorri de novo e esperei ele me beijar. A gente se beijou por quase dois minutos. Minha mão direita acariciou a calça dele, subindo pela perna até sentir o pau dele, que eu acariciei. — Vamos andando pra minha casa e botamos chifre nos nossos parceiros. — Então vamos, doutora, que tô morrendo de vontade de te comer. A gente levantou, na hora ele pagou a conta, saímos sem esperar o troco e entramos na caminhonete, que saiu voando pra minha casa. Chegamos na quadra e vi que tinha vários carros na frente da minha casa. — Nossa, e isso, doutora? Por que tantos carros? Tem festa ou algo assim? — Ah, não sei. E me faz um favor, não me chama mais de doutora, me chama pelo nome. — Vai ter que deixar pra outro dia, ou se quiser a gente vai pra outro lugar. — Não, meu lindo, vamos entrar e ver o que rola. Você não vai me deixar na vontade de transar com você. — A gente pode ir pra outro lugar, Lucia. — Kkkk Lucia, quase ninguém me chama assim. — Bom, agora eu vou te chamar por esse nome. — Não, vem, vamos entrar, te apresento pro meu marido e daqui a pouco a gente sobe pro meu quarto pra passar um tempo gostoso. — Beleza, vamos entrar. Quando entrei, tinha gente pra todo lado. Cumprimentei quem eu conhecia e apresentei o Eduardo. O David saiu da cozinha, a gente se aproximou e eu apresentei o Eduardo pra ele, eles se cumprimentaram bem amigavelmente. Meu marido já sabia que eu ia transar com ele, então deu as boas-vindas e o convidou pra entrar. passar uma delícia. E no ouvido de Eduardo e no meu, ele disse:
— Com a minha mulher.
Ele se afastou e sorriu.
— Com certeza, papi, e eu vou fazer questão de que seja uma noite inesquecível, Eduardo.
A gente se juntou à festa, que rolou depois que aprovaram uma licitação pra eles. Como não tinham nada planejado, porque não esperavam uma resposta tão rápida, decidiram fazer na minha casa. David me apresentou pra um dos amigos de infância dele, outro engenheiro, mas mecânico, o Nacho, com quem a gente conversou um bom tempo. David já tava bêbado, começaram cedo e a essa altura os drinques já estavam fazendo efeito no organismo dele.
— Ô David, não bebe mais não, papi, que ainda é cedo e você já tá bem bêbado. Já tô imaginando a ressaca amanhã.
— Ah, não, querida Diana, que amanhã eu convido vocês pra um restaurante que ressuscita defunto, fazem um caldo fenomenal.
Nacho me olhava com vontade de falar alguma coisa, até que soltou:
— Tenho a impressão de que a gente vai se conhecer muito bem.
— Eu também acho, boneco.
Esse "boneco" é sinal de que quero sexo com quem eu falo.
A gente tomou uns aguardentinhos e, depois de trinta minutos, já tava com vontade de subir pro quarto. Falei pro meu marido:
— Meu amor, vou subir com Eduardo pro quarto.
— Beleza, mãe, vai lá se divertir com esse negão, que imagino que deve ser bem dotado.
— Pois é, papi, já fiquei apalpando ele e amei o que minhas mãos sentiram.
Dei um beijo na boca dele e me aproximei do Eduardo:
— Vamos, boneco, sobe logo.
A gente foi abraçado e, no segundo andar, encontramos o engenheiro Alexander, que notei que tava meio nervoso.
— Engenheiro, como é que cê tá? Finalmente vem na minha casa.
— Diana, desculpa, não consegui vir antes, não é que não quisesse, mas foi impossível. Mas prometo que vou vir.
— Alex, é o que eu espero. Se me deixar de novo na vontade de te ter aqui e passar um bom tempo, nunca mais falo com você.
— Dianita, quando você quiser, eu venho.
— Domingo, vem no domingo.
— Beleza, Dianita, a gente se vê no domingo.
Eu continuava abraçada no Eduardo, ele desceu e... Nós paramos nos beijando, abri a porta da escada do terceiro andar e entramos. Ao fechar, vi que a porta do quarto de hóspedes se abria e saía um dos motoristas da empresa, o que achei estranho. Mas, ao esperar alguns segundos, vi também sair a secretária da gerência, uma senhora de 50 anos, que me deixou surpresa — uma coroa daquelas com um rapaz que mal deve ter 25 anos. O que a vida ensina, viu.
Subimos com Eduardo rindo e comentando o que acabávamos de ver. Ao chegar no quarto, nos beijamos com uma paixão imensa, nos despindo completamente, só ficando com minhas meias arrastão tipo liga. Sentei ele no sofá que tenho no quarto, montei em cima dele nos beijando, segurava o rosto dele com minhas mãos e o abraçava, colocando meus peitos na cara dele. Fui descendo pelo peito dele, beijando, minhas mãos acariciavam o pau e as bolas dele. Admiro e vejo que ele é bem dotado.
— Além de ser um puta gostoso, você tem um pau delicioso, é bem dotado, digno representante da sua raça.
Com minhas mãos, coloco o pau dele na minha boca, chupo e lambo as bolas dele enquanto masturbo ele suavemente. De repente, sem querer, percebo que alguém está nos espiando. Consigo ver quem era: o engenheiro Alexander. Fiquei surpresa ao vê-lo ali nos olhando, o que me excitou ainda mais. Comecei a chupar o pau do Eduardo com capricho, deixando o Alexander me ver como eu adoro fazer isso. Já o convidei para vir em casa duas vezes, mas surgiram coisas inevitáveis e por isso não consegui transar com ele, o que é uma pena porque eu gosto dele, e sempre que nos encontramos, ele me dá uns choques elétricos que eu adoro.
Continuo chupando o pau do Eduardo, agora com uma paixão que faz meu corpo todo tremer. Parece que o Alexander não percebia que eu estava olhando para ele enquanto chupava o pau do Eduardo. Eduardo nem notou o que estava rolando, porque tinha a cabeça jogada para trás no sofá, com a cara desfigurada. Depois, deitei ele, o que também não permitiria que... Eduardo percebeu que tinha alguém nos espionando, continuei chupando ele e nessa posição consegui ver o Alexander com uma visão melhor, lambendo a pica do Eduardo. Me virei por cima do Eduardo fazendo agora um 69 sem parar de olhar pro Alexander, que subiu mais uns degraus pra ver como o Eduardo chupava minha bucetinha.
Foram quase vinte minutos até eu gozar, jorrando meus líquidos na cara dele, e ele engoliu parte deles. Depois levantamos e fomos pra cama, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima, peguei a pica dele e coloquei nos meus lábios vaginais, roçando, e então deslizei pelo tronco dele até o fundo, sentindo as bolas dele batendo na minha bunda, e comecei a pular sem parar, me fazendo sentir sensações excitantes. Transar sendo espionada é muito excitante, me enlouquece demais. Meu corpo inteiro sente choques elétricos intermitentes, eu gemo de prazer. Isso me leva ao paraíso.
Viro pra olhar pra trás e vejo o Alexander ainda ali, tiro a pica do Eduardo e me viro, deixando o Alexander me ver enquanto ele me penetra com a pica, de costas pro Eduardo. Fecho os olhos e me deixo levar pelas emoções que meu corpo sente, acaricio meus peitos, mordo meus lábios, e pulo com mais força, me levando a um orgasmo múltiplo e prolongado que me satisfez. Me mexo, deixando minha bunda na cara dele e chupo a pica dele, então o Eduardo me deita de barriga pra cima, se ajoelha entre minhas pernas e me penetra de novo, se estica sobre mim e minhas pernas o abraçam.
Sinto a pica dele perfurando meu corpo, me dando sensações gostosas, e ao longe se ouve a música do primeiro andar, onde meu marido curte com os amigos enquanto sua mulherzinha transa com um desconhecido, e olha que ela curte pra caralho. Mudamos de posição, ficamos de lado, ele atrás de mim, levanto a perna esquerda e ele me penetra de novo. Já estamos há mais de uma hora transando, sinto o Eduardo tremendo em espasmos intermitentes. inundando minha bucetinha com o esperma dele, tiro o pau dele, seguro e meto na boca, tomando as últimas gotas e lambendo o tronco. Um pano do meu marido serviu pra limpar o esperma que escorria da minha bucetinha, fomos no banheiro mijar e terminar de me limpar, voltamos pra cama e nos aninhamos, o celular dele tocou, ele atendeu e me disse:
-Preciso viajar pro Panamá.
-Ah, que pena, meu bem, queria passar a noite toda com você.
-Teria sido fantástico, princesa, mas preciso viajar.
-E será que não dá tempo de a gente dar uma trepadinha antes de você ir?
Nos beijamos, nos abraçando, acariciando nossos corpos, minhas mãos agarraram o pau dele, a língua dele lambia minha nuca, as mãos dele percorriam meu corpo, ele monta em cima de mim abrindo minhas pernas, continua lambendo meus peitos e descendo pela minha barriga até chegar na minha bucetinha, lambendo, beijando e chupando. Depois monta em cima de mim, seguro o pau dele e coloco na entrada dos meus lábios vaginais, ele me penetra fazendo eu sentir sensações que me fazem gemer e gritar, o pau dele entrava e saía como um pistão acelerado.
Eu gozo, meus dedos massageiam minha pélvis aumentando a excitação, desço pra chupar ele por uns minutos, trocamos de posição e eu monto em cima dele, seguro o pau dele e esfrego na minha bucetinha, Eduardo se levanta me penetrando, fico parada e ele continua me comendo, sentindo o pau dele roçar nas minhas paredes vaginais. Ficamos mais de 20 minutos até quando viramos de costas pra ele, seguro o pau dele e coloco na entrada do meu cu, ele me penetra devagar e tira de novo, me penetrando várias vezes aumentando a velocidade a cada metida até meter com tudo, me levando ao êxtase.
Foram mais de vinte minutos de puro prazer com o pau dele arrombando meu cu, sinto ele tremer em espasmos fortes, meus dedos dedilham minha bucetinha me fazendo jorrar líquidos enquanto Eduardo enche meu cu de esperma, me viro pra beijar ele em agradecimento pelo Momento delicioso que acabamos de passar.
- Que gostoso foi, boneco, e espero te ver muito em breve, meu negão lindo.
- Ah, pode crer, mamãe, agora você é minha putinha e vou te comer toda vez que eu vier.
- Por mim, tô satisfeita.
A gente se beijou por uns dois minutos, ele se levantou, entrou no chuveiro e tomou banho. Espiei na escada e não vi o Alexander, fiquei pensando onde ele tinha ido. Eduardo foi embora e eu entrei no banheiro pra tomar banho, pensando em descer pra buscar o Alexander e terminar a noite aproveitando outra rola.
Saí, me enxuguei, coloquei minha calcinha e sutiã, tava parada na frente da cama e sinto uma mão pegar meu ombro, me viro e era o Alexander que, sem me deixar reagir, me beija, me abraça, me deita na cama. A gente se beija em silêncio, sinto que o coitado vai pirar de tanta emoção, o olhar dele era de ansiedade, continuávamos nos beijando em silêncio. Comecei a acariciar a cabeça dele, as costas, descendo até a bunda que apertei contra mim, ele beijava minha nuca, meus peitos, voltava e a gente se beijava.
- Que surpresa gostosa, Alex, finalmente te tenho na minha cama, boneco, há tempo tô com vontade de te comer.
- Eu também, Dianita, e algo me dizia que hoje eu ia conseguir.
- E o que cê tava fazendo me espiando, hein?
- Confirmando o que imaginei quando te vi subir com seu amigo.
- E pelo visto você gostou de me ver, né? Porque ficou um tempão me olhando?
- Ah, Dianita, me desculpa, mas não consegui me controlar. Te ver ali transando com um negão daquele foi muito excitante, mamãe, quase bati uma punheta te vendo aproveitar como uma putinha. No final, desci e esperei ele ir embora pra subir e te comer.
- Bom, ainda bem que ele foi, porque eu queria ele a noite toda, mas assim posso ter você a noite inteira.
A gente se beijou de novo e continuou na ação. Ele tirou meu sutiã, pegou meus peitos e chupou eles, eu apertava a cabeça dele contra meu corpo, soltei os botões da camisa dele, tirei, e ele continuou descendo pelo meu umbigo. chegando na minha bucetinha, puxando minha calcinha de lado pra poder lamber ela por uns dez minutos, levantei, levantei ele, ele beijava meus peitos de novo e depois nos beijamos, enfiando nossas línguas na boca. minhas mãos começaram a soltar a calça dele, enfiei a mão e peguei na piroca dele dura, as mãos dele ajudaram a abaixar a calça, aí os pés dele terminaram de tirar. comecei a acariciar a piroca e as bolas dele enquanto descia lambendo a nuca dele, depois passei pelos mamilos chupando eles, virei ele, ele ficou sentado na beira da cama, me ajoelhei, terminei de tirar os sapatos que estavam incomodando meus joelhos com a mão direita e segurando a piroca dele, enfiei na boca pra chupar ele por quase meia hora.
—Ah, Alexander, que gostoso isso, adoro sua piroca.
Volto e enfio de novo, chupando várias vezes.
—Se eu soubesse que você era bem dotado, tinha dormido com você há muito tempo.
Volto e chupo ele de novo, passo a língua no tronco dele, dou beijinhos na glande. Da uretra dele sai um líquido que eu lambo, chupo e engulo, esfrego a piroca no meu rosto sentindo a maciez da pele dele, e um cheiro gostoso de suor que me lembra o do Augusto, com quem perdi minha virgindade. Esse cheiro me seduz, me deixando à mercê do dono dele.
Continuo chupando a piroca dele, até ele me avisar pra parar porque estava quase gozando. A gente parou e ficamos de pé, nos abraçando e nos beijando com paixão e luxúria. Ele me vira e me joga na cama, eu quico e fico sentada, volto e chupo a piroca dele por uns segundos. Ele pega meus tornozelos e me levanta, fico de barriga pra cima, ele se abraça nas minhas pernas e coloca a piroca na entrada da minha bucetinha, esfregando nos meus lábios vaginais. Ele enfia até o fundo, me fazendo gritar de prazer.
Ele me fode com tudo, sinto que estou bem lubrificada, ou tarada e quente como um vulcão em erupção. Ele continua me comendo, me levando ao paraíso a cada estocada. Os minutos passam e eu sinto meu corpo todo tremer, até que não aguento mais e Soltou um jato de líquidos no chão, ao tirar a rola, me levanto e abraço ele pela cintura, encosto minha cabeça no estômago dele apertando.
— Aí, boneco, que gostoso.
— Mamacita, você me deixa louco, quem diria que eu ia te comer.
— A vida dá surpresas e a gente tem que aproveitar, boneco, se você não tivesse subido, eu ia descer pra te buscar e terminar a noite te comendo.
Desci pra chupar a rola dele de novo por cinco minutos, deito ele de barriga pra cima, monto em cima, me toco na bucetinha passando os dedos e depois esfrego eles na rola dele e coloco ela nos meus lábios vaginais, vou descendo pelo tronco dele enfiando até o fundo, me mexo em círculos, me abaixo apoiando os cotovelos na cama e começo a pular o mais rápido que consigo sentindo a rola grossa dele roçar minhas paredes vaginais, ele consegue chupar meus peitos, enquanto pulo com força, até eu gozar, levanto um pouco e me dedilho soltando mil jatos de líquidos em cima do Alexander.
Trocamos de posição, fico de costas pra ele, levanto a perna e ele penetra minha bucetinha de novo, e eu sinto aquelas sensações excitantes que fazem meu corpo todo tremer, ao mesmo tempo que senti que o Alex estava quase gozando, aumentei a velocidade da foda e soltamos nossos líquidos, tiro a rola dele e termino enfiando o pau dele na minha boca recebendo o leite, engulo tudo e chupo ele por um bom tempo. Descansamos um pouco. Peguei duas cervejas na geladeira e acendi um cigarro.
Lá embaixo a música tocava e a galera fazia barulho. Nos enroscamos debaixo das cobertas por uns minutos e depois continuamos nos acariciando, nos beijando, desci pra chupar a rola dele, acariciando as bolas, lambendo o tronco e a cabeça. Tiro da boca e olho o pau dele já duro.
— Que rola gostosa você tem, Alex, eu imaginava ela assim mesmo, grossa e deliciosa.
Volto a enfiar na boca gemendo de prazer ao sentir a carne macia e o tronco duro como uma barra de aço pronta pra me fazer gozar de novo numa boa foda, me levanto em cima dele, coloco Coloco o pau dele na entrada do meu cu, devagar vou deslizando até sentir ele bater no fundo, sentindo meu rabo cheio de carne dura, o que me dá umas sensações gostosas e excitantes. Do nada começo a pular, aumentando o ritmo conforme meu cu vai dilatando a cada metida, até pegar um ritmo rápido, gostoso, gozo em alguns minutos. A gente para uns segundos, deixo o Alex fazer o trabalho, me levanto um pouco pra ele poder me comer com toda força, até que em alguns minutos eu gozo de novo, jorrando tudo.
Deito em cima dele, acariciando e beijando o pescoço dele, subindo até o rosto, lambo a cara dele várias vezes, deixando ele todo babado. Me ajoelho, chego perto da cara dele e coloco minha buceta na boca dele, ele lambe e chupa meus líquidos, enquanto eu me acaricio os peitos e bagunço meu cabelo. Mordo meus dedos de tanta emoção, tanta delícia, que eu curto sem frescura e com quem eu bem entender, o que mais posso pedir da vida. Gozo soltando meus jatos na cara dele, deixando ele todo molhado, chego perto e lambo ele, beijo ele, depois deito de bruços. O Alex monta em mim, me penetra o cu por quase vinte minutos até a gente gozar junto num mar de líquidos. Terminando, deito do lado dele, virada, ele me abraça e eu coloco minha perna direita por cima das dele.
Já tem mais de duas horas que a gente tá transando. Levantei, me vesti, e desci pra dar uma olhada. Ainda dava pra ouvir a bagunça lá embaixo. Mas só tinha umas oito pessoas ainda, já mais bêbadas do que em condições normais. Comecei a apagar umas luzes que não precisavam, abaixar o volume do som e de certo modo fazer a reunião acabar. Chamei uma empresa de táxi pra mandar três carros pra despachar os bêbados. Depois de 30 minutos, todo mundo já tinha ido embora. Subi com o David e coloquei ele num dos quartos de hóspedes, deitei ele lá e subi pro meu pra continuar minha noite com O Alex. Fico pelada e quando me mexo, percebo que o filho da puta caiu no sono. Sacudo ele, mas nada, não acorda. Não me resta outra opção senão deitar e dormir.
No dia seguinte, acordo umas 11 da manhã, desço pra fazer um café bem forte e levar pro Alex acordar ele. Enquanto me arrumo um pouco, ligo pra Ernestina pra vir dar uma geral na casa, que tá uma zona. Volto e desço pra acordar o David.
— Então, pai, acorda, meu amor. O David se senta, encostando na cabeceira da cama.
— Que horas são, mãe?
— Onze e dez.
— Qual é, mãe, e por que você me acorda tão tarde? Não viu que ontem eu bebi demais e tô de ressaca?
— Pai, a gente combinou de ir na casa do seu amigo curar a ressaca com um caldo levanta-defunto.
— É, eu falei que sim, mas mãe, não tô nem um pouco a fim de ir. Prefiro ficar na minha cama dormindo a tarde toda.
— Então é simples, pai: a gente vai, come o caldo e depois vamos pro depósito onde ele mora. Você pode deitar e dormir, enquanto isso, seu amigo e eu vamos pegar um tempo gostoso.
O David fica me olhando e diz:
— Ah, mãe, que puta que você é. Por que não vai sozinha e pega ele sem problema? Pra mim não tem problema, foda-se, você tem minha permissão.
— Anda, pai, levanta, toma um banho aqui nesse banheiro, vou despachar o Alex que passou a noite comigo e a gente vai.
— Percebi, não vi ele de novo e imaginei que tava contigo.
— Beleza, vou tomar banho.
Chegamos com o David no depósito. O Engenheiro tava na hora na frente, numa papelaria comprando uns materiais. Ele vê a gente chegar e dá um assobio. Na hora, o David levanta a mão cumprimentando ele. O Nacho se aproxima, cumprimenta o David. Eu tô no carro, saio e vou até eles, cumprimentando ele com um abraço e beijo na bochecha.
— Então, fico feliz em ver vocês, mas olha só a cara desse aqui, tá morto.
— Pois viemos pra você levantar ele com aquele caldo que falou ontem à noite.
— Então, não se fala mais nisso. Vamos, que já tô com fome também. Deixem o Carro ali e vamos caminhando.
Alfredo me ofereceu carona, mas eu peguei ele pelas costas e ele também. Chegamos no restaurante, comemos, tomamos umas cervejas e depois voltamos pro depósito. Ele mora no terceiro andar, não tem divisórias — ele ocupa o andar inteiro: tem a cozinha, o banheiro, o quarto, o guarda-roupa dele.
Eu tinha vestido um jeans azul desfiado e elástico, uma jaqueta preta e uma peça de laços soltos que vão do ombro e se juntam no centro, caindo em círculos que mal cobrem meus peitos, sem costas. Não estava de sutiã, e tinha ficado cheia com tudo que comemos. Nacho nos ofereceu cervejas que tirou da geladeira enquanto eu tirava a jaqueta e soltava os botões da calça, deixando ela aberta e as pontas caídas, mostrando minha pélvis peluda. Quando me viu, Nacho ficou me encarando.
— Diana, definitivamente, cada vez mais eu invejo o David.
David se aproxima e diz:
— Companheiro, eu ganhei o céu com ela.
David me abraça com a mão na minha cintura e a gente se beija.
— O céu, o paraíso, o éden, companheiro.
— Nacho, me empresta seu computador pra ver meus e-mails?
David pergunta pra ele.
— Sim, claro. Tem que ligar ele conectando o cabo branco.
— Beleza.
David subiu os degraus, conectou o cabo branco e o computador ligou.
No rádio começou a tocar um disco do Hot Chocolate, "You Sexy Thing", que eu dancei mexendo meus quadris, deixando Nacho de boca aberta, que não parava de olhar minha pélvis. Eu me mexia, deixando ele ver e colocando minha mão direita em cima dela. Depois tocou "Kiss and Say Goodbye", do UB40, e aí eu chamei Nacho pra dançar. E olha que a gente dançou bem coladinho e com bom ritmo. Depois tocou "Killing Me Softly", do Fugees, e esse foi o começo da diversão — o motivo pelo qual eu vim: transar com Nacho. Dançando bem coladinhos, a ponto de eu me virar, ficando de costas pra ele, e mexer minha bunda contra a calça dele, enquanto as mãos dele acariciavam minha cintura e meus peitos.
Eu levei as mãos pra trás, segurando a cabeça dele. e aproximando a boca nos meus ombros, que beijo e dou mordidinhas leves, passando a língua até minha nuca. Me viro e coloco minha cabeça no peito dele, as mãos dele continuam acariciando minha cintura e descem até minha bunda, apertando ela contra ele. Ele move o corpo, esfregando em mim, e aí nos beijamos até o disco acabar, coisa de um minuto. Vejo meu marido saindo do escritório, ele sorri pra mim, manda um beijo com a mão e vai pra cama.
O disco acabou e eu e o Nacho continuamos nos beijando e nos acariciando. De repente, ele me levanta e me leva pra cama, coloca o joelho nela e me deita do lado do David. Antes de me soltar, a gente se beija de novo. Ele levanta, vai até a mesa pegar as cervejas e, como o David queria dormir, nós três deitamos, eu ficando no meio. Ele ligou a TV, e em minutos o David apagou de vez.
— Nacho, e você, não tem namorada, concubina ou amigas com direitos?
— Não, namorada não tenho, só duas amigas que eu transo.
— Duas? Olha só ele. E como é que tá isso?
— Bom, agora tá tudo bem. No começo foi uma tempestade, viu? Nem te conto.
— Fala, me conta isso. Tenho a tarde toda pra te ouvir.
Me virei de lado e a peça que eu tava usando escorregou, deixando meus peitos de fora. Aí soltei o fecho e tirei tudo. O Nacho ficou me olhando as tetas.
— Bom, agora para de olhar pras minhas tetas e me conta.
— Vai ser difícil contar isso com esses dois melões tão lindos.
Ele acariciou eles com os dedos.
— Então, o que eu ia te dizer... Acontece que tudo começou quando eu tava saindo com a Amparo. Fui numa festa na casa de um tio dela, e gostei de uma amiga da prima dela. Acabei esbarrando com ela um dia no centro. A gente continuou se vendo, ela me deu o número de telefone e um dia fui pego quando a Amparo me flagrou com ela. Foi um show de ciúmes. A Amparo terminou comigo, mas voltou um mês depois. A gente reatou, e dessa vez foi a Sandra que terminou comigo quando descobriu que a Amparo tinha voltado. Mas ela também voltou uns dias depois, e aí a gente ficou nessa.
— Ou seja, as duas te Compartem?
- Sim.
- E você já ficou com as duas, fez um menage com ambas?
- Que menage?
- Sim, um menage com as duas.
- Não, nunca, seria uma loucura, com certeza elas iam se pegar no tapa. A Amparo não suporta ela nem um pouco.
- E por que você não tenta? Quem sabe dá certo.
- Você parece louca, "quem sabe" o quê.
- Talvez dê certo e você possa aproveitar as duas. Eu adoro menage.
- E você, Dianita, já fez algum?
- Sim, um não, vários, e os que eu mais gosto são com dois homens.
Comecei a acariciar as pernas dele. E ele, os meus peitos.
- Nossa, mulher, com dois homens, que delícia, você é toda uma gulosa. Com a Sandra a coisa é diferente, ela é mais aberta.
Olhei pra ele atenta, ele continuou me contando.
- Sim, a Sandra é comissária de bordo de voos intercontinentais e geralmente anda com uma colega. A primeira menina que ela trouxe foi a Laura, uma garota linda, e como trocam de avião ou voo, a Laura vem sozinha e já veio com mais três colegas.
- Ah, mas olha só, você deu sorte, hein? E tem mais?
- Sim, claro, a Sandra já veio com outras dez meninas.
- Uau! Por favor, mas o filho da mãe comeu todas as comissárias de bordo intercontinentais. E você acha que a Sandra não te chifra?
- Sei que sim, já ouvi elas falando das amigas e aventuras. E você, imagino que também faz menage direto?
- Adoro aproveitar as oportunidades que a vida me dá, e pra isso Deus me deu esse corpo, pra seduzir até o mais casto e puro.
Nacho se abaixou e chupou meus peitos.
- E você não gostaria de saber por que tenho tanto sucesso com as mulheres?
Fechei meus olhos e acariciei o cabelo dele, deixando-o chupar meus mamilos.
- Tô morrendo de curiosidade.
Virei pra olhar meu marido, que já dormia tranquilamente. Nacho colocou a mão dentro da minha calça e enfiou os dedos na minha bucetinha, tirou e cheirou.
- Devíamos aproveitar que o David tá dormindo e você me mostrar por que tem tanto sucesso com as comissárias.
Minha mão direita acariciou a calça dele na virilha, sentindo o pau dele crescendo. Vontade de sair do meu esconderijo, a gente se beija trocando língua.
– Nossa, parece que esse monstrozinho quer sair pra causar estrago. Espera, vai andando e me mostra no sofá.
A gente levanta, eu desço o jeans e fico pelada, e ele senta me olhando enquanto eu tirava a roupa, ao mesmo tempo que tirava as botas e depois a calça e a cueca, eu tirei a camisa dele. Me ajoelhei no sofá, peguei a pica dele, virei pra olhar pra ele e ele diz:
– Tá gostando do que vê?
– Tô amando, boneco, que pica deliciosa que você tem, espero deixar ela sem uma gota de porra.
E na hora fui enfiando na boca, chupando por vários minutos, lambendo, chupando os ovos, sentindo a grossura, a gente trocou de posição fazendo um 69, continuei chupando a pica dele e deixando ele chupar minha buceta, até eu gozar, depois sentei ele e montei por cima enfiando a pica dele na minha buceta e começando uma transa gloriosa que durou três horas de muito sexo.
Ele me beijava e chupava os peitos, eu abraçava a cabeça dele contra meu peito, sentia a pica dele entrando e saindo do meu corpo, sem parar, esquecendo de tudo e de todos, tava seguindo meus instintos, gozei jorrando molhando a barriga toda dele com meus líquidos, me abaixei pra chupar de novo, sentindo como ela é grossa dentro da minha boca, gemia de tesão ao sentir ela enchendo minha boca com o tronco, esfregava ela no meu rosto pra sentir a pele macia, Nacho me deita de costas, levanta meus pés e chupa minha buceta por uns minutos, levanta e me penetra de novo, começa a me foder com tudo, me deixando louca de tesão, meus gemidos meio roucos como um ronronar ecoavam pelo galpão inteiro, me dando sensações excitantes e deliciosas.
Gozo de novo num orgasmo prolongado, que faz meu corpo todo tremer, ele abaixa minhas pernas e sobe até minha boca, coloca a pica dele na minha boca, eu pensei que ele ia gozar mas não, comecei a chupar e ele a me foder mexendo o corpo enfiando e tirando a pica da minha boca. boca. Cinco minutinhos a gente troca de pose e eu levanto, ele me coloca na borda do sofá deitada de barriga pra cima, abro as pernas bem abertas e ele, em pé, segurando meus tornozelos, mete na minha bucetinha.
Eu tô louca de prazer, que prazer do caralho que eu tô sentindo, olho pro meu marido e agradeço mentalmente por todo esse prazer que ele me deixa ter, agarro ele pelo pescoço e, com paixão, gozo de novo num grito ensurdecedor. Nacho se abaixa pra receber meus líquidos na cara, abre a boca e toma um pouco, enquanto eu me dedo e dirijo o jato pra cara dele. Na hora, me coloco de quatro no sofá e Nacho mete de novo na minha bucetinha, continuando uma tarde excitante e deliciosa, me fazendo sentir sensações gostosas que me levam ao clímax. Me levanto, fico de joelhos no sofá e ele beija minha nuca e massageia meus peitos, minhas mãos seguram a cintura dele e faço ele meter mais rápido.
Volto a me abaixar, Nacho continua me comendo, se movendo a todo vapor, sinto ele entrando e saindo do meu corpo, sentindo a grossura dele. Sem tirar, ele me deita no sofá e continua montado em cima de mim, abre minhas pernas e segue me comendo, e eu continuo gemendo numa vibração por causa do movimento que Nacho mantém. Começo a sentir que vou gozar, Nacho acelera e, de repente, em espasmos, Nacho goza dentro da minha buceta, terminamos gemendo e gritando.
—Aí, Dianita, que gostoso que foi isso, mamãe, que sensação mais prazerosa fazer isso com o David ali dormindo. Porra, ter seu maridinho ali dormindo enquanto sua mulherzinha aproveita uma boa comilança com outro homem.
Nacho tira o pau todo lambuzado de esperma dele e eu levanto pra chegar perto e chupar, limpando ele. Depois, deito em cima dele, a gente se beija suavemente por quase um minuto.
—Você é sempre tão gostosa assim, de hoje em diante me declaro seu fã número um, adorei, boneca.
A gente se beijou de novo por quase dois minutos, minhas mãos acariciaram o pau dele que não perdia o jeito, continuava duro.
—Aí, mas olha esse monstro teu quer mais ação.
- Pois é, essa é uma das razões pelas quais eu faço tanto sucesso com as mulheres.
- Vale, vale, mas espera porque eu tô ressecada.
A gente parou, andou pelado até a geladeira e pegou umas cervejas. Quase tomei uma de uma vez, acendi um baseado, fumamos juntos, conversamos sobre várias coisas. Contei um pouco da relação que tenho com o David, que ele me deixa transar com outros caras, que na noite anterior o senhor com quem eu cheguei e me viu subindo pro meu quarto era pra eu dormir com ele.
O pau do Nacho continuava duro, graças a eu ficar acariciando ele direto. A gente tava no escritório pequeno dele, ele me mostrou fotos dos trabalhos no computador, parecíamos dois apaixonados se beijando a toda hora. Descemos pra pegar outra cerveja na geladeira. Ele fecha a porta e me abraça por trás, beija meu pescoço, se levanta e coloca o pau dele entre minhas pernas, me deita no chão de novo, eu viro.
- Agora quero que você arrebente meu cu com esse teu pau.
- Uffa, mamacita, o que você quiser.
A gente foi pro sofá, ele sentou, eu chupei o pau dele por uns 10 minutos, depois montei nele de costas, peguei o pau dele, coloquei na entrada do meu cu e fui descendo devagar pelo tronco dele até bater no fundo, sentindo ele todo lá dentro. Me mexo suavemente em círculo, gemo de prazer e começo a pular, metendo e tirando, aumentando a velocidade a cada segundo, e não paro até gozar, soltando o jato com a ajuda da minha mão direita me dedando a bucetinha. Trocamos de posição, o Nacho se deita de lado e eu do lado dele de costas, ele me penetra o cu de novo e me fode pra caralho, me abraça e a gente se beija apaixonadamente enquanto ele me fode, até eu gozar soltando o jato de líquidos.
A gente levantou do sofá, ele me levou até onde tinha um banco, me sentou e chupou minha buceta por vários minutos, depois se levantou e me penetrou o cu de novo, levantando meus pés. os que se agarram pra se segurar enquanto me comiam, por causa dos movimentos bruscos, a gente teve que voltar pro sofá. eu deito de barriga pra cima, levanto os pés, Nacho monta em cima de mim e mete no meu rabo, e aqueles foram os cinco minutos mais fodásticos, onde o Nacho não parou de me dar com tudo, me fazendo gozar duas vezes e trabalhando pra fazer ele gozar, terminando juntos aquele momento tão gostoso, ficando exaustos, abraçados e suados.
a gente levantou, entrou no chuveiro pra se refrescar, se acariciando, se ensaboando, saiu, se secou, e o Nacho preparou um cafezinho. eu vesti uma camisa do Nacho que peguei no armário, ele ainda tava com a toalha, e eu tirei, deixando ele pelado. abracei ele por trás e acariciei a pica dele, que tava dura. ele me deu meu café e a gente foi pro sofá de novo, tomou o café e deitou pra conversar sobre tudo um pouco. já tava três horas transando e meu marido ainda tava dormindo, o que me animou a continuar comendo o Nacho. ele me abraçava, segurando minha mão, e a outra mão dele acariciava meus peitos, meu umbigo várias vezes, até que chegou na minha buceta com os dedos e começou a roçar, me fazendo gemer.
a gente se beijou, eu montei em cima dele e depois me deixei rolar até descer pra chupar a pica dele. já tava uns cinco minutos chupando quando a gente sentiu meu marido levantar pra pegar um café fresquinho. ele serviu e sentou pra nos observar na poltrona onde a gente tinha transado com o Nacho. eu continuei chupando a pica do Nacho por mais dez minutos.
— não vai me dizer que não te excita eu chupar a pica na frente do meu marido.
eu lambo a pica dele.
— porra, gostosa, me deixa a mil, além de sentir sua boquinha me chupando me enlouquece.
David tomou o café e subiu pro escritório pra entrar na internet. aí eu levantei, montei em cima do Nacho, peguei a pica dele e coloquei na minha buceta, me deixei rolar pelo tronco dele e comecei a dar pra ele, aumentando a excitação por saber que meu amado Meu marido podia me ver aproveitando a pica de outro homem, nos beijando, eu me mexo, ele chupa meus peitos, começo a gemer, a sentir sensações deliciosas e excitantes, sentindo a pica dele entrando e saindo do meu corpo. Pulamos os dois num turbilhão de paixões que nos envolvia num mar de luxúria e pura putaria, ele me comia com mais paixão, gemendo e gritando tão alto que dava pra ouvir lá na rua. Mudamos de posição, ele me coloca de quatro e me fode de joelhos, eu me agarro na borda do sofá, ele me dando com tudo. Mudamos de novo, eu deito de barriga pra cima e levanto minhas pernas, coloco elas atrás da cabeça. Nacho monta em cima de mim e, esticando as pernas dele, me penetra de novo. Já faz mais de uma hora que a gente tá aproveitando, transando desde que meu marido acordou. Depois, abraço ele com minhas pernas e ele continua me dando pica até a gente gozar. Sinto ele gozar e me levanto, ele se aproxima e coloca a pica dele na frente da minha cara, com a pica dura, que solta quando eu abro a boca e recebo todo o sêmen dele, tomando tudo. Descansei um pouco e depois fui com Nacho pra cama nos amassar, enquanto meu marido entrava na internet. Tava exausta e consegui tirar um cochilo. Quando acordei, Nacho tava conversando com David, me vesti, já era noite. Nos despedimos do Nacho, um novo amante com quem voltei várias vezes a transar, mas agora eu ia sozinha. Até aqui esse relato.
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