A rotina voltou de novo.
Mesmo continuando conectada nos chats, não encontrava nada que me chamasse a atenção. Por isso, decidi descobrir coisas novas na minha solidão. Acabei optando pelo sexo anal.
Claro, primeiro perguntei ao meu marido se ele não queria tentar me comer pelo cu. Não me surpreendi com a reação dele: ele disse que era uma nojeira, que de onde eu tinha tirado uma besteira daquelas e coisas do tipo. Ainda bem que, conhecendo ele, já sei como contornar a situação, e tudo ficou como se tivesse sido uma brincadeira. Mas ficou claro que eu teria que experimentar sozinha.
A primeira vez que tentei foi na sala, eu pelada, lubrifiquei meu ânus com bastante gel e fui introduzindo os dedos aos poucos, primeiro um e depois dois. Naquela vez, nem cheguei a usar o consolo, porque sentir aquele buraco se abrindo com meus dedos me deu uma sensação nova de prazer, que, junto com a habilidade da outra mão no meu clitóris, não demorou muito para eu gozar.
Alguns dias depois, fiz de novo, tudo igual à última vez, só que dessa vez os dedos encontraram menos resistência. Me posicionei para sentar numa cadeira, segurei o consolo, já bem lubrificado, sentei em cima dele e fui me penetrando aos poucos. Sentia um pouco de resistência, mas não parei e, sem pensar, sentei de uma vez. Erro meu — vi estrelas, nunca tinha sentido uma dor daquelas. Levantei rápido e tirei, depois caí no chão, me contorcendo de dor, enquanto apertava minha bunda. Como se isso fosse aliviar a dor. Quando olhei minha mão, vi que até tinha sangrado um pouco, provavelmente por algum machucado. Passei uns dias terríveis, não conseguia nem sentar, ir ao banheiro também era uma tortura.
Decidi que sexo anal não era pra mim.
Os meses passaram e não tinha tentado de novo.
Com o ano novo começando e meus 43 anos já completos, não tinha como sentir a excitação e o tesão de uma nova traição.
Quase no fim das festas de Natal, um dia, enquanto limpava minha jardim, minha vizinha saiu e começamos a conversar, como em qualquer dia. Afinal, éramos vizinhas há muitos anos e eu tinha muito carinho por ela.
Leonor era uma mulher já idosa, ficou viúva muito jovem e ficou sozinha com o filho. Quando nos mudamos para nossa casa, ele devia ter uns 14 anos, eu tinha 26 quando cheguei recém-casada. Leonor nos ajudava sempre que precisávamos. Meus filhos até a chamavam de Tia Leonor. Seu filho foi com 20 anos trabalhar na Suíça e desde então eu não o tinha visto mais, ele tinha vindo várias vezes visitar a mãe, mas sempre era no verão e coincidia quando nós estávamos de férias.
Leonor me disse que estava esperando por eles, que tinham ligado do aeroporto dizendo que vinham passar uns dias com ela, já que tinham uns dias livres no trabalho. Ela estava super animada. Fiquei esperando com ela, mesmo tendo terminado de limpar e estando um frio da porra. Ela me perguntou dos meus filhos, eu disse que tinham ido com meu marido para passar o dia com meus sogros, já que eles moram perto da oficina do meu marido.
Ela me convidou para almoçar com eles, já que estava preparando uma paella deliciosa, o que era verdade, não tem ninguém que faça paella como a Leonor. Depois de um tempo, chegou seu filho com a esposa, e qual não foi minha surpresa ao ver que ela era muito mais velha que ele. Era até mais velha que eu. Por mais que eu olhasse, aquela dupla não fazia sentido. Ele tinha se tornado um morenão de trinta e poucos anos, lindíssimo. E ela morena, baixinha e bem enrugada.
Eu cumprimentei eles e, depois de uma breve conversa, fui para minha casa, não sem antes combinar de almoçar com eles.
Na hora do almoço, fui para a casa da minha vizinha. Ao entrar, Pablo, que era o nome dele, e sua esposa já estavam sentados à mesa, dando conta de uma boa garrafa de vinho tinto. Fui para a cozinha para ver se podia ajudar a Leonor e também fofocar sobre sua nora. Não pude evitar perguntar sobre a diferença de idade. Ela me disse que tinham mais de 20 anos de diferença. anos, o que a colocava perto dos 60. Leonor havia se resignado, embora não achasse muita graça, a felicidade do filho e evitar brigar com ele vinham em primeiro lugar.
Nos sentamos todos à mesa, depois de algumas entradas, comemos e conversamos. Notei que a esposa do Pablo não parava de beber. No fim da refeição, reparei que havia 3 garrafas de vinho vazias sobre a mesa. Eu só tinha tomado um par de taças, Leonor mais ou menos o mesmo e Pablo um pouco mais. Por isso, calculo que a suíça tinha mandado pra dentro 2 garrafas.
Leonor e eu limpamos a mesa. Convidei-os para vir à minha casa tomar café, mas acontece que a nora dela tinha caído no sono completamente. Algo bem normal, já que estava com uma bebedeira das fortes. Leonor recusou meu convite, pois ia assistir uma novela, e disse ao filho que ele fosse tomar o café e ela cuidaria da esposa.
Ao chegar na minha casa, convidei-o a sentar e fui preparar o café.
Conversamos sobre tudo que aconteceu em nossas vidas, eu o atualizei sobre a minha e ele sobre a dele. Ele não tinha filhos, tinha um bom trabalho e ganhava muito dinheiro. Não pude resistir e perguntei sobre a diferença de idade com a esposa. Ele começou a rir, e disse que me contaria a verdade se eu prometesse não contar à mãe dele. Depois que prometi, ele me contou que quando começou com ela foi porque ela dava muito tesão. Ela era divorciada, com mais ou menos a idade que tenho agora, estava gostosa e ele começou a ter relações sexuais com ela.
Ele só queria se divertir com uma madura gostosa, mas acontece que a mulher estava cheia da grana. Era de família rica, e além disso, com o divórcio do marido, tinha conseguido ainda mais dinheiro. Ele não me disse a quantia que ela tinha, mas insinuou que estávamos falando em milhões de euros. Ele tinha se casado com ela por dinheiro, vivia como um rei. Invernos em estações de esqui, verões em praias paradisíacas, além de vir visitar a mãe. Segundo ele me contou, desde que estava com ela, ele não pagava Nada. Tudo que ele ganava estava guardado, eles bancavam tudo dele. Carros de luxo, relógios, celulares, tudo que ele queria, ele tinha.
Em troca de tudo isso, ele só precisava ficar com ela. Ele me disse que a amava, mas quase como uma amiga. O sexo já era algo bem passageiro. Quando ele mencionou o sexo, perguntei então como ele aliviava a vontade. Ele respondeu que, mesmo morando numa cidade, ela era bem pequena, então trair era um esporte de alto risco. Ele aproveitava as viagens para congressos relacionados à empresa dele para contratar os serviços de prostitutas e assim apagar seu fogo interno. Prostitutas de luxo, sim, ele enfatizou.
Quase sem perceber, a tarde quase passou, eu me sentia muito à vontade conversando com ele e, pelo que deu a entender, ele também comigo. De repente, a campainha tocou: era a esposa dele junto com Leonor. Convidei-as para entrar e perguntei se queriam tomar alguma coisa. Leonor pediu um café, e a nora dele disse que não, que estava um pouco indisposta. Lógico, depois de ter duas garrafas de vinho ainda no corpo. Passado um tempo, nos despedimos e elas foram para casa. Pablo disse que tinha sido muito bom conversar e me convidou para repetir outro dia. Eu disse que ele tinha a casa aberta aqui para o que quisesse.
Ao ficar sozinha de novo em casa, pensei se haveria alguma chance de transar com Pablo. Via difícil, primeiro porque, segundo ele tinha dito, eles ficariam só cinco dias e, durante esse tempo, eu estaria com meus filhos ou meu marido. Então descartei totalmente.
E assim foi, os dias passaram, só cruzei com ele algumas vezes enquanto entrávamos ou saíamos. Uma manhã, Leonor bateu na minha porta. Disse que a nora dela tinha sugerido visitar um shopping que inauguraram há pouco e que era praticamente uma cidade de lojas. Recusei o convite, já que naqueles dias aquilo seria sufocante e eu não gostava de aglomerações. Leonor perguntou se meus filhos poderiam acompanhá-las, já que ela queria comprar algo para eles, como presente de Natal. Ela os mimava muito, sempre comprava o que eles queriam. Mas eu não podia dizer nada, já que ela cuidava deles como se fossem filhos dela. Meus filhos aceitaram felizes e foram com ela.
Passaram apenas alguns minutos quando ouvi a campainha novamente, abri e lá estava o Pablo. Perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele disse que tinha desistido de ir ao shopping e deixado a mãe e a esposa irem sozinhas com meus filhos. Perguntou se eu o convidava para um café, acompanhei-o até a sala e preparamos duas xícaras de café. Enquanto tomávamos, assistíamos TV quase sem falar, só comentávamos alguma coisa sobre as notícias que passavam.
Aquela situação me chocava, se comparada com a conversa tão agradável que tivemos na tarde do dia da chegada dele. Ele estava como se sua mente estivesse a quilômetros de distância. Levantei, peguei as xícaras e fui para a cozinha. Naquela manhã, eu tinha vestido um vestido de tricô de manga longa que chegava até a metade da coxa. O cabelo eu tinha amarrado num coque meio esquisito, mas é que não estava com muita vontade de me arrumar naquele dia. Coloquei as xícaras na pia e me preparei para lavá-las, já que para tão pouca coisa não gostava de deixar lá sujas.
Enquanto esfregava, me assustei ao sentir umas mãos na minha cintura, virei a cabeça e era o Pablo, sem dizer uma palavra começou a me beijar pelo pescoço enquanto eu sentia ele se colar nas minhas costas e me apertar contra ele. Outra mulher, em sã consciência, teria recusado de primeira aquelas intenções, mas algo dentro de mim me paralisava.
Sentia as mãos dele percorrerem todo o meu corpo, meus peitos, minha cintura, minha virilha, tudo por cima do vestido, enquanto me excitava com seus beijos. Eu não fiquei parada e comecei a acariciar o volume dele, onde já dava para notar uma grande ereção. Me virei e começamos a nos beijar apaixonadamente, ele levantou meu vestido, afastou a calcinha e começou a me masturbar, enquanto eu tirava a camisa dele.
Deixei ele só Com as calças, ele, por sua vez, levantou meu vestido e o tirou, deixando-me apenas de calcinha, já que não usava sutiã. Continuamos nos agarrando por um bom tempo. Eu desabotoei a calça dele e a puxei para baixo, de dentro saiu seu pau em todo o seu esplendor, ele estava com uma ereção tremenda. Sem pensar, me ajoelhei e comecei a chupar seu pau, que estava implorando por minha atenção.
Me sentia muito excitada e muito safada, eu de joelhos chupando aquele pau enquanto olhava para ele e via sua cara de prazer. Ele me parou, me ajudou a levantar e, me acompanhando, me colocou em cima da mesa de frente para ele, tirou minha calcinha e começou a comer minha buceta. Devido à excitação, cada lambida que ele me dava era como uma corrente imensa de prazer. Era a primeira vez que estava sendo infiel sem ter planejado. Não demorei para gozar, e ele se levantou, me puxou um pouco para perto e, sem cerimônia, me enfiou de uma vez só. Minha buceta recebeu seu pau sem dor, e eu sentindo muito prazer.
Percebi que ele não estava usando camisinha. Inconscientemente, me calei e voltei a me concentrar no prazer das suas investidas. Ele tirou o pau e me levantou da mesa. De pé, me virou, me inclinou e me penetrou por trás de novo. Ficou assim por um bom tempo, eu gozei de novo e, pouco depois, ele tirou o pau e pude sentir o sêmen escorrendo na minha bunda e nas minhas costas.
Ele se deixou cair em cima de mim por um tempo, até que ambos recuperamos o fôlego. Como começamos quase sem falar, assim terminamos. Ele pegou um pouco de papel-toalha e me limpou.
Depois de nos vestirmos, ele me pediu desculpas, ao que respondi: por que você tem que me pedir desculpas? Ele disse que tinha sido uma armadilha e que, desde o primeiro dia em que veio passar férias e me viu, ficou obcecado em me foder. Eu disse para ele não se preocupar, mas que não pegasse o hábito. Embora, por dentro, eu desejasse que se repetisse todos os dias.
Poucos dias depois, Pablo e sua esposa foram embora. Desde então, só sei dele pelo que sua mãe me conta. Mas aquele dia não vai sair da minha mente.
Mesmo continuando conectada nos chats, não encontrava nada que me chamasse a atenção. Por isso, decidi descobrir coisas novas na minha solidão. Acabei optando pelo sexo anal.
Claro, primeiro perguntei ao meu marido se ele não queria tentar me comer pelo cu. Não me surpreendi com a reação dele: ele disse que era uma nojeira, que de onde eu tinha tirado uma besteira daquelas e coisas do tipo. Ainda bem que, conhecendo ele, já sei como contornar a situação, e tudo ficou como se tivesse sido uma brincadeira. Mas ficou claro que eu teria que experimentar sozinha.
A primeira vez que tentei foi na sala, eu pelada, lubrifiquei meu ânus com bastante gel e fui introduzindo os dedos aos poucos, primeiro um e depois dois. Naquela vez, nem cheguei a usar o consolo, porque sentir aquele buraco se abrindo com meus dedos me deu uma sensação nova de prazer, que, junto com a habilidade da outra mão no meu clitóris, não demorou muito para eu gozar.
Alguns dias depois, fiz de novo, tudo igual à última vez, só que dessa vez os dedos encontraram menos resistência. Me posicionei para sentar numa cadeira, segurei o consolo, já bem lubrificado, sentei em cima dele e fui me penetrando aos poucos. Sentia um pouco de resistência, mas não parei e, sem pensar, sentei de uma vez. Erro meu — vi estrelas, nunca tinha sentido uma dor daquelas. Levantei rápido e tirei, depois caí no chão, me contorcendo de dor, enquanto apertava minha bunda. Como se isso fosse aliviar a dor. Quando olhei minha mão, vi que até tinha sangrado um pouco, provavelmente por algum machucado. Passei uns dias terríveis, não conseguia nem sentar, ir ao banheiro também era uma tortura.
Decidi que sexo anal não era pra mim.
Os meses passaram e não tinha tentado de novo.
Com o ano novo começando e meus 43 anos já completos, não tinha como sentir a excitação e o tesão de uma nova traição.
Quase no fim das festas de Natal, um dia, enquanto limpava minha jardim, minha vizinha saiu e começamos a conversar, como em qualquer dia. Afinal, éramos vizinhas há muitos anos e eu tinha muito carinho por ela.
Leonor era uma mulher já idosa, ficou viúva muito jovem e ficou sozinha com o filho. Quando nos mudamos para nossa casa, ele devia ter uns 14 anos, eu tinha 26 quando cheguei recém-casada. Leonor nos ajudava sempre que precisávamos. Meus filhos até a chamavam de Tia Leonor. Seu filho foi com 20 anos trabalhar na Suíça e desde então eu não o tinha visto mais, ele tinha vindo várias vezes visitar a mãe, mas sempre era no verão e coincidia quando nós estávamos de férias.
Leonor me disse que estava esperando por eles, que tinham ligado do aeroporto dizendo que vinham passar uns dias com ela, já que tinham uns dias livres no trabalho. Ela estava super animada. Fiquei esperando com ela, mesmo tendo terminado de limpar e estando um frio da porra. Ela me perguntou dos meus filhos, eu disse que tinham ido com meu marido para passar o dia com meus sogros, já que eles moram perto da oficina do meu marido.
Ela me convidou para almoçar com eles, já que estava preparando uma paella deliciosa, o que era verdade, não tem ninguém que faça paella como a Leonor. Depois de um tempo, chegou seu filho com a esposa, e qual não foi minha surpresa ao ver que ela era muito mais velha que ele. Era até mais velha que eu. Por mais que eu olhasse, aquela dupla não fazia sentido. Ele tinha se tornado um morenão de trinta e poucos anos, lindíssimo. E ela morena, baixinha e bem enrugada.
Eu cumprimentei eles e, depois de uma breve conversa, fui para minha casa, não sem antes combinar de almoçar com eles.
Na hora do almoço, fui para a casa da minha vizinha. Ao entrar, Pablo, que era o nome dele, e sua esposa já estavam sentados à mesa, dando conta de uma boa garrafa de vinho tinto. Fui para a cozinha para ver se podia ajudar a Leonor e também fofocar sobre sua nora. Não pude evitar perguntar sobre a diferença de idade. Ela me disse que tinham mais de 20 anos de diferença. anos, o que a colocava perto dos 60. Leonor havia se resignado, embora não achasse muita graça, a felicidade do filho e evitar brigar com ele vinham em primeiro lugar.
Nos sentamos todos à mesa, depois de algumas entradas, comemos e conversamos. Notei que a esposa do Pablo não parava de beber. No fim da refeição, reparei que havia 3 garrafas de vinho vazias sobre a mesa. Eu só tinha tomado um par de taças, Leonor mais ou menos o mesmo e Pablo um pouco mais. Por isso, calculo que a suíça tinha mandado pra dentro 2 garrafas.
Leonor e eu limpamos a mesa. Convidei-os para vir à minha casa tomar café, mas acontece que a nora dela tinha caído no sono completamente. Algo bem normal, já que estava com uma bebedeira das fortes. Leonor recusou meu convite, pois ia assistir uma novela, e disse ao filho que ele fosse tomar o café e ela cuidaria da esposa.
Ao chegar na minha casa, convidei-o a sentar e fui preparar o café.
Conversamos sobre tudo que aconteceu em nossas vidas, eu o atualizei sobre a minha e ele sobre a dele. Ele não tinha filhos, tinha um bom trabalho e ganhava muito dinheiro. Não pude resistir e perguntei sobre a diferença de idade com a esposa. Ele começou a rir, e disse que me contaria a verdade se eu prometesse não contar à mãe dele. Depois que prometi, ele me contou que quando começou com ela foi porque ela dava muito tesão. Ela era divorciada, com mais ou menos a idade que tenho agora, estava gostosa e ele começou a ter relações sexuais com ela.
Ele só queria se divertir com uma madura gostosa, mas acontece que a mulher estava cheia da grana. Era de família rica, e além disso, com o divórcio do marido, tinha conseguido ainda mais dinheiro. Ele não me disse a quantia que ela tinha, mas insinuou que estávamos falando em milhões de euros. Ele tinha se casado com ela por dinheiro, vivia como um rei. Invernos em estações de esqui, verões em praias paradisíacas, além de vir visitar a mãe. Segundo ele me contou, desde que estava com ela, ele não pagava Nada. Tudo que ele ganava estava guardado, eles bancavam tudo dele. Carros de luxo, relógios, celulares, tudo que ele queria, ele tinha.
Em troca de tudo isso, ele só precisava ficar com ela. Ele me disse que a amava, mas quase como uma amiga. O sexo já era algo bem passageiro. Quando ele mencionou o sexo, perguntei então como ele aliviava a vontade. Ele respondeu que, mesmo morando numa cidade, ela era bem pequena, então trair era um esporte de alto risco. Ele aproveitava as viagens para congressos relacionados à empresa dele para contratar os serviços de prostitutas e assim apagar seu fogo interno. Prostitutas de luxo, sim, ele enfatizou.
Quase sem perceber, a tarde quase passou, eu me sentia muito à vontade conversando com ele e, pelo que deu a entender, ele também comigo. De repente, a campainha tocou: era a esposa dele junto com Leonor. Convidei-as para entrar e perguntei se queriam tomar alguma coisa. Leonor pediu um café, e a nora dele disse que não, que estava um pouco indisposta. Lógico, depois de ter duas garrafas de vinho ainda no corpo. Passado um tempo, nos despedimos e elas foram para casa. Pablo disse que tinha sido muito bom conversar e me convidou para repetir outro dia. Eu disse que ele tinha a casa aberta aqui para o que quisesse.
Ao ficar sozinha de novo em casa, pensei se haveria alguma chance de transar com Pablo. Via difícil, primeiro porque, segundo ele tinha dito, eles ficariam só cinco dias e, durante esse tempo, eu estaria com meus filhos ou meu marido. Então descartei totalmente.
E assim foi, os dias passaram, só cruzei com ele algumas vezes enquanto entrávamos ou saíamos. Uma manhã, Leonor bateu na minha porta. Disse que a nora dela tinha sugerido visitar um shopping que inauguraram há pouco e que era praticamente uma cidade de lojas. Recusei o convite, já que naqueles dias aquilo seria sufocante e eu não gostava de aglomerações. Leonor perguntou se meus filhos poderiam acompanhá-las, já que ela queria comprar algo para eles, como presente de Natal. Ela os mimava muito, sempre comprava o que eles queriam. Mas eu não podia dizer nada, já que ela cuidava deles como se fossem filhos dela. Meus filhos aceitaram felizes e foram com ela.
Passaram apenas alguns minutos quando ouvi a campainha novamente, abri e lá estava o Pablo. Perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele disse que tinha desistido de ir ao shopping e deixado a mãe e a esposa irem sozinhas com meus filhos. Perguntou se eu o convidava para um café, acompanhei-o até a sala e preparamos duas xícaras de café. Enquanto tomávamos, assistíamos TV quase sem falar, só comentávamos alguma coisa sobre as notícias que passavam.
Aquela situação me chocava, se comparada com a conversa tão agradável que tivemos na tarde do dia da chegada dele. Ele estava como se sua mente estivesse a quilômetros de distância. Levantei, peguei as xícaras e fui para a cozinha. Naquela manhã, eu tinha vestido um vestido de tricô de manga longa que chegava até a metade da coxa. O cabelo eu tinha amarrado num coque meio esquisito, mas é que não estava com muita vontade de me arrumar naquele dia. Coloquei as xícaras na pia e me preparei para lavá-las, já que para tão pouca coisa não gostava de deixar lá sujas.
Enquanto esfregava, me assustei ao sentir umas mãos na minha cintura, virei a cabeça e era o Pablo, sem dizer uma palavra começou a me beijar pelo pescoço enquanto eu sentia ele se colar nas minhas costas e me apertar contra ele. Outra mulher, em sã consciência, teria recusado de primeira aquelas intenções, mas algo dentro de mim me paralisava.
Sentia as mãos dele percorrerem todo o meu corpo, meus peitos, minha cintura, minha virilha, tudo por cima do vestido, enquanto me excitava com seus beijos. Eu não fiquei parada e comecei a acariciar o volume dele, onde já dava para notar uma grande ereção. Me virei e começamos a nos beijar apaixonadamente, ele levantou meu vestido, afastou a calcinha e começou a me masturbar, enquanto eu tirava a camisa dele.
Deixei ele só Com as calças, ele, por sua vez, levantou meu vestido e o tirou, deixando-me apenas de calcinha, já que não usava sutiã. Continuamos nos agarrando por um bom tempo. Eu desabotoei a calça dele e a puxei para baixo, de dentro saiu seu pau em todo o seu esplendor, ele estava com uma ereção tremenda. Sem pensar, me ajoelhei e comecei a chupar seu pau, que estava implorando por minha atenção.
Me sentia muito excitada e muito safada, eu de joelhos chupando aquele pau enquanto olhava para ele e via sua cara de prazer. Ele me parou, me ajudou a levantar e, me acompanhando, me colocou em cima da mesa de frente para ele, tirou minha calcinha e começou a comer minha buceta. Devido à excitação, cada lambida que ele me dava era como uma corrente imensa de prazer. Era a primeira vez que estava sendo infiel sem ter planejado. Não demorei para gozar, e ele se levantou, me puxou um pouco para perto e, sem cerimônia, me enfiou de uma vez só. Minha buceta recebeu seu pau sem dor, e eu sentindo muito prazer.
Percebi que ele não estava usando camisinha. Inconscientemente, me calei e voltei a me concentrar no prazer das suas investidas. Ele tirou o pau e me levantou da mesa. De pé, me virou, me inclinou e me penetrou por trás de novo. Ficou assim por um bom tempo, eu gozei de novo e, pouco depois, ele tirou o pau e pude sentir o sêmen escorrendo na minha bunda e nas minhas costas.
Ele se deixou cair em cima de mim por um tempo, até que ambos recuperamos o fôlego. Como começamos quase sem falar, assim terminamos. Ele pegou um pouco de papel-toalha e me limpou.
Depois de nos vestirmos, ele me pediu desculpas, ao que respondi: por que você tem que me pedir desculpas? Ele disse que tinha sido uma armadilha e que, desde o primeiro dia em que veio passar férias e me viu, ficou obcecado em me foder. Eu disse para ele não se preocupar, mas que não pegasse o hábito. Embora, por dentro, eu desejasse que se repetisse todos os dias.
Poucos dias depois, Pablo e sua esposa foram embora. Desde então, só sei dele pelo que sua mãe me conta. Mas aquele dia não vai sair da minha mente.
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