NNão sei como começar isso, já que é a primeira vez que escrevo com a intenção de revelar pra alguém minhas experiências sexuais, ainda mais pela natureza delas, meio depravadas (ou muito, dependendo de quem julgar). O motivo?... um pouco de tédio, saco e, na maior parte, vontade de contar pra alguém o que tanto tempo guardei em segredo — desabafo, pode-se chamar.
Sou o Ernesto, um cara tranquilo, tímido com as mulheres, mas com muita, muita sorte, boa e ruim pra não mentir, mexicano de 35 anos, 1,70 de altura, magro e de pele morena clara, casado, com um filho de 4 anos. Minha esposa Laura tem 30 anos, morena, 1,60 de altura, um corpaço — não é magra, mas também não tem quilos a mais, sempre teve um corpo bonito e depois da gravidez, sinceramente, ela ficou uma gostosa, principalmente os peitos dela, cresceram bastante e com o tamanho bom que já tinham, o resultado foi de enlouquecer.
Sei que existem milhares de relatos vagando pela internet e já li alguns, talvez o que eu escreva pareça parecido, o que me parece óbvio, mas vou deixar a critério do leitor julgar a veracidade das minhas palavras. Sei que é algo extenso, mas acho que vale a pena ler, além de ser a única vez que vou escrever com tanta profundidade.
Recentemente nos mudamos pra nossa casa nova, eu, minha esposa Laura e meu filho Alejandro. O tempo que a gente se vê é bem pouco, porque agora tudo fica mais longe, já que nossa casa nova é na periferia da cidade. Tem que acordar mais cedo pra chegar a tempo nos nossos trabalhos, sem esquecer de deixar o pequeno no jardim de infância, tomar café na rua, trabalhar até o meio da tarde e depois sair pra comer com minha esposa e meu filho, também na rua na maioria das vezes. Depois de deixar nosso pequeno com a avó, voltamos pro trabalho e, finalmente, já de noite, voltamos pra casa na hora certa pra jantar, conviver um pouco, preparar as coisas pro dia seguinte, tomar banho e dormir. Acho que fica claro como a atividade sexual entre eu e minha esposa diminuiu, embora não saiba se isso realmente foi o que desencadeou os acontecimentos futuros.
Nem preciso dizer que não vou usar os nomes reais de quem se envolve nessa história (ou talvez sim), então não vou mais parar pra lembrar disso de novo.
Nos mudamos em meados de 2015, numa quarta-feira de manhã. Estávamos de férias e, como não decidimos viajar pra lugar nenhum, aproveitamos o tempo pra fazer a mudança, longe dos olhares curiosos dos vizinhos. Foi um dia qualquer. No dia seguinte, duas vizinhas vieram nos dar as boas-vindas: a Ruth, uma gata de uns 28 anos, grávida de 5 meses (fiquei sabendo depois), e a Alicia, uma mulher já madura, por volta dos 50 (acho eu). Depois de cumprimentá-las, minha esposa ficou responsável por recebê-las. Só entrei na conversa pra me despedir e ouvir da Alicia que no sábado à tarde ia rolar um encontro pra nos recepcionar. Seria uma reunião curta, com pouca gente (só os vizinhos mais próximos). Topamos. Elas foram embora e a semana passou sem novidades.
E assim os dias passaram até que no fim da tarde de sábado fomos pra casa da Lucy, que ficava em frente à nossa, do outro lado da rua. A porta tava aberta e, quando entramos, vimos que os outros convidados já estavam lá dentro. Depois de pedir desculpa pelo atraso, sentamos na mesa e conhecemos o resto dos vizinhos mais próximos.
Ruth, uma gostosa, corpão, grávida como já falei antes e muito simpática, estava acompanhada do marido, um cara igualmente legal mas sem graça pra caralho, meio simplório. O marido da Alicia, um senhor de uns 60 anos, com uma barriga enorme e bom humor. Uma senhora chamada Concepción e a filha dela, Liliana, ambas magérrimas, morenas e sem nada de interessante que mereça detalhe. E por último os donos da casa, Lucy, de uns 33 anos, 1,60 de altura, magra, morena clara com cabelo tingido de castanho escuro e mechas mais claras (luzes, segundo minha esposa me disse depois), lábios carnudos, olhos castanhos claros. O que mais fazia dela uma mulher linda eram os peitos (vocês vão perceber que é o que mais me atrai numa mulher) — eram de um tamanho bem bom, aparecendo levemente num decote não muito ousado, mas ao mesmo tempo se desenhando numa blusa verde justa. E as bundas redondas, apertadas numa calça jeans azul estilo pescador, que também deixavam ver as pernas bem torneadas. Ela estava acompanhada do marido, Maurício, uns 38 anos, aproximadamente 1,80 de altura, cabelo castanho claro e pele bronzeada pelo sol, já que é empreiteiro de construção, e uma barba mal cuidada, só começando a crescer. Não vou alongar a história dando muitos detalhes, só digo que comemos, bebemos, conversamos, rimos e, num momento oportuno, aproveitei pra dar uma flertada com a Lucy, que parece ter gostado da intimidade. Terminamos a confraternização e fomos pra casa junto com os outros, sem nada mais interessante além da imagem da Lucy na minha cabeça.
Passaram os dias, voltamos ao trabalho, Lucy e eu só tivemos alguns encontros casuais que deram tempo só pra um pouco de flerte dos dois lados, e logo nossos dias ficaram na rotina.
Uma manhã, ao chegar no trabalho, descobri que o sistema estava fora do ar. Como meu trampo depende quase totalmente de ficar na frente de um computador, meu chefe me deu o dia de folga. Voltei pra casa sem contar pra minha esposa, porque queria um tempinho só pra mim, além de ter a chance de dar de cara "por acaso" com a Lucy, o que infelizmente não rolou. Já em casa, me deitei na cama e, enquanto via um filme, acabei dormindo até que o som do celular me acordou. Era minha esposa ligando pra pedir que eu buscasse nosso filho no jardim de infância e almoçasse com ele, já que ela precisava visitar vários clientes pra cobrar umas contas atrasadas e não teria tempo de nos acompanhar. Admito que aceitei meio contrariado, porque naquela hora eu não tinha carro. Levantei, desliguei a TV, fui ao banheiro e, bem na hora de sair, vi pela janela da sala o carro da minha esposa chegando em casa. Apesar do susto, entrei rápido no quarto e me escondi no armário, tentando evitar ter que explicar por que eu tava em casa e por que não tinha contado. Também não entendia o que ela fazia ali; imaginei que tinha esquecido alguma coisa e passou pra pegar, embora o trabalho dela seja longe pra caralho de casa (tanto faz).
Demoro um pouco pra entrar em casa, ouvi ela conversando com alguém (pensei que fosse uma vizinha) quando finalmente entro, vou direto pro quarto e minha surpresa foi enorme ao ver pela fresta das portas entreabertas do armário que, atrás dela, entrou no nosso quarto o Maurício (marido da Lucy), o que me deixou completamente confuso, e essa confusão aumentou ainda mais quando eles se aproximaram e começaram a se beijar desesperadamente enquanto as mãos, visivelmente ansiosas do Maurício, se aventuravam a percorrer o corpo bem torneado da minha esposa. Eu estava de joelhos dentro do armário, completamente imóvel, podia sentir meu coração batendo como se fosse saltar do peito e um ardor inexplicável subia das minhas pernas até a cabeça, não conseguia acreditar ou entender o que estava acontecendo, estava em choque… sem se separar, eles se moveram pro espaço apertado entre a cama e o armário (do outro lado tem a janela que dá direto pra rua), de repente senti minha confusão se transformar em raiva ao ver que, de um puxão, ele desabotoou a blusa dela, que caiu no chão enquanto o cara enfiava o rosto entre os peitos macios da minha esposa e ao mesmo tempo segurava ela com força pelas nádegas. Minha reação era tão lenta e eles agiam tão rápido que minha cabeça não conseguia organizar meus pensamentos, ela tirou a camiseta dele e ele arrancou o sutiã dela, deixando os peitos generosos dela livres. Naquele momento, quis sair gritando e descarregar minha fúria moendo o cara na porrada e talvez ela também, mas meu corpo não respondia. Finalmente consegui desviar o olhar daquele espetáculo traiçoeiro pra me concentrar em mim mesmo e tentar reagir, foi aí que percebi que estava tremendo incontrolavelmente dos pés à cabeça e uma sensação estranha percorria meu peito, desde a boca do estômago subindo formigando até minha garganta, nunca na vida me senti tão desnorteado…
Lá estava eu, completamente atônito, quando um som abafado, mas meio familiar, chamou minha atenção de novo. Maurício estava de pé, completamente nu, e minha esposa descansava de joelhos no chão, segurando as coxas daquele miserável com as duas mãos enquanto enchia a boca com o pau dele. Ela bufava cada vez que engolia quase tudo, e ao mesmo tempo esfregava os peitos nas pernas do cara, tão perto de mim. Eu via ela enfiar ele dentro da boca uma e outra vez, o máximo que conseguia. Às vezes, lambia da ponta até a base, repetidamente, e dava pra ver a saliva da minha mulher lubrificando o pau duro do Maurício. Ela chupava as bolas dele e esfregava a rola dele no rosto inteiro, pra depois voltar a chupar com vontade, enquanto o cara se contorcia de prazer. Pensei em sair furioso e parar eles na porrada, mas não consegui, porque além de não conseguir tirar os olhos do espetáculo na minha frente, descobri minha mão direita dentro da calça, massageando com gosto meu pau duro, mais duro do que nunca, o que também foi uma surpresa. Quando Laura se levantou do chão, passou o pau do Maurício, molhado de saliva, entre os peitos dela. Ele, imagino, achou que ia ter uma punheta deliciosa, daquelas que eu tanto curto com a minha esposa, mas se decepcionou porque não foi assim. E embora tenha ficado feliz por ela pelo menos ter negado isso, devo admitir que senti muito tesão em imaginar, e honestamente, teria adorado ver.
Ela parou ao lado da cama e ele na frente dela, de costas pra mim, que observava tudo de dentro do armário, num mar de sensações e sentimentos confusos, mas principalmente "excitado". Ele se abaixou, puxando a calça da minha esposa, que sentou na cama e levantou um pouco os dois pés pra ele tirar a calça por completo, e junto com ela, a calcinha também. Na sequência, ele abriu as pernas dela, passou os braços por entre elas e por trás, até ficar quase sobre os ombros dela. Minha esposa se deitou na cama, deixando a língua do Maurício lhe dar prazer, e como a cabeça e as costas daquele idiota tampavam minha visão, não pude fazer nada além de usar um pouco a imaginação. De qualquer forma, aquilo não durou muito, porque logo as mãos da minha esposa agarraram o cabelo do Maurício, puxando ele pra dar a entender que continuasse com outra coisa. E assim ele fez: levantou sem soltar as pernas dela, aproximou o pau da buceta da Laura e passou a cabeça dele pelos lábios vaginais dela, de cima pra baixo, várias vezes, enquanto ela se mexia, desejosa de sentir ele lá dentro. Ele soltou uma das pernas dela, se deitou sobre a Laura, apoiando o braço livre na cama, e se moveram um pouco pro centro, o suficiente pro Maurício apoiar os joelhos. Assim que conseguiu, apontou o pênis e enfiou a cabeça devagar, fazendo minha esposa soltar um suspiro profundo que depois virou um gemido abafado entre os lábios quando, sem mais demora, ele meteu o resto da vara de uma vez. De onde eu estava, dava pra ver claramente a bucetinha da minha mulher sendo penetrada devagar por aquele falo que entrava e saía, cada vez mais rápido, com o tamanho todo. As bolas dele batiam na bunda da minha mulher, que se contorcia e gemia gostoso, algo que ela não pode fazer livremente quando a gente transa, porque meu filho tem o sono leve e o quarto dele é bem ao lado do nosso. Mas agora... que estavam supostamente sozinhos, ela não precisava se segurar, gemia deliciosamente a cada estocada e pedia mais quase aos gritos: —assim, continua assim, aaah enfia tudo dentro de mim, meu amor, quero tudo lá dentro, continua, continua, haa que gostoso você me come, aaah, adoro isso— lembro perfeitamente das palavras dela, e naquele momento eu só pensava que tinha uma puta como esposa, mas ao mesmo tempo me excitava pra caralho ouvi-la pedindo mais pica como uma verdadeira puta no meio de uma fodida daquelas. Ela continuou assim por uns minutos e de repente parou, e ela dizia: —continua, não para, continua, me come por favor, me come— se mexia frenética enquanto implorava pra ser comida mais, com voz baixa e ofegante ele disse algo que não ouvi, mas depois ficou óbvio. Ele se levantou um pouco e ela virou, ficando de bruços na cama com as pernas entreabertas e aquelas bundas lindas um pouco levantadas. Maurício se posicionou atrás, colocando as pernas de Laura entre as dele, apoiou as mãos na cama, ficando sobre as costas da minha esposa, e com muita maestria, num único movimento, perfurou a bucetinha molhada da minha mulher sem nem usar as mãos, retomando rapidamente o ritmo e fazendo minha esposa gemer de novo, agora ainda mais sem vergonha: —haaa meu amor, que pica gostosa você tem, adoro, quero ela toda dentro, me come, papai, assim, me come, me come— (como se já não tivesse o suficiente, a putinha)...
Maurício parecia um animal selvagem devorando uma presa, deitado sobre as costas da minha mulher, com as duas mãos apertando os peitões dela, beijando e lambendo o pescoço, mordendo os ombros e as orelhas, levantando a bunda da minha esposa a cada estocada, enquanto ela não parava de gemer. Lá estava ela, estirada na cama como uma criatura indefesa, sendo devorada por um bicho selvagem que sacudia o corpo dela sem piedade, fazendo dela sua por um bom tempo. Mas essa imagem se desfez na hora quando Maurício falou algo que eu nem prestei atenção e não liguei naquele momento, mas ela, ofegante, respondeu:
—Goza dentro, meu amor, goza dentro, quero sentir teu leite quente, continua assim, continua me comendo, haaa, jorra dentro de mim, quero tudo dentro de mim, assim, assim, haaa, que gostoso, haaaaaaaa—
Os dois se contorciam e gemiam, se agitando devagar até que, aos poucos, ficaram imóveis. O maldito do Maurício não se contentou em comer minha esposa, ainda gozou dentro dela, e minha mulher adorou aquilo:
—Que transa gostosa, foi delicioso—
(Isso me deu uma inveja danada, porque eu tive que gozar nas minhas calças.)
Depois de uma pausa rápida, Maurício se afastou e, ao tirar o pau de dentro da minha esposa, pude ver um jato de porra saindo da bucetinha inchada dela, molhada, pulsando. Eles se deitaram na cama ainda ofegantes e, depois de alguns minutos imóveis, minha esposa disse: — Temos que ir, estou atrasada. Levantaram-se, trocaram um beijo meio tímido enquanto um generoso jato de porra escorria pela perna da minha mulher… Pegaram as roupas e saíram do quarto. Ouvi, depois de alguns minutos, a porta abrir e fechar rapidamente. Maurício tinha ido embora e minha esposa entrou no banho. Depois que ela se vestiu e foi embora, fiz o mesmo e também saí de casa, rumo à creche do meu filho.
Já de noite em casa de novo, fiz um love na minha esposa pensando o tempo todo na foda que o vizinho tinha dado nela, e acho que ela também. Mesmo sabendo que enquanto a gente transava ela tava pensando na pica do vizinho, a verdade é que a gente gozou como nunca.
Até hoje não falei nada sobre isso nem pra ela nem pra ninguém, e não sei quando vou fazer isso. Será que eles se viram de novo depois daquilo? É uma boa pergunta, talvez vocês tenham a resposta quando eu contar como foi minha vingança.
Sou o Ernesto, um cara tranquilo, tímido com as mulheres, mas com muita, muita sorte, boa e ruim pra não mentir, mexicano de 35 anos, 1,70 de altura, magro e de pele morena clara, casado, com um filho de 4 anos. Minha esposa Laura tem 30 anos, morena, 1,60 de altura, um corpaço — não é magra, mas também não tem quilos a mais, sempre teve um corpo bonito e depois da gravidez, sinceramente, ela ficou uma gostosa, principalmente os peitos dela, cresceram bastante e com o tamanho bom que já tinham, o resultado foi de enlouquecer.
Sei que existem milhares de relatos vagando pela internet e já li alguns, talvez o que eu escreva pareça parecido, o que me parece óbvio, mas vou deixar a critério do leitor julgar a veracidade das minhas palavras. Sei que é algo extenso, mas acho que vale a pena ler, além de ser a única vez que vou escrever com tanta profundidade.
Recentemente nos mudamos pra nossa casa nova, eu, minha esposa Laura e meu filho Alejandro. O tempo que a gente se vê é bem pouco, porque agora tudo fica mais longe, já que nossa casa nova é na periferia da cidade. Tem que acordar mais cedo pra chegar a tempo nos nossos trabalhos, sem esquecer de deixar o pequeno no jardim de infância, tomar café na rua, trabalhar até o meio da tarde e depois sair pra comer com minha esposa e meu filho, também na rua na maioria das vezes. Depois de deixar nosso pequeno com a avó, voltamos pro trabalho e, finalmente, já de noite, voltamos pra casa na hora certa pra jantar, conviver um pouco, preparar as coisas pro dia seguinte, tomar banho e dormir. Acho que fica claro como a atividade sexual entre eu e minha esposa diminuiu, embora não saiba se isso realmente foi o que desencadeou os acontecimentos futuros.
Nem preciso dizer que não vou usar os nomes reais de quem se envolve nessa história (ou talvez sim), então não vou mais parar pra lembrar disso de novo.
Nos mudamos em meados de 2015, numa quarta-feira de manhã. Estávamos de férias e, como não decidimos viajar pra lugar nenhum, aproveitamos o tempo pra fazer a mudança, longe dos olhares curiosos dos vizinhos. Foi um dia qualquer. No dia seguinte, duas vizinhas vieram nos dar as boas-vindas: a Ruth, uma gata de uns 28 anos, grávida de 5 meses (fiquei sabendo depois), e a Alicia, uma mulher já madura, por volta dos 50 (acho eu). Depois de cumprimentá-las, minha esposa ficou responsável por recebê-las. Só entrei na conversa pra me despedir e ouvir da Alicia que no sábado à tarde ia rolar um encontro pra nos recepcionar. Seria uma reunião curta, com pouca gente (só os vizinhos mais próximos). Topamos. Elas foram embora e a semana passou sem novidades.
E assim os dias passaram até que no fim da tarde de sábado fomos pra casa da Lucy, que ficava em frente à nossa, do outro lado da rua. A porta tava aberta e, quando entramos, vimos que os outros convidados já estavam lá dentro. Depois de pedir desculpa pelo atraso, sentamos na mesa e conhecemos o resto dos vizinhos mais próximos.
Ruth, uma gostosa, corpão, grávida como já falei antes e muito simpática, estava acompanhada do marido, um cara igualmente legal mas sem graça pra caralho, meio simplório. O marido da Alicia, um senhor de uns 60 anos, com uma barriga enorme e bom humor. Uma senhora chamada Concepción e a filha dela, Liliana, ambas magérrimas, morenas e sem nada de interessante que mereça detalhe. E por último os donos da casa, Lucy, de uns 33 anos, 1,60 de altura, magra, morena clara com cabelo tingido de castanho escuro e mechas mais claras (luzes, segundo minha esposa me disse depois), lábios carnudos, olhos castanhos claros. O que mais fazia dela uma mulher linda eram os peitos (vocês vão perceber que é o que mais me atrai numa mulher) — eram de um tamanho bem bom, aparecendo levemente num decote não muito ousado, mas ao mesmo tempo se desenhando numa blusa verde justa. E as bundas redondas, apertadas numa calça jeans azul estilo pescador, que também deixavam ver as pernas bem torneadas. Ela estava acompanhada do marido, Maurício, uns 38 anos, aproximadamente 1,80 de altura, cabelo castanho claro e pele bronzeada pelo sol, já que é empreiteiro de construção, e uma barba mal cuidada, só começando a crescer. Não vou alongar a história dando muitos detalhes, só digo que comemos, bebemos, conversamos, rimos e, num momento oportuno, aproveitei pra dar uma flertada com a Lucy, que parece ter gostado da intimidade. Terminamos a confraternização e fomos pra casa junto com os outros, sem nada mais interessante além da imagem da Lucy na minha cabeça.
Passaram os dias, voltamos ao trabalho, Lucy e eu só tivemos alguns encontros casuais que deram tempo só pra um pouco de flerte dos dois lados, e logo nossos dias ficaram na rotina.
Uma manhã, ao chegar no trabalho, descobri que o sistema estava fora do ar. Como meu trampo depende quase totalmente de ficar na frente de um computador, meu chefe me deu o dia de folga. Voltei pra casa sem contar pra minha esposa, porque queria um tempinho só pra mim, além de ter a chance de dar de cara "por acaso" com a Lucy, o que infelizmente não rolou. Já em casa, me deitei na cama e, enquanto via um filme, acabei dormindo até que o som do celular me acordou. Era minha esposa ligando pra pedir que eu buscasse nosso filho no jardim de infância e almoçasse com ele, já que ela precisava visitar vários clientes pra cobrar umas contas atrasadas e não teria tempo de nos acompanhar. Admito que aceitei meio contrariado, porque naquela hora eu não tinha carro. Levantei, desliguei a TV, fui ao banheiro e, bem na hora de sair, vi pela janela da sala o carro da minha esposa chegando em casa. Apesar do susto, entrei rápido no quarto e me escondi no armário, tentando evitar ter que explicar por que eu tava em casa e por que não tinha contado. Também não entendia o que ela fazia ali; imaginei que tinha esquecido alguma coisa e passou pra pegar, embora o trabalho dela seja longe pra caralho de casa (tanto faz).
Demoro um pouco pra entrar em casa, ouvi ela conversando com alguém (pensei que fosse uma vizinha) quando finalmente entro, vou direto pro quarto e minha surpresa foi enorme ao ver pela fresta das portas entreabertas do armário que, atrás dela, entrou no nosso quarto o Maurício (marido da Lucy), o que me deixou completamente confuso, e essa confusão aumentou ainda mais quando eles se aproximaram e começaram a se beijar desesperadamente enquanto as mãos, visivelmente ansiosas do Maurício, se aventuravam a percorrer o corpo bem torneado da minha esposa. Eu estava de joelhos dentro do armário, completamente imóvel, podia sentir meu coração batendo como se fosse saltar do peito e um ardor inexplicável subia das minhas pernas até a cabeça, não conseguia acreditar ou entender o que estava acontecendo, estava em choque… sem se separar, eles se moveram pro espaço apertado entre a cama e o armário (do outro lado tem a janela que dá direto pra rua), de repente senti minha confusão se transformar em raiva ao ver que, de um puxão, ele desabotoou a blusa dela, que caiu no chão enquanto o cara enfiava o rosto entre os peitos macios da minha esposa e ao mesmo tempo segurava ela com força pelas nádegas. Minha reação era tão lenta e eles agiam tão rápido que minha cabeça não conseguia organizar meus pensamentos, ela tirou a camiseta dele e ele arrancou o sutiã dela, deixando os peitos generosos dela livres. Naquele momento, quis sair gritando e descarregar minha fúria moendo o cara na porrada e talvez ela também, mas meu corpo não respondia. Finalmente consegui desviar o olhar daquele espetáculo traiçoeiro pra me concentrar em mim mesmo e tentar reagir, foi aí que percebi que estava tremendo incontrolavelmente dos pés à cabeça e uma sensação estranha percorria meu peito, desde a boca do estômago subindo formigando até minha garganta, nunca na vida me senti tão desnorteado…
Lá estava eu, completamente atônito, quando um som abafado, mas meio familiar, chamou minha atenção de novo. Maurício estava de pé, completamente nu, e minha esposa descansava de joelhos no chão, segurando as coxas daquele miserável com as duas mãos enquanto enchia a boca com o pau dele. Ela bufava cada vez que engolia quase tudo, e ao mesmo tempo esfregava os peitos nas pernas do cara, tão perto de mim. Eu via ela enfiar ele dentro da boca uma e outra vez, o máximo que conseguia. Às vezes, lambia da ponta até a base, repetidamente, e dava pra ver a saliva da minha mulher lubrificando o pau duro do Maurício. Ela chupava as bolas dele e esfregava a rola dele no rosto inteiro, pra depois voltar a chupar com vontade, enquanto o cara se contorcia de prazer. Pensei em sair furioso e parar eles na porrada, mas não consegui, porque além de não conseguir tirar os olhos do espetáculo na minha frente, descobri minha mão direita dentro da calça, massageando com gosto meu pau duro, mais duro do que nunca, o que também foi uma surpresa. Quando Laura se levantou do chão, passou o pau do Maurício, molhado de saliva, entre os peitos dela. Ele, imagino, achou que ia ter uma punheta deliciosa, daquelas que eu tanto curto com a minha esposa, mas se decepcionou porque não foi assim. E embora tenha ficado feliz por ela pelo menos ter negado isso, devo admitir que senti muito tesão em imaginar, e honestamente, teria adorado ver.
Ela parou ao lado da cama e ele na frente dela, de costas pra mim, que observava tudo de dentro do armário, num mar de sensações e sentimentos confusos, mas principalmente "excitado". Ele se abaixou, puxando a calça da minha esposa, que sentou na cama e levantou um pouco os dois pés pra ele tirar a calça por completo, e junto com ela, a calcinha também. Na sequência, ele abriu as pernas dela, passou os braços por entre elas e por trás, até ficar quase sobre os ombros dela. Minha esposa se deitou na cama, deixando a língua do Maurício lhe dar prazer, e como a cabeça e as costas daquele idiota tampavam minha visão, não pude fazer nada além de usar um pouco a imaginação. De qualquer forma, aquilo não durou muito, porque logo as mãos da minha esposa agarraram o cabelo do Maurício, puxando ele pra dar a entender que continuasse com outra coisa. E assim ele fez: levantou sem soltar as pernas dela, aproximou o pau da buceta da Laura e passou a cabeça dele pelos lábios vaginais dela, de cima pra baixo, várias vezes, enquanto ela se mexia, desejosa de sentir ele lá dentro. Ele soltou uma das pernas dela, se deitou sobre a Laura, apoiando o braço livre na cama, e se moveram um pouco pro centro, o suficiente pro Maurício apoiar os joelhos. Assim que conseguiu, apontou o pênis e enfiou a cabeça devagar, fazendo minha esposa soltar um suspiro profundo que depois virou um gemido abafado entre os lábios quando, sem mais demora, ele meteu o resto da vara de uma vez. De onde eu estava, dava pra ver claramente a bucetinha da minha mulher sendo penetrada devagar por aquele falo que entrava e saía, cada vez mais rápido, com o tamanho todo. As bolas dele batiam na bunda da minha mulher, que se contorcia e gemia gostoso, algo que ela não pode fazer livremente quando a gente transa, porque meu filho tem o sono leve e o quarto dele é bem ao lado do nosso. Mas agora... que estavam supostamente sozinhos, ela não precisava se segurar, gemia deliciosamente a cada estocada e pedia mais quase aos gritos: —assim, continua assim, aaah enfia tudo dentro de mim, meu amor, quero tudo lá dentro, continua, continua, haa que gostoso você me come, aaah, adoro isso— lembro perfeitamente das palavras dela, e naquele momento eu só pensava que tinha uma puta como esposa, mas ao mesmo tempo me excitava pra caralho ouvi-la pedindo mais pica como uma verdadeira puta no meio de uma fodida daquelas. Ela continuou assim por uns minutos e de repente parou, e ela dizia: —continua, não para, continua, me come por favor, me come— se mexia frenética enquanto implorava pra ser comida mais, com voz baixa e ofegante ele disse algo que não ouvi, mas depois ficou óbvio. Ele se levantou um pouco e ela virou, ficando de bruços na cama com as pernas entreabertas e aquelas bundas lindas um pouco levantadas. Maurício se posicionou atrás, colocando as pernas de Laura entre as dele, apoiou as mãos na cama, ficando sobre as costas da minha esposa, e com muita maestria, num único movimento, perfurou a bucetinha molhada da minha mulher sem nem usar as mãos, retomando rapidamente o ritmo e fazendo minha esposa gemer de novo, agora ainda mais sem vergonha: —haaa meu amor, que pica gostosa você tem, adoro, quero ela toda dentro, me come, papai, assim, me come, me come— (como se já não tivesse o suficiente, a putinha)...
Maurício parecia um animal selvagem devorando uma presa, deitado sobre as costas da minha mulher, com as duas mãos apertando os peitões dela, beijando e lambendo o pescoço, mordendo os ombros e as orelhas, levantando a bunda da minha esposa a cada estocada, enquanto ela não parava de gemer. Lá estava ela, estirada na cama como uma criatura indefesa, sendo devorada por um bicho selvagem que sacudia o corpo dela sem piedade, fazendo dela sua por um bom tempo. Mas essa imagem se desfez na hora quando Maurício falou algo que eu nem prestei atenção e não liguei naquele momento, mas ela, ofegante, respondeu:
—Goza dentro, meu amor, goza dentro, quero sentir teu leite quente, continua assim, continua me comendo, haaa, jorra dentro de mim, quero tudo dentro de mim, assim, assim, haaa, que gostoso, haaaaaaaa—
Os dois se contorciam e gemiam, se agitando devagar até que, aos poucos, ficaram imóveis. O maldito do Maurício não se contentou em comer minha esposa, ainda gozou dentro dela, e minha mulher adorou aquilo:
—Que transa gostosa, foi delicioso—
(Isso me deu uma inveja danada, porque eu tive que gozar nas minhas calças.)
Depois de uma pausa rápida, Maurício se afastou e, ao tirar o pau de dentro da minha esposa, pude ver um jato de porra saindo da bucetinha inchada dela, molhada, pulsando. Eles se deitaram na cama ainda ofegantes e, depois de alguns minutos imóveis, minha esposa disse: — Temos que ir, estou atrasada. Levantaram-se, trocaram um beijo meio tímido enquanto um generoso jato de porra escorria pela perna da minha mulher… Pegaram as roupas e saíram do quarto. Ouvi, depois de alguns minutos, a porta abrir e fechar rapidamente. Maurício tinha ido embora e minha esposa entrou no banho. Depois que ela se vestiu e foi embora, fiz o mesmo e também saí de casa, rumo à creche do meu filho.
Já de noite em casa de novo, fiz um love na minha esposa pensando o tempo todo na foda que o vizinho tinha dado nela, e acho que ela também. Mesmo sabendo que enquanto a gente transava ela tava pensando na pica do vizinho, a verdade é que a gente gozou como nunca.
Até hoje não falei nada sobre isso nem pra ela nem pra ninguém, e não sei quando vou fazer isso. Será que eles se viram de novo depois daquilo? É uma boa pergunta, talvez vocês tenham a resposta quando eu contar como foi minha vingança.
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